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História WebCam - Capítulo 1


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Notas do Autor


Olá novamente, Atiny!

Já quero deixar avisado que a fanfic cita explicitamente sexo.

Eu abordo BDSM de uma forma bem leve, até imperceptível para alguns, só para deixar claro quais são os desejos da protagonista.

Não citei um nome especifico para deixar vocês a vontade de se por no lugar da personagem se quiserem.

Se você tiver uma critica, ela é super bem vinda. Um escritor sempre tem a aprender, então aceito qualquer tipo de sugestão.

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction WebCam - Capítulo 1 - Capítulo Único

 

Estou faz cerca de 2 meses trancafiada em casa e não tenho mais o que fazer. O tédio vem me consumindo tanto a ponto de me deixar louca. Cada dia passa cada vez mais lentamente e eu só posso observar o relógio rodar de forma torturante e devagar. Isso é tão tedioso! Não tenho nada para fazer! 

 

— Chega! – dou leves tapinhas na minha bochecha. — Vamos arrumar a casa, vamos! Assim o tédio passa. – me levanto levemente feliz por achar algo para fazer e vou até minha cozinha. 

 

Panelas na mesa e no fogão, a pia cheia de pratos e embalagens do meu delivery favorito jogadas pelo cômodo. É a imagem do caos! Como pude deixar as coisas ficarem assim? 

 

— Talvez o banheiro! – rio nervosa. Caminho até ele, mas paro ao me lembrar da bagunça que fiz tentando dar banho em Mia, minha cachorra. — Hum... – sentei-me pensativa no sofá. Queria fazer algo de produtivo, mas a preguiça no momento é maior. 

 

Pego meu celular e vou para a cama novamente, abrindo o YouTube. Nos meu recomendados aparece um vídeo chamado: “Conversando com Estranhos no Omeagle – Ele tirou a calça?”. Deixei minha curiosidade falar mais alto. Cliquei ali e ativei legendas em coreano. No vídeo surgiu uma menina aparentemente estrangeira, talvez brasileira se levar em conta seus traços característicos de lá, fazendo vídeo chamadas com pessoas desconhecidas ao redor de mundo. Aquilo definitivamente despertou uma pequena chama de curiosidade e ao mesmo tempo receio em mim. A chance de falar com alguma pessoa sem noção alguma eram muito altas, praticamente impossível de não acontecer. De qualquer forma, não tenho mais nada para fazer, talvez valha a pena arriscar. 

 

Tirei do vídeo e desliguei o celular, deixando-o jogado na cama. Fui até minha estante pegando de lá meu notebook. Voltei para cama com o mesmo em minhas mãos e o posicionei na minha frente, sentando de pernas cruzadas. Pesquisei “Omeagle’” no Google logo clicando para entrar no site. Com o coração palpitando de nervosismo apertei em “Vídeo”. 

 

A chamada começou a carregar para logo aparecer um homem com feições desconhecidas por mim. 

 

— Oi! De onde você é?  – arrisquei, falando em inglês. 

 

— Sou Canadense e você? 

 

— Bom, eu moro na Coréia do Sul – dei uma risadinha nervosa sem saber como continuar. 

 

— Você está muito tímida! Relaxa!  – o homem pediu. 

 

— É mesmo? Perdão! 

 

— Não consigo te ver muito bem. Você pode filmar seu corpo? – troquei a chamada assim que sua frase cheia de segundas intenções foi dita. Tudo bem, foi só a primeira tentativa. 

 

Não é que eu tenha problemas de me expor para desconhecidos, mas estava visível o tipo de pessoa que aquele homem era. E eu não gosto desse tipo. Além de invasivo e possivelmente abusivo, caras como ele tendem a gostar de uma relação baunilha e eu não tenho menor interesse nessas relações. 

 

Me distraio dos meu pensamentos ao ver nada menos que um pau na meu visor. Tomei um susto tão grande que simplesmente fechei o notebook. Isso já é motivo para me fazer parar com essa baboseira, mas algo em mim achou a situação engraçada e quis continuar. 

