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História Welcome, The Hell - Capítulo 6


Escrita por: THEvring e OLagarto

Notas do Autor


Capítulo Extra
Atenção, este capítulo possuí crimes contra a humanidade, como: Tortura, Canibalismo forçado e Homicídio, se eu não citei algum, peço para que me perdoem.

Capítulo 6 - Palm;Lezen


 Algum tempo antes do torneio

Adam está correndo nos corredores da base da resistência, após ver um integrante da resistência sendo salvo por um garoto, e abre a porta de uma das salas que estão presentes, Lezen com seu poodle, Fuhrer, Palm com seu mordomo, Cal e Sônia sentados em uma mesa, Fuhrer olha para Adam e diz:

-Finalmente chegou, sente-se vamos começar.

Adam vai até a mesa e se senta em uma das cadeiras e fala:

-Eu tenho uma recomendação, se lembra do garoto de chapéu que eu disse que cuidava? Ele é minha recomendação.

Sônia marca algo em seu caderno e Fuhrer diz:

-Muito bom que encontrou alguém para recomendação, o rei vai ter uma reunião e o melhor momento para fazer o teste é hoje.

-Podiamos usar máscaras ao invés do capacete, é mais fácil de tirar e as runas cabem propriamente – Fala Sônia.

-Isso é perda de tempo – Diz Adam com os pés em cima da mesa.

-Tire os pés da mesa – Diz Lezen com o mesmo rosto de sempre, de raiva – E PARA De Fazer...migalhas – Diz Lezen ao virar para Palm que está fazendo migalhas de propósito.

-Palm, temos um prisioneiro, cuide dele depois e qualquer coisa já sabe o que fazer, ótima ideia Sônia, combinam com as roupas e são básicas, vamos pôr expressões nelas, agora, prossigamos com a reunião – Fala Fuhrer e eles continuam a reunião até a hora do Teste.

Após o torneio

Um homem gordinho vai indo na direção do prisioneiro com a esperança de ele falar algumas informações reveladoras sobre reino, as roupas que o prisioneiro usava pareciam com as de soldados do reino, a resistência os definiu como uma organização do reino para bater de frente com eles, quando ele chega perto da porta da "cela" onde se encontra o meliante, Palm abre a porta e logo em seguida ele fala com o prisioneiro.

-Boa noite senhor,me chamo Palm – Palm dá uma mordida em uma rosquinha que estava na mão – Soube que tem algumas informações que podem ser úteis para nós, o que acha de cooperar conosco? Quem sabe você ainda tem chance de sair ileso – Palm estaria falando em um tom um pouco gentil e ameaçador. O homem simplesmente olhando para ele enquanto está acorrentado à parede prefere não responder mantendo um mistério em torno dele, onde a única coisa que ele faz é olhar para os lados e dar um sorriso de canto um pouco maléfico, mostrando que está mais do que decidido não falar nada.

-Parece que você que não gosta de falar com pessoas gentis não é mesmo? Parece que vou ter que mudar meus métodos para fazer você abrir a boca. – Palm dá mais uma mordida na rosquinha enquanto solta esta pergunta para ver se ele sai desse personagem quieto onde parece não avançar em nada, ele continua em silêncio, Palm solta um suspiro como se fosse se acalmar para pensar melhor sobre tudo e achar uma maneira de manipulá-lo, então respira fundo e começa de novo.

-Vamos cooperar amigo, o que acha? – Palm fala de uma forma mais sugestiva para com que ele falasse e acaba com o prisioneiro lhe respondendo com uma gargalhada por que Palm estava falando de boca cheia.

-HAHAHAHAHAHA!!!, sério? É isso que vocês usam para interrogar um preso de vocês? Tudo isso é patético e muito amador, essa bosta de resistência é uma vergonha, vocês não passam de pessoas mimadas querendo algo egoísta somente para vocês! Um pensamento tão superficial que chega a dar nojo, a única coisa que eu vivo e sonho é pela morte do Fuhrer para que vocês caíam junto com ele - Ele responde da forma mais raivosa e debochada.

-Bom, acho que você foi o amador aqui amigo, tudo o que eu falei foi para que você se irritasse o bastante para botar tudo para fora - Palm fala com um tom de superioridade, ele o usou sobre a raiva para ver até onde ele aguentava ser provocado, mais foi muito fácil para ele, nem ao menos necessitando do uso da “manipulação” para arrancar seu silêncio.

-Inteligente devo admitir, mas se acha que isso é um progresso só por que eu falei, você deve estar muito enganado, até por que vocês não sabem com quem estão se metendo. – Diz o prisioneiro dando um sorriso enquanto olha diretamente para os olhos de Palm, o encarando, os dois ficam se encarando em silêncio por um tempo.

