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História Weakness; - Capítulo 5


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Notas do Autor


Voltei meus amores.

Peço desculpas pelo capítulo não estar betado, eu simplesmente não tenho forças 'pra betá-lo, mas eu também não queria atrasar na hora de postar.

Provavelmente eu irei betar mais tarde, e perdão também pelo lemon horrível, eu simplesmente não sei escrever algo fofo.

/A imagem da capa não me pertence!!!!

Enfim, espero que gostem e boa leitura. ♡

Capítulo 5 - Capítulo Quatro: Avada Kedrava Eyes.


Fanfic / Fanfiction Weakness; - Capítulo 5 - Capítulo Quatro: Avada Kedrava Eyes.

Draco Lucius Malfoy.


Manter o controle nunca foi tão difícil, mas eu estava conseguindo. Era a primeira vez do menor com alguém, e eu não podia simplesmente deixar o meu lobo assumir o controle, eu acabaria machucando-o. O meu lobo queria fode-lo de uma vez, mas ele também sabia que poderia machucar o ômega.


— Draco por favor, d-dói de mais. — O menor pede me olhando. Ver o ômega se contorcer de dor, doía em mim mas eu tinha que ir de vagar. Ele estar seguro era o que importava.


— Eu sei amor, logo vai passar, eu prometo. — Deito em cima do menor, me encaixando entre suas pernas e começo a distribuir beijos pelo seu pescoço. Retiro sua camisa, deixando a mostra seu tronco. Por um momento fiquei admirando o mais novo, eu sempre soube que ele era lindo, mas agora finalmente poderei ver essa beleza por completo.


Sinto uma pontada leve em meu membro, ele já começava a dar sinal de vida devido ao cheiro forte do ômega. Tiro minha blusa e volto a dar atenção ao mais novo, principalmente aos seus mamilos. Eu intercalava entre lamber e chupar, o que arrancava alguns gemidos manhosos do menor - os quais me deixavam mais excitado ainda..


Começo a descer, deixando beijos e mordidas por todo o corpo do menor. Quando cheguei no cós da calça do menor, olho para o mesmo, Harry estava incrivelmente fofo, seu rosto estava todo corado e seus olhos estavam fechados. Uma visão que eu queria eternizar.


— Você é perfeito, Harry. — Falo mesmo sem saber se o menor pode escutar. Tiro por completo sua calça junto da box, jogando-a em qualquer lugar da sala. Seu membro, obviamente, já estava duro. Passo a língua pela glande, fazendo o menor estremecer. Logo coloco todo o seu membro em minha boca, começando um vai e vem.


Começo rodear sua entrada, logo penetrando um dedo - que entrou facilmente por conta da lubrificação natural que já escorria, fazendo o menor soltar um gemido de surpresa, logo introduzo o segundo dedo, simulando uma penetração, e aumento a velocidade do boquete. Quando olho para o menor, o mesmo revirava os olhos, suas bochechas estavam totalmente vermelhas. Subi uma última vez, dando mais atenção a glande, logo me afastando um pouco.


— D-Draco. — Quando olho para o mais novo, seus olhos estavam verdes, o verde exato de um Avada Kedrava. Sinto meus olhos ficarem vermelhos. — E-eu preciso de você, não v-vou conseguir manter o controle por muito tempo. — Eu sentia que nem eu conseguiria manter o controle por muito mais tempo, o cheiro de pêssego que o ômega exalava estava me deixando louco.


— Não posso correr o risco de te machucar, amor. — Deixo um selar no menor. O viro de bruços, puxando seu quadril para que eu pudesse ter completo acesso a sua entrada que pulsava ansiando pelo meu pau.


Passo a língua pelo local, sentindo o gosto de pêssego do ômega invadir o meu paladar. O mais novo solta um gemido de surpresa quando o penetro com a língua. Harry gemia manhoso, e faltava pouco para eu enlouquecer com esses gemidos - que se tornaram a minha melodia preferida. Continuo com o beijo grego até achar que o menor está realmente preparado. Viro o mais novo de frente para mim, seu olhar estava distante, isso significava que não era Harry que tinha o controle das suas ações agora.


