História Welcome to my dream world - Capítulo 7


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Categorias Dreamcatcher
Personagens Dami, Gahyeon, Handong, JiU, Personagens Originais, Siyeon, SuA, Yoohyeon
Tags Bora, Chase Me, Dami, Dreamcatcher, Fly High, Gahyeon, Good Night, Handong, Jiu, Kpop, Minji, Siyeon, Sua, Yoobin, Yoohyeon
Visualizações 8
Palavras 1.394
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Fantasia, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Passei uns dias viajando - foi maravilhoso por sinal - mas agora eu voltei e a fanfic também. Estamos chegando num ponto importante da história, onde as duas linhas do tempo """"se encontram"""". Muitas emoções vindo por aí...

Capítulo 7 - Me persiga


Fanfic / Fanfiction Welcome to my dream world - Capítulo 7 - Me persiga

O hotel Midnight estava às escuras, todos dormiam, menos um. Seyoon preparava sua velha câmera, sua única aliada na missão daquela noite. Seus olhos brilhavam de antecipação e podia sentir seu sangue correndo mais rápido nas veias. Saiu do quarto silencioso, gravando tudo pelo caminho. Subiu as escadas para o terceiro andar. Se todos os quartos do seu andar estavam ocupados, restavam apenas dois lugares para procurar, o terceiro andar e o térreo.

O corredor era igual, exceto que as luzes não piscavam como no andar de baixo. Seyoon foi caminhando devagar, gravando os números de cada quarto. Quando chegou ao fim do corredor, colocou a câmera num apoio no alto que antes devia ser lugar de uma câmera de segurança. Se certificou de que continuava gravando e começou a observar as portas. Uma por uma, ele olhava atentamente cada detalhe delas. Todas pareciam iguais, no entanto uma em especial lhe chamou a atenção. Todas as outras maçanetas estavam desgastadas, exceto por aquela. O que indicava que a muito não era usada. Se sua intuição estava correta ou não, só poderia confirmar entrando naquele quarto. O número em cima do batente era 808. Tentou forçar a porta e constatou que ela estava trancada. Tinha que ser aquele quarto. De repente um vento gelado percorreu todo o corredor, lhe fazendo sentir um frio na espinha. Seyoon não sabia de onde ele tinha vindo, não havia janelas ali. Subitamente as luzes começaram a piscar, ainda pior que no segundo andar. Algumas vezes deixando-o por muito tempo em completa escuridão. Algo apareceu fora do seu campo de visão, sua primeira reação foi direcionar o olhar para lá, o fim do corredor. Viu apenas um ponto de luz vermelho, sua câmera. Quando a luz voltou a se acender, não havia nada. Aquilo lhe lembrava muito do sonho que teve no dia em que chegou àquele hotel. Será que estava alucinando? Sonhando acordado?

Seyoon sentiu aquela sensação característica quando há alguém atrás você. Ele se virou para o outro lado e se deparou com uma garota lhe observando em silêncio enquanto segurava uma boneca. Aquilo sempre lhe causou calafrios. Algo nos olhos sem vida das bonecas o deixava desconfortável.

Subitamente ela deu um passo em sua direção e ele sentiu suas pernas perderem a força. Ele não tinha mais controle sobre elas. Não entendia por que tinha começado a se sentir extremamente aterrorizado. Ela deu outro passo e ele não pôde evitar recuar. A cada passo, ele se arrastava para o fim do corredor. O olhar que ela lhe lançava o fazia se sentir cada vez mais assustado, isso era o que o fazia recuar até que bateu com as costas contra a parede. Seyoon usou toda a força que ainda lhe restava para se levantar. Pegou a câmera de cima do apoio. Era o único objeto que tinha por perto, não sabia como poderia usá-lo mas era sua única opção. Quando se voltou para a garota, tinha desaparecido. A luz do corredor parou de piscar, estando apenas ele ali, parado com um olhar desolado. Seu cabelo preto estava banhado de suor. Suas pernas ainda tremiam quando correu de volta ao seu quarto. Trancou a porta, mesmo que isso não impedisse nada. Elas estavam na sua cabeça, o fazendo enlouquecer aos poucos. Seyoon arrancou a foto das sete bruxas que estava fixada no mural. Revirou as coisas atrás de um lápis, jogou papéis no chão, fotos, cabos, tudo o que se encontrava em cima da mesa. Quando finalmente conseguiu encontrá-lo, observou a foto atentamente e circulou um rosto. Era ela, Minji, quem o seguiu pelo corredor. Era a segunda que via de forma tão real. Parecia que trazê-la a tona na conversa com Minah a tinha invocado ou coisa parecida. Estava disposto a ignorá-la e focar em entrar no 808, no entanto agora as duas coisas estavam o deixando intrigado. Agora queria saber mais daquela mulher e por que estava tão empenhada em deixá-lo longe daquele quarto. De repente uma gota de um líquido vermelho caiu sobre a foto. Seyoon procurou algo para limpá-la, mas acabou usando a própria camisa. Notou que o líquido era sangue. Seu nariz sangrava da forma que sempre acontecia quando trabalhava demais, porém dessa vez era por conta da emoção vívida naquela noite.

