História Welcome to Landerland - Interativa - Capítulo 3


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Palavras 1.266
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Drogas, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


•°•°•°•°•abscôndito•°•°•°•°
adjetivo

Oculto; mantido em segredo ou encoberto: dinheiro abscôndito.

Escondido; cuja identidade ou procedência não se quer mostrar.

[Gramática] Forma mais usada: absconso.

Etimologia (origem da palavra abscôndito) Do latim abscondìtus.a.um.

❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤

Sim !!! O Gif é da nossa diva Madeleine Petsch ❤❤❤❤ aqui ela é a  Verônica Blood, contorcionista ❤❤😏

Alguns capítulos terão Gifs de personagens então não se desespere ❤

É a segunda vez que atualizo essa fic, mas preciso urgentemente cuidar das outras 😭

Boa leitura ❤

Capítulo 3 - Abscôndito


Fanfic / Fanfiction Welcome to Landerland - Interativa - Capítulo 3 - Abscôndito

Verônica entra pela porta dos fundos da boate onde trabalha a quase 3 anos, ela nem aparentava mais ser aquela garota indefesa e amedrontada que implorou por um emprego. Hoje, ela entrará no local com um sorriso irradiante comprimentando todos que passavam por ela, e preparada para satisfazer a vontade de seu chefe. 

Caminhou direto ao camarim e comprimentou as garotas que já se encontravam ali, todas bem vestidas e preparadas para o show.

Parou em frente ao espelho, retirou o batom vermelho da bolsa, e desenhou seus lábios.

A boate tem duas funções primordiais: funcionar como uma casa noturna normal e ser o palco da maioria dos shows reservados de Verônica.

Seu chefe, Peter Rossi, entrou no camarim e segurou a ruiva pela cintura, ela estava ali a tanto tempo que sabia quando recebesse carinho extra era porque os homens desejavam algo.

Ela retirou as mãos dele de seu corpo e revirou-se com um sorriso esboçado em meio ao batom.

— Precisamos conversar — disse, e o sorriso malicioso em seu rosto já tinha sumido.

Verônica ajeitava sua roupa vermelha neon, na verdade bem chamativa. Peter não conseguia tirar os olhos da garota, além de olhar muito para os lados, como se estivesse hesitando em dizer.

— Diga logo ! — gritou, sua face não estava nem um pouco amigável, e sim impaciente. — Tenho um cliente, hoje à noite e mais o que fazer na parte da tarde.

— Há um choque de horários! Duas marcações, na mesma hora, para amanhã...

— Porra ! — xingou antes que terminasse, e o encarou irritada e continuou: — Resolva isso ! — Rugiu, ainda encarando.

— Não é fácil assim. Os dois clientes estão irredutíveis e não querem atrasar ou adiantar o horário agendado — o homem olhava para os lados amendrontado.

Verônica deu mais um passo à frente, o som dos seus saltos batendo no chão embrulhou o estômago do mais velho. Era evidente que ela conseguia impor certo medo nele quando se aproximava. 

— Ache um jeito..— Verônica murmurou e suspirou.

— Mas..

— Quieto! — vociferou, então continuou: — Se não consegue adiar nem desmarcar um horário, como posso confiar a você o agendamento das clientes que vêm ao club secreto exclusivamente para me ver ?! Me diz ! — a última frase pareceu uma bronca, a ruiva estava pronto para desferir um tapa no rosto de seu chefe.

— Você está irritada, isso é normal. Eu... 

— Irritada ? — Vêe chegou mais perto ao interrompê-lo, ficando a centímetros da sua face. — Você nunca me viu irritada ! E é melhor não ver ! 

O homem se apequenou na frente da jovem stripper, notou medo e tensão brotando nos pequenos olhos do moreno mais velho. 

— Eu... Vou... Resolver. — balbuciou Peter, um pouco apavorado. 

— Eu sei que vai  — ela sorriu repentino e maliciosamente, subitamente sua expressão mudou de sádica para inocente. — Com licença, preciso conseguir mais almas para ganhar um aumento.

40 minutos depois...

Mais um vez, mais um homem estava algemado a uma cadeira, ainda cedado, em sua boca estava grudada uma fita adesiva impedindo que gritasse ou fizesse barulho. 

De repente, uma música começa a tocar no ritmo lento:

My boy's being sus

 [Meu garoto está sendo suspeito]

He was shady enough but now he's just a shadow

[Ele era sombrio o suficiente mas agora ele é apenas uma sombra]

My boy loves his friends 

[Meu garoto ama seus amigos]

Like I love my split ends

[Assim como eu amo minhas pontas duplas]

And bye that I mean

[E com isso eu quero dizer]

He cuts em off

[Que ele os corta fora]

Verônica saiu das sombras com um chicote nas mãos e retirou agressivamente a fita da boca do cliente.

