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História Wedding Anniversary - Normero - Capítulo 3


Escrita por:


Notas do Autor


Voltei com o último capítulo da fanfic e já me sinto emotiva, chorando uma pipa dágua, porque hoje os meus unicórnios supremos, meus pais mais lindos da minha vida, estariam completando quatro anos de casados.

No dia 21 de Março de 2016 era exibido/ia ao ar o terceiro episódio da quarta temporada de Bates Motel - mais conhecido como "Até que a morte nos separe". Portanto, hoje, dia 21 de Março de 2020, completam quatro anos do casamento de Norma Bates e Alex Romero.

Não fosse por aquelas duas semanas interrompidas tragicamente, meus bebês ainda estariam vivos e felizes, e o único modo de conviver com essa dor é fazendo o pouco que está ao meu alcance para jamais deixar a história de amor desse casal tão maravilhoso cair no esquecimento.

Então escrevi essa singela história para homenagear o amor deles. O modo como ela se desenvolve é exatamente como eu imagino que seria a comemoração do primeiro ano de casamento deles, caso tivessem tido a oportunidade de chegar lá.

Espero que consigam sentir daí todo o amor que sinto e tento transmitir sobre os meus pais. Boa leitura, e muito obrigada às minhas princesas que estão acompanhando a fanfic e comentando. Gratidão. ♡

Capítulo 3 - The Ring


Se os objetos inanimados pudessem sentir dor, Norma estaria muito encrencada. Ela ainda podia sentir, em cada músculo do corpo, a cólera que se acometera dela ao estraçalhar os travesseiros da cama com uma tesoura. Era inútil continuar vasculhando por qualquer parte da casa. O anel definitivamente sumira, e ela gostaria de poder sumir junto, a impotência esmagando seu raciocínio.

Tudo que ela poderia fazer no momento era recolher-se à sua insignificância, e chorar novamente sobre os lençóis macios e as plumas dos travesseiros furados espalhadas pela cama. Havia tomado um banho quente e seu corpo inteiro pedia por descanso, sua mente torturando-a pela exaustão do dia. Ela resmunga ressentida ao sentir as lágrimas descendo pelo rosto e puxa uma das cobertas até o pescoço, agradecendo por estar vestindo algo confortável para dormir.

Vestir um pijama largo não era o que ela tinha em mente para esta noite, e a lembrança desse fato a devastou ainda mais. Suas fantasias eróticas jaziam abandonadas à um canto qualquer do guarda-roupa, e ela amaldiçoou em seu coração aquele dia tão desastroso. Gostaria de poder apagar aquela data do calendário. Ou, talvez, de corrigir sua postura, colocar-se no lugar e lembrar a si mesma de que era uma mulher madura e vivida, não uma adolescente apaixonada que se preocupa com detalhes bobos e clichês sobre romance.

Mas, era exatamente assim que Norma se sentia. Como uma adolescente apaixonada. Desde o momento em que descobrira ser capaz de amar alguém que a correspondia em cada detalhe daquele relacionamento e que sempre superava suas expectativas. Sobre tudo. Que fazia tudo por ela, inclusive tirar a vida de quem quer que lhe roubasse a paz.

Contudo, ali estava ela. Decepcionada novamente. O coração partido mais uma vez. E não era culpa dela. Nunca era.

Ela era uma esposa tão devotada e prestativa. Nunca houve um momento em que ela negligenciou suas responsabilidades dentro de seus relacionamentos, muito menos um em que ela não tenha se dedicado de corpo e alma a mantê-los de pé. E sempre, por mais injusto que aquilo soasse, ela se deparava com a ingratidão. Afinal, o sexo era tudo que importava. Seu coração apertou ainda mais contra o peito e ela sentiu que ele poderia rasgar a caixa torácica, quando recordou que naquela manhã as coisas não tinham sido muito diferentes desse fato.

Alex fizera amor com ela do modo mais apaixonado e intenso, alcançando seu conforto nos braços dela, e então se afastou, quebrando suas expectativas.

Ele não podia ser como os outros. Ele não era. Mas naquele momento estava sendo e essa percepção feriu os sentimentos de Norma um pouco mais.

