História We're right here - Capítulo 23


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amigos, Família, Lua, Romance, Sol
Visualizações 12
Palavras 3.226
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olazinho

Capítulo 23 - Alvoroço


Fanfic / Fanfiction We're right here - Capítulo 23 - Alvoroço

Eu não me lembro em qual momento que adormeci, mas quando acordei hoje de manhã minha perna estava com um curativo e eu me sentia um pouco melhor, domir sempre foi um bom remédio. Eu ainda estava no quarto dele e pude ver que era grande e tinha mais uma parte que dividia o quarto de um espécie de escrito com televisão e sofá, não tive vontade de sair da cama.



Josh entrou no quarto me olhou e saiu sem dizer uma única palavra, quando retornou trouxe consigo uma bandeja com frutas, pão, geléia, suco e leite.


- Come alguma coisa. - Ele colocou a bandeja ao meu lado e se sentou, olhei aquilo e meu estômago revirou. Desviei o olhar dele e da comida. - Sofia, não faz isso não se fecha, so vai te prejudicar.


- Eu so não quero comer, to sem fome. - Eu disse ainda sem olha-lo.


- Vai acabar ficando doente.


- Como se você se importasse. - Ele bufou, se levantou e colocou um sobre-tudo.


- Eu queria mesmo não me importar e ver você se fuder, mas fazer o que né, se você não entende o que eu posso fazer?

Tudo que eu estou fazendo é para o seu bem.


- Ja disse isso! - Olhei para ele.


- É, mais parece que você não entendeu ainda. - Ele entrou no banheiro e saiu depois de um tempo. - Meus pais estão la embaixo te esperando, vê se desce.


- Contou para eles? - Meus olhos foram acompanhando ele por cada canto do quarto.


- Não tenho nada para contar! - Ele tirou alguma coisa do bolso. - Trouxeram hoje cedo - Ele jogou meu celular perto de mim. - Por que tem que contar tudo para elas?


- Não tinha mais ninguem com quem falar, e eu precisava de ajuda.


- Pelo que li a ajuda delas foi a mesma que eu tinha a oferecer e isso não te impediu de fazer tudo ao contrário.


- Você leu minhas mensagens? - Ele me olhou serio.


- Eu precisava saber o que você contou e para quem contou! - Me levantei e fui ao banheiro percebendo que estava so de calcinha.


- O que fez com a minha calça?


- Joguei fora, o que esperava que eu fizesse guardasse como recordação?


- Como espera que eu vá ver seus pais desse jeito?


- Foi mais uma sugestão, ate prefiro que você fique aqui! Depois eu passo no seu apartamento e pego umas roupas para você... e antes que passe isso pela sua cabeça eu não fiz nada com você. Nem sei mais o que eu quero com você.


Essa última frase me atingiu como um tiro no peito.


- E caso eles perguntem, falei que você foi assaltada, se puder invente qualquer história e depois me conta. É capaz de fazer isso? - So olhei para ele - Ou sei la finge que ta dormindo, ela nem vem no meu quarto mesmo. Ah claro contratei dois seguranças caso a Ana apareça aqui de novo.


- Alguma noticia? - Eu estava tentando me livrar da frase "Nem sei o que quero com você" da minha cabeça e para isso tentei me ocupar com outras questões.


- So esquece isso! Eu volto a noite, caso tenha fome desce.. eles não vão ficar em casa do dia todo.


Passei o dia todo no quarto dele tentei me distrair com musicas e televisão, e o pouco de fome que senti o dia todo foi preenchida pelas coisas na bandeja, dormi cedo e nem vi ele chegar.

Quando acordei, Josh dormia do meu lado me levantei e vi algumas roupas minhas jogadas no sofá, tomei um banho e troquei de roupa, quando sai ele ainda dormia, resolvi descer e conversar com a Charlotte talvez isso me distraisse. 

Desci mas não encontrei ninguem, a casa estava muito silênciosa olhei no relógio e eram 11:30, ainda fazia frio subi devagar e peguei a primeira blusa de frio que vi pela frente, me espreguicei e fui dar uma olhada pela casa, da janela vi dois homens altos e fortes na entrada da casa, o terno que usavam parecia que ia rasgar a qualquer hora, eles me olharam sério acenaram e voltaram a olhar para frente.

Então peguei uma maçã, procurei um livro ou qualquer coisa pra ler e fui para os fundos da casa, a unica coisa que achei era um manual de como montar armário, no quarto do Josh haviam alguns livros mas eu não queria ir la de novo. Totalmente entediada resolvi ouvir música mexi em todos os botões no controle na intenção de ouvir música, mas não consegui ligar a droga do rádio, para quê tantos aparelhos assim? Para quê toda essa tecnologia? Por que nada podia ser fácil ali? Bufei, deitei do sofá e fechei os olhos, talvez a melhor coisa a se fazer seja domir, mas do nada o rádio ligou muito alto, me fazendo tomar o maior susto, peguei o controle e apertei todos os botões na intensão de desligar aquela droga mas nada funcionava.