-Obrigado, mas eu também acho que você deveria parar de achar o superior aqui, senhor Hedrick, sim, eu sei seu nome, eu pesquisei muito sobre o senhor, sua família é muito bonita sabia? – Diz Palm, pela primeira vez, Hedrick arregala os olhos como uma expressão de medo e surpreso onde aparentou que o Palm nem se esforçou para descobrir sobre seu passado e com isso Palm continuou falando.

-O que foi? Por que se calou? Essa expressão deliciosa em seu rosto. Não sabe como eu descobri isso. Está confuso! Sua mente é estranha, bem difícil adentrar nela, mas eu consegui, foi uma pena não consegui tirar muitas coisas de você como eu esperava, parece que vamos ter que trocar a forma e os métodos para tirar algo de você, então tenha uma boa vida senhor Hedrick – Sem o deixar o responder, Palm se levanta e caminha até a porta, ele o abre olha para trás e dá um sorriso irônico para Hedrick e fecha a porta.

-Parece que é a vez do cabeça de pelo, avise ele e avise ao Fuhrer sobre a localização no mapa. Vou ir dormir um pouco. - Diz Palm enquanto o mordomo vai até o escritório do Fuhrer, Palm passa por Lezen indo até a prisão junto com um membro da resistência usando máscara de gato segurando um bastão de metal.

Lezen chega na sala e se encosta na parede olhando para Hedrick e fala:

-Bota ele pra dormir.

A garota com máscara de gato entra na sala e bate na cabeça do Hedrick “apagando” ele com apenas um golpe.

Hedrick acorda amarrado em uma cadeira de couro e Lezen usando um avental e limpando a mesa, logo ele olha para trás e percebe Hedrick acordado, Lezen tira o avental e o pendura em um cabide e coloca um chapéu de comandante, o local está um luxo apesar da grande quantidade de máquinas de tortura, apesar de serem de tortura e deviam estar repletas de sangue, elas estão brilhando mesmo com um único lampião aceso no centro da sala, Lezen pega uma cadeira e se senta na frente dele, logo ele fala baixinho:

-Olá, meu nome é Les Zentario, mas me chame de Lezen assim como todos aqui, eu sou responsável por tortura, e quando digo tortura, quero dizer TORTURA, entendeu?

Hedrick aproveita que está sem algo tampando sua boca e cospe na roupa de Lezen, Lezen sorri e fecha os olhos com um sorriso raivoso, ele se levanta repentinamente e aponta o dedo para Hedrick, mas recobre a paciência e tira um pano branco do bolso, e limpa o cuspe, logo coloca o pano em cima de uma pia ali e retorna para a cadeira na frente de Hedrick e diz:

-Você tem sorte do meu neném estar dormindo aqui hoje, por que se não, sua voz ecoaria pela resistência inteira.

-EU NÃO ME IMPORTO!! – Hedrick grita e acorda Brutus, Lezen pega uma faca e enfia na coxa do Hedrick, sem que ela atravessasse e deixa lá.

-Não sangre muito, cadeiras de couro são difíceis de limpar, as manchas não saem e você acordou o meu neném, eu disse para NÃO GRITAR, mas você GRITOU E GRITOU ALGO QUE EU NÃO GOSTEI, agora quero que você sofra em silêncio e me diga o que eu quero, compreendeu? SEM GRI-TAR! O Meu Neném não gosta de gritos. – Fala Lezen que no meio grita durante a frase fazendo expressões que parecem não mudar muita coisa uma da outra.

Lezen pega um bisturi e um anel com runas e o coloca, Lezen usa o anel em Hedrick, fazendo um manto em volta dele e fala:

-Isso vai evitar sangramentos na minha cadeira e na minha sala, mas não tudo, então não sangre muito e não grite.

Lezen bota o bisturi um pouco perto do ante braço do Hedrick e faz um pequeno corte e fala:

-Sabe de alguma carga do rei, ou alguma informação útil?

-Isso não vai funcionar – Responde Hedrick.

-Era uma vez um garotinho que não tinha amigos – Lezen enfia mais para dentro da pele dele e continua com a história – ele encontrou uma garota que dizia ser amiga dele, mas ela começou a ficar estranha e criou uma “resistência” eu entrei na tal resistência que ia contra os valores do rei merda, mas um dia O FILHO DA PUTA PEGOU E MATOU ELA NA FRENTE DE TODOS E FORÇOU O IRMÃO DELA FAZER ISSO – Lezen corta perfeitamente um retângulo no ante braço do Hedrick e puxa com tudo, respingando sangue para os lados, Hedrick grita de dor e Lezen tampa a boca dele com o pedaço de pele que arrancou. – SEM GRITAR PORRA EU FALEI CLARAMENTE PARA NÃO GRI-TAR.