— A-alfa. — Eu não podia mais prolongar as coisas. Fico entre suas pernas. Entrei os poucos, era a primeira vez do ômega com alguém, eu não podia ser bruto senão isso poderia causar problemas para o ômega. Não demorou para que eu estivesse completamente dentro do ômega. — D-Dói. — Harry choraminga. Começo a distribuir beijos por todo o seu corpo, e uma masturbação em seu membro, para distrai-lo da dor.


Quando o menor começa a rebolar contra o meu membro, soube que poderia me mexer. Seguro seus pulsos à cima de sua cabeça, deixando uma de minhas mãos em seu quadril, logo começando a me mover. As estocadas eram lentas e fracas no começo, mas conforme os gemido que saiam da boca de Harry iam se intensificando, comecei aumentar a intensidade e velocidade da penetração. Um gemido mais alto saiu pelos lábios do mais o novo quando acertei sua próstata. 


— Aqui, ômega? — Pergunto contra seu ouvido, vejo o menor assentir. — Não escutei. — Dou um leve aperto em uma de suas coxas.


— Si…sim. — O ômega fala em meio aos gemidos. Sorrio. Diferente de antes, eu estocava rápido e forte no ômega. Nesse ponto nós dois estávamos perdidos na excitação, e Harry não sentia mais dor, então a calmaria não existia mais.


Cada gemido do mais novo era como música para mim. Me sento na cama, ainda dentro do ômega, e o puxo para o meu colo. Não demorou para que Harry começasse a subir e descer, seguro em suas coxas, dando mais impulso para o ômega. Volto a dar atenção para o seu membro. As mãos do ômega vão para as minhas costas, arranhando-as, e no momento a ardência se mostrava prazerosa.


Ao que eu sinto meus olhos mudarem de cor, vejo os olhos do menor ficarem verdes, sinto minhas presas começarem a crescer. Não demorou muito para que o ômega gozasse, e por conta do aperto em sua entrada, acabei gozando também. Logo o nó se forma. Harry geme de dor ao tentar sair do meu colo.


— Amor, não se mexe, ou vai ser pior. — Falo deixando beijos pelo pescoço do ômega. Harry apenas assente. Me deito na cama, ajeitando o menor, para que o mesmo fiquei confortável. Eu sabia que o nó poderia ser algo bem desconfortável para os ômegas, principalmente na primeira vez.


— Dray, me marca. — Olho surpreso para o menor. Sua voz era séria, mas provavelmente era o seu lobo pedindo isso. Eu não me importaria de marcá-lo mas, eu quero que ele esteja consciente.


— Seu ômega quer isso. — Falo suspirando. Eu nunca faria nada sem o menor estar em completa lucidez.


— Sou eu, não meu ômega. Eu quero que você me marque, não quero correr o risco de que outro alfa faça isso. Eu quero você. — O menor me beija. Seu cheiro havia normalizado, significava que por pouco tempo ele teria consciência de seus atos. Nesse momento, eu já havia tacado o foda-se para as possíveis consequências de nosso ato. Naquele momento, nos dois queríamos e nato eu não me importava nenhum pouco com o futuro.


Desço os beijos para o seu pescoço e clavícula, seguro sua nuca, puxando-a para trás, me dando total liberdade para marca-lo. Afundo minhas presas na pele morena. Sinto o gosto de sangue em minha boca. Deixo vários beijos pelo local, para tentar amenizar a dor.


Assim que me afasto, vejo que os olhos verdes estavam anuviados, mas Harry parecia feliz. O menor se aproxima mais de mim. Deixo minha cabeça apoiada na cabeceira da cama, deixando que o menor tenha total acesso ao meu pescoço e clavícula. Após alguns beijos e chupões, sinto as presas do mais novo em minha pele. Doía mas não era insuportável, e logo os dois vínculos estavam formados.