 

Liguei o notebook novamente e entrei no site. Conversei com uma mulher que se denominava Upsett. Ela me contou sobre sua relação poligâmica baseada em um conceito de dominância e submissão, características principais do BDSM. Invejei ela por um momento, afinal, eu adoraria uma relação como aquela que atendesse meu desejos mais masoquistas. 

 

Depois de mais alguns homens invasivos e alguns sustos quando partes íntimas apareciam do outro lado da tela, resolvi parar com aquilo. Minha última chamada demorou um pouquinho para acontecer, mas quando finalmente terminou de carregar, não pude deixar de ficar quase embasbacada com a beleza da pessoa que estava em meu Notebook. 

 

Se tratava de um homem fodidamente bonito com cabelos castanhos e pequenas mechas descoloridas. Enfim, o cabelo era o menos importante. Aquele cara deveria ser considerado um pecado por possuir um rosto tão lindo e um corpo daquele. Por um momento, me pego babando pelo desconhecido, até ver sua expressão sarcástica para mim e me recompor. 

 

— Por que parou? Estava gostando de ter seus olhos praticamente me devorando. – ironizou rindo. 

 

— Eu nem estava olhando para você, para constar! Eu só achei aquele seu ursinho fofo! – coloco o máximo de sarcasmo que posso na minha frase. 

 

— Oh, esse é o Shiber. Eu sei! Ele é lindo. – o homem pegou a pelúcia nas mãos e depois a jogou em algum canto. — Mas eu sei que você ficou encantada comigo, pude ver pela baba que saiu da sua boca. – rapidamente limpo minha boca, me sentindo quase ofendida. — Eu estava brincando, mas você acabou de se entregar! – vejo ele rir enquanto sinto minhas bochechas esquentarem. 

 

— Hum... Bem, digamos que talvez eu esteja olhando para você, sim. – admito a contragosto. — Enfim, qual seu nome? 

 

— Está interessada, então? – solto uma risadinha irônica. — Meu nome é San e sou solteiro, se for de seu interesse. – gargalho de sua fala. 

 

— Você é bem convencido, San. – dou ênfase em seu nome. 

 

— E você? 

 

— Eu sou solteira, também. Caso esteja interessado. – retruco o imitando, fazendo ele rir. 

 

— Interessado eu estou. Mas você não me disse seu nome. – pediu. Isso fez minha mente cheia de fetiches formular algumas ideias. 

 

— Hum, minha mãe me aconselhou não dizer meu nome para estranhos, sabe? 

 

— Ei, isso é injusto! Eu te disse o meu. – acusou arregalando os olhos. 

 

— Faremos assim, então: se você me convencer, te digo meu nome! – começo o meu jogo inocentemente. 

 

— O que você sugere? - olhou-me desconfiado com um sorriso de ladino. 

 

— Que tal se fizermos uma brincadeirinha? Se for boa, serei convencida! – joguei, o deixando pensativo. Se aquilo sair como imagino, terei uma excelente distração para os meus dias. 

 

— Tudo bem, me passe seu Skype! Assim ficará melhor. – passei o que foi pedido e aguardei sua ligação. Dois minutos depois a recebo, aceitando-a rapidamente. 

 

— Olha, por mais que você tenha me manipulado para fazer seu joguinho, quem vai mandar aqui sou eu. Então, siga os meus comandos se quiser ser recompensada depois. – sua voz autoritária já é de certa forma excitante. A empolgação toma conta de mim. Apesar de virtual, é a primeira vez que me sinto a mercê de alguém assim. Ainda mais por um desconhecido. 

 

— Você não tem cara que gosta de algo assim. Parece ser do tipo que faz sexo baunilha e sem graça, na verdade. – provoco, vendo ele franzir o cenho um pouco irritado. 

 

— Vou ignorar sua malcriação! Afinal, cadela que late não morde! 