A noite se arrastava lentamente sobre o sofrimento de Norma, e ela fechou os olhos na tentativa de dormir para, pelo menos por algumas horas, conseguir esquecer tudo que lhe sucedera naquele dia. Estava quase pegando no sono quando ouviu o barulho do SUV de Alex estacionar lá fora.

O coração de Alex estagnou num lugar muito perigoso ao notar o modo como sua esposa se encontrava. Ele sentiu uma pontada aguda de tristeza ao subir as escadas que davam para o quarto e dar de cara com uma Norma estarrecida, o inchaço nos olhos provocado pelas lágrimas, o rosto vermelho comprimido numa expressão frustrante.

- Eu não fiz comida. - Ela quebrou o silêncio, evitando o contato visual. Aquela chateação demoraria muito para passar. E ainda havia o anel.

- Eu não me importo. - Alex respondeu, sua voz deliberadamente suave, seus olhos fixados na loira.  Não pôde deixar de observar a bagunça em que o quarto se encontrava, o que era incomum, já que Norma era a pessoa mais organizada que ele conhecera. 

Às vezes ele parecia esquecer quão sensível Norma poderia ser, e ele se odiou por deixá-la naquele estado.

- Eu preciso dormir. Desligue a luz quando sair.

- Eu não vou a lugar algum. Não sem você. - Ele se aproximou para plantar um beijo em sua face, e apenas naquele instante, Norma pareceu perceber o conteúdo que ele trazia nas mãos.

- São para você. Eu não sabia se preferia margaridas, mas me lembrei de que você odeia quando alguém as corta fora. - Ele estendeu um suntuoso buquê de rosas vermelhas na direção de Norma, o perfume inundando o ambiente e o coração dela.

- Alex, eu pensei que...

- O quê? Você não gosta de flores? - Ele a cortou, temendo que o presente não estivesse à altura do que Norma realmente merecia.

- Não, não é isso. É só que... - Sua voz falhou e lágrimas espessas caíram de seus olhos, um soluço se formando em sua garganta. - Ninguém nunca me deu flores antes. - Ela fungou aliviada, o ar voltando a circular em seus pulmões.

- Eu fico feliz por ser o primeiro. - Ele a envolveu em um abraço terno e ela soluçou contra o peito dele.

- Pensei que tivesse esquecido. - Ela entregou entre lágrimas e ele aproximou seu rosto do dela, o suficiente para que ela lesse a verdade em seus olhos.

- Eu jamais esqueceria do aniversário da data mais importante da minha vida. - Ele completa, olhando-a com tanta doçura que seu coração aqueceu novamente. Como se cada pedaço quebrado voltasse ao devido lugar.

- Alex, eu... Eu sinto muito. - Ela chorou copiosamente ao recordar de como julgara mal o marido, notando que em cada uma das pétalas daquele buquê perfeito, havia preso um pedaço de papel embrulhado.

- Em cada uma dessas cinquentas pétalas, está contido um motivo pelo qual eu amo você. Você terá de ler um motivo por dia. - Ele sorriu docemente, seus braços passando em volta dela, trazendo-a para mais perto do peito. - E ainda assim, não couberam todos os motivos que fazem de você o amor da minha vida.

- Oh, querido, isso é muito doce. - Seu tom emocionado acalentando o coração de Alex.

- Vamos lá, encontre um motivo.

- Deixe - me ver... - Ela coçou a testa e alçou mão da primeira pétala que viu pela frente, o entusiasmo dificultando a abertura do papel.

"Eu te amo, porque você faz amor comigo todas as manhãs e renova as minhas forças."

- Hummmm... Não apenas pela manhã. - Ela brincou, despertando a risada que eles sempre compartilhavam quando ela o provocava, sua mente viajando para o momento perfeito que compartilharam na manhã daquele dia.

- Eu te amo. - Ele alisou seu rosto com amabilidade, seus dedos passeando pelos cachos loiros molhados e despenteados. - Me perdoe por fazer você sentir que eu a negligenciei. Fazia parte da surpresa.

