História Werewolf Renegade - Capítulo 18


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Lobisomem, lua cheia, Vampire, Vampiro, Werewolf
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Palavras 1.443
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa Noite Pessoas.

O Capítulo De Hoje é Apenas Para Dar Alguns Esclarecimentos.

Boa Leitura. ✌✌

Capítulo 18 - Ajuda Inesperada


Endriw entrou no seu apartamento, havia conseguido se acalmar com a caminhada que fez, em breve teria um pequena “conversa” com Andressa.

-Interessante – falou o Mestiço, para ninguém em particular

-O que houve? – perguntou Zadrag, curioso.

-Eu estava prestes a me perguntar qual seria o primeiro Wolf que viria me enfrentar. – disse virando-se para uma parte escura da sala – Não imaginava que você fosse ser a primeira. Katrina.

Das sombras do apartamento, saiu uma jovem que não aparentava ter mais de 20 anos, tinha o cabelo loiro ondulado e comprido, os olhos de uma cor violeta, uma beleza exuberante, traços finos e uma pele alva. Tinha anéis Precursores nos dedos da mão esquerda.

-Conseguiu sentir minha presença mesmo eu estando usando a habilidade do anel Occultatum – disse Katrina, batendo palmas – Não esperava menos de você, Endriw.

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Josiah observava a lua de uma das sacadas da mansão, o local era sem dúvida no meio de uma floresta, afastado da civilização humana.

-Eu imaginava encontra-lo em qualquer lugar... – disse uma voz atrás dele – Menos aqui. Com esse olhar perdido.

Josiah sabia quem era. Adriel ficou ao seu lado.

-Eu estava me perguntando até que ponto ele irá suportar. – disse o Wolf, após alguns instantes de silêncio.

-Ele? – estranhou.

-Endriw – respondeu, sério.

-Acho que não entendi – falou, tentando disfarçar um pequeno incômodo.

-Você já viu Endriw chorar? – perguntou

-Não – respondeu, seco. – Nunca.

-Existe um limite para até onde podemos fugir de nossas dores meu amigo, um dia Endriw encontrará esse limite.

-E sua filha? – resolveu mudar de assunto, após algum tempo de silêncio.

-Ela está viva – falou com plena convicção. Mesmo que não soubesse onde a filha estivesse - ou talvez soubesse -, o laço de sangue que possuía com ela, o fazia sentir a vida dela.

-E o que pretende fazer com relação a ela?

Josiah sorriu.

-Algo me diz, que ela está com um venho amigo.

Adriel franziu o cenho, a quem Josiah se referia?

-E você sabe quem é esse, amigo? – perguntou, com uma curiosidade mais do que clara.

-Nunca notou a proximidade que ela tinha com seu sobrinho? – perguntou, ainda com um sorriso no rosto.

Adriel ficou surpreso, nunca viu Endriw ser próximo a alguém, nem mesmo a ele, a ninguém.

-Nunca vi Endriw ser próximo a ninguém.

-De fato, mas tanto eu quanto seu pai sempre percebemos a proximidade dela com Endriw, isso claro nos tempos em que ele era meu pupilo.

-Meu pai?

-Ele mesmo, e por mais que eu procure entender, eu nunca soube por que ele permitia a proximidade dos dois.

-Estamos falando de Lúcios Lowell, Josiah – falou com pesar – É impossível saber o que ele pensa.

-De fato. – concordou. – Enviei Annah para confirmar se os dois estão juntos. – informou.

-Mesmo sendo meu sobrinho, o que ele pensa ou acha é um verdadeiro cofre a sete chaves, mas posso dizer que ele jamais aceitaria ajuda que considere desnecessária.

-É verdade, porém ele é astuto, se quase morreu para matar Damom, deve saber que não seria páreo para os outros Wolves juntos. Mas, como você mesmo disse, trata-se de Endriw, sua mente é um verdadeiro segredo. – e completou – Nesse quesito, ele é exatamente igual ao avô.

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Katrina encarava Endriw, o mesmo continuava sentado, imóvel.

-Bem, eu acho que... – não conseguiu falar, pois antes que percebesse Endriw se levantou e materializou a sua lâmina Gládio, a colocando sobre o pescoço de Katrina.

-Por que está aqui? – questionou, seu semblante estava sério e seu olhar sombrio, foi o bastante para a loira perceber que deveria falar com seriedade.

-Vim ajudá-lo – respondeu de forma direta. Se não estivesse tão sério, Endriw teria rido.

-E por que você faria isso? – pressionou levemente a espada contra o pescoço da loira, fazendo um pouco de sangue sair.

-Drake me mandou – Endriw arregalou levemente os olhos .

-Explique-se melhor, Katrina – falou, quase em uma ordem.

-Meu pai despertou, ele com certeza já acordou os outros Wolves, se é tolo o bastante para lutar contra eles sozinho, boa sorte. – falou, sentindo a ponta da lâmina pressionar cada vez mais. – Você mais do que ninguém sabe que eu tenho mais motivos para querer ver meu pai morto do que qualquer um. – Endriw abaixou a lâmina, a fazendo assumir sua forma de bracelete em seguida.