 

— Eu bem que sei morder tamb... 

 

— Eu não disse que você poderia falar, disse? Agora, tire seu short! – obedeço sua ordem. — Rosa? Que fofo! Combina com você! – ia protestar, mas ele me interrompe antes que eu possa abrir a boca. — Acaricie suas coxas, agora! 

 

A sensação de obedecer alguém desse modo era indescritível. Sinto minha intimidade pulsar só pela presença que San tem. Afago a parte interna das minhas coxas levemente, ao seu mando, sentindo uma imensa vontade de aliviar toda a excitação que sentia. 

 

Olho para a tela e o vejo me encarando atentamente, apertando seu membro por cima da calça. Minha intimidade pulsa de forma quase dolorosa necessitando de um toque ali. Porém, eu me controlo esperando novas ordens do homem. 

 

— Eu quero que você aperte suas coxas bem forte. Quero ver as marcas dos seus dedos na sua pele branquinha. – sua voz agora é levemente rouca. Vejo ele abaixando as calças e cuecas, começando uma masturbação lenta em si mesmo. 

 

Coloco minha mão no local e aperto sem dó. A dor faz meus olhos se encherem de lágrimas, mas aquilo era tão bom. Repito várias vezes seguidas sentindo minhas coxas doloridas e marcadas. Meu clitóris dói levemente e não resisto a deixar minha mão escapar para tentar aliviar aquela tensão.

 

— Eu não permiti que se tocasse! – ouço a voz de San e paro de tocar aquela região que logo sente falta dos meus toques, pulsando.

 

— Por favor, vai! Deixa eu me aliviar, por favor! – imploro sentindo uma necessidade absurda de me estimular. 

 

— Se ajoelhe na cama de frente para mim. – obedeço sem pestanejar. — Agora, você pode se tocar por cima da calcinha. – sua respiração era irregular e a visão dele batendo uma me deixava ainda mais necessitada. 

 

Me apoio com uma mão no colchão atrás do meu corpo e com a outra eu faço movimentos circulares por cima da calcinha. Sinto um alívio imenso após finalmente poder tocar ali e isso intensifica ainda mais o prazer que recebo quando me toco. 

 

— Pare! – San interviu quando viu que eu estava querendo acelerar. — Tira o resto de suas roupas. 

 

Fiz como foi pedido, me sentindo um pouco frustrada por ter sido interrompida. Retiro a parte de cima do meu pijama, tendo meus seios expostos pelo fato de eu não estar usando sutiã. Eu retiro minha calcinha e me sento de joelhos em frente a câmera

 

— Quero que você bata na sua bunda e imagine que sou que estou a espancando. - reprimo uma lamúria por ter  que imaginar ao invés de ter ele de verdade. Dou um tapa forte, sentindo o local arder. Bato novamente. Seguindo com outro tapa. E mais outro. Sinto minha bunda quente e dolorida. Essa sensação é impagável. Spanking é definitivamente excitante. Confesso que queria as mãos de San me batendo.

 

— Você tem um consolo? – aceno afirmativamente com a cabeça. — Então, pegue para mim. 

 

Fui até meu armário tirando de lá um consolo. Olhei para dentro do móvel mais um pouco, pesarosa por não poder usar meu cat'o nine tails. A técnica do Flogging era definitivamente uma das minhas favoritas no BDSM, mas infelizmente não tive o prazer de encontrar alguém que soubesse manusear o instrumento direito. Pego um plug anal com direito a um rabo branco e bem peludo e volto rapidamente para a cama, ansiosa para o que estava por vir. 

 

— Vejo que pegou um plug! Apesar de eu não ter pedido, você pode usá-lo. Coloque-o! – mandou, sendo obedecido por mim. Encaixei o objeto na minha entrada cuidadosamente e o liguei. 

 

— Posso usar o consolo? Por favor! – peço com a voz levemente manhosa. 