Norma podia jurar que Alex conseguiria ouvir o ritmo acelerado de seu coração naquele instante. Não era mais ele quem lhe devia um pedido de desculpas ali. Ela houvera perdido a aliança de casamento que ele dera para ela, aquele anel que ele correra para encontrar no dia do casamento falso deles, e que foi mais do que qualquer coisa que outro homem tenha feito por ela.

- Preciso lhe contar uma coisa. - Ela chora novamente, odiando o modo como estava sensível.

- Não, eu preciso lhe contar uma coisa. - Ele a interrompe, sua voz firme fazendo Norma corar. Certamente ele já tinha notado a ausência do anel em sua mão. Ela sentia-se esmagada com a possibilidade.

- Quando eu era mais jovem, a minha mãe me chamou para conversar, um pouco antes de se internar, e me entregou algo de muito valor. - Sua mão tateou no bolso da jaqueta, à procura do objeto, e Norma começou a entender o que estava acontecendo.

- Ela me chamou e me entregou um presente, garantindo que o usara por muito tempo, mas que não fazia mais sentido permanecer com ele. - Sua expressão se suavizou, a lembrança mexendo com um lugar muito sensível de sua mente. - Ela me entregou seu anel de casamento e me pediu para, um dia, entregá-lo para a pessoa certa. Quando chegasse a hora.

- Alex, eu...

- Shhhh... - Ele elevou o dedo indicador até os lábios de Norma, sua necessidade de prosseguir deixando-o afoito.

- E eu soube, Norma. Eu soube quando chegou a hora. Desde o primeiro instante em que eu a vi na varanda do motel, naquela noite. Eu soube. Eu arrisco dizer que não foi apenas o seu coração que parou naquele instante.

Norma não pôde deixar de sorrir com a referência. Ela houvera confessado para ele, na noite do festival de inverno, que seu coração parou quando o vira pela primeira vez. No momento, ela julgara ser um sintoma de puro pavor, afinal, ele era o xerife e ela estava escondendo um cadáver.

Hoje, ela sabia que já era o amor encontrando um modo de se estabelecer, mexer com suas estruturas.

- Eu a encontrei tão dispersa e agitada... Ousando mentir para o xerife da cidade... - Uma gargalhada estridente foi compartilhada entre o casal. - Sua beleza natural mexendo com o meu coração - seus cabelos desgrenhados, a ausência de maquiagem em seu rosto. Ainda assim você era a mulher mais bonita que eu já havia visto. E também a mais corajosa. Vir até uma cidade desconhecida e cheia de desafios, com um filho adolescente para criá-lo sozinha... Você sempre me provou seu valor.

- E então, você levou o anel da sua mãe até o cartório, no dia do nosso casamento de mentira. - Ela fungou. - Enquanto eu não me preocupei em comprar um anel decente para você.

- Ainda está em tempo. - Ele brincou, seu sorriso mais aberto do que nunca, fazendo Norma lembrar do quão sombrio ele conseguia ser antes dela entrar em sua vida. O homem que ameaçara queimar sua residência até virar pó, era o mesmo homem que se transformou em um unicórnio, apenas para adquirir a habilidade mágica de acalmá-la.

- Houve um tempo em que eu prometi jamais ceder esse anel para alguém. - Ele prosseguiu sob o olhar fascinado de Norma. - E houve quem soubesse da existência dele e quisesse fisgá-lo. - Seu rosto se contraiu em uma pequena careta ao lembrar de Rebecca mexendo em suas coisas e cobiçando o anel.

- Ela me disse que quem o ganhasse seria uma mulher de sorte.

- Deixe-me adivinhar... A ruiva? - Norma revirou os olhos, a expressão de deboche brincando em sua face.

- Não vem ao caso. Tudo o que importa é que eu segui as orientações de minha mãe. Eu entreguei este anel, que representava muito para mim, para a mulher que eu amo mais do que imaginei que fosse humanamente possível.

- Creio que ela está orgulhosa de você, senhor Romero. - Ela piscou, a emoção preenchendo cada milímetro de seu ser ao conhecer a história daquele anel.

