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História Werewolf Girls - The Awakening of Peeira - Capítulo 8


Escrita por: KimBias

Capítulo 8 - Holy Shit!


[Yerin] 

 

 

A transformação da Yuju foi a coisa mais horrível e dolorosa que já vi. Era difícil continuar vendo aquilo, seus gritos de dor e agonia me atingiram de uma forma que não conseguia nem respirar direito, era um sentimento inexplicável, horrível, não era como os gritos artificiais de uma mulher em um filme, eram gritos reais… A realidade nua e crua. Meus olhos se encheram de lágrimas, aquilo era demais pra mim, meu coração doía tanto! Não podia fazer nada, ficar perto e dizer que tudo iria ficar bem, uma impotência. 

 

EunHa não consegui ficar vendo por muito tempo, estava sentada no sofá, chorando baixinho. Deveria estar consolado ela, mas meu corpo simplesmente travou na frente dessa janela, Seulgi também estava nessa comigo, parecia tão assustada quanto eu. O local que Yuju estava não era tão iluminado, mas a lua cheia ajudava um pouco, desviei os olhos quando vi o corpo da minha amiga totalmente deformado, como o de uma besta, mas acabei olhando de novo ao ouvir um som animalesco sair no lugar de seus gritos, seu tamanho aumentando e sua pele se esticando até se rasgar totalmente, os pelos castanhos sujos de sangue… 

 

Yuju é um lobisomem… 

 

— Puta merda! — Quase me assusto com o sussurro de EunHa ao meu lado, se espremeu entre mim e Seulgi. 

 

Ela tirou as palavras da minha boca

 

Puta merda! 

 

A Yuju, ou o Lobo, estava estranhamente parada no mesmo lugar, talvez estivesse farejando? 

 

— O que lobisomens geralmente fazem depois de se transformarem? — Perguntei baixinho para Seulgi. Vi ela engolir em seco antes de responder 

 

— Eles caçam. 

 

— Yuju não faria isso com a gente… Faria? 

 

— Mas aquele monstro ali, sim. 

 

Antes que eu pudesse pensar se me sentia ofendida ou não com Seulgi a chamando de monstro, vejo ao longe alguém passando pelo portão… Pera aí, SinB? 

 

— Sowon, eu vou te matar! Me fez vir andando-

 

O que acontece a seguir é rápido demais para acompanhar, Yuju correu em direção à SinB, está que saltou no ar como se fosse nada e quando pousou novamente, não era mais uma humana, era um grande lobo de pelos negros, os dois lobos saíram rolando em direção à floresta, o som da briga era muito assustador, nunca tinha visto nada assim. 

 

Eu só não esperava que minha cabeça fosse começar a doer agora. Era diferente das anteriores, era mais forte, mais pesada, me afastei da janela, coloquei as mãos em meus ouvidos, era como se alguém estivesse gritando muito alto na minha mente, acho que EunHa perguntou se eu estava bem, mas não consegui responder, estava imersa, tentando entender o que aqueles gritos queriam dizer…. 

 

"CORRA!" 

 

E foi como um clique. Uma força, muito maior que eu, me dominou. Era como um forte instinto, eu simplesmente sabia o que tinha que fazer, tinha que correr! Mas, mesmo assim, não compreendia o motivo. Meu corpo se moveu sozinho, passei pela Umji bem na hora que ela abriu a porta, olhou para mim sem entender, com Sowon também não foi diferente, perguntou o que eu pretendia fazer, mas não disse nada, ela tentou segurar meu braço, no entanto - não sei como - me desviei rápido dela e comecei a correr. Tinha somente um objetivo: entrar na floresta e encontrar aquele lobo. 

 

Eu não podia deixar ninguém me impedir. 

 

Eu precisava ser rápida. 

 

Esse desejo, a necessidade, era tão forte, quase desesperadora. Minha mente estava uma bagunça, não conseguia raciocinar direito, aliás, é bem difícil pensar em alguma coisa quando se está correndo no meio de uma floresta com dois lobos gigantes brigando. 