Duas batidas na porta o fizeram saltar da cadeira, assustado. Àquela altura qualquer coisa poderia fazer seu coração acelerar.

- Está tudo bem aí?

Era Minah.

- Só um segundo!

Ele disse tentando limpar o nariz e em seguida correu para atender a porta.

- O que está.. Meu Deus, você está sangrando!

- Não é nada demais, sempre acontece. Daqui a pouco para.

- Não, venha aqui.

Minah o puxou pelo braço e o levou até o banheiro. Não esperaria ele recusar a ajuda.

Seyoon se sentou na beirada da banheira enquanto Minah improvisava com o que encontrava por ali.

Depois de alguns minutos parando o sangramento, ela finalmente pôde trazer a tona o assunto que a tinha levado até ali.

- Agora você pode me responder o que estava acontecendo aqui antes de eu chegar. Pensa que eu não vi aquele monte de coisas no chão?!

- Eu estava procurando um lápis.

- Ele é feito de ouro ou o que? Ninguém faria isso por um simples lápis. Me fale a verdade.

- Eu estou falando sério. Espere... por que você veio aqui no meio da noite?

- Você acha que não deu para ouvir lá de baixo essa bagunça que você fez aqui?! Pensei em mil e uma coisas!

- Mas que eu saiba você mora atrás do hotel com o seu pai.

- Eu vim pegar umas coisinhas na cozinha do hotel. N-na verdade, eu não ti... espere, você andou me investigando?!

- Como eu ia saber que podia confiar em você?

- Francamente, senhor Seyoon, 35 anos mas age que nem uma criança!

- Parece que alguém também fez seu trabalho também. Procurou na internet?

- Ah, por favor!

Ela ameaçou sair entretanto Seyoon a segurou pelo braço.

- Espere, você pode me falar mais sobre... Minji?

Disse cuidadoso.

- Por que esse interesse súbito? Mais cedo você não parecia querer muito saber da história dela.

- É que eu fiquei pensando no que você disse e fiquei intrigado.

Ela pareceu pensar duas vezes e por fim decidiu contar o que sabia. Encostou no batente da porta e cruzou os braços.

- Minji era uma garota ambiciosa, não num sentido ruim. Ela tinha muitos sonhos e aquele homem que citei mais cedo, sabia disso.

- E o que ele fez? Ela se apaixonou por ele?

- Não, de forma alguma. Ela não pensava nesse tipo de coisa, ou melhor, ela não desejava um romance. Os sonhos dela tinham mais pessoais, não envolviam mais ninguém além dela mesma. Ela só não sabia como poderia realizá-los vivendo isolada do resto do mundo.

- E é aí que ele entra...

- Exatamente. Não posso dizer que ela foi egoísta, eu entendo o lado dela. Não é pecado querer mais do que viver longe de tudo e todos para sempre. Mas seria melhor se ela nunca tivesse conhecido aquele homem. Não foi por falta de aviso, mas ela estava decidida.

- Como assim?

- Um dia, Yoobin a seguiu e ouviu a conversa dos dois. Ela era ótima em ler as pessoas, ela sabia quando alguém tinha más intenções. Aquele homem lhe causou uma sensação ruim desde que ela o viu a primeira vez.

- Esse homem me deixa cada vez mais curioso.

- Você não é bom em investigar as pessoas?! Está aí um bom trabalho para você!

Ela disse com o mesmo meio sorriso travesso de quando eles se encontraram pela primeira vez na porta daquele mesmo quarto.

Ficaram se encarando por um tempo até que Minah desviou o olhar, sem graça. Ela começou a se virar para ir embora, então Seyoon se levantou e a segurou delicadamente pela mão. Colocou uma mexa de seu cabelo curto atrás da orelha e se aproximou devagar. Quando seus lábios estavam próximos o bastante para se tocarem, Minah recuou.

- Eu sou somente uma fonte de informações para o seu livro e você é um hóspede do hotel da minha família. Não confunda as coisas.

Ele a observou se afastar, confuso. As mulheres nos livros eram muito mais fáceis de entender.


Notas Finais


Deixem o feedback de vocês nos comentários, por favor. Isso é muito importante para eu saber o que eu estou fazendo certo e no que eu preciso melhorar!
Obgd por ler!


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