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História Weakness - Capítulo 6


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Notas do Autor


Voltei meus amores. Eu peço desculpas pela demora, e também pela demora que terá para os bônus serem lançados, infelizmente eu tive um bloqueio criativo na hora de fazer o primeiro bônus, e não estou contente com o final da história, mas espero que vocês gostem.
Me desculpem pelos erros, boa leitura e eu amo vocês demais. 💜

AVISO IMPORTANTE.
esse capítulo contém cenas de estupro, que podem ser um gatilho forte para muitas pessoas, se você é sensível a esse tipo de coisa, recomendo que quando eles entrarem no banheiro, pulem para a próxima («★»).

Capítulo 6 - Fault.


Fanfic / Fanfiction Weakness - Capítulo 6 - Fault.

Harry


Faz uma semana desde que Draco foi para casa, e a cada minuto que se passa, parece que tudo piora. Me sinto fraco, não consigo comer, as vezes sinto uma raiva que não é minha crescer dentro de mim, e percebo que é o estresse de Draco, de certa forma eu sabia que sua marca também o "machucava" por estarmos longe. A cada dia eu sinto mais saudades do mais velho.


Deito a cabeça no pilar, suspirando. eu e Hermione estávamos estudando no pátio, para a prova de feitiços. Sinto Mione fazer um leve carinho em meu cabelo, me fazendo olha-la.


- Vai ficar tudo bem, Harry. Ele logo estará de volta. - A ômega tenta me animar, mas não dá muito certo. Vejo Astoria passar por nós, a ômega estava acompanhada de uma garota da Corvinal.


- Ai amiga, 'tá na cara que o Draco percebeu o erro que fez marcando aquele ômegazinho. - Suspiro desviando o olhar para os livros.


- Não escuta aquela vadia. - A ômega me abraça forte. Deixo as lágrimas descerem. Eu não tinha notícias do alfa desde que ele saiu, e uma parte minha acreditava que ele havia percebido o quão insignificante eu sou, e achado alguém melhor. - Vamos no banheiro lavar o seu rosto. - Assinto.


Decidimos ir no banheiro feminino do segundo andar, onde não teria nenhuma pessoa para nos incomodar, já que ninguém queria lidar com a Murta-Que-Geme. Assim que lavei o meu rosto, Astoria entra no banheiro.


- Chorando por perceber a verdade Potter? Draco claramente se deu conta de que você não passa de um lixo, e que existe ômegas muito melhores do que você.- Fico calado. Não tinha forças e nem vontade de discutir com ela.


- Garota, por que você não cala a merda da sua boca? Você não passa de um verme, não sei como consegue ter amigos. - Hermione fala com raiva e nojo na voz. Eu só queria o meu alfa, que agora nem sei se é meu mesmo.


- Ainda não entendo o que o Krum viu em você. - Nesse momento Poliakoff e Krum entram no banheiro, sinto meu corpo paralisar. Poliakoff vem até mim, tento me afastar mas é em vão, pois o alfa me prende contra uma das paredes. Vejo Hermione tentar vir até mim mas Krum a segura, levando-a para longe. - Se divirtam meninos. - Astoria fala rindo e saindo do banheiro.


- Sem o seu querido alfa por perto, você é todo meu. - Uma onda de medo me atinge. Eu só queria me aninhar nos braços do meu alfa. Sinto as lágrimas descerem pela minha bochecha. - Não precisa chorar meu amor, eu prometo que se você me obedecer, eu serei gentil. - Fecho meus olhos com força ao sentir a mão do alfa subindo pelas minhas coxas.


_Vá p-para o inferno. - Falo desferindo um tapa, até que forte, em seu rosto. Me arrependo na hora, pois o alfa segura o meu pescoço com força, me fazendo sufocar.


- Você pensa que é quem para me bater? Você não passa de um objeto para meter um pau e depois descartar.- Sinto meus ouvidos começarem a sangrar, por causa da voz de alfa. Tento me soltar mais uma vez, mas foi em vão. - Quieto seu merda. - Abaixo o olhar e paro de tentar me soltar.


Eu sou apenas um ômega, dócil ainda, sou mais sensível que os outros ômegas, aos alfas. Tentar lutar contra ele seria como um suicídio, eu só queria que tudo isso fosse apenas um pesadelo, acordar e perceber que estou nos braços do meu namorado.


