História We'll make it, together. - Capítulo 2


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nino, Plagg, Tikki
Tags Adrien Agreste, Adrinette, Fluffy, Foreplay, Marinette Dupain-cheng
Visualizações 690
Palavras 1.370
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Fluffy, Magia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OIOIOI GALERISS!
nada a dizer
só que deu vontade de escrever um bonus mesmo, e aqui tá ele!
espero que gostem! <3
perdoem-me por qualquer erro!
boa leitura ~~ <3

Capítulo 2 - Capítulo Bônus - Amada.


- Espelho, espelho meu... - Disse, enquanto olhava para minha barriga no espelho. - Existe barriga mais fofa do que essa?

Rio, e acaricio minha barriga de modo lento.

Ela já estava grande, avantajada para as vinte e cinco semanas. Ainda não sabia o sexo do meu bebê, porém, tinha uma certa intuição de que seria um menino, assim como Nino. Alya e Adrien eram do contra, e já achavam que seria uma bela menininha. Meus pais não queriam opinar, mas no fundo, sabia que papai torcia para que fosse um garotão.

Ah, suspirei ao me lembrar das últimas treze semanas. Como as coisas podiam mudar em tão pouco tempo?

Havia contado para o meu pai que Adrien era o pai do bebê, e ele ficou até mesmo mais relaxado ao saber disso, e ao saber que o loiro assumiria o bebê, mas no fundo, sabia que era porque pelo menos Adrien era um garoto decente. A ideia de que meu pai pudesse ter pensado que eu havia engravidado de um garoto qualquer me machucava, porém, o que eu podia fazer? Até eu mesmo pensaria isso, caso essa situação acontecesse comigo.

Minha mãe também havia sido uma das que estava radiante com a notícia de que Adrien era o pai do bebê. Ela praticamente adorava o loiro, e quando soube que estávamos começando a caminhar para um namoro, fizera até mesmo um bolo em comemoração.

Já com o senhor Agreste? Ah... havia sido um pouco mais complicado.

Adrien havia decidido que contaria isso sozinho para Gabriel. Tinha medo da reação do pai, e do que ele provavelmente poderia me dizer se eu estivesse com ele no momento. Me senti um pouco triste por isso, mas Adrien parecia irredutível com tal decisão. Decidi aceitar, ele conhecia seu pai melhor do que eu.

Pelo que me disse, Gabriel não aceitara de primeira. Havia ficado realmente puto, mas sem perder sua compostura. Lhe dera um belo sermão, mantendo sempre seu tom frio e formal, com ofensas politicamente corretas. Uma reação que Adrien já esperava, mas ficou um pouco surpreso quando Gabriel admitiu que se orgulhava por ele ter pelo menos assumido sua responsabilidade como pai e não me abandonado como outros adolescentes fariam.

E desde então, a relação complicada entre pai e filho havia ficado um pouco pior. Gabriel estava um pouco mais afastado de Adrien, mas o loiro dizia já esperar por aquilo. Era o mínimo que ele pensava.

Outro choque havia sido no colégio.

Com o verão se aproximando, era quase impossível que eu vestisse um moletom todo dia, e mesmo que eu usasse, minha barriga claramente já era perceptível naquela roupa, mesmo assim eu tentei, até que (depois de muito encorajamento por parte de Adrien e Tikki) eu resolvi "oficializar" os rumores espalhados pelo colégio.

Ainda me lembro da cara de espantos de vários alunos (incluindo Chloe e Lila) quando eu cheguei abraçada a Adrien no colégio, usando um vestido florido e folgado que deixava minha nem-tão-pequena barriga a mostra. Não mentirei, me senti intimidada no começo. Sentir inúmeros olhares sobre mim, inúmeros de pessoas que eu nunca havia sequer ouvido falar era algo estranho, mas logo ignorei quando meus amigos vieram até mim.

Foi uma chuva de perguntas, parabenizações e mimos com a minha barriga. Sentia que meu pequeno bebê já era amado, e aquilo era muito bom. Era maravilhoso saber que, quando ele nascesse, ele já estaria cercado por muito amor.

E era com esse pensamento que eu me via ali, ao acariciar minha barriga, atordoada pelos clichês da maternidade. Pensava no rostinho, cor dos olhos e dos cabelos, se nasceria mais gordinho ou mais magrinho. Como seriam suas mãozinhas? E as bochechas? Ah!

- Apreciando o casulo do nosso bebê? - Olhei para a porta de imediato, vendo Adrien parado ali. Estávamos no meu quarto. Adrien já estava quase morando comigo nessa altura do campeonato.

- Na verdade, estou imaginando o nosso bebe. - Digo e sorrio. - Posso fazer isso por horas e nunca vou me cansar!