- Que droga! Desliga! - Eu procurei outras formas de desligar aquilo mas ele parecia não me obedecer. Do nada fez-se o silêncio.


- Controle errado. - Olhei para trás e Josh estava sem camisa com uma calça cinza de moletom e segurando um controle. Ele se jogou no sofá.


- Desculpa, eu tentei desligar.


- Tudo bem ja tava na hora de me levantar mesmo. - Ele se levantou e foi em direção a cozinha - Quer alguma coisa?


- Não. Cade todo mundo? - Perguntei da porta da cozinha.


- Minha mãe está procurando o local do evento dela, meu pai deve estar trabalhando e a Gege... não sei.


- Chama ela assim ate quando ela não está?! - Eu sorri


- É. - Ele respondeu serio - Força do hábito.


Tudo bem percebi que não sou bem vinda naquela momento e subi para pegar meu celular, arrumei minhas roupas mas não tive aonde colocar, me sentei na cama e pensei em tudo o que estava acontecendo, vazio, medo, inseguranças e uma sensação de impotência surgiram e eu comecei a chorar, Josh entrou no quarto de surpresa eu me virei e peguei meu celular para disfarçar.


- Ate quando vai ficar nessa frescura?


- Me deixa em paz ok?! Eu não me sinto bem vinda aqui.


- Da minha parte não é mesmo! - Ele procurava alguma coisa na gaveta. - Acha que depois de toda a merda que você fez que eu iria te receber de braços abertos?


- Ate quando vai me manter aqui?


- Você é uma mulher livre, faça o que quiser. Não estou te prendendo aqui! Agora - Ele se virou para mim - So não quero que saia por ai fazendo as coisas que você acha certo.

Ele saiu e bateu a porta.


- Alias - Ele abriu de novo e veio perto de mim - Deixa eu esclarecer, estou pouco me fudendo para o que você vai fazer daqui para frente, so não quero que você se envolva com aquela mulher de novo, porque isso sim me traria uma dor de cabeça maior ainda, e me deixaria furioso de verdade! Você não vai gostar de me ver furioso. Isso aqui - Ele apontou para ele - Não chega nem perto do quanto eu estou me segurando para não surtar.


- Por que me trouxe para cá então?


- Ai que tá.. eu não te trouxe, eu tava bem feliz longe de você, mas como você não perde a oportunidade de estragar tudo, veio para cá gritando igual uma doida com polícias... e eu me comovi com sua história de criança abandonada.


- Isso foi maldade! - Foi tudo que consegui dizer antes que mais lagrimas caissem.


- Desculpa se eu to magoando você - Ele respondeu irônico. Me levantei e fui em direção a porta mas ele segurou meu braço com força. - Eu não vou te deixar sair agora.


- Se o seu medo for o bem estar da sua familia, nada vai acontecer com eles. Eu garanto.


- Você não garante nada, isso que você esta metida e esta me metendo é maior do que você imagina - Ele me puxou ate a cama e me jogou nela. - Maldita hora que te conheci, eu estava tão bem sozinho.

Ele saiu e pude ouvir a porta sendo trancada.

.....


- Será que você pode me tirar daqui? Eu to com fome - Gritei da porta, após me acalmar. Depois de um tempo ouvi a porta se destrancar e abrir - A gente pode conversar?


- Não - Ele disse descendo as escadas eu fui atras.


- Como você quer eu eu aja? - Me coloquei a frente dele antes que ele fosse para cozinha.


- Como VOCÊ quer que eu aja? - Ele retrucou.


- Eu sei que você esta bravo mas eu quero.. eu preciso de uma resposta.


- Não to com cabeça para isso.


- So quero saber saber se ainda estamos juntos ou não.


-  Não ficou claro?!


- Não. A unica coisa que você fez desde que eu cheguei aqui foi me humilhar e eu preciso da sua decisão final.


- Por que ainda esta aqui? - Ele disse me supreendendo. - Por que minha decisão é tao importante assim para você?


- Eu vou pegar minhas coisas. - Eu disse subindo as escadas.


- Por que se envolveu nessa história? - O lugar ficou silencioso como se ele esperasse uma resposta.


-  Não precisa mais se preocupar com isso - Eu disse da metade da escada - Eu não vou mais me meter em nada que envolva você.


- Não tinha nada a ver com você.


- Mas eu podia ajudar! E não ia interferir nada na sua vida se você pelo menos tentasse..


- Caralho! Você não entende - Ele riu - E nem tenta entender. Essa bagunça é maior do que você pensa.