Muitos alfas consideravam a marca de um ômega como algo sujo, e dizem que prefiram morrer do que serem marcados por um ômega. Eles falavam que ser marcado por um ômega era o mesmo que pedir para ser pisado e usado como capacho, eles viam como algo que os obrigava a serem submissos aos ômegas. Eu obviamente não me importava com isso, de certa forma, eu já era submisso ao ômega que dormia em meus braços. E eu não me importo nenhum pouco, de ser taxado de submisso ou algo do tipo, eu estava feliz com a marca do meu pequeno, em mim.


<…>


Dobby aparece ao lado da cama. Eu chamei o elfo depois de uns minutos que Harry havia dormido, pedi que trouxesse algumas roupas para nós dois, e que chamasse a madame Pomfrey. Eu precisava levá-lo até os quartos isolados. Assim que o elfo volta com as roupas, não demoro para me vestir.


— Eu deveria bater nos dois. A sala precisa não serve para isso! — A mulher fala entrando na sala com uma bandeja onde tinha alguns remédios e poções. A beta estava furiosa.


— Não dava tempo de ir até lá. — Falo assim que a mais velha me entrega um comprimido. Não demoro para tomá-lo.


— Agora que você passou o primeiro dia com ele, terá que passar os próximos dias. Isso é para não perder o controle e não marca-lo. — Desvio o olhar. — Me diz que você não marcou ele? — Sinto um tapa em minha nuca. — Eu não esperava isso de você, Malfoy! — A beta fica parada por um minuto, seu olhar estava em meu pescoço. Posso jurar ver um brilho de orgulho nos olhos e no sorriso da mulher.


— Ele estava consciente quando me pediu. E eu consegui manter o controle o tempo todo. — Falo desviando o olhar. A beta me olha surpresa. Era difícil alfas conseguirem manter o controle no cio de um ômega, ainda mais se ele for um dócil e o alfa um lúpus.


— Ele dormiu faz quanto tempo? — A mulher pergunta olhando para o ômega. Harry dormia sereno.


— Dez minutos. — Falo olhando para o menor. Eu sentia que podia ficar olhando ele para sempre, apenas adimirando a beleza desse ômega.


— Temos vinte então, acorde-o para mim. Ele precisa tomar uma poção para não engravidar e para substituir os nutrientes que ele não conseguirá comer nesses quatro dias. — Assinto. Me próximo do ômega.


— Amor, 'tá na hora de acordar. — Falo fazendo carinho em seu cabelo. Não demora muito para o menor acordar. O mais novo tinha os olhos inchados devido ao sono, mas isso apenas deixava-o mais fofo ainda.


Madame Pomfrey logo dá os remédios para o ômega, e pede para nós agilizarmos para sair da sala. Descemos até às masmorras, onde os quartos ficavam. Não demorou muito para estarmos num deles.


— Virei uma vez por dia, para ver se está tudo bem. E agora que vocês estão marcados, não poderão passar nenhum cio separados, ou a dor que sentirão poderá causar a morte de um dos dois. — Assentimos. Não nos importavam os com isso, tínhamos um ao outro e era isso que importava. Logo a beta sai, nos deixando sozinhos.


O ômega se deita na cama, logo me deito ao seu lado. Deixo meu rosto na curvatura de seu pescoço, podendo assim sentir o cheiro de pêssego. Eu sabia que essa calmaria logo iria acabar, e o menor só teria controle de suas ações no último dia do cio. O primeiro e o último dia são os mais tranquilos, mas o segundo e terceiro, se resume em foda atrás de foda - não que eu não gostasse disso, mas depois que o período acaba, o cansaço toma tanto o ômega quanto o alfa.


