História Webcorno - Capítulo 1


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Categorias Seventeen
Personagens Hong Jisoo "Joshua", Wen Junhui "JUN"
Tags Chifre, Cornice, Cornos, Gay, Homossexual, Homossexualidade, Hong Jisoo, Jisoo, Joshua, Jun, Junhui, Junshua, Kpop, Lgbt, Mina Me Come, Putaria 24h, Seventeen, Soohui, Wen Junhui
Visualizações 174
Palavras 5.869
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ecchi, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Shonen-Ai, Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


com certeza essa foi a coisa mais brisada que eu já escrevi na vida, eu tive o plot enquanto fumava maconha

mentira, eu tava só olhando uma página de anime e shitposting no ig e resolvi fazer algo baseado em webcuckagens

as capas da fic e do capítulo foram feitas por mim. sei que a da fic tá uma bosta mas me perdoem eu ainda to entrando nessa vida de buliçosa em app de editar bjs

avisos antes de ler a 1shot:

1- é pra ser de comédia mas eu não sei se tá engraçado. eu sou melhor fazendo as pessoas chorarem kk :(
2- nada contra a mina ok (ela é meu xodozinho)
3- nada contra webcorno ok
4- nada contra webnamoro ok
5- nada contra pica pequena ok
6- nada contra otaku ok (eu mesma sou 00# fã de anime risos)
7- nada contra punheteiro ok, se masturbar faz bem
8- é apenas uma oneshot de COMÉDIA. eu não estou afirmando que todo integrante de namoro virtual está adepto a trair. traição não é questão de distância, mas, sim, de caráter.

boa leitura!!!

Capítulo 1 - Único - Ele é corno, mas é meu amigo.


Fanfic / Fanfiction Webcorno - Capítulo 1 - Único - Ele é corno, mas é meu amigo.

O ministério da saúde adverte: tomar chifre é prejudicial para a coluna porque a cabeça pesa e não tem como segurar.


Corno Chorão — Bonde do Maluco.


Jisoo encarava a tela do celular, tendo um sorriso mastodôntico nos lábios vermelhinhos. Enquanto esperava que a namorada respondesse à sua última mensagem, observava pontos turísticos do Japão por intermédio do Street View do Google Maps. A ansiedade tomava conta de si por completo, afinal, finalmente veria Mina, a garota que havia conhecido em uma partida online de League Of Legends.

Tudo começou quando, em uma madrugada monótona, Jisoo estava a jogar, derrotando a maioria dos inimigos. Dentre os jogadores, uma garota se destacava, chamando a atenção de muitos players. Diversos tarados começaram a passar cantadas à menina, que se sentiu ligeiramente desconfortável com as palavras impropérias dos rapazes, portanto Jisoo apareceu no chat e fez questão de dizer "marido dela aqui, seu merda". Ninguém ligou para o que ele disse, mas, mesmo assim, Mina agradeceu a bravura e coragem do jovem americano. Depois de semanas, um amor surgiu.

Por mais que Mina morasse no Japão, e Jisoo nos Estados Unidos, o garoto afirmava com unhas e dentes que o amor de ambos era castiço e dócil, sem carecer de toques para prosseguir saudável. Junhui, o melhor amigo de Jisoo, sempre salientava que webnamoro não dava certo e, cedo ou tarde, Jisoo notaria a presença de uma dupla pontiaguda sobre sua cabeça. O chinês sabia que o dia chegaria, à vista disso já tinha produzido uma playlist de sertanejo brasileiro para o amigo passar a noite inteira ouvindo e sujando os cobertores de catarro. Enquanto Jisoo sujasse os lençóis com o muco esverdeado, Junhui estaria manchando as mãos de porra devido a algum hentai cheio de tentáculos, pois os dois logo pisariam em terras nipônicas.

Ah, tentáculos... O maior fetiche de Junhui se baseava em Jisoo trajando uma fantasia de polvo. Wen era um homem de gostos peculiares.

Junhui nutria certa atração libertina por Jisoo desde que havia deixado a China para estudar em qualquer universidade norte-americana, ou seja, desde que pôs os olhos no menor. A boquinha avermelhada, os olhos felinos, o corpo esguio e o pescoço comprido despertavam sensações diferenciadas em Junhui, embora Jisoo nunca tivesse chegado a perceber, afinal, estava ocupado demais dando atenção à Mina. O chinês comumente duvidava da japonesa, porém, não era muito difícil de se levantar suspeitas quando o assunto firmava-se nela. 

Em uma semana, estaria no Japão com o melhor amigo. Junhui já conseguia escutar os gritos das futuras lolis presas em seu porã- 

Digo, Junhui já conseguia escutar o ruído da movimentação de Tóquio e inalar o doce aroma das árvores de cerejeira, além de, claro, colocar a boca em muito Bombril, se é que me entende.