- Para mim é so medo da sua parte. - Subi os degraus sem olhar para trás, peguei me celular e chamei um táxi. Josh apareceu. - Não vai me trancar de novo vai?


- Aquele negócio de ser adotada é verdade? - Olhei seria para ele e terminei de juntar minhas coisas. - Eu to tentando conversar com você, não era isso que queria?


- Se for falar disso prefiro não conversar.


- Por que nunca me contou? - Eu procurei de todas as formas não olhar para ele.


- Não achei importante!


- Não achou importante?! Aposto que todo mundo sabe. - Ele explodiu.


- Só a Bruna..Eu nem sei porque ainda to aqui falando com você. A gente nunca teve intimidade, você não sabe nada sobre mim e como você sempre joga na minha cara eu tambem não sei nada sobre você, então para você ... eu nem sei o porquê de você ter ficado comigo por tanto tempo, sabe, ate que a gente durou.


- To tentando conversar com você... - Me virei para ele.


- Não ta nada, o que você quer é arrancar respostas de mim, isso não é uma conversa. Fala de uma vez o que você quer saber? - Ele se aproximou de mim e colocou a mão no meu rosto - Não me toca. - Eu me afastei. 

Eu tinha tanta coisa para dizer a ele mas quando ele me olhava ou chegava perto de mim eu me esquecia por completo, cada palavra.


- Você me assusta. - Continuei - E deveria ter ficado do meu lado e não desaparecido com raiva.


- Eu tentei te proteger. - Ele disse em tom mais calmo.


- Abandonar alguem não é a melhor maneira de se fazer isso. Você ter ido embora foi o que mais me machucou - Ele passou a mão pelos cabelos e respirou fundo.


-  Olha Sofia.. - Ele deu um passo na minha direção.


- Eu ja não quero mais ouvir nada, acho que você ja disse o bastante. - Eu me sentei na cama e fiquei olhando para o chão. - Eu vim para cá para passar um tempo com você, mas a unica coisa que você fez foi esconder coisas de mim e me deixar com medo. Você tinha que ter confiado em mim!


- Confiança requer confiança. 


Percebi os passos dele indo em direção a porta, ele saiu em silêncio.

Esperei a droga do táxi que nunca chegava, carreguei meu celular e tomei um banho, desci para comer alguma coisa e a casa continuava vazia, pensei na possibilidase do Josh ter mandado sua familia para uma viagem ou coisa parecida. Quando voltei ao quarto vi 6 ligações perdidas.


- Que droga, será que esse taxista se perdeu de novo? - Redisquei o número duas vezes mas nada de atender e eu não achava o cartão dele em lugar nenhum, ate que a ligação ficou muda. - Alô? - Eu podia ouvir uma respiração do outro lado - O senhor se perdeu?


- Você quer ele? - Uma voz rouca soou do outro lado como naqueles filmes de terror.


- Quem ta falando? Alô! Eu não consigo te ouvir - Andei pelo quarto e olhei em cada canto da casa para ver se não havia ninguem ali. Entrei no banheiro e fechei a porta. - Alô!


- Você quer ele? Tem que ficar com ele! Eu não posso mais - Ouvi uma fungada e logo após reconheci a voz. - Você tem que vir buscar ele. Eu não aguento mais. - Ela começou a tossir do outro lado.


- Ana? Ana aonde você esta? - Perguntei aflita. - Ana responde!.


- Você tem que vir buscar ele! - A voz dela parecia mais rouca a cada palavra.


- Eu vou. Só me diz aonde você esta?


- Que eu não aguento mais... 


Ela demorou um pouco por conta da tosse mas me passou o endereço, eu sai correndo do banheiro e procurei outros taxistas, nenhum quis me levar ate lá por mais dinheiro que eu tenha oferecido, mas um deles me prometeu que me deixaria próximo.

Desci proximo a uma passarela onde havia varios homens sentados usando droga, me olharam e continuaram usando. Eu fiquei com medo naquele momento, ninguem sabia que eu estava ali e aquela poderia ser uma emboscada mas agora eu ja não tinha nada a perder, eu fui decidida a não deixar aquela mulher me fazer de isca para conseguir mais dinheiro eu entraria e pegaria o Arthur não importa circunstância e não me importei com a possibilidade de sair morta.

Cheguei ao lugar que ela me indicou e bati, ela abriu uma fresta da porta e me puxou para dentro.


- Como chegou aqui? - Eu olhei por toda casa na intenção de achar alguma coisa para me defender mas à não ser por um sofá rasgado não havia mais nada naquele cômodo.


- Cade ele? 


- Ta no quarto! - Ela aponto e fui na direção de uma porta de madeira a esquerda.


Quando abri a porta Arthur estava no chão brincando com um parafuso, assim que me viu soltou e veio correndo.