Lezen tira o pedaço de pele do a boca de Hedrick que parece ter entendido e fala:

-Eu conto tudo, só me deixa explicar propriamente.

-Que peninha, devia ter aceitado a primeira oferta de amizade, mas você cuspiu em mim cara. – Lezen faz como se já tivesse feito isso várias vezes e enfia o bisturi em baixo das unhas e em um movimento rápido arranca cada uma delas de ambas as mãos, Hedrick dá um grito na última unha arrancada, e Lezen enfia os dedos dele na garganta do Hedrick e tampa a boca dele logo em seguida, Hedrick vomita, e fica sentindo o vômito, Lezen solta o bisturi e aperta a garganta dele. – Engula. – Hedrick parece começar a lacrimejar, Lezen solta a garganta dele e Hedrick engole, Lezen dá um sorrisinho e deixa de tampar a boca dele – Vai me contar agora.

-Você é maluco porra – Hedrick respira bem – O Rei têm uma carga de armas, alimentos, tecido e ouro, vai passar pelo vale dos gritos durante a noite. E é isso que eu sei.

-Bom garoto, demorou mas falou, vamos fazer uma brincadeira, o Brutus não gosta de barulho, e eu não gosto que sujem minhas coisas, então, vou fazer o seguinte, não quero te matar, então eu vou cortar seus dedos, se você gritar perde as pernas, e se você gritar duas vezes você têm que engolir os dedos, entendeu? E assim vai – Lezen fala tirando duas espadas que estavam na parede, a espada é personalizada e se parece um bastão.

-Por favor, me deixa ir, eu quero ir ver minha esposa. – Hedrick começa a chorar e falhar a voz.

-Eu não posso. – Uma energia permeia ambas as espadas, ela aparenta ser algum tipo de gás. – É o meu trabalho.

Lezen corta os dedos mindinhos de cada mão e Hedrick parece morder seu lábio para não gritar, Lezen suspira e corta o dedo anelar da direita, Hedrick puxa o ar para dentro e no momento que ele solta o ar, Lezen corta o anelar da esquerda, Hedrick grita e fecha sua boca rapidamente com seus olhos arregalados, Lezen sente superioridade e faz um corte na perna do Hedrick e fala:

-Eu tinha dito, sem gritar.

Lágrimas continuam a escorrer pelo rosto de Hedrick e Lezen corta o dedo do meio de cada mão e corta os outros juntos, Hedrick quase solta um grito mas se segura, Lezen faz cortes na perna do Hedrick e se parece com uma flor, Lezen corta a perna direita de Hedrick com facilidade, Hedrick continua inspirando e expirando com muita dor, a visão de Hedrick está embaçada e ele pode ver todo o sangue saindo da sua perna e seus dedos, Lezen sorri e fala:

-Eu gosto de Salem, e gostava de como as flores cheiravam, era tão bom aquele lugar, Salem era o reino das flores, hoje são... – Lezen vê Hedrick de guarda baixa e enfia a espada em seu abdômen e corta a outra perna logo depois, Hedrick dá um grito – APENAS CINZAS!!!, CINZAS HEDRICK.

Lezen soca Hedrick com muita força e abre a boca dele e coloca o dedo decepado do mesmo ali dentro, Lezen fala:

-Dá forma que quiser, mas têm que engolir, um por um.

Hedrick mastiga seu próprio dedo indicador até um momento que ele consiga engolir e engole, logo ele fala:

-Me dê mais, eu quero ir logo ver minha esposa.

Lezen pega mais dois, o polegar direito e o mindinho esquerdo e coloca na boca do Hedrick, Hedrick faz de tudo para mastigar até onde pode e tenta engolir, mas se engasga e começa a tossir muito, Lezen enfia os dedos lá dentro e tira ambos os dedos mastigados, Lezen fecha os olhos diz:

-Você não engoliu, últimas palavras?

-Espero que possa sentir o cheiro das flores novamente, seu filho da puta – Hedrick sorri e fecha os olhos

-Já ouvi muitas coisas assim e vou lembrar de você e dos outros que falaram isso, seu porco. – Lezen coloca as espadas em forma de tesoura no pescoço de Hedrick e o corta com facilidade.

Lezen se senta na cadeira que ele preparou para ele mesmo e tira um coelhinho de pelúcia de seu bolso, ele olha para o coelhinho e diz:

 -Seu sono eterno não será em vão Sophia, não é mesmo? Brutus.



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