 

— Ainda não! Quero que acaricie sua boceta, bem devagar. – me posiciono confortavelmente com as costas na cama de lado para a câmera. Estímulo meu clitóris lentamente, sentindo-o inchado em meus dedos. 

 

— Faça mais rápido! – ouço o mando autoritário de San, junto com alguns barulhos que deduzi ser as batidas de sua mão na pele. 

 

Acelerei meus movimentos, mordendo os lábios tentando me conter. Mexo os quadris em busca de mais contato com meus dedos e sinto corpo tremer de prazer. 

 

— Estimule seus seios e imagine que sou eu os apertando. 

 

Encho minha mão com meu peito esquerdo, beliscando meu mamilo. Não contive meus suspiros. Então estes começaram a ficar cada mais audíveis a cada momento que eu acelerava meus dedos. Minha visão desfocou e me senti tremer novamente. Estava chegando no meu limite e os gemidos que San soltava me enlouqueciam ainda mais. Meus sons de tornaram quase gritos e eu senti meu clitóris pulsar me avisando que estava quase tendo um clímax. Aumentei a intensidade mais ainda. 

 

— Pare! – ele me interrompeu a segundos antes de eu alcançar o orgasmo. Olho para a tela indignada. — Eu não permiti que gozasse. Esqueceu quem manda? – suspiro olhando sua figura suada e ofegante. Sentei abraçando meus joelhos esperando novas ordens com um bico nos lábios. Agora a única coisa que me estimulava eram as leves vibrações do plug . — Me responde, quem é que manda? - seu olhar de repreensão faz eu me encolher.

 

— É você, papai! - digo em um tom baixo, me sentindo feliz com a expressão satisfeita que toma conta de seu rosto.

 

— Pegue o consolo, criança mimada! Eu quero que você sente nele como se estivesse quicando em mim. De frente para a câmera. – peguei o objeto e segurei sua base, me abaixando devagar sentindo ele entrar em mim facilmente por causa lubrificação do pré-gozo. 

 

— Eu posso ligar o vibrador? – pedi ainda parada. 

 

— Sim. Porém, serei eu que ditarei. Você vai aumentar a intensidade dele conforme eu contar. – aceno com a cabeça demonstrando que entendi. — Começa devagar! 

 

Liguei o vibrador no mínimo e comecei a me movimentar. Minhas pernas bambearam, mas me mantive firme em cima do consolo. Segurei a base do instrumento com uma mão para poder descer e subir de forma mais fácil. 

 

— Um. – continuei do mesmo jeito, deixando meus murmúrios saírem. — Dois. – aumentei a intensidade do vibrador no celular. Olhei para o notebook vendo San me olhando atentamente enquanto batia uma punheta. — Três... – senti meu corpo ter espasmos me avisando que eu poderia gozar a qualquer momento. Então tratei de segurar, até porque não tinha permissão ainda. — Q-Quatro. – sua voz falhou e o vi jogando a cabeça para trás. Rebolei ainda mais no consolo, sentindo o prazer me consumir. — Cinco, seis... – nós dois agora gemiamos mais alto a cada segundo estimulando um ao outro. — Sete, oito... – continuou e minha visão ficou desfocada. As batidas das suas mãos eram ainda mais audíveis. Ele também estava chegando ao seu limite. — Nove. A-Agora se masturba com os dedos. – mandou com dificuldades. Voltei meus dedos para meu clitóris e os movimentei rapidamente, acompanhando a velocidade qual eu sentava no consolo. Eu gritei, sentindo meus olhos lacrimejarem. — Dez. – eu não conseguia mais segurar. Minhas pernas estavam dormentes e meu dedos doloridos pela insistência. 

 

— Me deixa gozar, por favor! Por favor! – implorei gritando. 

 

— Pode gozar! – após ouvir sua fala, aumentei a velocidade dos meus dedos, soltei a base do consolo para colocar a vibração no máximo. 