Jisoo e Junhui caminhavam pela superfície plana e polida do Aeroporto Internacional de Tóquio. O coração de Jisoo parecia querer explodir dentro de sua caixa torácica, a ansiedade se propagando em todos os meatos enquanto os dedos tremiam como se tivessem frequentado uma corrente elétrica. Junhui, analisando o espetáculo do menor, não impediu-se de revirar os olhos e apressar os passos com o intuito de ir na frente, sem muita paciência para aturar um corno manso. Em pouco tempo, o duo encontrava-se na recepção do Mandarin Oriental, situado em Nihonbashi, um distrito de Tóquio. O hotel era bastante conhecido por celebridades e pessoas que ocupavam cargos abundantemente relevantes na sociedade. Jisoo apanhou as chaves do quarto indicado e dirigiu-se ao elevador, sendo acompanhado por Junhui.

— Você parece um pinscher, tremendo assim. — o chinês comentou, lançando um olhar desdenhoso ao mais velho. — Um pinscher que muge.

— O que disse, webnamorofóbico? — o americano indagou, virando a cabeça de modo automático.

— Por dois meses, eu avisei a você. — o tom de Jun se converteu a um timbre austero ao mesmo tempo que suas íris aparentavam ficar mais escurecidas. — No final, estarei certo.

— O que você tem contra namoros virtuais, Junhui? Existe uma coisa chamada caráter, e tenho certeza que a Mina possui de sobra.

— Shua, você 'tá ligado que, durante meses, ela morou a dez mil quilômetros da gente, não 'tá? Cara, em um país que tem o Sasuke, o Zoro, o Bakugou, o Genos, o Goku, por que ela olharia logo para vo-

— Junhui, eles não existem.


Adivinha quem chorou? 

— Toma no seu cu, então. — o mais alto deu o decreto final, saindo do elevador assim que as portas metálicas abriram.

— Irmão, tu tem que parar de bater punheta 'pra personagem de anime. — Jisoo disse, apontando na direção de Junhui antes de correr atrás do amigo. — Vamos procurar o quarto dela! 

Junhui, desprovido de paciência, rolou os olhos, mas cedeu ao desejo do menor, envolvendo os ombros dele com seu braço direito. Os dois calcorrearam o imenso corredor do andar no qual estavam, checando o número de cada porta para saber qual era o quarto em que Mina se hospedava, visto que a garota morava em Osaka, mas tinha ido a Tóquio somente por Jisoo. Apesar de ter nascido nos Estados Unidos, assim como o namorado, Mina se considerava japonesa. Passando por uma porta marcada com um numeral específico, Jisoo logo notou a quem o quarto pertencia e fez questão de alertar Junhui. A porta estava entreaberta, e pequenos ruídos podiam ser escutados, o que deixou a dupla confusa, mas, mesmo assim, Jisoo a empurrou e entrou, tendo uma surpresa nada boa.

Mina estava totalmente desprovida de roupas, deitada na cama. Se fosse apenas isso, não seria um problema, porém, havia um homem acima da garota, também nu enquanto executava estocadas fortes dentro dela.

A reação de Jisoo seria cômica, se não fosse trágica: os lábios do rapaz se arreganhavam em um perfeito "o" enquanto seus olhos pareciam quase saltar dos orifícios oculares. Junhui, que estava distraído demais conforme tentava captar o tamanho do pênis do homem, permanecia calado e, no fundo, convencido por ser o dono da razão.

— Ah, oi, querido! — Mina cumprimentou em inglês. 

— Quem é ele? — o homem indagou, parando de estocar.

— Meu namorado virtual. — respondeu, sorridente. — Ele veio dos Estados Unidos apenas para me ver.

— Oh. — murmurou, verificando a camisa estampada de Jisoo, erguendo a mão e fazendo joinha no momento seguinte. — Que cara legal! 

Jisoo continuava perplexo, sem entender por qual motivo o amante não havia levantado e dado-lhe um soco. Junhui, vendo a situação do amigo, pediu licença e fechou a porta, saindo com o menor. Jisoo nada disse, apenas se virou e andou em disparada ao elevador, derrotado e afundado numa poça de decepções. O chinês suspirou, preocupado com o amigo, mas sabia que o americano não escutaria seus conselhos ou consolações, portanto tratou de dirigir-se ao quarto que dividiria com ele.




Eram oito horas da noite, o céu já estava escuro; a cidade, iluminada pelas luzes dos diversos monumentos. Junhui conseguia ver as pequenas cintilações por meio das portas que levavam à varanda, sem dar muita importância ao lado externo por estar jogado no sofá do quarto de hotel, assistindo a qualquer clipe do AKB48. Os olhos do rapaz brilhavam sempre que a câmera focava em Jurina, talvez porque ela era seu sonho de princesa. Os pensamentos de Junhui cessaram quando um estrondo familiar fez-se presente pelo cômodo, anunciando que Jisoo havia chegado, este que ainda usava a roupa de mais cedo.

— Onde esteve? — o mais alto perguntou, agora colocando o celular sobre a mesinha que se conservava entre os acolchoados. — Não me diga que passou o dia inteiro aproveitando as belezinhas de Tóquio e nem me chamou.

— Eu estava no cassino do hotel. — respondeu, arrancando os tênis novinhos.

— Fazendo o quê?

— O que você acha?