Eu queria gritar, pedir por ajuda, eu queria conseguir me mexer, mas todo o meu corpo estava tomado pelo medo. Eu não conseguia fazer nada. Meu corpo é virado com brutalidade, me fazendo ficar de costas para o alfa. Sinto o mesmo levantar a minha saia, e abaixar a minha cueca.


- Finalmente vou poder saber como é fuder você. - O alfa cola o seu peito às minhas costas. Sinto seu membro roçar em minha entrada, me fazendo querer vomitar.


_ P-para por favor. - Falo chorando ao sentir seu membro me penetrar. Ardia como o inferno. Tentei me debater mas foi pior, doía muito mais. - D-Draco. - Chamo baixo o alfa. Eu só queria estar nos braços dele. 


As lágrimas desciam sem parar pelas minha bochechas. Eu nunca entendi quando ouvi alguém falar que o verdadeiro inferno era a Terra, mas agora eu entendo completamente isso.


- Chamando aquele merda quando você tem um verdadeiro alfa lhe fudendo? - A cada palavra eu sentia mais dor, tanto no meu ouvido - pela voz - quando em minha entrada pela invasão. Começo a sentir algo quente escorrer pela minha perna e quando olho para baixo vejo sangue pingando no chão.


Sinto o alfa se afastar ou melhor, ser afastado e logo depois um barulho alto. Deixo meu corpo ir de encontro ao chão, quando me viro vejo Draco - que emanava uma aura assassina mas que de certa forma me passava sensação de conforto, não consigo evitar de sorrir ao vê-lo. Poliakoff tinha um ferimento na cabeça, era um corte, provavelmente foi causado quando Draco jogou ele contra as pias do banheiro - que estavam quebradas por conta disso. Draco ergue o alfa pelo pescoço, o aperto era tão forte que sangue escorria pelo pescoço de Poliakoff


- Você realmente acha que pode encostar no meu ômega e sair vivo? - A aura do alfa era de pura raiva. Os feromônios, a voz do alfa, e a perda de sangue - eu acho - estavam me deixando tonto. A última coisa que eu lembro antes de desmaiar, foi ver Hermione vindo até mim.


«★»


Escuto vozes, mas não consigo saber de quem são. Sinto algo em minha cintura e o cheiro de canela, que agora tinha algo doce como cereja misturado, do Draco. Abro os meus olhos tentando me acostumar com a claridade.


- Amor? - Me viro para o alfa. O abraço forte, deixando o meu rosto na curvatura de seu pescoço. Não consigo evitar que as lágrimas desçam, eu finalmente estava nos braços dele.


_ E-eu senti tanto medo, mas você apareceu. - Falo baixo. Draco me puxa para mais perto e secando as lágrimas que insistiam em descer.


- Eu prometo que nunca mais vou ficar longe de você. Eu sempre estarei aqui. - O mais velho deixa um selar em minha testa.


- Vejo que o jovem Harry já acordou - A voz de Dumbledore se faz presente. Me afasto de Draco, me sentando na cama. - Chamarei a Madame Pomfrey, e senhor Malfoy, venha comigo. - Draco suspira mas assente. Quando o alfa foi se levantar da cama, seguro seu braço.


_ Dray...- Eu sabia que ele podia sentir o meu medo, eu não podia e nem queria ficar longe dele. Estar com ele me fazia me sentir seguro e protegido.


- Você está seguro aqui, bebê, ninguém vai te machucar. E eu estarei do lado de fora da enfermaria, não precisa ter medo. - O alfa fala sorrindo. Um sorriso que de certa forma me acalmou. - Já volto meu amor. - O mais alto me beija e logo acompanha o mais velho.


Não demora para a Madame Pomfrey aparecer. A beta faz todos os procedimentos necessários.


_ Madame Pomfrey, eu ficarei quanto tempo aqui? - Pergunto assim que a beta me entrega uma poção de fortalecimento.


- Considerando que você ficou dormindo por três dias inteiros, mais uns quatro dias. - Fico surpreso com o que a beta falou.


_ Eu dormi por três dias inteiros? - A mulher assente. Então eu perdi a última prova do torneio e semana que vem já será as férias de final de ano.


- E o senhor Malfoy não saiu do seu lado por nada. Era até difícil trabalhar com ele por perto, sempre preocupado. - A mais velha nega sorrindo. Sorrio fraco, Ele ficou o tempo todo comigo?


Vejo Draco entrar, o mais velho tinha um sorriso no rosto. O alfa se aproxima ao que a mulher se afasta.