- Ai que saudade - Eu disse abraçando ele.

Olhei ao redor e era um comodo bem pequeno tendo somente uma cama quase ocupando o espaço todo e um armario velho sem porta.

- Quer ir embora? - Ele me olhou - Quer ir embora comigo? - Ele balançou a cabeça e deitou em meu peito.


E naquele momento eu vi que pensei em tudo menos em como eu voltaria, meu celular deixei na casa do Josh e minha única opção era ir andando até uma parte movimentada de la e pegar um táxi, coloquei uma das minhas blusas nele e percebi que o braço dele esta roxo.


- O que foi isso?


- Dodoi - Ele respondeu.


- Mas você caiu?


- U homi... - Eu ouvi uma gritaria do lado de fora da casa e com medo tapei a boca dele.


- Shhh - Sussurrei e ele sorriu. Me afastei e fui e fui ver o que estava acontecendo me aproximei da janela havia varios homens la.


- Abre sua vagabunda. Chegou seu dia, você vai morrer - Um dos homens gritou.


Me aproximei da porta e Ana estava empurrando o sofa para impedir que eles entrassem na outra porta.


- Sai daqui! - Ela falou baixo.


- Tem um monte la fora. Nao dá. - Tentei ajudar ela a empurrar o sofá.


- Sai daqui. Protege ele - Ela me empurrou até o quarto e fechou a porta e pela fresta pude ver ela empurrando o sofá.


La fora parecia uma guerra, eu podia ouvir tiros e homens gritando, o pânico tomou conta de mim e eu ja não sabia mais o que fazer. Ouvi um barulho de metal vindo da onde eu entrei e olhei pela fresta, eles conseguiram entrar! 

Eram uns 12 homens cada um com uma arma, olhei pela janela na intensão de conseguir sair dali mas haviam muitos homens espalhados la fora.


- Me dá minha grana! - Ordenou um dos homens.


- Eu não tenho agora mas eu vou.. conseguir! - Ana respondeu parecia que não podia respirar.


- A quanto tempo com essa mesma história? Sabemos que você não vai conseguir. - Um dos homens disse passado a mão nela.


- Mas eu quero a minha grana! E não vou sair daqui de mãos vazias. - Ele arrastava o pé pelo chão - Você não tem mais porra nenhuma ja tiraram tudo de você! Cade aquele dinheiro que você recebia? Eu quero! Revirem tudo!


Ouvi sons de pessoas se aproximando, bateram na porta com força e atiraram na maçaneta, fazendo ela cair.  Com o barulho do tiro Arthur se assustou e começou a chorar. Empurraram a porta mas eu consegui segurar antes que entrassem.


- Dodô tem alguem aqui dentro! - Um dos caras respondeu.


- Então abre essa porra e pega quem quer que esteja ai, ate a porra daquele bebê.


- NÃO -  Ana gritou com toda força dos seus pulmões .Ouvi um brulho de tiro e uma gritaria, olhei pela maçaneta e vi o um dos homens no chão sangrando e agonizando de dor, outro homem segurava ela pelo pescoço.


- Levem ele daqui e abram essa porra de porta logo.


Ana começou a gritar muito alto e eu empurrei o armario em direção a porta, pude ouviri o corpo da Ana caindo no chão um tiro e então ela parou de gritar, tentei acalmar o Arthur mas ele não parava de chorar.

As pessoas se jogavam na porta e o armario ja estava cedendo, deixei o Arthur na cama repetindo a ele que estava tudo bem, mesmo eu sabendo que não estava nada bem, e segurei com força o armário impedindo que abrissem a porta, com impaciência um homem gritou " Abre fogo nessa porra!" - E todos os homens começaram a atirar, mas logo o barulho parou olhei para tras e vi o Arthur chorando mas não saia som, senti algumas coisas caindo na minha cabeça e olhei para cima havia uma rachadura no teto que não duraria por tanto tempo, peguei o Arthur no colo e me sentei com ele no pequeno espaço entre a parede e a cama me encolhi o maximo que consegui vendo a porta se abrir aos pouquinhos, as coisas pareciam estar em câmera lenta, as pedras ainda caiam sobre minha cabeça quando minha audição voltou, Arthur chorava no meu colo, som de gritaria, tiros e coisas sendo arrastadas tudo junto, ouvi uma explosão e coloquei o Arthur deitado em baixo da cama ele segurava forte meu dedo, com medo, antes que eu pudesse entrar em baixo da cama com ele, senti algo caindo na minha cabeça, com força. Coloquei a mão e senti algo liquido. Sangue? Meus olhos ficaram pesado e minha visão foi se apagando e a ultima coisa que ouvi foi o choro do Arthur ficando cada vez mais distante.




Notas Finais


Vi agora que dia 14 fez um ano de enrolação de we're right here *0*


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