— Pensei que você não iria querer me marcar. — Harry fala fazendo carinho em meu cabelo. Eu sentia sua insegurança por conta da marca, era um sentimento confuso por ela ainda ser recente. Aperto o menor contra o meu corpo, deixando um selar na marca.


— Eu não queria porquê eu achava que era o seu ômega pedindo. Mas desde que eu descobri que estava apaixonado por você, eu queria te marcar, para deixar claro que você é meu, e que eu sou completamente seu. — Dou um selar no ômega que sorri. Agora que me dei conta de que eu ainda não havia pedido o menor em namoro. — Harry, namora comigo? — O menor me olha surpreso, mas logo o menor sorri.


— Pensei que já estávamos namorando. — Harry fala rindo. Naquele momento, eu me perdi em sua risada. Em minha visão, Harry era simplismente a coisa mais perfeita desse mundo.


— Sim estávamos, mas eu não cheguei a pedir isso. — O ômega me beija. — Eu te amo, Potter. — Falo me perdendo na imensidão verde, que eram os olhos do ômega. _Perfeito._


- Eu te amo, Malfoy.


<…>


Esses últimos dias foram os melhores e os piores. Eu pude passar o dia todo com o meu namorado - além de ter fodas maravilhosas com ele, mas quando aquele ômega queria me destruir ele conseguia. As vezes eu não tinha tempo de descansar que o menor já começava ficar excitado de novo e com dor. Uma coisa que sempre odiei foi isso, o fato dos ômegas sofrerem tanto com o cio, eles não merecem isso, nenhum pouco. Eu estava morto de cansaço, e minhas costas doíam para um inferno.


— Que porra aconteceu com as suas costas? — Blaise pergunta me olhando. Eu havia acabado de voltar ao dormitório, e como eu tinha aula de poções e não queria faltar nela, eu fui me trocar.


— Harry. — Falo colocando a blusa, logo começando a abotoar os botões. Quando me viro para o alfa o mesmo tinha uma expressão de surpresa. — Os ômegas podem parecer fofos e tudo mais, mas as coisas não são bem assim. — Escuto o mais velho murmurar um “Eu nunca vou saber disso”, Blaise nunca se interessou por ômegas - o que já gerou umas ficadas aqui, outras lá, entre nós dois. Me viro uma última vez para o espelho, e antes de fechar completamente a blusa, dou uma olhada na marca em meu pescoço. HP em letras cursivas.


— Nunca pensei que você o marcaria, ou se deixaria ser marcado, você nunca quis criar laços com as pessoas. — O alfa fala se jogando na cama. Blaise estava certo, eu nunca fui de criar laços com as pessoas - exceto ele e Pansy, mas com Harry as coisas eram diferentes. — Pelo menos agora não vou mais acordar com você levantando de noite. — Reviro os olhos e, termino de colocar a gravata. 


Agora que eu marquei o Harry, não vamos poder passar muito tempo longe um do outro, então o Professor Dumbledore nos deu um dos quartos onde os casais marcados ficam. As vezes eu me surpreendo com a quantidade de feitiço de extensão que tem em Hogwarts.


— Você 'tava doido para se livrar de mim. — Estendo a mão para ajudar o alfa a levantar. O mais velho sorria.


Descemos antes que Pansy subisse e nos arrastasse para baixo. Nossa primeira aula seria de poções, e teríamos ela com a Grifinória. Assim que entramos na sala vejo Harry, Hermione e Ronald em uma das mesas. O ômega estava de costas para mim, então o abraço, apoiando o queixo em seu ombro. O menor se vira me abraçando.


— Agora que é oficial, eu nem preciso dizer que se você fizer alguma merda, eu te mato, não é Malfoy? — Weasley pergunta me olhando com uma cara de poucos amigos. Sorrio irônico.


— Não acho que conseguiria tal proeza, mas se serve de consolo, não farei nada que possa machuca-lo. — Falo olhando para Harry. O ômega sorri, deixo um leve beijo no menor.


