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História Wedding Day (Dream Girl) - Capítulo 1


Escrita por: voldemin

Notas do Autor


fala galera, tudo bem c'ôcês?
eu tô bem
essa é minha primeira fic aqui e eu simplesmente comecei a escrever ela onze horas da noite e só terminei agr (01:36 AM)
eu fiquei viciada quando soube que tinha um ship para Diaz e a Linetti (que by the way são minhas personagens favoritas) e depois disso comecei ver interação entre as duas onde nem tinha, mas aqui vai... a primeira de muitas...
espero que gostem, conselhos são bem-vindos!
ah, por favor, sejam gentis e levem em consideração o tempo e as condições climáticas em que escrevi
aproveitem!
e que a season 8 tenha dianetti, #eurezoeveryday

Capítulo 1 - Dream Girl


Fanfic / Fanfiction Wedding Day (Dream Girl) - Capítulo 1 - Dream Girl

Rosa Diaz está nervosa, suas mãos soam e ela checa a cada dois minutos se o vestido está bem alinhado ao corpo. Puxa a cortina improvisada na sala de descanso e dá uma boa espiadela pela delegacia. Todo o esquadrão está presente, não é a quantidade de convidados que queriam, mas era o bastante, a sua família, bem, pelo menos, parte dela. Os pais infelizmente não viriam e apesar do pai ter aceitado ligeiramente melhor o fato dela ser bissexual, para ele ainda era muito complicado vê-la entrando numa igreja com outra mulher, então Rosa limitou-se apenas a aceitar o presente de casamento que os progenitores lhes deram.

Ela se afasta, ver o esquadrão não está ajudando seu nervosismo. Deus, ela daria tudo para ver Gina agora e ganhar alguma provocação sobre seu estado, um beijo viria a calhar também, mas Boyle não permitiu nem ao menos que se vissem sem os vestidos, a secretária prometeu dar a Charles uma trégua das piadas e deixá-lo aproveitar o dia como Dama de honra.

Gina, ela estava se casando com Gina, quem em milhares de anos diria que Rosa Diaz e Regina Linetti fossem se casar um dia? Gina era a personificação dos cem emojis, engraçada, tagarela e Rosa era Rosa, durona, odiava conversa fiada e adorava beber em silêncio, mas Diaz amava ouvi-la falar. Horas e horas conversando sobre coisas aleatórias, apresentando à detetive argumentos convincentes de como poderia facilmente dominar a raça humana só com seus passos de dança, mas geralmente a conversa tomava outro rumo e elas terminavam no quarto de Gina fazendo amor.

Amor. Fazer amor com Gina cairia muito bem agora, Rosa também amava fazer amor com ela, adora sentir as unhas dela nas costas, arrepiando cada pelinho no corpo da latina, a voz ficando rouca de tesão e fazendo exigências do que Diaz tinha que fazer com a boca e ela obedecia com um sorriso presunçoso enquanto arrancava gemidos baixinho da outra.

Diaz? Preparada? — A cabeça de Terry aparece no cantinho superior da cortina. 

E se ela desistir de se casar comigo, Sarge? — O sargento sorri, Terry ama o amor, e ele conseguia sentir o amor de Rosa por Gina.

Duvido muito, ela tem falado desde de que chegou sobre como quer fazer amor com você em todos os cantos do hotel. — Rosa ri da careta de desconforto do superior. — Olha, Terry ama o amor, mas foram detalhes demais para cabeça dele.

Ela tem razão, mal posso esperar para fazermos amor.

Por quê? — Terry se indigna com a ousadia da detetive. 

O sargento se afasta da cortina e é Boyle quem a ultrapassa agora.

Ro-Ro, está preparada? é você quem vai entrar primeiro, — Diaz pega o buquê sobre a mesa. — Gina quer que você vá primeiro porque não quer que todos fiquem admirando ela ao invés de você enquanto entra.

Como eu estou, Charles? — Rosa quer estar linda para Gina.

Incrível, Gina é uma mulher de sorte. E eu nem vou mencionar o fato de Gina e eu termos sido irmãos e transado casualmente. 

Uhg… Nojento, Boyle. — Diaz se limita a apenas ameaçar o amigo com um soco. — É hora do show.

Ah… Ro-Ro, espera um instante… Eu volto já. — A detetive quase perde a pouca paciência que ainda lhe resta, mas aguarda.