_ O que o diretor disse? - Pergunto olhando para o mais velho.


- Eu quase matei o Poliakoff, mas Dumbledore falou que como aquele filho da puta te machucou seriamente, eu fiz aquilo apenas para te proteger afinal estamos marcados. E não é como se o Karkaroff quisesse ir para a justiça com algo que ele claramente irá perder, então não precisarei resolver isso no Ministério da Magia. Dumbledore falou mais umas outras coisas, mas o importante é que o Poliakoff não vai mais poder fazer qualquer coisa por um bom tempo. - Abraço o alfa que retribui o ato. Draco me puxa para mais perto. - Eu tive tanto medo de te perder, eu sentia o seu medo, a sua dor, eu sentia tudo mas não consegui impedir que algo acontecesse. Me perdoa. - Draco fala com a voz arrastada. Me afasto do mesmo, vendo as lágrimas descerem pela sua bochecha. Sorrio segurando em seu rosto, e selando nossos lábios.


_ Você me salvou, Dray, isso é o que importa. Eu te amo. - Falo sorrindo. O alfa me abraça e me deita na cama, logo escondendo seu rosto na curvatura do meu pescoço.


- Eu te amo tanto, Harry. - Deixo um selar em sua testa, logo começando um carinho nos fios platinados. Estar com Draco, era um calmante para mim, era o único momento em que eu me sentia seguro. O cheiro do alfa me trazia uma sensação de proteção. - A minha mãe vai ir fazer uma viagem para o Japão nessas férias, então quer passar esse tempo comigo? - Draco pergunta passando o nariz pela pele do meu pescoço, me causando leves arrepios. Sua voz saia levemente abafada.


_ Claro que eu quero, Draco. O problema vai ser o Sirius deixar, mas vou falar com ele.


«★»


Desde aquele dia, quando eu via algum alfa que não fosse o diretor, meus padrinhos, Draco ou o Rony, meu lobo se agitava, querendo fugir, meu corpo tremia, eu começava a entrar em pânico e não parava de chorar até Draco ficar comigo ou a Madame Pomfrey me dar algo para dormir, só assim eu conseguia me acalmar. Parecia que qualquer outro alfa, iria me machucar. Mas quando Draco estava por perto, as coisas eram mais fáceis, ele sempre cuidava de mim. 


Aqueles dias que passei na enfermaria, passaram voando. Draco não sairá do meu lado - Pansy e Blaise tinham que arrastá-lo para as aulas na maioria das vezes, já que o alfa não queria sair do meu lado, a Madame Pomfrey sempre reclamava que o alfa não deixava a mulher fazer o seu trabalho, e Draco pouco se importava com isso.


Nesse meio tempo, recebi várias cartas de Sirius, perguntando como eu estava. Sirius veio me visitar uma vez com o Lupin, mas eles tinham que resolver algumas coisas no Ministério da Magia, por isso não ficaram mais tempo. O Black queria terminar o que Draco começou, mas Remo o convenceu de que isso não iria ajudar em nada, que eles fariam um julgamento e que se não desse em nada, aí sim eles iriam atrás do alfa. Sirius passou o seu sobrenome para mim, para - segundo ele - eu ter mais direito as coisas e mais "respeito" no mundo bruxo, afinal os Black's são uma das famílias sagradas e influentes do mundo bruxo.


Nesse momento eu estava arrumando minhas coisas, acabamos de sair do jantar de despedida. Começo a sentir uma raiva, uma raiva sem motivo, uma raiva que não era minha. Saio correndo do quarto. Draco havia ido falar com Pansy e Blaise, então algo deveria ter acontecido.


Quando eu estava quase chegando a sala comunal da Sonserina escuto Draco e Astoria, mas não consigo vê-los.


- Por sua culpa eu quase perdi a pessoa que eu mais amo, você realmente acha que eu deixaria ele para ficar com você? Se você não fosse uma ômega, eu te matava. - Sua voz era carregada de raiva e, possivelmente, nojo.


- Draco, isso não é justo, eu cresci sabendo que iríamos nos casar, para no fim você deixar tudo isso por um ômegazinho que nem chega aos meus pés? - Eu apenas queria descer lá e espancar aquela filha da puta.