-Pensei que estivesse morta – falou, se afastando e sentando-se em seu acento. Embora sua atitude tenha deixado a Wolf com uma expressão de quem não havia entendido.

-Fui deixada pra morrer, mas conseguir sobreviver – revelou, ainda confusa com a atitude do Lowell. – Mas, se não for pedir muito, pode explicar o que foi isso agora a pouco?

-Queria me certificar de que era mesmo você – respondeu, deixando a loira com uma expressão ainda mais confusa – Keaton – por algum motivo, a menção do nome fez a Wolf entender o que Endriw queria dizer. – Como me achou? E por que Drake a teria enviado? – quis saber.

-Drake já sabia onde você estava, não foi difícil te encontrar. E, respondendo a sua segunda pergunta, o Progenitor a quem Drake serve quer que você continue vivo, então achou que seria bom dá uma ajudinha.

-Quem é o Progenitor? – inclinou-se para frente, visivelmente interessado.

-Eu não sei – balançou a cabeça negativamente – Apenas Drake sabe.

-Que pena – lamentou, aconchegando as costas na poltrona. Depois, fitou Katrina de forma extremamente séria. – Está mesmo disposta a me ajudar?

A loira suspirou.

-Está mais desconfiado do que pensei – falou enquanto sentava-se no sofá – Quero que saiba Endriw, eu não era e não sou subordinada a Drake, nem a ninguém, eu apenas mantinha contato com ele porque ele sabia sobre algo do meu interesse, e se eu aceitei o que ele me pediu, é porque nossos interesses se unem.

Endriw fechou o olhos e se deixou meditar por um tempo, até que:

-Muito bem, eu aceito a sua ajuda – a decisão fez a loira dar um sorriso discreto – Mas, creio que não preciso ressaltar o que acontece se tentar algo.

-Vai me matar – não era uma pergunta.

-Ou morrer tentando – completou, se levantando e indo em direção a porta para sair do lugar

-Aonde vai? – perguntou, curiosa.

-Dá uma volta para esclarecer certas coisas – olhou para Katrina antes de fechar a porta atrás de si – Ainda vai está aqui quando eu voltar?

A loira assentiu. O Renegado se retirou.

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Endriw andava sem rumo pelas ruas silenciosas, de fato eram muitas coisas para pensar e repensar, os outros Wolves, seu tio Adriel. Enquanto andava pelas ruas, não pôde deixar de sentir um arrepio subindo pelas suas costas, não significava nada de bom, seu extinto o alertava quase sempre quando havia um perigo por perto, mesmo quando Endriw não sentia. Decidiu voltar para o apartamento, estava estranhando o fato de até agora Zadrag não ter dito nada, tocou o pescoço, e só então percebeu que estava sem seu Espírito Auxiliar. Maldição.

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Katrina observava a lua no céu, os cabelos loiros desciam soltos até o quadril. No pulso do braço esquerdo usava anéis Precursores. Zaino, seu Espírito Auxiliar, em forma de uma pulseira em seu pulso direito.

-Tem certeza que foi uma boa escolha? – a voz do seu Espírito Auxiliar soou

-Foi a única escolha que dei a mim mesma – falou com convicção. Era por volta de meia noite quando ela ouviu a porta do apartamento ser aberta, era Endriw que retornava.

Por um instante os dois apenas se encararam, enquanto Katrina sentia uma estranha sensação dentro de si.

-Deve estar cansada – falou o Mestiço, se aproximando

-Você demonstrando preocupação – falou em um tom brincalhão – Essa é nova

-Tinha me esquecido o quanto você é irritante – disse se jogando na poltrona e fechando os olhos – A cama está no quarto.

-Já vai dormir? – esperava que Endriw fosse lhe fazer algumas perguntas, pelo ao menos, ela tinha algumas perguntas

-O que você acha?

-Que você continua um mal humorado – falou dirigindo-se ao cômodo que acreditava ser o quarto, confirmou assim que chegou a porta. – Tem certeza que vai dormir ai?

O outro não respondeu, apenas deu um pequeno murmúrio de irritação. Katrina deu de ombros, foi até a cama e se deitou, fechou os olhos e adormeceu.

No prédio ao lado do que Endriw residia, com um joelho apoiado no chão da cobertura do prédio, uma mulher mantinha os olhos fixos no apartamento de Endriw, tinha os olhos de um verde intenso, uma aparência adulta com uma idade de no mínimo 30 anos, os cabelos negros e curtos. A Wolf deu um sorriso antes de falar apenas para si mesma.

-Seria um desperdício vim até aqui e não aproveitar pra ver o quanto você cresceu, Endriw.


Notas Finais


É isso. Espero que tenham gostado.

Até a proxima. Fui. ✌✌✌


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