- Mas você poderia me explicar por quê retirou o anel do meu dedo e me fez passar o dia enlouquecendo dentro de casa à procura dele? - Seu sorriso se fechou numa expressão de reprimenda.

- Calma. Não estrague o momento. - Ele sorri alegremente, esquecendo por um segundo do que iria dizer, perdido no brilho singular da esposa. Daquela mulher que ele ama mais do que tudo.

- Eu retirei o anel do seu dedo, enquanto você dormia, por um motivo simples. - Ele inicia sua explicação, seu olhar determinado e perdido de amor vidrado nos enormes olhos azuis cheios de esperança. De repente, as palavras tornaram-se insuficientes, e ele se aproximou para plantar um beijo suave nos lábios de Norma, sua mão segurando a dela com ternura.

- Eu vou devolver o seu anel.

- Eu acho bom que o faça.

O som de suas risadas inunda o quarto, a vibração perfeita enchendo seus corações.

- Mas antes, eu preciso dizer que... - Sua voz falhou, um pouco embargada, e ele reprimiu as emoções por um momento. - Eu só quero olhar o seu sorriso todos os dias ao acordar, quero estar com você quando encontrar tudo o que precisa, quero que possamos caminhar e evoluir juntos, sempre cuidando um do outro, sempre cuidando para que a nossa felicidade continue por toda vida.

- Isso é tudo que eu quero. - Ela acariciou o rosto do moreno com adoração, seu coração palpitando de alegria a cada nova frase que ouvia.

- O destino nos uniu do modo mais irreverente possível e agora eu não sei mais como viver sem você. Não sei como ficar longe de uma pessoa tão linda, uma pessoa que simplesmente sabe exatamente como cuidar de mim, uma pessoa que me fez ver o mundo com olhos gentis.

Suas testas se tocaram delicadamente e Alex enxugou com brandura as lágrimas que desciam do rosto de Norma.

- Você... Você gostaria de se casar comigo, Norma?

A pergunta acertou o coração dela em cheio. Ela não podia acreditar no que seus ouvidos ouviam. Estaria ela sonhando? Aquele momento deveria ser fruto de seu sono iniciado há alguns minutos. Ela tinha de estar sonhando. E ela não queria acordar.

- Ca... Casar? - Ela questionou, emoção presente em seu tom. - Alex, você e eu já somos casados.

- Eu me refiro à um casamento de verdade. - Ele entrelaçou os dedos nos dela, seu sorriso nunca abandonando o rosto. - Com confete, flores, grinalda, com votos escritos por nós dois... Talvez, até padrinhos. - Ele entregou, seu interior agitado lhe impedindo de encontrar as palavras certas para aquele momento tão especial.

- Você me levou até o centro do seu coração. Deixe-me levá-la ao altar. Case-se comigo, Norma Louise Bates.

Norma não podia se imaginar em um momento de maior emoção que aquele. Em toda sua vida. Ela nunca pudera ser a adolescente apaixonada que agora vibrava dentro dela. Sua infância e sua juventude lhe foram tiradas da maneira mais dolorosa possível e ela foi obrigada a crescer antes do tempo, acreditando que contos de fadas não existiam.

 Mas Alex era seu príncipe encantado. Ele queria lhe dar uma grande festa de casamento. Ela seria uma noiva. Caminharia sob um manto cintilante com o mais primoroso dos vestidos para ir ao encontro de seu salvador. Para unir-se à ele diante de Deus. Ela mal podia acreditar que, depois de todo o sofrimento com o qual a vida lhe castigara, ela encontrara este homem perfeito. O homem mais amável do mundo. E agora, ele seria dela duas vezes.

- Eu aceito. - Ela assente sorrindo abertamente, não conseguindo disfarçar tamanha felicidade. E ela sente que se apaixona novamente por ele, seu olhar de ternura fazendo seu coração quebrar.

- Você me faz o homem mais feliz que já pisou sobre a terra. - Ele desliza o anel reluzente pelo dedo delicado de Norma, sabendo que é àquele lugar que ele pertence. Que nas mãos de Norma estão a vida e o coração dele.