- Numa coisa você está certa, ele não chega ao seus pés, porquê ele nunca deixaria alguém ser estuprado, ele nunca seria tão desprezível como você é, Astoria. Eu sinceramente espero que você mude, porquê se continuar assim você vai perder tudo o que você mais preza. - Desço mais um pouco as escadas, conseguindo ver os dois. Astoria estava de costas para mim, sendo assim Draco estava de frente para a ômega e conseguia me ver.


_ Dray? - O alfa me olha e sorri. Astoria se vira, me olhando com nojo. Caminho até o alfa abraçando-o e apoiando meu queixo em seu peito. - Eu queria passar um tempo com você antes de irmos. - O alfa assente. Voltamos para o quarto, me sento na cama logo sendo seguido do alfa, que se deita na cama.


- Você escutou, não? - Olho surpreso. - Seu cheiro, pude sentir ele, é mais fácil com a marca. - Desvio o olhar. Mesmo que estamos namorando não tenho o direito de escutar as conversas dele, isso foi totalmente errado. - Não ache que estou bravo com você, sim? - Draco se senta, e puxa de leve o meu rosto para que eu o olhe. O alfa deixa um simples beijo em meus lábios. - Eu te amo, Harry.


_ Eu também te amo minha doninha albina. - Falo rindo. O alfa me olha sério.


- Estragou o clima. - Draco se deita na cama, e eu decido terminar de arrumar minhas coisas. - Amor? - Olho para o alfa. - Falou com Sirius sobre você ficar lá em casa? - Sorrio.


_ Falei, de início ele não concordou, mas Remo convenceu ele, falando que não seria nada bom a gente ficar separados. Sirius teve que aceitar depois disso. - Falo olhando para o alfa que sorri.


- O Sirius é bem protetor com você, não? - Assinto, terminando de fechar o malão.


_ Eu e o Remo somos sua única família, e de certa forma ele me vê como filho também. E eu sou um ômega, dócil ainda por cima, então ele acaba sendo muito protetor para que aquilo não acontecesse. - Falo baixo. As lembranças daquele dia ainda estavam vívidas em minha mente. Draco se levanta e me abraça.


- Não vai mais acontecer, nunca mais. - Passo de leve meu nariz por seu pescoço, sentindo o cheiro de canela que eu tanto amo.


«★»


Havíamos acabado de descer na plataforma 9¾, e logo vejo Sirius e Remo se aproximarem, enquanto Draco vai até a mãe.


- Está tudo bem Harry? Já está melhor? Sente alguma dor? Quer alguma coisa? - Sirius pergunta assim que desfaz o abraço. Nego sorrindo.


_ Eu estou bem, padrinho. Não precisa se preocupar. - Narcisa se aproxima chamando o primo que logo vai até a mesma. Draco se aproxima de mim e de Lupin, o loiro me abraça. - Como ele está, Remo? - Pergunto olhando para o mais velho.


- Ele está bem, a raiva diminuiu um pouco, mas ele ainda quer matar aquele garoto. Todos queremos. - Lupin tinha um sorriso acolhedor. - Obrigado por cuidar dele, Draco. - Remo fala olhando para o alfa loiro, que sorri.


- É o meu dever, afinal ele é o meu ômega. - O alfa sorri de lado, me fazendo desviar o olhar, corado. Escuto os dois alfas rirem, ao mesmo tempo que Sirius e Narcisa se aproximam.


- Eu fico feliz que os dois finalmente estão juntos. É bom ver os jovens apaixonados, nos faz lembrar de quando éramos mais novos, não acha primo? - Narcisa pergunta à Sirius com um sorriso doce.


- Não quando se trata do meu afilhado. E o senhor Malfoy, estou de olho em você. - Sirius fala sério. Sinto um nervosismo crescer em mim, e percebo que é de Draco, faço um leve carinho em sua mão, na tentativa de acalmá-lo um pouco, o que parece ter surtido efeito.


«★»


Olho para o portão a minha frente, eu já havia ouvido sobre como a mansão Malfoy era grande e luxuosa, mas nunca imaginei que seria tanto assim. Draco estende a mão em direção ao portão, que se dissipa em uma fumaça cinza. Andamos em direção à porta de entrada, o caminho todo era formado por sebes de teixo, e dava de ver alguns pavões passeando pela propriedade.


Logo entramos, Draco pede que eu deixe meu malão ao lado do dele, perto da mesa de centro do hall de entrada, aonde havia alguns quadros de homens pendurados nas paredes - provavelmente eram os antepassados de Draco. O loiro me puxa pela escada que dá para um corredor extenso e cheio de portas, Draco abre a segunda porta da direita e me puxa para dentro.