- Infelizmente, já são quase onze da noite, e sinto em lhe dizer, mas... - Ele murmurou, se aproximando de mim e beijando minha bochecha em um ato carinhoso. - Temos que levantar cedo amanhã, e não é bom que você fique dormindo tarde.

Fiz uma careta, e ele riu da minha teimosia. Rio junto a ele, antes de me deixar ser conduzida por si até a cama, que agora ficava sobre o chão, e não mais suspensa. Meus belos tornozelos não me permitiam mais exagerar com escadas.

Tikki e Plagg deveriam estar dormindo em algum lugar, já que não os via em lugar algum. Me deitei na cama, e o loiro se deitou ao meu lado. Sorri quando ele me puxou, e me aconchegou em seu peito.

- Eu gosto de Louis. - Ele murmurou, depois de alguns segundos. Lhe olhei, sorridente.

Nomes estavam sendo nossos maiores conflitos nesses dias.

- Louis Agreste-Cheng... - Eu disse. - Soa bem. Já se for menina, poderia ser Emilie...

- Mari, já te disse que não. - Ele suspirou, e eu também. - Quero que nossa filha tenha um nome que me lembre ao futuro, e não há um passado. O passado, bom... é passado. O futuro ainda pode ser mudado, assim como o presente.

Mordo meu lábio inferior. Novamente, irredutível sobre algo.

- Que tal Emma? - Murmurei, e levantei meu olhar para ele. Ele pareceu analisar.

- É uma ave. - Ele riu, e eu lhe olhei feio. - Mas... é uma boa opção... Emma Agreste-Cheng. Também soa bem.

- O bebê concorda. - Disse rindo, e puxei a mão dele, colocando sobre minha barriga.

Dentro do meu ventre, o bebê parecia animado. Sentia-o se mover, chutando-me de uma maneira até mesmo dolorosa, mas apenas senti-lo já me deixava feliz. Meu pequeno serzinho!

- Viu, ele está dando a dica de que é uma garotinha vindo aí. - Adrien cantarolou, enquanto acariciava minha barriga de maneira suave. - Uma bela garotona, que vai ser linda igual você.

- Como você imagina ela? - Perguntei, lhe encarando. Novamente, ele ficou pensativo.

- Cabelos loiros...mhmmmm.... olhos azulados! - Ele respondeu. - Com certeza vai me ter na palma das mãos igual você me tem quando faz cara de choro, e se puxar por mim, vai ser uma manhosa!

- Nesse último, eu concordo. - Rio, e ele também.

- E você? - Ele pergunta. - Como imagina caso seja um menino?

- Eu...não sei. - Falo, e fico pensativa. Puxa, nunca havia parado para pensar nisso de maneira tão singular! - Eu sempre o imaginei de inúmeras formas... não sei se consigo descrever só uma.

- Sempre indecisa, não é mesmo? - Brincou, e me deu um selinho. - Já se decidiu sobre o chá de bebê?

- É mesmo necessário? - Perguntei. Não estava tão animada para tal coisa.

- Claro que sim! É um momento para comemorarmos nosso bebê! - O loiro disse. - De tirar inúmeras fotos para o álbum, comer docinhos...

- Você está me convencendo. - Sussurrei, enquanto sinto seu nariz acariciando meu pescoço.

- Esse é o propósito, joaninha. - Ele riu, uma risada gostosa. - Viu bebê? É bem fácil convencer a mamãe!

- Adrien! - Repreendo-o, e ele ri ainda mais. - Não ensine essas coisas para o nosso bebê!

- Vou ensinar outras então! - Ele disse, e sorriu travesso. - Ensina-lo para ser o próximo Chat Noir! Vai ser gatástico ou gatástica como eu.

Rio, e lhe dou um selinho.

- Ok, seu meawravilhosamente convencido. - Disse. - Vamos dormir agora, seu alto nível de egocentrismo me cansou agora.

- Okay, okay, inseto maravilha. - Ele disse, e eu lhe olhei feio. - Não me olhe assim! É um apelido carinhoso!

- Super... - Disse, fingindo irritação. Ele desfaz minha carranca com um beijo na testa.

- Boa noite, Marin. - Ele sussurrou, e me envolve com seus braços, colocando minha barriga contra a sua.

- Boa noite, Adrien... - Sussurrei de volta para ele, me apertando ainda mais contra ele. Sinto um chute do bebê e sorrio.

 

Era tão maravilhoso estar com eles, e me sentir amada por eles, ah!


Notas Finais


JKJDHJKD EU TO MORRENDO DE FOFURA
E tb pq perdi meu celular na cama e n achei ate agr
socorro JFSJBFBSDF

Enfim
Espero que tenham gostado!
Comentários são sempre bem vindos e deixam a tia super feliz! <3
Amo vocêssss e vejo vocês nos comentarios, mensagens e tl! <3
Beijooo! <3


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