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História We'll Be Together - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


Olá queridas! Como vão?
Decidi tomar vergonha na cara e postar o primeiro capítulo...

Bom, somente alguns avisos:

⚡Alguns acontecimentos não vão estar na ordem cronológica do Guns, pois essa obra não passa de uma ficção!
⚡ Provavelmente não vou atualizar essa história com muita frequência, tendo em vista que eu demorei SÉCULOS pra escrever um capítulo minúsculo como esse, e sem dizer que ainda tem outras fics que tenho em andamento!
⚡E por último... Apreciem a leitura! Espero realmente que gostem...

Sem mais delongas, boa leitura!✨

Capítulo 2 - Black Velvet


Fanfic / Fanfiction We'll Be Together - Capítulo 2 - Black Velvet

10 de Agosto, 1986, Los Angeles CA, 21:30 P.M.


Sunset Boulevard, Rainbow

Sexta-feira


POV- Scarlett


Luzes. Havia muitas luzes. 


Meus olhos lutavam para manterem-se abertos e de alguma forma atentos, pesando sobre minha consciência, induzindo-me a fechá-los imediatamente. 


Luzes, diversas e coloridas, luzes.


Meu corpo pesado e entorpecido pelo álcool implorava pelo descanso, gritava pela paz.


Luzes, diversificados tipos de luzes.


Minha mente embriagada necessitava do absoluto silêncio naquele momento.


Azul... Olhos azuis.


Minha visão embaçada deixava-me completamente louca, pois odiava não saber o que estava acontecendo a minha volta.


Olhos azuis, lindos olhos azuis.


Minha atenção se fixou em uma pessoa, uma pessoa qualquer, sentada ao outro lado do bar. Sorria discreto, fixando-se em mim, e não pude deixar de notar, em seus lindos... Olhos azuis. Apertei bem meus orbes, tentando ao máximo clarear de alguma forma minha visão, porém nada ocorria, não era capaz de obter um mísero resultado. Era como se estivesse usando um óculos, e não conseguisse de maneira alguma  desembaçar as lentes sujas pela poeira.

 Encarei o líquido acobreado e brilhoso sob o balcão de madeira em minha frente, tentando em vão lembrar-me do motivo pelo qual estava ali... Naquele... Bar? Não estava tão bêbada para esquecer que me encontrava na Sunset Boulevard. Eu realmente estava ali? Mas... Por quê? Eu simplesmente odeio esse lugar!

Sentia meu pé arder de forma escaldante, e meu corpo doer intensamente. Minha cabeça rodava, como se estivesse dentro de um brinquedo radical num parque de diversões de uma cidadezinha pequena, girando na mais alta velocidade alcançada por ele. 

Sentia-me totalmente suja, nojenta e suada, uma porca

Minhas mãos pegajosas pelo calor incessante daquele lugar, entravam em contato com o vidro gelado, trazendo o material delicado até meus lábios, ingerindo de uma só vez o líquido quente que havia dentro dele, sentindo minha garganta queimar, e meus sentidos, enfim se perderem de vez. Meus cabelos, de início presos num rabo de cavalo, agora estavam todos desarrumados e soltos pelas beiradas, piorando minha aparência num nível extremo, fazendo-me sentir cada vez mais vulgar, diante daquela humilhante situação. 

Firmei um de meus pés sob o chão, podendo sentir a ardência neles aumentar e meu corpo de forma leve, cambalear. O vestido feito de veludo preto que usava naquela noite, subia até metade de minhas coxas magras, expondo minhas pernas para qualquer doente mental que estivesse por perto. Com dificuldade, deixei aquele balcão imundo, esbarrando sem intenção, em alguns corpos desnudos e melados, levando meu estômago a se embrulhar em um desespero incomum. De uma hora para a outra, todo aquele movimento de pessoas circulando e conversando alto, pareceu me sufocar ao extremo. O ar de meus pulmões se esvaíram, e minha respiração falhava, pois parecia que o oxigênio puro, não se era presente naquele lugar, pois a única coisa que conseguia inalar, era a fumaça tóxica dos cigarros que saía incessantemente das diversas mesas locais. 

Minhas pernas fraquejaram, os restantes de meus sentidos sumiram, e meus olhos, de vez escureceram. Apoiei as mãos em uma das paredes velhas, sentindo aos poucos, meu cérebro abandonar-me naquele lugar tão fútil e desprovido de decência, apagando meu ser racional num estalar de dedos. 

Dali para frente, tudo me foi um mero borrão. Vozes, pessoas preocupadas, olhares curiosos, e luzes, as mais variadas luzes.

Olhei mais uma vez para a multidão em minha frente, e para minha sorte, avistei-os novamente... Aqueles lindos e adoráveis, olhos azuis.


Notas Finais


Ai pessoas, me perdoem, realmente, a falta de criatividade bateu na minha porta!...

Até os próximos! 💖


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