Seu quarto tinha as cores de sua casa, verde e prata, assim como outros objetos da mesma. A cama era grande o suficiente para caber mais de duas pessoas nela, e a colcha tinha o brasão da sonserina estampado nela.


- Vou pedir que façam algo para comermos, quer algum doce? - Assinto me sentando em sua cama. - Qual, meu amor? - Eu nunca imaginaria que um dia Draco Malfoy me chamaria de "meu amor", e se alguém me disse isso antes, eu acharia que a pessoa tinha enlouquecido de vez.


_ Penas de algodão doce. - Falo sorrindo e olhando para o alfa, que se aproximam de mim, deixa um leve beijo em meus lábios e sussurra um "eu te amo". - Também te amo.


O loiro sai do quarto mas não demora muito para voltar, falando que logo trariam nossa comida. Decido então ir tomar um banho, para tentar relaxar um pouco, eu sentia meu corpo muito tenso. Draco fala que a porta perto da cômoda dava para a suíte de seu quarto.


Entro no banheiro, o mesmo era todo decorado com mármore preto e tinha um espelho consideravelmente grande em cima da pia. As vezes eu me sentia como um animal fora do meu hábitat natural, na mansão Malfoy. Me dispo e entro no box, não querendo esperar a - grande - banheira encher, ligo o chuveiro na água quente, sentindo uma sensação boa ao ter as gotas quentes caindo em meu corpo. Fecho os olhos e me deixo levar pela boa sensação.


As lembranças daquele dia insistem em me perturbar. Sinto meus olhos arderem ao lembrar do medo, pavor, ódio e nojo que senti naquele momento, as vezes é como se eu ainda sentisse a mão daquele monstro em meu pescoço. Não consigo conter as lágrimas ao lembrar da sensação de ter um pênis me penetrando contra a minha vontade.


Sinto um toque gélido em minha cintura, me fazendo me afastar. Quando abro os olhos e me viro, vejo Draco, o alfa tinha um olhar carinhoso e preocupado. Abraço o mesmo, deitando minha cabeça em seu peito, e deixando as lágrimas descerem. Meu peito doía, e eu só queria sumir, mas o abraço do alfa me acalma, Draco não pergunta nada nem fala nada, ele apenas me deixa chorar o quanto eu preciso.


Depois de um tempo, saímos do banho. Visto uma cueca e a blusa do time da sonserina de Draco, que eu havia pego antes de entrar no banheiro, como o mais velho era mais alto que eu, a camisa ficava um pouco grande, cobrindo uma parte das minhas coxas. Me olho no espelho, meu rosto estava vermelho, meus olhos estavam inchados e vermelhos que denunciavam o choro.


- Você fica perfeito de qualquer jeito, mas vestindo a minha camisa do time, puta que pariu. - Sorrio fraco com o comentário do alfa olhando-o atravéz do espelho. Draco já vestirá sua calça de moletom, e agora apenas tentará secar os fios loiros. - Está melhor, meu amor? E se precisar de algo só me fale, sim?- O alfa pergunta me abraçando e apoiando o queixo em meu ombro, deixando alguns selares em meu pescoço.


_ Estou sim amor, eu precisava chorar um pouco. E eu só preciso que você fique deitado comigo o resto do dia, não quero me preocupar com nada hoje, apenas ficar deitado agarradinho com você. - Falo me virando para o alfa, que deixa as mãos em minha cintura, apertando-a de leve, esse ato me trouxe uma leve calma. Meu lobo tinha medo de que aquilo voltasse a acontecer, mas ele sabia que esse alfa nunca me machucaria.















Fim do último capítulo.


Notas Finais


Sinceramente, escrever esse capítulo me destruiu, mesmo que não tenha tido muitos detalhes - que eu não consegui escrever, porquê eu ia começar a chorar e não tinha estabilidade emocional para detalhar uma cena tão nojenta assim. Eu prometo que os bônus serão bem fofinhos, mas talvez os lemons não - só talvez.

Espero que tenham gostado, eu vou tentar não demorar para postar os bônus mas não prometo nada.
Mas tenho uma notícia boa, logo logo sairá uma two-short de Drarry, e para quem gosta de kpop está para vim duas histórias de dois shipps do Exo. E se minha criatividade deixar, de outros grupos também.
Enfim, amo vocês e até logo meu amores.💜


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