1. Spirit Fanfics >
  2. We're not friends >
  3. Fim das dúvidas

História We're not friends - Capítulo 31


Escrita por:


Notas do Autor


Boa leitura!!!!!

Capítulo 31 - Fim das dúvidas


Bakugou a tomou nos braços da forma como vinha sonhando a bastante tempo. Do jeito que sonhou várias vezes e sempre acordou frustrado, decepcionado.


O bico dos seios endurecidos, tocando-lhe e roçando o tecido do seu terno, estava o deixando louco. Para tocá-los. E para tomá-los. Sabia que imploravam por sua atenção, e ele achava que poderia morrer caso não o fizesse. Como se dependesse disso para viver.


— B-bakugou... — Ela balbuciou entre incontáveis suspiros.


Estava ficando pesada, as pernas e os membros amoleciam e ele sabia que não podiam ficar muito tempo ali.


O loiro se deliciou um pouco mais com a pele salgada e o perfume feminino quando Uraraka ergueu o pescoço. Pedindo mais. Permitindo que ele a acariciasse como bem entendesse.


— O que? — A voz dele saiu rouca. Transbordava desejo. Ansiava por mais, cada vez mais.


Ochako não foi capaz de responder. Não enquanto ele beijava o seu pescoço lentamente, realizando um caminho perigoso até a clavícula, aproximando-se do colo.


Aquilo era mais do que um prêmio para ele. As palavras iam se perdendo, e ela ia se entregando. Caso não ficasse sem palavras, reconheceria que não estava fazendo aquilo direito.


As mãos femininas apertaram-lhe os ombros com muita firmeza quando uma alça do vestido deslizou lentamente.


Bakugou assistiu preguiçosamente o vestido vermelho expor um dos seios. Seu olhar em tom de rubi brilhava de desejo, e os lábios secavam, ansiosos para conhecer a maciez daquela aréola.


— Tão linda... — Sussurrou enquanto roçava a palma da mão no mamilo. Lentamente.


Uraraka não tinha mais controle sobre si mesma. Foi a oportunidade perfeita para Bakugou erguer o corpo inteiro dela, levantando com as mãos firmes as coxas grossas. Pondo-as ao redor de sua cintura.


Soltou discretamente um gemido rouco ao sentir o calor da feminilidade dela contra o terno. Enlouqueceria facilmente se não mergulhasse entre as pernas macias, se não sentisse o sabor de sua intimidade. Se não pudesse ser acolhido por ela e pelo seu calor.


Um suspiro surpreso ecoou dos lábios de Uraraka quando ele a escorou na parede.


— Me beije. —  Tocou carinhosa a sua própria bochecha na dele.


Dessa forma mal teve tempo para respirar quando finalmente a boca faminta de Katsuki tomou a sua. Ele tocou gentilmente a pele macia, fazendo cócegas com os nós dos dedos. Uraraka agarrou sua nuca, sem dar-se conta de que ainda tinha um dos seios expostos.


Abriu os lábios femininos, acolhendo a sede dele. Sentindo o abraço apertar cada vez mais, gemendo de prazer ao sentir a língua desejosa explorando seu calor.


Ele mordiscava a boca dela, atiçando aos poucos o fogo que havia em seu interior. Atraindo sempre o seu corpo e suas curvas para ele. Tentando ao máximo cobri-la com o calor de seu desejo.


Desceu uma das mãos até o traseiro outra vez. Apertando-o com força. Deixando-a inteiramente descontrolada.


— Quero me sentir dentro de você... — Disse Bakugou, suspirando no ouvido de Uraraka.


As pernas dela cederam mais ainda, e ele soube que, mesmo tendo braços fortes, não poderiam estar naquela posição. Precisava tê-la. Por baixo dele. Por cima... Oh céus, ele só precisava dela.


Bakugou a segurou mais firme ainda. Sentia o rosto dela contra o seu peito. Dessa forma, caminhou até alguma porta próxima.


Quando entrou no recinto desconhecido imaginou ser algum tipo de escritório. Alguns livros em uma estante. Uma mesa com um computador, e... Bem, duas outras pessoas em cima da mesma mesa que tiveram a mesma ideia que eles dois.


— Vaza! — a voz era impaciente.


O casal sequer teve tempo para se incomodar. Estavam tão imersos no que estavam fazendo e o susto foi tão grande que sairam sem nem protestar.


— E fecha a merda da porta! — Ele ainda gritava com Ochako em seus braços.


Só não sabia agora se seu rosto enfiado no peito era suspirando de prazer ou de vergonha. Mas isso não importava tanto. Não agora que estavam sozinhos, e que poderiam terminar o que haviam começado.


— E-eu acho m-melhor...


— Shhh... Quietinha.


O modo como ele foi hábil em deita-la na mesa, e em tomar-lhe um dos seios com a mão, apertando-o, a surpreendeu muito.


— Ah...


Uraraka arqueou o corpo involuntariamente. Os olhos fechando de prazer enquanto as bochechas coravam de imediato.


Nem em seus sonhos mais íntimos Bakugou imaginou que seria assim. A imagem da pele branca, o botão rosado, escapando de sua mão, entre os seus dedos. Endurecido e chamando-o para mais. Desejando o seu toque, a sua atenção.


— Gosta disso, cara de anjo? — Todo o peso do seio estava em sua mão.


Mas ele queria mais. Precisava...


Ela não respondeu. O corpo erguido em sua direção o fez sorrir. Sabia o que queria, e seria um louco se não desse isso a ela. Se não admitisse que estava explodindo com a sua curiosa calma.