— Isso é alguma brincadeira de sadomasoquismo ? — perguntou o homem brincando enquanto ria.

O homem tinha chupões vermelhos em seu pescoço, e por mais que tentava lembrar não conseguia, após transar com a ruiva não recordava as lembranças daquele momento.

Então a música tomou um ritmo mais rápido: 

My boy, my boy, my boy

[Meu garoto (3x)]

He ain't a man and sure as hell ain't honest

[Ele não é um homem é com certeza não é honesto]

My boy's being sus and he don't know how to cuss 

[Meu garoto está sendo suspeito e ele não sabe como praguejar]

He just sounds like he's tryna be his father

[Ele apenas soa como que se estivesse tentando ser o seu pai]

My boy's an ugly crier 

[Meu garoto é um feio chorão mas ele é um lindo mentiroso]

— Eu cometi um erro em conhecê-lo, Marvin. Agora, você vai pagar por isso..— sua voz saiu meiga, porém uma lágrima psicodélica desceu de seus olhos manchando a maquiagem e levando o preto do lápis a bochecha róseas.

Caminhou demoradamente até o homem e rodeou a cadeira ficando atrás dela, aonde o cliente não pudesse vê-la, então bruscamente ela laçou o pescoço dele com o chicote impedido-o de respirar.

A música continuava a tocar repetindo as estrofes, enquanto ela apertava a corda de couro no pescoço do homem que se sacudia tentando se soltar — Inutilmente.

My Boy, my friends i love my split ends

[Meu garoto, eu amo, amo, amo garotos]

My boy

[Meu garoto]

Alright dude, go trip over a knife 

[Ok, garoto, vá tropeçar numa faca]

My boy, my boy, my boy

[Meu garoto (3x)]

Até que o homem parou de resistir, e Verônica notado que já estava morto.

Peter adentrou a sala lentamente e só depois de engolir seco e quase perder a voz, ele disse:

— Tem um homem lá fora, querendo falar com você — quando chegou ao cadáver abriu um baú que velozmente sugou a alma do antigo cliente de Verônica.

Ela demorou para similar, então presumiu que era sua mãe. Impossível ! Pensou por outro lado, sua mãe nem sabia do tal "emprego". Descartou a mesma, e voltou a  imaginar. Quantas pessoas queriam lhe vez ? Em um instante pensou como alguém queria vê-la ? Ela era totalmente arrogante e fria. 

Se não fosse pelos dedos estalados na cara dema ruiva, ela não teria saído ainda do lugar, talvez até deixado de respirar.

Ela caminhou para fora da sala secreta, que só ela e Peter conheciam dentro da boate, e foi em direção a saída da boate  em passos pesados, queria  mesmo saber que gastara seu tempo, quando empurrou a porta e se encontrou com um velho amigo, um homem de pele quase bronzeada e cabelos castanhos com detalhes loiros nas pontas volumosas, aquele rosto era inconfundível e, para ela, indesejável. Verônica analisou o rapaz de cima para baixo e foi capaz de guardar sua frustração e enraivecimento pra si, quando finalmente seus lábios lambuzados de batom se mexeram, obviamente para mandar uma indireta ou algo do tipo.

— O que...

— Antes de dizer, quero que saiba que o Joshua precisa de você..— interrompeu Ville, antes que Verônica dissesse algo que se, em minutos, se arrependeria.

Ela permaneceu em silêncio, não queria demonstrar interesse, mas tanto ele quanto ela sabiam que ela se preocupava o moreno citado. Calada, esperou Ville continuar, e assim o mesmo fez.

— Eu saí antes dele do bar, mas desta vez ele não estava mais lá de manhã, como de costume — cabisbaixou-se o homem de lindos e raríssimos olhos verdes.

Vernon dessa vez expressou uma face preocupada, mas a ocultou no instante que Ville levantou o olhar.

— Ele deve estar em casa — disse simplesmente, fingindo que não se importava.

— V, me ajude a procurá-lo — seu olhar estava firmemente fixado no dela, como uma batalha ou competição de quem piscaria primeiro.

— Não — negou hesitando, portanto entrou na boate novamente para que Ville não a visse com uma feição aflita ou angustiada.

Ville deixou a rua onde a boate se encontrava, um pouco solitário e desapontado.

 


Notas Finais


Primeiro...
Link da música que tava tocando: https://youtu.be/inPbasBt7KI

Só isso ❤🎉❤🎉❤❤🎉

Comentem os que não estão comentando assim seu personagem não vai aparecer 😡 desculpe mas comente pfv ❤

É só isso vai ser dois ou três personagens aparecendo e tals 😃

Mas não se preocupem ❤😏

Byeee ❤ preciso atualizar as outras fics


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