História Westeros University - Capítulo 16


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Categorias As Crônicas De Gelo e Fogo (Game of Thrones)
Personagens Arya Stark, Gendry, Jon Snow, Sansa Stark
Tags Gendrya, Got, Jonsa
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Palavras 1.715
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 16 - Fogo no Parquinho


Capítulo 16| Fogo no Parquinho
SANSA

Jon não conseguiu esperar. Assim que fechamos a porta do meu apartamento, ele me atacou, apertando meus seios com ambas as mãos. Obviamente gemi.
Estava sedenta desses quase três anos sem ir para cama com ninguém e o último (e único) tinha sido o minúsculo Joffrey.
Nada dos toques de Jon podiam ser comparados aos de Joffrey. Jon me acendia como luzes de Natal!
A boca, mordiscava a carne do meu seio, enquanto eu tentava em vão nos puxar para o meu quarto. Mas Jon tinha outros planos.
Ele me empurrou para o sofá. Olhei para o local e lembrei dessa manhã, quando ele chegou e quase me comeu, não fosse a droga do Loras ter ligado.
– Jon, eu...
– Sansa, pelo amor de Deus, só shhhh.
Sua boca me calou do que eu ia perguntar, ele me convenceria do que quisesse me beijando desse jeito.
Passou a mão na parte de trás das minhas coxas e suspendeu-me, sentando-nos no sofá. Eu sobre ele, com uma perna de cada lado de seu quadril. Esse volume! Senhor, eu estava sedenta. Mas antes de sequer pensar em fazer qualquer outra coisa, senão aproveitá-lo, Jon afastou a minha calcinha com os dedos e começou a massagear o meu clitóris. 
Mordi a sua boca, chupando o lábio inferior. E senti o dedo entrando e ele me fodendo com aquela mão deliciosa. Eu ia realizar todos os meus sonhos hoje! 
Puxei a sua camisa, e Jon soltou a minha boca, sem parar de me estocar com a sua mão. Fechei os olhos, sem conseguir continuar puxando a blusa. Ouvi uma risadinha dele. Eu estava completamente entregue. Ele podia fazer o que quisesse comigo.
Parou e tirou a camisa. Puxando, também o meu vestido. Olhou em meus olhos, com aqueles olhos pretos ardendo do mesmo desejo que o meu. Olhei para baixo e vi que ele havia aberto a própria calça, revelando o membro. 
Era o segundo pau que eu tinha visto na vida e PUTA QUE PARIU! Gemi só de pensar naquilo tudo dentro de mim. Voltei a beijá-lo, enquanto Jon me conduzia para se colocar dentro de mim. 
Nunca imaginei que fosse transar com ele, muito menos numa versão de sexo como essa. Nada romântica, apenas desejo, pra cassete!
Ele não tirou a minha calcinha, nem tirou as calças. Estávamos no sofá e todo mundo sabia que estávamos transando. FODA-SE!
Senti o gemido dele nos meus lábios e senti meu canal apertando o pênis dele, a medida que meu quadril descia, enterrando-o dentro de mim. Os dedos apertaram a minha cintura, forçando-me para baixo. E em pouco tempo, eu estava gemendo feito uma vadia. Podia ouvir o barulho do quadril dele se chocando contra meu e o pau dele chegava a partes dentro de mim que nunca tinham sido tocadas. 
Eu estava sendo gloriosamente bem comida!
Mordi o seu ombro e senti o chupão no meu pescoço. Essa era eu, me desfazendo no sofá, gemendo alto e sentindo um orgasmo sendo construído violentamente dentro de mim.
Senti meu corpo ser erguido e as estocadas diminuírem, abrindo os olhos pela primeira vez desde que ele entrou dentro de mim. Virou nossos corpos, deitando-me no sofá. Minhas pernas nas suas costas, puxando-o para dentro de mim.
O sorriso que ele deu, não tenho como explicar. Apoiou uma perna no chão e eu soube, simplesmente soube que ia gozar violentamente.