Talvez necessitasse tocar Ochako com lentidão. Conhecer cada região que lhe desse prazer. Saborear a maciez da sua pele roçando na sua. Apreciar seus gemidos manhosos.


— Diga.


Ele afastou-se. Observando os olhos dela abrindo-se em protesto.


— E-eu...


Bakugou assoprou perto do seio. Torturando-a. Sorrindo lentamente ao observar tanto desejo em sua expressão.


— Você o que? — Abriu um sorriso no canto dos lábios.


— Por favor... — Ele a viu morder o lábio inferior. E em seguida, virar a sua cabeça do avesso assim que deixou a outra alça cair. Exibindo por fim o outro seio. Igualmente excitado. Igualmente ansiando por ele. — Me toque...


O coração de Katsuki bateu mais forte. E sem pensar duas vezes, sugou um dos seios com paixão. Chupando-o, beijando com todo o desejo que havia dentro de si.


Uraraka segurou nos cabelos loiros com firmeza quando ele decidiu tocar o outro seio. Em seguida dedicando sua língua a ele também. Tocando-lhe com rapidez, depois com insuportavel lentidão.


Sentia que poderia passar o resto da vida saboreando o gosto maravilhoso da pele dela.


— Katsuki... — Ela gemeu o nome dele. Em seguida foi só o que conseguiu dizer enquanto delirava de tanto prazer. Enquanto se derretia na boca dele.


Mas Bakugou sabia que precisava de mais. E não sossegaria até ter.


A mão masculina subiu pelo tornozelo. Ele ignorou completamente o suspiro decepcionado dela ao encerrar as carícias.


As mãos foram subindo, descobrindo regiões onde ela mais estremecia. Sentiu-se orgulhoso e ansioso por ver que ela não se opunha ao seu toque. Quase delirou quando a viu abrir as pernas lentamente, até ele se posicionar com firmeza entre elas. Dando-lhe assim mais lugares para acariciar.


Bakugou continuou a subir a mão. Cada vez mais, parando de vez em quando para apertar um pouco. E ela achou que poderia morrer de ansiedade. Ele podia sentir que ela estava em chamas, ardendo por ele.


— Macia demais... — Bakugou murmurou.


Até que ele a tocou. De forma muito terna e íntima que observou Uraraka morder os lábios, provavelmente contendo um gemido. Ou o seu nome sendo pronunciando em forma de gemido.


E quando o dedo dele deslizou para dentro, assistiu deliciosamente ela não pertencer mais a si mesma.


Ela era dele.


Sabia que outra hora poderia ser a implacável Uraraka. Que apesar de meiga e delicada era muito geniosa.


Mas naquele momento ela era dele. Não era nada mais além disso. Vivia para ele, por tudo o que ele a fazia sentir, por cada sussurro de prazer, cada gemido de desejo.


— Ah, Katsuki — arfou ela, dizendo o nome dele como uma súplica, uma promessa, qualquer coisa para garantir que ele não iria parar.


Era a visão mais extraordinária que Bakugou já tinha visto. O calor dela, toda a sua umidade em seus dedos. Enquanto buscava, tocava com urgência, necessidade... Velocidade. Parecia um sonho, e a imagem dos seios nus voltados para ele. As bochechas avermelhadas...


Porra! Ela era linda....


Uraraka não fazia ideia de para onde aquilo tudo levava, e se ainda seria a mesma pessoa quando acontecesse, mas tinha de chegar a algum lugar. Não poderia continuar naquele estado para sempre. Sentia seu corpo tão tenso que parecia que iria se quebrar.


Estava próxima do fim. Tinha de estar.


Ela precisava de alguma coisa. Precisava relaxar, e sabia que só ele poderia conseguir isso.


Então Uraraka se arqueou em direção a Bakugou, impulsionada por uma força que nunca imaginou possuir, erguendo os dois da mesa com seu desejo. Agarrou os ombros dele.


Ela não fazia mesmo ideia de como ele estava agora. De como estava lutando com seu desejo.


Mas ainda não. Só precisava mostrar que as dúvidas precisavam sumir de uma vez por todas.


Ela não conseguia falar, não conseguia nem respirar. Sua boca se abriu em um grito silencioso de surpresa e prazer e uma centena de outras coisas, todas juntas em uma só. E então, quando achou que não conseguiria sobreviver por mais nem um segundo, Ochako estremeceu e desabou sob ele, ofegante de cansaço, tão exausta e sem energia que não conseguiria mover nem um dedo.


— Acho que não há mais dúvidas... — Ele sussurrou enquanto descia a mão até o traseiro dela. Apertando-o brevemente.


— Bakugou...


Então ele subiu a mão para acariciar o cabelo dela. Foi gentil, extremamente gentil, embora o corpo dele ainda estivesse rígido e tenso.


Uraraka permaneceu deitada. Como se decretasse que não voltaria a se mexer nunca mais.


Depois de algum tempo, ele acabou se movendo e saindo de cima dela, murmurando alguma coisa sobre ser muito pesado, e, quando ela olhou para o lado, ele estava ajoelhado junto a mesa, alisando e arrumando seu vestido.


Parecia um gesto particularmente carinhoso e cavalheiresco, dada a luxúria recente que Ochako experimentou.


Ela olhou para ele, sabendo que devia estar com o sorriso mais bobo do mundo.


– Ah, Bakugou… – falou, suspirando.



Notas Finais


E aí????? Haha


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...