Não demorou muito para que o professor Snape entrasse na sala mandando todos irem para os seus lugares. Eu e Harry decidimos sentarmos juntos, sendo assim Pansy sentou com Hermione e Ronald com Blaise. Aqueles dois não vão admitir mas com toda a certeza estão se pegando.


A aula de poções não demorou tanto quanto das outras vezes, e nenhuma das outras aulas, então logo estávamos jantando no grande salão. Eu e Pansy estávamos conversando sobre quem achávamos que ganharia o torneio, quanto Astoria se senta na minha frente.


— Draco, precisamos conversar. — A ômega fala séria. — Eu andei conversando com meus pais, eles falaram que é impossível a sua mãe ter anulado o casamento, já que o seu pai que o criou. — Reviro os olhos suspirando. Sinto uma leve ardência na marca, quando olho para Harry o mesmo não tinha um semblante bom.


— Astoria eu vou deixar claro uma coisa, quando o meu pai foi preso, ele foi condenado a passar todos os bens e direitos à mim e à minha mãe. Então ela pode fazer o que quiser. — Me levanto da mesa indo em direção a porta, assim que saio vejo que a ômega me seguiu. Me apoio em uma das várias colunas. Eu já sentia a dor de cabeça vindo.


— Draco eu não vou desistir de você por causa de um ômegazinho de merda. — Eu juro que se ela não fosse uma ômega - ou beta, eu a mataria naquele momento. — Ele nem é sangue puro. - Suspiro forte, a minha vontade de matar essa ômega infeliz crescia a cada palavra que saia da boca dela.


— Eu sou tão merda que ele me escolheu, me marcou e deixou eu marcar ele. — Sinto o ômega abraçar a minha cintura. Sorrio deixando um selar na testa do menor. Astoria tinha um semblante de surpresa no rosto.


— Você se deixou ser marcado? — A ômega pergunta me olhando. — Que vergonha Draco, você além de ser um lúpus, é um sangue puro, não deveria se deixar ser marcado por alguém como ele. — Astoria fala com nojo na voz. E foi naquele momento que eu vi o circo pegar fogo. Eu podia sentir a raiva do mais novo transbordar pela marca.


— Porra garota, você não casa de se humilhar não? — Harry fala sorrindo - sorriso este que chegou a me dar arrepios. — Que eu me lembre bem, o Draco ficou feliz por não ter que se casar com você. E ele me escolheu como ômega dele, então aceite isso e pare de infernizar a nossa vida, ouviu vadia? — Vejo o menor cerrar os punhos ao notar o sorriso da mais nova. Seguro em sua mão, não queria que o menor começasse uma briga. Harry não era nem um pouco fraco - então ele “vencer” não era o problema, mas eu conhecia os pais da Astoria, eles fariam a vida do ômega um inferno. 


— Astoria, entenda de uma vez por todas que eu não quero você. Procure alguém que queria, porquê eu nunca deixaria a pessoa que eu amo para ficar com alguém como você. — Astoria fecha a cara e o sorriso vitorioso que tinha em seu rosto começa a desaparecer. — Se voltar a nos incomodar, eu conto aos seus pais o que você fazia antes de ir para o intercâmbio. — Falo sorrindo, vendo o semblante da ômega ir de raivoso a amedrontado.


Puxo o ômega até o nosso quarto, que ficava numa das torres oeste. Assim que fecho a porta o ômega se joga na cama, me deito ao seu lado. O menor se vira para mim, escondendo seu rosto na curvatura do meu pescoço.


— Eu odeio ela. — Harry fala baixo. Puxo o menor para mais perto, segurando sua cintura. — E o que ela fez? — O mais novo pergunta me olhando.


— Ela saía dando 'pra qualquer alfa que aparecesse, não que isso fosse um problema, ela faz o quer quiser da vida dela. Mas os pais dela, surtariam se soubessem disso. — O mais novo sorri. — Mas vamos esquecer isso, sim? — Harry assente. Faço um leve carinho em sua coxa que estava exposta por conta da saia - ômegas machos e alfas fêmeas podem escolher qual uniforme vão usar. Sinto os lábios do menor em meu pescoço.