— Não me parece bêbado. — deduziu.

— E eu não estou, pelo menos não muito, mas passei o dia inteiro bebendo. — sentou-se numa poltrona. — Eu e minha maldita resistência a bebidas.

Jisoo sempre fora bastante firme em relação a álcool, por isso não ficava bêbado com tamanha facilidade e chegou até a ganhar apelidos na faculdade pelo "talento". No momento, o garoto não parecia bem, mas, também, depois de levar uma chifrada daquelas, quem estaria bem? Junhui levantou-se e, devagar, se aproximou do mais velho, arqueando uma das sobrancelhas.

— Eu disse. — sussurrou, trazendo um olhar desdenhoso a Jisoo.

— Você estava certo. — bufou, massageando as têmporas.

— Nunca passo frio, pois sempre estou coberto de razão. — mostrou o quão soberbo era, abrindo um sorriso mais largo que o ânus da Bruna Surfistinha.

Jisoo negou e saiu da poltrona, indo à varanda. O rapaz apoiou-se no parapeito e encarou a imensidão de luzes coloridas à sua frente, abaixando o olhar para observar a multidão, que mais parecia um conjunto de insetos pelas ilusões de ótica que a distância proporcionava. Junhui se aproximou, apoiando-se sobre o encosto do sofá da parte externa, mantendo o campo de visão centrado no rapaz de estatura menor e sentindo pena dele devido ao ocorrido anterior. Pensando um pouco, o chinês viu que precisava ajudá-lo:

— Você precisa de um banho. — aconselhou, autoritário. — Vá ao banheiro.

— Não estou bêbado. — resmungou.

— Mas está fedorento. 

— Obrigado pela sinceridade. — rolou os olhos para cima e fez o que Junhui pediu, voltando para dentro.

Ele não tinha servido de muita ajuda, somente frisou que o menor fedia a cocô, mas uma amizade necessitava de honestidade, certo? Junhui retirou-se da varanda e sentou-se na cama, podendo ouvir o som do chuveiro e a cantoria melancólica de Jisoo. O garoto cantava a música "Berreco" da dupla pop Little Claudio & Cheek.

Debaixo do chuveiro, Jisoo realmente tentava não refletir a respeito dos incidentes acontecidos durante um dia inteiro. Jisoo pensava que Mina fosse única, pensava que fosse confiável e tivesse boa índole, mas estava enganado. Afinal, todo webnamoro era daquele jeito ou seria só uma gigantesca falta de sorte por parte do americano? De qualquer maneira, ele sentiria falta das partidas online com Mina, das fotos que a garota compartilhava ao usar aquele efeito de raposa do Snow, até mesmo dos intensos vácuos dela, porém, era como Junhui sempre enfatizava: "Webnamoro é igual a orelha de boi; perto do chifre, longe do rabo." 

Jisoo teria que descurtir a página Orgulho de webnamorar e ser webcuck, no Facebook. 

Ele só curtia brincando, mas não sabia que realmente era um webcorno. Um trágico dia para Hong Jisoo.

Agora, para quem ele doaria skins no Mobile Legends? Quem enviaria fotos com efeitos do Snow a ele? Quem curtiria os shitposts dele? A vida do jovem nunca mais seria a mesma. O mundo está insano.

A linha de pensamentos do rapaz foi interrompida assim que o barulho da porta foi capaz de ser escutado. Junhui tinha entrado, mas Jisoo não se assustou, afinal, ambos possuíam bastante intimidade e não sentiam vergonha do tipo de situação. Junhui adentrou-se no box, mantendo-se consideravelmente distante do chuveiro para não se molhar. Jisoo estranhou, contudo permaneceu de boca fechada, aproveitando a temperatura quentinha da água.

Tão quente quanto a xavasca guerreira de Mina.

— Vai ficar assim por quanto tempo? — Junhui perguntou com tamanha sinceridade.

Jisoo não separou os lábios para responder, porém, em pouco tempo, já estava nos braços de Junhui, despejando lágrimas e mágoas no formato de murmúrios dolorosos:

— A gente fazia websexo com emojis. — o menor soluçava. — Ela mandava eu engasgar no pau imaginário dela.

— Calma, calma. — consolava, sem ligar para a umidade recente de sua roupa. — Se ela pedir perdão, significa que ela te ama, então você aceita as desculpas e volta ao normal.

— Simples assim? — duvidou, fungando.

— Webnamoro é assim, colega.

Jisoo saiu do abraço e voltou para o chuveiro, pensando acerca das circunstâncias existentes. Jisoo não queria ser um simples webcorno; ele não continuaria calado enquanto sua webnamorada transava com diversos caras. Dessa vez, o rapaz faria a diferença e obrigaria Mina a provar do próprio veneno — não que a garota se importasse muito —, mas o maior questionamento se baseava em quem estaria adepto a tirar o cabaço de Jisoo. Havia tantas mulheres bonitas no hotel onde estavam hospedados, porém, todas pareciam compromissadas e, com certeza, nenhuma era igual à Mina. A indústria web-bovina tinha criado um produto inovador: Hong Jisoo, o rapaz que não bloquearia sua webnamorada, nem continuaria com ela. O americano, simplesmente, iria afogar o ganso em outras pessoas.