 

Minha respiração pesada não acompanhava o ritmo de meu coração acelerado; pleno sinal de que estava quase entrando em pânico. Precisava ser mais rápida. O vento gelado batia contra minha face, enquanto corria desesperadamente, não sabia exatamente para onde estava indo, mas meus instintos me guiavam, o que é muito estranho, pois nunca fui boa em segui-los, nunca senti eles tão aguçados assim. 

 

Continuei correndo, mesmo que minhas pernas estivessem implorando por descanso, desviando de troncos caídos e de qualquer coisa que estivesse em meu caminho. Senti alguns pingos de água em meu rosto... Ótimo. Chuva. Segundos depois, o que me parecerem ser minutos, meus pulmões reclamam por ar e sinto minha garganta arder em chamas.... Fiquei surpresa por ter corrido por tanto tempo, já devo estar no centro da floresta, ou quase. Imaginei que tudo estava perdido, quando de repente escuto um uivo. 

 

Meu coração parou, eu a encontrei. 

 

A maioria das pessoas tremeriam ao ouvir esse som, mas eu me senti encantada, foi como se todo o meu cansaço tivesse sumido, no meio daquele longo uivo, senti uma sensação, como se alguém dissesse que estava tudo bem agora.

 

E não me pergunte como eu consegui entender isso.

 

Dei mais alguns passos, o coração quase saindo pela boca, vi o lobo castanho deitado no chão, havia várias marcas de mordidas e arranhões, o outro lobo olha diretamente pra mim… Seus grandes olhos, verdes e brilhantes, me fizeram paralisar no mesmo instante. Não consegui ficar admirando por muito tempo, pois logo sinto uma dor irritante

 

- Ai, minha cabeça… De novo. - Fechei meus olhos e cobri meus ouvidos de novo, havia um zumbido ficando cada vez mais alto. Nada inteligente fazer isso quando tem um animal enorme na sua frente. 

 

"O que ela está fazendo aqui?" 

 

Ouço o sussurro de SinB, foi como um sopro em meus ouvidos. Acho que é a segunda vez que escuto sua voz… 

 

— Na verdade, eu não sei ainda. — Respondo ainda de olhos fechados, aquela porra de zumbido me matando, não sei como ainda conseguia ouvir ela. 

 

"Como… Como fez isso? 

 

Pelo seu tom de voz, parecia bastante surpresa. 

 

— Como fiz o que? — Finalmente crio forças e abro os olhos, me deparando com os de esmeralda me encarando profundamente. Só aí entendi, eu estava falando com um lobo… 

 

"O que você é?" 

 

A voz dela estava na minha mente ou estava ouvindo os pensamentos dela?! 

 

Mas, como num clichê interminável, minha visão foi ficando turva, o zumbido já era demais para suportar, sentia como se meus ouvidos estivessem sangrando. Me desequilibrei e caí, mas não em meio as folhas e gravetos e sim em um confortável e quente abraço. Com o resto de consciência que tinha, olhei para SinB, agora em sua forma humana… Sua expressão era uma mistura de preocupação e dúvida. 

 

Talvez não fosse o momento para notar isso mas… Ela é linda demais. 

 

- Puta merda…. 

 

 

 

Lá estava ela, a criança agachada entre duas camponesas, que nem perceberam a presença da pequena e seus olhos marejados, os cabelos negros atrapalhavam um pouco sua visão. Em suas pequenas mãos estava uma boneca de pano que ganhara de aniversário. Ela não conseguia entender direito o que estava acontecendo, não sabia o porquê daquelas pessoas estarem falando coisas tão rudes para seus pais. E seus pais? Por que não faziam alguma coisa? Eram tantas perguntas naquela mente tão inocente.

 

Ela queria ajudá-los de alguma forma..., mas não sabia como.