Puxo Harry para o meu colo, me sentando na cama. Suas mãos repousam em meus ombros, seguro em seu queixo e o puxo para um beijo. Seus lábios tinham um gosto de gloss de pêssego, desde que estamos juntos, pêssego se tornou a fruta que eu mais amo.


Desço minhas mãos até sua bunda, apertando-a por debaixo da saia, ato que fez o menor gemer contra meus lábios. Desço os beijos até o seu pescoço e clavícula - que ainda tinham as marcas da nossa última transa. Sinto as mãos do ômega adentrarem minha blusa, arranhando de leve o meu abdômen, logo sinto o mesmo começar a abrir a blusa social que eu usava.


Batidas na porta nos obrigam a nos afastar. Harry se joga na cama bufando. Levanto da cama indo até a porta, quando abro a mesma me deparo Pansy. A alfa tinha um semblante preocupado.


— Desculpa atrapalhar a diversão, mas o professor Dumbledore está te chamando Draco. E pelo jeito é algo sério. — Assinto, logo a alfa se afasta e fecho a porta.


— Tudo bem? — Harry pegunta se sentando na cama. Vou até o espelho que tem no quarto, e arrumo minha blusa e gravata – que apenas agora percebi que estava frouxa.


— Não sei. O diretor quer falar comigo, e pelo que a Pansy disse, é algo sério. — Me viro para o ômega e caminho até o mesmo.


— Quer que eu vá junto? — Nego deixando um selar em seus lábios.


— Não precisa, logo eu volto para terminarmos o que começamos. — Sorrio vendo o menor corar.


Não demora que que eu esteja na sala do diretor. Bato à porta, logo escutando um “entre”. Adentro no lugar, vendo o alfa mais velho sentado à mesa e olhando alguns papéis.


— Sente-se. — Obedeço. Logo o mais velho dirige o olhar à mim, seu olhar tinha um misto de pena e compaixão. — Draco, o que vou lhe dizer pode ser difícil de acreditar mas, seu pai acabou falecendo numa tentativa de fuga de Azkaban. — A notícia foi um choque, claro, mas não consegui me sentir mal. Qualquer sentimento de amor que eu tinha pelo mais velho, morreu a muito tempo.


— Quando? — Pergunto olhando para o alfa. Dumbledore parecia ter pena de mim pelo ocorrido, e eu não entendia o porquê disso. Eu sentia vontade de festejar o corrido.


— Agora à tarde. — Assinto. — Sua mãe quer que você esteja no velório, e poderá ficar um tempo com ela. Você irá hoje mesmo, Snape estará lhe esperando no salão comunal da Sonserina. — Dumbledore se levanta, logo faço o mesmo. — Se precisar conversar, estarei aqui. — O alfa fala calmo, abrindo a porta.


— Obrigado, mas não irei precisar, é como se fosse um peso tirado das nossas costas. — O mais velho assente com um pequeno sorriso. Acho que no fim, o mais velho entendia os motivos de eu não chorar ou estar mal pela morte de Lúcio.


Quando chego no quarto, Harry estava dormindo. Como eu não queria acordar o mais novo, escrevi uma carta dizendo o que havia acontecido, que logo eu voltaria - ainda não posso ficar muito tempo longe dele, por conta da marca, e que eu apenas não o levaria junto porque não o queria naquele lugar, com aquelas pessoas. Deixo um selar e sua testa.


— Eu te amo meu leãozinho. — Dou um sorriso fraco, e saio do quarto.



















Fim do quarto capítulo.



Notas Finais


Perdão por qualquer erro e, até semana que vem. ♡

Ah, para os fãs de Teen Wolf, comecei uma histórias desse universo:
https://www.spiritfanfiction.com/historia/anchor-21703739


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