História Welcome to Arizona - Interativa - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Self Inserction, Sexo, Suicídio, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá, sei que prometi postar ontem, porém fiquei sem internet em casa, porém espero muito que aproveitem esse primeiro capitulo.

Capítulo 4 - Capitulo Um


Casa de Olívia Ramos - 07:30 a.m. - Segunda (Primeiro dia de aula)

A casa já havia abrigado vários moradores, mas nenhum com a complexidade da família Ramos, um refúgio em uma das colinas áridas que rodeiam a cidade, a casa de cinco quartos e um belo terraço acomodava agora somente três recém chegados em Bisbee.  

Olívia não ouviu seu despertador, mas sim sua mãe gritando do andar de baixo da casa de dois andares. Ao abrir os olhos só conseguiu ver seu quarto tomado pelas caixas da mudança e foi difícil para a menina achar uma roupa para vestir. Não comeu naquela manhã. E mal cumprimentou os pais, passou reto pela cozinha onde o casal estava, somente gritando um “tchau”.

SR. RAMOS: Boa sorte, mija! - A herdeira Ramos não se deu o trabalho de responder, e somente sussurrou um “tanto faz” ao sair da casa relativamente grande, na parte norte da cidade.  

Não sabia dirigir, porém hoje era um péssimo dia para Olívia pegar o ônibus da escola, não conhecia ninguém e não apreciaria ficar em um lugar cheio de hormônios e jovens barulhentos. Tendo em vista esses aspectos, uma caminhada de vinte minutos ao sol nascente parece um ideia maravilhosa.

 

Bisbee High School - 08:00 a.m. - Segunda (Primeiro dia de aula)

O dia estava quente, nada que fizesse Rhiannon não usar sua jaqueta de couro, herdada de seu tio há anos, hoje o homem se encontrava na prisão estadual do Arizona, algo pouco comentado pela parentela Walker, até porque comunicação era algo que falhava no trailer da família. A jovem se encontrou com seus melhores amigos Dante e Baltazar no depósito ao céu aberto de mesas do refeitório e carteiras quebradas, na parte de trás do colégio.  Os primeiros tempos seriam no auditório e trio não pretendia estar lá.

 

RHIANNON WALKER: Fumando a essa hora, Kayode? - Se referiu à Dante pelo sobrenome.

DANTE DEMPSEY: Vou acender essa merda com o fogo do seu cú, Walker. - Os amigos riram. Rhiannon deitou ao colo de Baltazar em cima de uma mesa e logo acendeu um beck também, compartilhando com o ruivo.

 

Do outro lado do colégio, no auditório, os alunos de aglomeravam para encontrar um lugar disponível. Os professores se colocaram nas fileiras a frente e a maioria dos pupilos preferia se sentar nas últimas cadeiras.

O diretor Moretti dava as boas vindas ao mesmo tempo que os estudantes comentavam sobre suas férias aos amigos. Nada muito diferente de Analú, que comentava sobre sua viagem para a Califórnia com Nick, Jade e KC.

 

NICK MORETTI: E tinha muitas garotas bonitas lá? - Riu ao tentar manter a pose de macho alfa. Jade deu um leve tapa no braço que estava a abraçando de lado. Poucos realmente sabiam da sexualidade do garoto, e Jade não é uma delas, fazendo sua paixão pelo loiro ser inocente e inalcançável.

ANALÚ MOEMIO: Nada comparado às garotas daqui. - Seus olhos foram de cima a baixo à fisionomia de KC, que sorriu ao notar a safadez da amiga.

KC VERUS: Falando em meninas bonitas, viram quem voltou? - Os outros três negaram não dando importância. - Nina Watson.

ANALÚ MOEMIO: Ela voltou? Explica isso?

JADE DURAND: Quem é essa?

KC VERUS: Logo você vai descobrir. Encontrei com ela ontem.  No Pop´s.

 

Mal sabiam que Nina procurava os amigos pelas cadeiras do local, perguntou à irmã se ela os havia visto porém Arya negou acreditando que o grupo havia decidido matar aula, e que Nina poderia se reencontrar com seus melhores amigos na hora do almoço. Porém a loira Watson estava mais preocupada em mandar mensagens para KC, indagando o que a morena quis dizer na noite anterior. KC esqueceu seu celular em seu apartamento no centro da cidade.

 

Perto das irmãs Watson estava sentado o jovem McLoud, que não mostrou objeção ao Olívia perguntar se poderia sentar ao seu lado. Ambos não tentaram puxar assunto porém são observadores natos e em pouco tempo comentavam sobre a babaquice de alunos e idiotice de professores, e nem o Sr. Moretti se salvou da conversa.