 

— VOCÊS IRÃO PAGAR POR SEUS PECADOS NO INFERNO! — A pequena acabou se assustando com as palavras do padre. Dois homens se aproximaram, um ficou ao lado de seu pai e o outro, ao lado de sua mãe. Os dois carregavam uma tocha, o primeiro jogou a tocha no homem, que logo ficou coberto pelas chamas os seus gritos de dor ecoava por todo o vilarejo. Logo depois, um outro jovem (que aparentava ter uns 20 anos), pegou um machado e o decapitou, com um pouco de dificuldade.

 

A filha, que acompanhava tudo, abafa o grito com suas mãos, largando a boneca de pano ao chão. Lágrimas descontroladas começam a escorrer pelo seu rosto, e a garota sentiu uma onda de fogo dentro do seu pequeno corpo. Suas orbes, que antes eram escuras, se tornam verdes. 

 

"Papai…" 

 

 O segundo se preparou para jogar na mulher, os olhos da criança encontraram os da mãe...ela sorria gentilmente para a filha. Aquela imagem ficaria guardada em sua mente. A mulher fez um grande esforço para dizer as últimas palavras para sua pequena-"

 

— YERIN! 

 

— O QUÊ?! 

 

Dei um pulo da cama com os punhos para cima, em posição de briga, minha visão ainda estava um pouco embaçada. 

 

— Larga de ser tapada — EunHa me empurrou de volta para a cama. — Pensei que não fosse mais acordar, Bela Adormecida. E que ideia foi aquela de sair correndo pra floresta? 

 

— Quê? — Tento arrumar meu cabelo, olhando em volta, só agora me dou conta de que estou no quarto dela, já posso até imaginar como vim parar aqui, mas precisava perguntar — Quem trouxe a gente? 

 

— Sowon — Disse me encarando, estava sentada numa poltrona rosa na minha frente, seus cabelos estavam úmidos, deve ter acabado de tomar banho… Isso me fez lembrar de algo muito importante! 

 

— Puta que pariu! EunHa! A mamãe vai me matar, ela disse que eu não podia sair e eu saí, não falei com ela até agora. Meu Deus, ela deve tá colocando polícia toda atrás de mim, os bombeiros, será que tem uma foto minha de desaparecida na Internet? Tenho que ir, caramba-

 

— Se acalma aí, amiga. Eu já cuidei de tudo, vai ficar me devendo uma. 

 

— Como assim cuidou de tudo? 

 

— Falei pra ela que te chamei pra ficar aqui em casa, ela relaxou, mas quis falar contigo. Dei uma desculpa de que você estava dormindo, até mandei uma foto sua! Foi bem convincente. De nada. 

 

— Ela relaxou? — Arqueei as sobrancelhas, minha mãe não é de relaxar tão fácil assim, provavelmente vou ouvir muito quando chegar em casa. — E os seus pais? 

 

— O papai ainda tá no trabalho e a mamãe tinha ido no mercado um pouco antes da gente chegar, ela já deve estar vindo agora. 

 

Nós ficamos em silêncio por alguns minutos, lembrei do sonho — ou pesadelo — estranho, eu era só uma espectadora, mas era capaz de sentir o medo e a dor daquela criança, parecia tão real, tanto que podia sentir o cheiro de sangue e carne queimada. Balanço a cabeça, não vou me esquecer disso tão cedo, na verdade são tantas coisas chocantes acontecendo que esse sonho é o menor dos meus problemas, ou pelo menos eu acho que é. 

 

— Preciso falar com a Seulgi. — Falei, chamando a atenção de EunHa, que me encara confusa. 

 

— Sobre…? 

 

Encolhi os ombros 

 

— Quero saber como eu fui parar nos braços dela quando apaguei na frente da SinB. 

 

— Tá falando sobre aquela situação horrível que aconteceu no beco? 

 

— Sim. Eu lembro de só ter visto a SinB, e aliás… Agora que sabemos que ela mora do outro lado da cidade, o que ela estava fazendo lá? Tão perto da minha casa….

 

— Ela poderia estar indo visitar a Seulgi

 

— Sim, eu pensei nisso também. Mas não sei. Tudo o que envolve essa garota é um mistério. 