Mas em quem?

Enquanto Jisoo ruminava a dor de corno, Junhui encarava o rosto do menor com os olhos mais famintos possíveis. A baba praticamente escorria dos lábios cheios do mais novo, que observava a região pélvica de Jisoo e logo parava o olhar nos mamilos úmidos e eriçados devido à água. Dentre os dois, Junhui estava bem mais molhado, se é que me entende.

— Você vai demorar muito? Quero tomar banho. — o chinês perguntou, mas, claramente, ele não queria só fazer suas higienes.

— Por que não toma comigo? — a reação de Junhui foi cômica. — Na amizade, cara.

Junhui não soube o que fazer, removendo as roupas depois de hesitar por poucos segundos. Tirou a camisa, a pendurando no gancho que estava dentro do box. Em seguida, abaixou a calça com a cueca e deixou junto à primeira vestimenta, aproximando-se de Jisoo. O chuveiro era grande, caía muita água, então os dois não precisavam ficar tão perto, embora Junhui implorasse mentalmente para estar rente àquele corpo tentador. Seu pênis já tinha dado sinal, e ele desejava ardentemente que Jisoo não abaixasse o olhar, porém, para a sua sorte, Jisoo ocupava-se com o sabonete, o passando sobre a epiderme macia. Junhui pegou a outra barra de sabonete, também ensaboando o corpo, sem dar muita atenção a Jisoo. Então, aconteceu o maior clichê de todos: o americano, acidentalmente, deixou o sabonete cair.

Junhui não acreditava em karma, mas aquilo só podia ser uma maldição tenebrosa. Jisoo curvou o tronco para apanhar o sabonete, dando uma visão e tanto a Junhui, que não parava de admirar aquele cuzinho majestoso. O americano ergueu-se e pôs a barra em seu devido local, retirando os resquícios do produto, escorregando as mãos pelo corpo. A essa altura, Junhui não mostrava importar-se com a própria higiene pessoal, afinal, o par de olhos castanhos concentrava-se somente no Hong. Na mente do chinês, uma música erótica, como alguma do Somo ou do TwoFeet, rondava em seus pensamentos, dando uma trilha sonora ao cenário de tensão sexual. Jisoo estava apenas tirando o sabonete do corpo, mas, para Junhui, se assemelhava a um pornô pesadíssimo da camada mais profunda do RedTube.

O americano largou o sabonete no lugar de antes e procurou a embalagem de xampu, não percebendo que a distância efetiva entre ele e Junhui, aos poucos, diminuía. Quando voltou a olhar para frente, teve um breve susto, permitindo que o recipiente caísse e entrasse em contato com o chão molhado. Junhui estava perto demais, tão perto que seus olhos devoravam as orbes do outro. O suor frio começou apenas quando Jisoo desceu o olhar e viu a mão de Junhui ali, no próprio membro, fazendo movimentos lentos e nada coincidentes com o conceito de castidade. Puta merda, ele estava masturbando-se na frente do rapaz de dupla cidadania.

Jisoo desejava veementemente perguntar a Junhui se ele tinha pirado com algum hentai novo ou enlouquecido devido ao próprio Japão em si, mas nenhuma palavra saía; todas estavam presas em sua garganta, transformando-se num bolo que sairia como uma multiplicação de gemidos caso Jisoo não impedisse o próximo ato do chinês. As costas do menor bateram na parede geladinha, o arrepiando inteiramente e, por conseguinte, proibindo qualquer escapatória. Junhui aproveitou o momento e largou o próprio pênis, logo percebendo o que estava a fazer. Uma vermelhidão viva e fugaz espalhou-se pelas bochechas do cantonês, que parou para ponderar o cenário e pensou se saía correndo do box ou se continuava o feito. Ele decidiu não ser covarde e, finalmente, roubou os lábios do mais velho para si, acabando com toda longitude que residia no centro deles, e usufruindo daquela boca gostosa enquanto o chuveiro molhava os dois corpos. 

Jisoo paralisou-se com a nova forma de contato, titubeando ao retribuir o beijo, mas, por fim, correspondendo. Era difícil acompanhar os movimentos bucais de Junhui, talvez pelo fato de ele ser um otaku virgem e desesperado para ser descabaçado e descabaçar. Será que seria muito broxante se Jisoo interrompesse o beijo somente para explicar a diferença existente entre hentai e sexo normal?  Não que o chinês estivesse fazendo errado, mas ele poderia procurar os peitos fartos e inexistentes de Jisoo a qualquer momento.