 

OLÍVIA RAMOS: E o que acha dele? - Apontou para o diretor que ainda discursava ignorando os olhares tediosos.

CHRIS MCLOUD: Família perfeita, emprego com ótima remuneração e ainda dá para ficar de olho nos filhos, amigo do prefeito. Esses são a fachada do que tem de pior nessa cidade. Mas, se você tiver dinheiro, acho que tudo bem.

OLÍVIA RAMOS: Dinheiro não é desculpa.

CHRIS MCLOUD: Aqui é, não depende do que você faz, depende de quanto você tem. Logo vai aprender com quem pode andar, e com quem é melhor não ficar. È por isso que prefiro ficar sozinho, todos nessa cidade estão condenados a falso esclarecimento e conformismo.

 

O tempo passou como se o relógio estivesse parado, e quando o velho Moretti finalizou de recitar suas regras e conselhos todos saíram correndo para o refeitório para uma das refeições mais importantes do dia. O local já estava cheio quando Nina chegou, já separada de sua irmã que fora falar com amigos, viu o seus, porém notou algo diferente, eles simplesmente não pareciam mais seus amigos. Não por conta de trejeitos ou vestimentas, havia mais alguém ali, e que aparentava demandar toda atenção de seus companheiros de grupo.

 

KC VERUS: Acho que agora você entendeu. - Disse chegando por trás da loira, já com sua bandeja.

NINA WATSON: Quem é ela?

KC VERUS: Vem. - Fez a recém chegada lhe seguir.

Poucos passos as distanciava do grupo e o todo o refeitório parou em perfeita sincronia para observar o épico reencontro, seja por que Nina era a antiga rainha da escola, seja porque Jade é a nova.

KC VERUS: Vejam quem eu achei! - Se empolgou ao ver Analú e Nicholas boquiabertos.

NINA WATSON: Saudades? - Sorriu cínica e se sentou à mesa. Virou para Jade. - Muito prazer, Nina.

JADE DURAND: Jade. Eu deveria te conhecer?

NICK MORETTI: Nina costumava ficar com a gente, antes de você chegar, e ela ir. - Analú ainda não acreditava no que via, precisava respirar, ou pelo menos sair daquele lugar. Saiu sem falar nada, despertando curiosidade de KC, que só não foi pois acreditava que estaria perdendo muito mais se saísse.

NINA WATSON: Melhor eu me apresentar direito então. Nina Watson, pode perguntar para qualquer um, todos na cidade me conhecem, femme fatale como costumam dizer, então só não fique no meu caminho que podemos ser grandes amigas. - Deu um leve sorriso e saiu atraindo olhares de todos, precisaria recuperar seu reinado, mas não sabia como. KC a seguiu rapidamente, deixando Nick tenso e Jade enrolando a ponta de seu cabelo, se sentindo desafiada, bom, ela gosta de desafios. - Eu não gostei dela. - Disse séria sem olhar para KC ao seu lado. - Ainda é redatora do jornal?

KC VERUS: As coisas mudam, mas achar alguém melhor que eu nesse cargo é impossível.

NINA WATSON: Vou precisar da sua ajuda.

As aulas passaram como nuvens em um céu chuvoso, rápidas mas tenebrosas. Dante saiu com Baltazar pela cidade, riam alto e com as cervejas em mãos se sentiam invencíveis, logo chegaram na casa do menino Dempsey, que era perto da escola e no meio do caminho para a casa do ruivo. Foram direto para o galpão no quintal, na “toca” só entrava Dante e seus amigos, nada de pais, autoridades ou diretores. A noite foi boa, Bolt caiu no sono até Rhiannon entrar gritando sobre uma festa fora da cidade.

 

Galpão da casa dos Dempsey - 20:00 p.m. - Segunda

BALTAZAR WERNECK: Amanhã tem escola, Walker.

RHIANNON WALKER: O filhinho do diretor não pode chegar em casa tarde nem um dia? - Debochou e o ruivo mostrou o dedo do meio.

BALTAZAR WERNECK: Sério, eu preciso ir. - Não se preocupou em dar outra desculpa, quando ele precisava ir os amigos sabiam que iria transar ou dormir, e saiu abraçando de lado a amiga decepcionada.

RHIANNON WALKER: Danny?

DANTE DEMPSEY: Tenho que ajudar meu tio na academia, desculpa Rhi. - A jovem suspirou "homens", roubou uma garrafa de tequila que estava perto do sofá e saiu falando que “Kayode” lhe devia uma.  

 


Notas Finais




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