 

— Ela é um lobisomem, meio óbvio que tudo sobre elas seria esquisito — Deu uma risada curta. — Ah, me sinto em um filme do Crepúsculo… Só que numa versão onde só tem lobos. 

 

— Elas não ficam andando por aí só de shorts e top, exibindo os músculos…. 

 

— Pervertida. — Apontou para mim em reprovação, e eu mostrei a língua pra ela. 

 

— E a gente seria o que nesse filme? — Me deitei na cama e abracei o travesseiro, o cheiro do shampoo de EunHa enchendo minhas narinas. Era bom. 

 

— Hm, vampiras não, já me imaginou saltando pra morder o pescoço de alguém? — Fez careta. 

 

— Seria uma cena muito fofa… Vampira anã. — Comecei a rir alto quando ela jogou uma almofada na minha cabeça

 

— Idiota! 

 

 

Sei que essa era uma tentativa nossa de fazer as coisas parecerem mais leves, acho que a gente merecia um pouco de distração, pelo menos um pouco. 

 

 

[N] 

 

 

Depois de testemunhar a transformação de um lobisomem, de Yuju, Seulgi estava em sua casa, jantando com Bomi e Moonbyul, essas que conversavam sobre a frustração de ainda não terem encontrado nenhuma pista do lobisomem. Mas Seulgi não estava prestando atenção, pois estava absorta em seus pensamentos. Como foi que ela se enfiou no meio daquilo? Ah, lembrava com bastante precisão da noite passada, de como encontrou SinB e Yerin, a última desacordada, naquele beco escuro quando voltava para casa. 

 

Normalmente não pegaria aquele caminho, de jeito nenhum, principalmente depois do que aconteceu com o pobre namorado de Bomi, morto por um animal enorme, um lobisomem. Mas sentiu uma sensação estranha e decidiu seguir seus instintos, sua prima Byul diria que não era instinto e sim pura burrice, pois vivia se metendo em perigo, e Seulgi estava inclinada a concordar com a prima dessa vez. Bomi já diria o contrário, que era bom seguir os instintos, vidas podem ser salvas, ela diria, mas que era bom estar preparada para lidar com as consequências de seus atos heróicos. 

 

E Seulgi não estava preparada. 

 

Ficou paralisada quando viu aquele ser de olhos verdes, era a única coisa que conseguia enxergar com exatidão no meio daquele breu, seu coração batia tão rápido que por um momento achou que ele tivesse parado de bater, isso também se devia ao fato de ter visto o corpo de um homem no caminho — seu pescoço estava quebrado igual um galho de árvore, olhos esbugalhados e a boca bem aberta fazendo um "o" — , mais a frente, a mulher de olhos verdes segurava uma garota em seus braços. 

 

Devia correr para casa e avisar as garotas, elas pegariam suas armas e matariam aquela coisa. Aliás, Seulgi nem sabia o que era aquela "coisa", poderia ser somente uma mulher dos olhos incrivelmente lindos e não um animal sanguinário. Mas ela não fez isso, não moveu um músculo, pensou que logo estaria morta igual o homem do pescoço quebrado, mas as coisas que aconteceram a fez se questionar se já não estava morta mesmo. 

 

A mulher, ou melhor, garota, se aproximou dela, disse com uma voz mansa que estava tudo bem, se apresentou como SinB, falou sobre o que aconteceu, que aquele homem havia tentado violentar Yerin... Yerin, Seulgi sabia quem era ela, sua vizinha , apesar de nunca terem se falado na vida mesmo frequentando a mesma escola. SinB lhe passou uma sensação diferente, estava longe de ser tranquilizadora, mas não era de todo o mal, pelo menos não naquele momento. Na verdade, a garota só parecia muito preocupada com Yerin.

 

— Leve ela para casa, por favor — Ela disse entre dentes, como se estivesse fazendo um grande esforço. Seulgi não soube muito bem como interpretar isso, talvez a garota não fosse de pedir favores, pensou.