 

Após mais estímulos sinto minha mente nublar enquanto fecho meus olhos com força e abro a boca, sem soltar nem um som. Meu corpo inteiro treme mais uma vez e sinto meu liquido esguichar. A parte interna das minhas coxas ficam meladas por causa do meu gozo. 

 

Olho para a tela e vejo San de olhos fechados, o abdômen sujo com seu sêmen. Seu peitoral subia e descia lenta e profundamente, igual ao meu. Nos olhamos cúmplices e sorrimos. Então vi ele pegar seu celular e arregalar os olhos. 

 

— Caramba, eu tenho que dar uma vídeo aula agora! – apressou em limpar a sujeira que fez em si. 

 

— Então, é professor? – perguntei me aproximando do notebook. Ele concordou com a cabeça e logo olhou para sua tela. 

 

— Você não me disse seu nome! Eu não te convenci ainda? 

 

— Olha, acho que preciso demais! – provoquei. — Que tal uma sessão real, na minha casa? 

 

— Você está mesmo convidando um desconhecido para sua casa? – arqueou uma sobrancelha. 

 

— Bom, é que esse desconhecido é gostoso para um cacete. Eu acho que vale a pena correr o risco de te ver. – ele fechou os olhos impaciente. 

 

— Eu te juro! Quando eu por minhas mãos em você, vou te educar muito bem, sua criança mimada. – sorri sapeca. Adoraria que ele me educasse. 

 

— Então, me eduque esse sábado. À noite, de preferência. – sugeri. 

 

— Me passe seu endereço, pirralha! – fiz o que ele mandou. 

 

— Te vejo sábado? 

 

— Sim! Não pense que serei bonzinho, você está merecendo uma punição. Agora tenho que ir! – acenou, dando-me tchau. 

 

— Até! – retribuo o gesto. 

 

E desligo a chamada.

 


Notas Finais


Eu espero que vocês tenham gostado, mesmo. Eu escrevi pouquíssimos contos eróticos na minha vida, então é algo que eu definitivamente tenho que melhorar.

Eu citei e fiz algumas referências a @upsett e a sua fanfic TROIS AMOREUX, que me inspirou de certa forma a escrever essa One Shot. Aproveitem e vão ler a história dela. Não vão se arrepender.
https://www.spiritfanfiction.com/historia/trois-amoureux-threesome-with-seonghwa-and-yeosang-19150475


Alguns termos citados aqui:

BDSM: a sigla consiste em uma abreviação para Bondage e Disciplina; Dominação e Submissão e Sadismo e Masoquismo. Envolve muito mais que apenas sexo na vida do praticante. Principalmente se você for BDSM 24/7 (24 horas, 7 dias na semana)
D/s: dominação e submissão. Uma relação baseada nisso se estende muito mais do que apenas sexo. Em uma relação D/s existe o total consentimento de ambas partes. Além, de existir um contrato que estipula limites e regras que os parceiros devem seguir. Vale a pena pesquisar sobre, se estiver interessado.
Masoquismo: o prazer sexual baseado na dor física da própria pessoa.
Spanking: é uma prática comum entre casais que envolve adotar um papel de dominador ou submisso para receber prazer por meio do castigo físico.
Cat'O Nine Tails: a tradução literal é gato de nove caudas. É um flogger com exatamente 9 tiras ou filamentos e geralmente com pontas mais pesadas. Se tratando de um instrumento longo, pode exigir treinamento antes de utilizar em um sub.
Flogging: surgiu da ideia de punir condenados, presos, escravos, etc… A principal característica de um flogger é que ele possui múltiplas tiras ou filamentos de material sintético, coro e etc...
Pet Play: é uma brincadeira que pode ser tanto sexual ou não. Duas pessoas desempenham dois papéis diferentes: uma atua como um animalzinho e a outra pessoa desempenha o papel de treinador.
Age Play: Ageplay é uma prática BDSM em que a sub assume uma idade menor que a sua verdadeira, normalmente se transformando em uma Baby Girl, assumindo o dom uma função paterna, de cuidador e protetor.


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