Perdendo a vergonha, o rapaz rodeou o pescoço dele com seus braços magros, dando brecha para que Junhui se aproximasse mais, encaixando-se ao corpo alheio. Os estalos do beijo podiam ser facilmente escutados devido à forma com a qual Junhui escorregava sua língua pela de Jisoo, semelhante a um tobogã. Jisoo sentia como se tudo estivesse em câmera lenta, apenas as gotas caindo devagar sobre as peles acaloradas pelo contato íntimo e luxurioso e, também, pela própria temperatura do líquido que descia do largo chuveiro. Junhui mordeu o lábio inferior do amigo, o puxando e, seguidamente, soltando, podendo observar um fio de saliva que insistia em juntar as bocas novamente, este que logo foi desfeito pela água. Jisoo permanecia com a boca aberta, a língua parcialmente posta para fora. O mais novo suspirou ao observar o músculo molhado e recém-maltratado do jovem, não tardando a se aproveitar da situação, sugando a língua de Jisoo como um verdadeiro animal faminto. Similar a um simples clichê, Junhui largou tal parte do corpo alheio para deslizar os lábios pela pele macia e, em seguida, pará-los no belo pescoço. Jisoo estremeceu inteiramente assim que sentiu a língua quentinha resvalando pela extensão de seu pescoço, levando uma das mãos de Junhui à sua cintura. O mais alto desceu a mão, dedilhando uma das nádegas do americano, interceptando a enrolação para, por fim, comprimir os lábios entre a epiderme de Jisoo, sugando de maneira lenta enquanto o rapaz de múltipla cidadania apenas tombava a cabeça para trás, permitindo que as gotas mornas molhassem seu rosto e escorressem pelo corpo arrepiado. Junhui tinha um conjunto de coisas em mente, e nenhuma era de se considerar muito pura para realizar-se rente ao menor, porém, Jisoo parecia estar gostando, tanto que pôs a própria mão sobre a de Junhui e o fez apertar sua bunda. O chinês entreabriu os lábios no formato de uma reação surpresa, que rapidamente alargou-se em um sorriso de canto, marcando a pele do outro com mais ligeireza. 

Os beijos que eram depositados sobre a pele imaculada de Jisoo, aos poucos, tornavam-se chupões, alguns extremamente axiomáticos a outros olhares, mas ele não dava tamanha importância ao fato de alguém observar e estranhar. A língua percorria todo aquele pescoço, parecendo uma dança pecaminosa que exercia passos lentos e ágeis. Jisoo puxou, cuidadosamente, o cabelo de Junhui, o induzindo a ficar de frente para si. O mais velho sorriu de canto e segurou a nuca do outro, utilizando a oportunidade para ter seu direito e deixar o pescoço de Junhui com uma situação semelhante à sua. O cantonês somente abriu um sorriso, deslizando as mãos pelo corpo de Jisoo conforme a água resvalava ali. Gradativamente, o americano abaixou-se, mas sem largar a fisionomia do outro, roçando os lábios no peitoral do chinês, estendendo-se em direção ao abdômen e, enfim, encostando os joelhos no piso molhado para envolver o pênis de Junhui com seus dedos. Wen inclinou o olhar, vendo o garoto de estatura menor tendo as orbes totalmente centradas naquele falo que repousava entre suas falanges. Jisoo aproximou-se e tocou a glande, usando apenas uma parte da língua, fazendo Junhui se arrepiar, principalmente em consequência do cenário onde os dois situavam-se. O de dupla cidadania espremeu a boca ao redor da glande, exercendo determinada pressão enquanto lambia e mantinha o olhar em Junhui, que não sabia se ficava mais excitado apenas pelos olhos felinos de Jisoo ou pelo início do oral em si.  

Devagar, Jisoo impulsionou-se para frente, abocanhando o que sua capacidade lhe permitia. O garoto era virgem, não possuía tamanha experiência, mas, para a sua sorte, Junhui também nunca tinha feito sexo, afinal, o chinês era um punheteiro que ficava excitado com personagens de anime. 

Jisoo tentou não ter pensamentos broxantes, porque chupar Wen Junhui não era algo que lhe acontecia diariamente. Ao estar com boa parte do membro alheio no interior de sua boca, começou a mover sua cabeça em uma série de movimentos lentos, carregando uma imensa cautela para evitar que se engasgasse, ficasse roxo e morresse de asfixia. Morrer pagando um boquete é vacilo, ? Ainda mais se for encontrado pelado. 

Junhui soltava curtos arfares enquanto focava em Jisoo, que, vez ou outra, parava na base do pau do Wen e fazia pressão no local, logo voltando ao início para movimentar a própria cabeça de tal maneira que Junhui caminhasse rumo ao delírio. O chinês nem podia acreditar no que estava acontecendo, por isso morria de medo de estragar tudo com alguma frase ou atitude desnecessária. 

Agora, sem comentários dispensáveis e voltando ao que realmente interessa, a saliva e os lábios de Jisoo passeavam pelo médio comprimento que Junhui abrangia, causando gemidos baixos e suspiros no maior. O americano gostava de ter aquela visão, gostava de estar ajoelhado na frente do chinês, ainda mais no contexto presente. Quando não conseguia abocanhar o volume inteiro, usava uma das mãos para masturbar a pele restante, sempre com os olhos colados no rosto de Junhui, que parecia explodir de tesão. A boca de Jisoo era boa, ou melhor, ótima... e essa afirmação podia ser concluída em todo tipo de sentido. 

