História Weakness - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bottom!jungkook, Bts, Jihope, Jikook, Sadfic, Top!jimin, Yoonkook
Visualizações 163
Palavras 1.290
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Lemon, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bom, eu tava meio ansiosa e resolvi começar a postar hoje... To pensando em mudar a capa tbm... mas isso pode esperar.

ESPERO Q GOSTEM <3

Capítulo 1 - Decadente


Meus gemidos saíam cada vez mais arrastados ao sentir seus chupões molhados sendo depositados sem piedade em meu pescoço alvo.

Durante a felação que me era praticada, os lençóis amassavam por entre os nós brancos de meus dedos dos pés e das mãos. Eu estava enlouquecendo, você é irritantemente maravilhoso nisso.

Jogava minha cabeça para trás e gritava em uma altura preocupante ao sentir suas estocadas cada vez mais fortes e profundas. Meu corpo exalava um vapor escaldante junto ao seu, que envolvia o ambiente, deixava-o cada vez mais em nosso clima. Eu não me importava se meus gemidos eram altos demais, a única coisa importante era nosso prazer.

Nos beijávamos com suavidade após nossos orgasmos.

 

Eu era um fraco.

 

Eu não tinha orgulho algum, eu era um mísero fraco. Eu sempre me deixava levar, nossos gritos irritadiços e brigas se transformavam em gemidos e sexo todo santo dia. 

Estava exausto.

Você voltava tarde em casa, nunca me respondia diretamente onde estava, brigávamos feio, eu te acusava aos choros, você se defendia e tentava explicar. Quando abro meus olhos cansados e avermelhados, o Sol nos recebe, é de manhã e estou em seus braços aconchegantes e quentes, recebendo beijos calorosos de bom dia junto à juras de amor quais eu não acredito que sejam verdadeiras, mas que me fazem apaixonar. 

De que tudo isso adianta, se tudo vai se repetir hoje novamente? E sempre.

Minha vida é um maldito loop infindável.

Por que você se nega em me confessar logo o que tanto faz lá fora?

Por que me envolve em seus braços e me puxa para um beijo maravilhoso quando falo demais e estou prestes a explodir?

Por favor, eu imploro de joelhos, não me beije quando eu for te repreender, nunca mais faça isso. 

 

Porra, eu sinto sua falta. 

 

Sinto falta de quando você sempre chegava no horário previsto, beijava minhas mãos com devoção, insistia sempre em dizer que me amava a cada vinte minutos, me chamava para jantármos fora, voltávamos para casa e assistíamos filmes aleatórios até tarde da madrugada, abraçados no sofá e adormecendo lá mesmo. 

Eu sempre adorei receber seus beijos amorosos em minha testa, amava ouvir como havia sido seu dia, eu sorria largo ao te contar meu dia em uma forma detalhada, assistindo seu semblante, que sempre me parecia profundamente interessado em minhas palavras. Eu sei que você só observava minha boca se mover, desejava me calar carinhosamente com seus lábios quentes.

Eu gostava disso, ainda amo falar... mas detesto te repreender.

Hoje em dia, nem nos olhamos direito, guardamos um rancor lá no fundo do peito, que me corrói, que nos machuca, causando a pior das dores. Você vive chegando tarde, horas depois do previsto, brigamos mais, para eu ouvir mais desculpas de que o trabalho estava cheio, acabamos por transar a madrugada inteira e finalmente levantamos cansados na manhã seguinte, para eu ver você sair de casa novamente e retornar por volta de 3 da manhã.

Como ainda ousa dizer que me ama, se insiste em me machucar?

Estou exausto.

Chego em casa durante o anoitecer, depois de meu expediente na loja de roupas sociais masculinas e tomo um banho quente, que acaba por estampar um raro sorriso em meu rosto. Visto uma roupa confortável e me sento no sofá, ligando a televisão enquanto espero você chegar. Na verdade, eu nunca presto atenção na programação, minha mente trabalha, apostando contra ela mesma, chutando o horário exato em que você pode aparecer.

2:30 talvez?

A porta principal bate e acordo de meu cochilo, dando um leve salto do sofá. Ao olhar meu relógio de pulso – que por sinal foi um presente seu em nosso quarto aniversário de namoro –, constatei que são 2:39 da manhã. 

É, por pouco eu não ganhei minha própria aposta.