Seus corpos à pouco centímetros de distância agora se unem num beijo apaixonado e o mundo inteiro desaparece diante deles. Aquele beijo encantado, mais necessário do que qualquer palavra.

- Agora, arrume-se, senhora Romero. Nós temos um jantar de aniversário para ir. - Ele quebra o contato, erguendo-se da cama, seu coração satisfeito por cada novidade surpreendente que era capaz de proporcionar à Norma.

- Alex, eu não escolhi nenhum vestido. Achei que fôssemos dormir.

- Você acha mesmo que eu perderia a oportunidade de fazer uma reserva no restaurante mais caro da cidade, no nosso dia especial? É o nosso primeiro ano. O primeiro de muitos. Anime-se. - Seu tom enérgico carregou para a fora toda a hesitação de Norma.

- Eu comprei um vestido para você. - Ele aproximou-se novamente, buscando do chão a sacola que continha mais um presente para ela.

- Eu acho que mudei de ideia. Eu quero sair. - Ela sorri animada, pendurando-se no pescoço dele. Ela realmente ama esse homem e o quão agradável ele pode ser.

- Meu Deus, ele é lindo! - Sua exclamação denuncia o quanto ela está satisfeita com seu vestido preto, que casaria perfeitamente com suas curvas delicadas, seus olhos brilhando de empolgação ao observar a peça. - Alex, obrigada. - Ela distribuiu pequenos beijos sobre o rosto sorridente do marido, dando a ele mais motivos para amá-la.

- Espera... - O braço dela alcançou um conteúdo a mais no fundo da sacola. - Você me comprou uma lingerie. - Ela exclamou empolgada ao avistar o conjunto de calcinha e sutiã de renda, ambos pretos, acompanhados de um espartilho e uma meia arrastão de mesma cor.

- Nós não vamos dormir em casa hoje. - Ele piscou malicioso, sua boca próxima do ouvido de Norma, a barba por fazer roçando seu pescoço, fazendo-a estremecer.

- E para onde o xerife vai me levar? - Ela provocou, passeando com as unhas pelo peitoral do moreno, sua voz rouca ao pé do ouvido seguida de um pequeno gemido.

- Para as estrelas. - Ele sussurrou, depositando as mãos na cintura de Norma e deslizando sobre seus quadris, seu corpo inteiro pedindo contato com o dela.

- Pensei que tivéssemos um jantar para ir. - Ela ponderou, o sorriso perverso brincando em sua boca antes que ela mordicasse o lábio inferior.

- E nós temos. Assim como também teremos todo o tempo de que precisamos para fazermos amor. - Ele se afastou com muito custo, plantando um beijo na bochecha dela. - Eu vou me arrumar agora. Vejo você em meia hora.

- Alex...

- Sim?

- Obrigada por tudo. Você foi... Perfeito. - As mãos dela o puxam de volta, segurando-no pela jaqueta, e eles compartilham um abraço.

- Obrigado por me permitir entrar para o time dos noivos. - Ele brinca com um sorriso largo nos lábios, em seguida pressionando um beijo em sua clavícula.

- Por que você não deixou para fazer o pedido durante o jantar?! - Ela pergunta, curiosa com o modo com que o marido planejou a situação.

- Eu conheço bem a mulher com quem me casei. - Ele responde sorridente, repetindo as palavras que ela dissera pela manhã. - Sei que você jamais aceitaria sair de casa sem o bendito anel.

Ela observa com afeição o marido se afastar, não antes de depositar um beijo estalado na palma de sua mão. E ela tenta segurar seu enorme sorriso, mas é inútil. Ela está feliz. Ela é feliz. Porém, seu esforço teria de ser um pouco maior para não entregar precocemente o presente que preparou para Alex naquela noite. Ele a torturou durante o dia inteiro, então não seria justo que ela não o fizesse esperar um pouco também.

Ela mal podia esperar para lhe contar que ele entrara para o time dos pais.


Notas Finais


Spoiler : 5 meses depois eles se casaram na igreja, Dylan e Emma foram os padrinhos e Kate a dama de honra. 4 meses depois, eu nasci. 🦄


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