Junhui não aguentaria por muito tempo, principalmente com lábios como aqueles ao redor de uma área tão erógena que situava-se em seu corpo. Por mais que Jisoo fosse alguém claramente inexperiente, conseguia fazer o chinês enlouquecer e divagar dentro do próprio cérebro apenas pelo fato de ser Hong Jisoo. Junhui apalpou os fios castanhos do rapaz mais baixo na tentativa de mover-lhe a cabeça e instruir os movimentos alheios, acabando por assustar o americano com a atitude súbita. Junhui impulsionava a cabeça de Jisoo para frente, este que tentava acompanhar o ritmo e sentia pequenas lágrimas se formando no canto de seus globos oculares. Como forma de apoio, posicionou as mãos nas coxas fartas de Junhui, se adaptando ao padrão executado pelo mais alto.

Junhui sabia que gozaria a qualquer momento, da mesma forma que tinha plena consciência do fato de o primeiro orgasmo da noite ser sempre o mais intenso (como os transões diziam, porque Junhui não transava). Não queria se derreter em meio a uma quente sensação de prazer simplesmente na boca de Jisoo, mas, sim, dentro dele, podendo sentir a entrada impoluta pulsando e se contraindo em resposta às estocadas selvagens.

E, assim, Junhui entrelaçou ainda mais os dedos entre a maciez do cabelo de Jisoo e afastou a boca do rapaz de tal região, causando um estalo erótico ao que os lábios úmidos do menor largaram o pênis coberto de pré-gozo e saliva, pulsando e pingando. Jisoo encarou o membro de Junhui, sentindo uma enorme vontade de colocá-lo na boca novamente, mas não o faria, afinal, sabia o motivo pelo qual Junhui tinha dado uma interrupção ao oral.

O menor levantou-se, sentindo as mãos ásperas que agora envolviam seu dorso. A distância entre ele e o cantonês havia sido findada por completo, abrindo uma brecha para que os dois pudessem sentir ambas as respirações, descompassadas e ansiosas. Em um ritmo preguiçoso, Jisoo abaixou o olhar levemente e passou os dedos pelos bíceps molhados de Junhui, podendo ver as gotículas de água que ainda insistiam em descer e refletiam a luz da lâmpada situada acima do box. Assim que olhou para Junhui novamente, fora surpreendido pelo par de lábios atacando sua boca, iniciando um beijo. A língua de Junhui praticamente derretia sobre a de Jisoo, os sabores se fundindo como um só. Ao se separarem, Jisoo virou-se de costas e empinou as nádegas para Junhui. O chinês não assimilou o que o americano queria dizer, encarando a bunda alheia com uma expressão confusa:

— Vai comer a minha bunda ou não? — Jisoo indagou, impaciente.

Quando o mais velho propôs a inquirição, Junhui se deu conta do que estava para acontecer.

— Eu não posso comer você assim. — o Wen contestou, colocando a destra na cintura. — Nunca leu fanfic?

Fanfic

— É, cara! Agora, neste momento, eu devia fazer você chupar os meus dedos para colocá-los no seu cu. Depois, eu enfio o pau e espero você começar a sentar que nem uma cadela no cio, apesar de ser virgem. Se 'tá em fanfic, é verdade.

— Dedo pra quê? Eu tenho cara de lésbica, por acaso?

— Você é mesmo inexperiente. — suspirou, rolando os olhos. — Certo, sem dedos. Farei a segunda coisa que aprendi em fanfic: chupar o seu cu.

Dito isso, Jisoo automaticamente saiu da posição em que se encontrava e ficou de frente para Junhui, pondo as mãos atrás do corpo como se quisesse esconder a bunda indefesa.

— E se eu peidar na sua boca?

— Você comeu algo quando estava nos cassinos? — viu o menor negar. — Então não tem com o quê se preocupar. Aliás, as pessoas não peidam em fanfics. 

— Jun, não estamos numa fanfic, esqueceu? — Jisoo perguntou, tentando jogar o óbvio no rosto de traços bonitos do outro. 

— Nunca se sabe, meu caro. — aproximou-se, encostando o indicador no peito de Jisoo. — E se estivermos em alguma fanfic feita por uma adolescente desocupada? 

— Nós não estamos em uma fanfic. — explanou, pausadamente. — Agora, vai pegar o lubrificante, sim?

Junhui assentiu, parecendo um calango enquanto meneava a cabeça com tamanha rapidez. O jovem saiu do box e pôs-se a procurar o produto solicitado por Jisoo, abrindo todas as gavetas da cômoda presente no banheiro. O chinês parou para se olhar no espelho, vendo como lembrava um ator pornô, tendo orgulho da estatura de seu pênis, principalmente para um asiático. O moreno saiu do banheiro e procurou o lubrificante em cada lugar possível, começando pelo criado-mudo e parando nas gavetas do móvel da TV. Sem sucesso, optou por abrir a mala de Jisoo e continuar a busca incessante ao objeto, desfazendo o cubículo de tecido enquanto jogava as roupas para todos os lados a fim de encontrar qualquer coisa semelhante a um simples lubrificante. Após minutos, encontrou.