Ao ousar perguntar seu paradeiro até essa hora para finalmente podermos tirar isso a limpo, trocamos gritos e mais gritos, nada novo sob o Sol. 

Sinto pena de nossos vizinhos, sabe.

Os gritos cessam quando meus olhos começam a marejar instantaneamente, iniciando um choro de dor e angústia. E mais uma vez eu sinto seus braços fortes ao redor de minha cintura, enquanto você pede desculpas que ao ver de muitos, iria parecer sincero.

Meu rosto decadente, resultado de choros diários, se enterra em seu ombro coberto pela camisa social. Meu nariz pode até estar congestionado, mas saiba que o cheiro de álcool em ti é bastante evidente. Suas mãos erguem minha face chorosa e nossos lábios se colam perfeitamente.

Eu já te pedi para parar com isso.

Não consigo resistir, não consigo te deixar, sei que você precisa de mim. 

Eu te amo muito, Jimin. Sua beleza estonteante, sua voz melodiosa, seu jeitinho único, rebelde e meio infantil, como era no começo de nosso namoro. Sei que você ainda tem esse espírito infantil apaixonante aí dentro. Durante nossos beijos, suas mãos relativamente macias subiam e desciam por todas as curvas de meu corpo, ansiando por me tocar, fazendo meu sangue circular mais rápido. 

Isso me trazia a mais profunda esperança de que você ainda me amava, ainda me desejava fervorosamente, ainda me queria ao seu lado.

Estávamos no chuveiro, desprovidos de qualquer tipo de vestimenta. Você me masturbava, judiava cada canto de meu corpo com sua boca, já tinha decorado de trás para frente todos os meus pontos sensíveis, sabia me tocar como ninguém. Eu também te tocava, sentia cada músculo tensionado, eu adorava ter você em minhas mãos, cada pedacinho seu me fazia gritar em puro deleite.

Repudiante mas magnífico prazer puramente carnal.

Naquela manhã eu acordei sozinho de novo e ainda chorei sozinho nos lençóis de novo, já que seu cheiro estava lá, me inebriando, me lembrando perfeitamente de todos os momentos que passamos juntos aqui. 

As recordações recentes são nada mais, nada menos do que sexo, só que há alguns meses atrás, eu recebia seus carinhos aqui, conversávamos por horas, nos tocávamos aqui, tanto inocentemente quanto intimamente.

Éramos amantes de verdade.

Atualmente, meu interior se magoa ainda mais, eu me sinto como um mero brinquedinho sexual, que só serve para te proporcionar prazer. Mas para ser franco, não me importo, se eu estiver somente ao seu lado, recebendo seus mimos, eu sou tudo. Por você eu sou tudo, qualquer coisa.

Eu sou mesmo um fraco desgraçado.

Diferente de todas as outras vezes, resolvi inovar. Não pense que estarei te esperando, porque não vou. Acho até que já esperei demais.

Tomei um banho quente e relaxante, sequei meu corpo e me vesti apenas com uma bermuda confortável. Admito que estava com preguiça de vestir uma camisa. Fui me arrastando até a cozinha, onde tratei de pegar algumas bolachas e levei-as ao quarto para comer.

Eu apenas assistia os ponteiros do relógio se moverem em uma mórbida lentidão, mas não se engane, não estou te esperando.

Meu plano era simplesmente me deitar e dormir, para não ter o desgosto de olhar em seu rosto exausto, ver suas olheiras permanentes, sentir o gosto do álcool em seus beijos, fazer sexo com seu ser levemente bêbado.

 

Não consigo.

 

Dormir nunca fora complicado, mas estava sendo um desafio impossível naquele momento. Meu coração palpitava forte, meu interior se remexia, eu não ficava tranquilo enquanto você não estivesse em casa, aqui, bem aqui do meu lado, depositando beijos preguiçosos em minhas costas.

Presumo que já era bem tarde quando ouvi o barulho da água do chuveiro cessar, seus passos demorados, seus resmungos sonolentos e senti o espaço atrás de mim na cama se afundar. Um sorriso aliviado tomou conta de meus lábios ao sentir seus braços envolverem minha cintura fina e sua respiração quente contra minha nuca.

 

Agora eu finalmente dormiria em paz, com um sorriso fraco em meus lábios.


Notas Finais


Por enquanto foi isso galero <3

ATÉ O PRÓX CAP \O/


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...