 

[Seulgi] 

 

— Porquê salvou Yerin? Ela é uma conhecida sua? 

 

SinB inclinou a cabeça um pouco, como se a resposta fosse óbvia. 

 

— Ele ia violentar ela. E eu conheci ela hoje, na escola. 

 

Então esse ser realmente salvou Yerin, aparentemente sem algum motivo pessoal por trás, só fez o que qualquer pessoa com coragem varia. O que eu deveria fazer? O que Bomi e Moonbyul fariam? Sem dúvida não ficariam de papo furado, provavelmente a matariam mesmo assim. 

 

— O que você é? Um lobisomem? 

 

Me encarou parecendo intrigada por um momento, é difícil ler essa garota, suas expressões são mínimas. 

 

— Você é uma caçadora? - Balancei a cabeça, confirmando. Droga! Eu deveria ter feito isso? Merda, claro que não. Agora ela tem mais de um motivo para querer me matar. Sou tão idiota! — E porque não está apontando uma arma, com balas de prata, para minha cabeça? 

 

— Por quê ainda não me matou? Além de testemunha do que aconteceu aqui, sou uma caçadora. Sou uma ameaça pra você. 

 

Ela arqueou a sobrancelha.

 

— Você não fez nada de errado. E nós duas concordamos que aquele lixo merecia morrer. — Engoli em seco, realmente não tinha como eu discutir isso. — E já que você é uma caçadora, quero mostrar que eu não sou uma ameaça para as pessoas de bem desta cidade.

 

A mensagem dela foi clara, mas questionar isso agora não seria o certo. Ela matou um estuprador desgraçado, o mundo agradece, principalmente as mulheres. Mas tem uma coisa me incomodando…

 

— Tem mais quantos de vocês? Não venha me dizer que é uma loba solitária. 

 

Pensei que ela se negaria a contar, mas sua resposta veio rápido. 

 

— Eu e minhas duas irmãs. 

 

Três lobisomens não era número ruim, mas poderiam fazer um estrago se quisessem, isso contando com a suposição de que todas elas são lobos. Uma delas deve ter matado o namorado de Bomi, e até onde eu sei, ele não era um cara ruim. Só resta descobrir qual delas, mas não posso tentar fazer isso agora, estou desarmada, e ela poderia ficar de saco cheio e me matar de uma vez. Só mantenha a calma, Seulgi. 

 

— Caçadora, eu e minha família não queremos entrar em nenhum confronto desnecessário. Garanto que não somos uma ameaça para as pessoas daqui. Então gostaria de saber se você concorda em manter tudo isso em segredo.

 

— Só entre nós duas? — Perguntei, ela disse que sim. Isso sem dúvidas é muito errado, muito perigoso. Não se deve fazer acordos e muito menos confiar em um monstro. Mas, mais uma vez, estou em desvantagem aqui. E se essa é uma chance de descobrir quem assassinou o namorado da Bomi, tenho que me agarrar a ela. 

 

— Tudo bem, mas vou ficar de olho em vocês. Me chamo Seulgi. 

 

— Acho justo, Seulgi. 

 

Não respondi mais nada, somente peguei Yerin nos meus braços e a levei para casa sem olhar para trás, ela pesava bastante, mas consegui dar conta, a casa dela não era longe. Quando a mãe dela abriu a porta, me lançou um olhar assustado, dei uma desculpa esfarrapada dizendo que ela apagou do nada no meio do caminho. Ela não pareceu acreditar muito, mas não tinha o que fazer. Depois segui para minha própria casa, tive sorte de não encontrar ninguém ali, Bomi e Byul ainda estavam trabalhando, e minha cara de bunda iria me entregar na hora, não sei mentir pra elas. Subi para o meu quarto e me joguei na cama, fiquei olhando para o teto fixamente pelo o que pareceu horas, passando e repassando os últimos acontecimentos. 

 

 

— Tem lobisomens na minha escola.

 

 

 

  

 


Notas Finais


Próximo cap vai ser inteirinho da SinB, pq já está na hora da bonita aparecer.


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