Jisoo estava plantado no box, fazendo de tudo para permanecer com a vontade de transar. Àquela altura, já havia cogitado a possibilidade de Junhui ter desistido de fazer sexo para maratonar alguma animação, porém, a desistência desapareceu quando Junhui entrou, estando com um produto em mãos.

— Demorei, mas achei. — se defendeu, mostrando o cosmético.

— Desodorante? — Jisoo tentou achar a lógica, sem entender.

— Desodorante?! — rapidamente, Junhui ergueu a embalagem para ler as pequenas letras que ficavam abaixo do logótipo. — Merda, eu li errado!

— Tem lubrificante dentro do armário das escovas de dente.

Junhui se amaldiçoou por não ter pensado em tal probabilidade.

O chinês suspirou e, mais uma vez, saiu do box, apanhando o lubrificante para, em seguida, voltar à localidade de antes. Ele abriu o pote, pegando uma quantidade exagerada, e despejou-a ao redor de seu pênis, aproveitando para encher a ponta dos dedos com o produto e acariciar a entrada de Jisoo, este que arrepiou-se quando o toque frio contrastou o calor evidente de seu buraquinho.

Embora não quisesse, precisava admitir que estava nervoso. Nunca tinha feito sexo, e transar com um homem — muito mais o seu melhor amigo — firmava-se como uma experiência completamente nova e, até mesmo, assustadora. Os pelos de seu corpo eriçaram sistematicamente quando a glande inchada e úmida tocou sua entrada, pincelando e ameaçando ocupar seu devido espaço. Um gemido arrastado e dolorido escapou dos lábios do Hong assim que o pênis consideravelmente grosso adentrou-se em seu interior por completo, sendo tão doloroso quanto o percurso para entrar. Jisoo tentou controlar a respiração ao mesmo tempo que pensava em outras coisas no intuito de ignorar a dor incômoda e estressante. A água ainda caía sobre o conjunto de corpos, o que ajudava a relaxar o passivo. Sinceramente, doía mais que o esperado.

E olha que o pênis de Junhui nem era tão grande. Não que Jisoo quisesse afirmar que o pau do melhor amigo era pequeno, mas, também, não carregava aquela tamanho que fazia uma pessoa engasgar ou ser partida ao meio só de olhar. Porém, não adiantaria ter um martelo bem grande se não soubesse bater no prego direito.

Era como a vovó Hong sempre frisava para seus queridos netos: "O importante não é o tamanho do martelo, mas, sim, a força da martelada." Tão sábia.

Devagar, a dor foi renunciando, fazendo Jisoo suspirar aliviado e repensar o porquê de existir um pau imóvel na sua bunda. Querendo sentir reações provindas de Junhui, o rapaz movimentou o quadril, fazendo o chinês perceber que ele encontrava-se preparado para um avanço. Junhui segurou-lhe a cintura, pondo início a uma série de investidas lentas o suficiente para que Jisoo se sentisse confortável. Embora ainda doesse, era gostosa a maneira com a qual Junhui se movimentava dentro de si, como se estivesse tomando o maior cuidado possível para não machucar o americano.

Junhui realizou a tentativa de acelerar as coisas, recebendo um pedido sôfrego de Jisoo para não aumentar a velocidade, pelo menos não naquele momento. O chinês, obviamente, respeitou a vontade do menor, depositando um singelo selar nas costas gélidas e molhadas conforme o líquido transparente corria em meio aos dois corpos, tão juntos. Assim que Jisoo sentiu-se realmente pronto para um passo seguinte, executou movimentações rotativas com o quadril, gemendo e arfando pelo leve desconforto devido à troca repentina de estadia. Junhui, compreendendo o comunicado, alterou o ritmo de maneira tão cuidadosa que quase não fora percebida, fazendo Jisoo suspirar e deslizar as unhas curtas pelo azulejo escorregadio. Gradativamente, Junhui só não estocava rapidamente, como também começava a depositar pequenos níveis de força nas atitudes praticadas, deixando o de múltipla cidadania um tanto quanto zonzo.

Àquela altura, Jisoo já posicionava a bochecha contra a parede molhada ao mesmo tempo que gemia de forma despudorada e usufruía do que o maior causava em si a cada investida proveitosa. Junhui deslizava os dedos crespos pelo corpo do outro, passando a língua na nuca e, vez ou outra, aproximando os lábios do ouvido do menor para roçá-los ali e gemer, deixando Jisoo completamente arrepiado. Jisoo levou as mãos à parte traseira do corpo de Junhui, as pressionando ali e forçando ainda mais o corpo do chinês contra o seu, o fazendo ir fundo em seu interior pulsante. 

O banheiro havia sido invadido por uma onda de gemidos, estes que eram parcialmente abafados pelo revestimento vítreo do box. Junhui colocou uma das mãos no vidro embaçado, deslizando-a enquanto marcava o borrão orvalhado e dava uma razoável lacuna para uma observação caso algum pervertido entrasse no banheiro e ouvisse os ruídos banhados em volúpia.