Boyle está demorando e ela quase atravessa a sala até o altar improvisado da delegacia quando ouve algo bem familiar

Mi hija? — o canto dos olhos da detetive se enchem, não pode ser verdade, eles disseram que não iriam.

Pai? — Rosa se vira, sem acreditar, mas abre os braços mesmo assim e recebe o pai num grande e apertado abraço. — Mas…

Não achou que eu perderia esse grande dia, não é? — o homem sorri. — Quero dizer… nós.

Ela veio? — O pai de Rosa confirma em um aceno. — Como? Eu pensei que…

Sua noiva. Há uma semana, ela e Jake nos visitaram e ela nos disse algumas verdades… — Diaz sorri afável, Gina tinha mentido sobre os dois irem a uma reunião de alunos do ensino médio. — Não a deixe escapar, Mi hija. Bom... ouvi dizer que o casamento vai começar, então… — Ele estende um dos braços à Rosa, que o laça gentilmente.

Scully começa a cantoria, a cada passo que dá, Diaz sente o coração bater mais forte e o nervosismo quase sumindo, ela dá um oizinho à mãe, feliz por ela estar ali. Vê todo o esquadrão, Jake e Amy lhe sorriem cheios de orgulho, Boyle enxuga dramaticamente as lágrimas, enquanto é acompanhado por Terry, o Capitão Holt está imponente em seu terno e um sorriso carinhoso no rosto, Hitchcock comovido pela cantoria do amiga, a mãe de Gina havia viajado para a Malásia num cruzeiro para mulheres casadas que procuravam um novo marido. Mas toda a sua família estava ali e isso fez todo o nervosismo sumir. 

Ela para ao lado esquerdo de Holt.

A cantoria para e dá lugar a uma nuvem de fumaça branca e densa, há um rádio na extremidade da delegacia que toca My heart will go on por apenas alguns segundos e dá lugar a alguma melodia que Rosa não sabe dizer qual é, e então Gina Linetti surge na fumaça, dançando e Diaz sorri porque aquilo é totalmente Gina.

Todos estão hipnotizados pela beleza cômica de sua dança, ela flutua até o altar e Rosa não pôde deixar de sorrir.

Ei gata… — Diaz ri, amava aquela idiota. — Você tá bem bonita.

Você também está linda. 

Oh, essa coisa velha… Eu ia usar no casamento do Jake e da Annie. — Amy olha o marido, incrédula. Rosa sorri de novo.

Ela sabe que seu nome é Amy, Ames. — Jake a tranquiliza

Estamos reunidos hoje para celebrar a união de Rosa Diaz e Gina Linetti… — A detetive não consegue parar de sorrir. — Acredito que vocês tenham escrito os votos…

Eu gostaria de começar. — a latina anuncia. — Regina Linetti, eu amo o fato que você me faz rir, que você fale tanto que eu não tenha que falar, que você assista todos aqueles filmes antigos só porque eu gosto e eu te amo porque você é incrivelmente bonita e gentil sem perceber. — Rosa coloca a aliança no dedo da secretária. — Eu passei grande parte da minha vida procurando uma alma gêmea quando, na verdade, ela estava bem na minha frente porque apenas almas gêmeas dividem banheiros secretos e cobertores de lobo.

Eu também me amo.  — Todos riem. — É sério agora, e eu não costumo ficar séria. Eu te amo, Rosa Diaz, amo que você seja toda durona e irritadiça, mas que no fundo, pessoal… é uma verdadeira gatinha manhosa. Amo que você ria das minhas piadas, que dance comigo nos finais de semana e eu amo demais fazer amor com você e não vejo a hora de sairmos daqui para eu beijar esse seu corpo inteirinho. — Gina coloca a aliança em Rosa.

Bom… Depois desta breve prévia de um coito, eu vos declaro casadas. Podem se beijar.

Em meios aos aplausos, Rosa e Gina se beijam apaixonadamente, mas se separam brevemente.

Desculpe, senhor e senhora Diaz, mas a filha de vocês e eu fazemos um casal muito gostoso.

Beijam-se mais uma vez, mais longo e apaixonado desta vez, agora Rosa Diaz estava oficialmente casada com Gina Linetti, a garota dos sonhos dela.


Notas Finais


espero que tenham gostado!


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