Jisoo praticamente jogou-se sobre o copo do maior, parando de usar a parede como apoio. O chinês envolveu a cintura dele e continuou a estocar, levantando uma perna do rapaz enquanto ia fundo e deixava mordiscadas no ombro molhado, assim como o ambiente ao redor da dupla. Jisoo tinha a cabeça flexionada para trás com os olhos entreabertos e os lábios mais separados do que deveriam, entregando-se por inteiro no formato de gemidos manhosos e incontroláveis que faziam questão de escapar do fundo de suas pregas vocais. Jisoo virou a cabeça minimamente para o lado, estando com a boca ainda aberta para, em seguida, permitir que a língua arrastasse um murmúrio com o nome do chinês. Junhui estremeceu por conta da maneira com a qual o som baixo entrou perfeitamente em seu ouvido, indo direto para seu cérebro e tocando intensamente a parte do órgão que mais ativasse sua libido.

Jisoo sentiu algo dentro de si ser estimulado, portanto não segurou o gemido seguinte e ainda fez questão de soltá-lo. Sempre que o chinês surrava aquele local com sua glande, era como se o americano fosse dissolver-se ali mesmo, extasiado. Jisoo rodeou o próprio pênis — até então esquecido — com os dedos, podendo senti-lo latejante e dolorido pela espera assídua que algo ou alguém o tocasse. Rapidamente, começou a masturbar-se, entregando-se mais e mais enquanto Junhui acertava sua próstata. Quando se deu conta, o sêmen tinha escapado em jatos, misturando-se à água que escorria pelo chão movediço em direção ao ralo. Junhui continuou a investir à procura do ápice, agora tendo cuidado pelo fato de Jisoo estar sensível em consequência do orgasmo recente. Em alguns minutos, gozou dentro do menor, que, àquela altura, já estava duro de novo.

E Junhui, claro, como o bom cavalheiro que era, ajoelhou; e se ajoelhou, tem que chupar.

Vovó Hong também recitava essa famigerada frase.




Os dois rapazes já estavam limpos e cheirosos após um longo e proveitoso banho, agora deitados no colchão da cama do hotel requintado. Jisoo brincava com os botões da camisa do melhor amigo, pensando na quantidade de água que fora gasta. Ao ver o americano naquele estado de pura reflexão, Junhui não se conteve e perguntou:

— Está arrependido por ter traído a Mina?

— 'Tô arrependido pela água que a gente deixou escapar. — suspirou. — Há tanta gente na seca...

— Ainda bem que eu saí da minha agora há pouco.

Jisoo rolou os olhos para cima e virou-se para ligar o abajur, pegando o controle e desativando a lâmpada principal do quarto. Ele abraçou Junhui, o apertando. Porém, antes de dormir, uma dúvida se fez presente.

— Jun. — Jisoo chamou, estando com o rosto escondido no peito do melhor amigo.

— Huh? — a voz estava sonolenta.

— Se você era virgem, como sabia de tanta coisa?

— Eu já disse que leio fanfics. — por fim, respondeu, caindo no sono ao fechar a boca.

Jisoo nada respondeu — até porque seria em vão, visto que Junhui já dormia — e fechou os olhos, aninhando-se no peito desprovido de pelos do maior.

No dia seguinte, Mina saltitava pelo extenso corredor do andar onde Jisoo estava hospedado, sorridente por um motivo desconhecido. A menina parou na frente da porta de coloração branca e acariciou o cabelo, tentando acabar com o volume insistente. Mina, educadamente, bateu à porta. Estranhando a possível ausência de Jisoo, repetiu, e a resposta também realizou tal repetição: nada. Pôs a mão na maçaneta dourada, na esperança de a porta estar destrancada, e a abriu, chegando à conclusão de que realmente não estava trancada.

Mas foi impossível conter um grunhido de surpresa com a cena de Junhui e Jisoo, juntos, semi-nus e agarrados sobre o colchão, como uma verdadeira cena pós-sexo. Mina arqueou a sobrancelha, desentendida, pensando se acordava o namorado ou não.

A dúvida foi embora quando Takuya, o cara do dia anterior, apareceu rente à porta.

— Você... Você está vendo? — Mina indagou ao notar a presença de Takuya, apontando na direção dos dois dorminhocos.

— Deixa os caras se pegarem com masculinidade, gata. — respondeu. — Se não tiver contato visual, eles ainda são héteros.

Mina hesitou, mas anuiu, deixando aquilo passar. Depois, foi para o quarto de Takuya, pronta para testar seu novo cintaralho.

Mission passed! Respect: Mina tinha sido oficialmente cuckada.



Notas Finais


aquela parte do takuya falando "que cara legal" foi pega desse meme aqui
https://www.facebook.com/1871911453083996/posts/1964722917136182/

se o alinhamento dos parágrafos estiver ruim, me perdoemmm, é que eu posto pelo celular já que o meu computador tá um cuzinho

ENFIM, foi issokkkk. me desculpem por qualquer erro. as partes broxantes do lemon foram propositais ok

(҂'_´)
<,︻╦╤─ ҉ --------
_/﹋\_ nau fala cu minha webnamo


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