JON

Caralho, eu estava fora de mim. A sensação de estar enterrado dentro dela era maravilhosa. E aquele olhar. Suplicando por mais era impagável. Não que fosse necessário, eu parecia um viciado obstinado, socando contra ela com força e os gemidos me incentivaram a continuar.
Sansa apertou as pernas ao meu redor e quanto mais força eu fazia nas estocadas, mais alto ela gemia.
As mãos dela me apertaram, uma na bunda, a outra no meu cabelo, puxando-o. Olhei a cena, assistindo-a ter um orgasmo violento, enquanto mordia o lábio inferior. Sansa era uma visão e tanto, toda entregue e extasiada.
Não resisti e continuei, sabendo que não demoraria muito.
– Você. É. Muito. Gostosa. Puta. Que. Pariu! – falei entre as estocadas, ofegante. Sentindo ela espremer o meu pau dentro de si e ordenhar um orgasmo pra fora de mim.
Ela soltou mais um gemido prolongado quando eu gozei dentro dela. E deixei que meu corpo caísse sobre o dela, cansado.
Eu a queria mais, mas a velocidade com que nos embolamos e gozamos me deixou tonto.
– Jon... – ela chamou parecendo aflita.
Ergui a cabeça com medo de ter machucado-a.
Acariciei seu rosto, encarando o olhar desesperado.
– O que foi? Eu te machuquei?
– Você colocou uma camisinha? Era isso que eu ia dizer, que eu tinha camisinha no quarto.
Acompanhei seu olhar desesperado, sentindo, assim como ela, que estava melado demais para eu ter lembrado de colocar uma camisinha.
Engoli em seco, finalmente erguendo o corpo e tendo certeza de que quando eu olhasse para o meio de suas pernas, veria o meu pau desprotegido sair de dentro dela.
Ela estava visivelmente desesperada. Não sai de dentro ainda.  Pude ver que eu tinha feito algum estrago no seu pescoço e colo, com diversas marcas de chupões já começando a arroxear. 
Puta que pariu! Senti meu pau amolecer e sair de dentro dela, junto com ele, tudo o que eu tinha despejado lá.
Sansa cobriu o rosto com as mãos.
– Cinco, menos sete, vinte e oito... não, está errado, calma. Cinco, menos catorze...
– O que você está fazendo? – sentei entre as suas pernas, puxando-a sentada.
– Contas, espere.
– Sansa, está tudo bem. Desculpa eu devia ter colocado um preservativo.
– Shh, Jon, agora você cala a boquinha e me deixa contar. – pôs um dedo na minha boca e perdeu o olhar, fazendo contas.
Demorei a entender que contas ela estava fazendo. Até que ela parou e me olhou, mordendo a boca, prendendo um sorriso.
– Estamos seguros. Mas agora você vai usar a camisinha!
Respirei aliviado. Ainda não sabíamos qual seria a reação dos Stark, mas certamente: “Talvez ela esteja grávida, não era um bom argumento.”
Sorri para ela, com mais que alívio em minha expressão. A promessa da camisinha do quarto foi a segunda informação mais importante da nossa conversa. E a usaríamos em breve.

ARYA
Acordei e Gendry já estava de banho tomado, vestido formalmente.
Ele ficava absolutamente lindo de paletó, com o cabelo puxado para trás, e as laterais raspadas como o galã-badboy mais gostoso que eu já tinha visto.
– Para quem é isso tudo? – perguntei me espreguiçando sob os lençóis.
Depois que Renly nos interrompeu ontem a noite, não fizemos mais nada. 
– Meu pai já chegou. Eu tenho que ir. Você se importa se eu não te levar em casa? 
– Claro que não. Fico pronta em um minuto e peço um Uber.
– Você pode levar o meu carro. Vou com Renly no dele. – Ergui a sobrancelha. Questionando-o.
– Você vai me deixar dirigir o Maverick?
Gendry riu, e veio me beijar na sua cama. Isso era surreal. 
– sei que você vai ser responsável e já vi que você sabe dirigir câmbio manual. – beijou o meu nariz, levantando e abrindo os braços para que eu o avaliasse.
– Preciso dizer que você está lindo? – revirei os olhos, Gendry riu.
– Estou parecendo um galã peitudo?
– Com certeza. – pisquei um olho para ele, enquanto ele abria a porta do quarto e ia embora. 
Não quis ficar na sua casa sem que ele estivesse lá. Catei minhas roupas de ontem a noite, lembrando de como elas saíram de mim e da confissão dele quando terminamos a primeira das três melhores transas da minha vida. Lembrei também da que foi interrompida por Renly, pensando em tudo o que eu queria fazer com ele e no quanto me sentia segura. 
Assim que dei a partida no Maverick, depois de ter ajustado muito o banco e os espelhos, vi o meu sorriso de idiota no rosto.
– Você se tornou uma idiota apaixonada! – resmunguei para mim mesma.
+++

Entrei no apartamento trazendo o café da manhã para Sansa e, muito provavelmente, para Jon.
Os gemidos da San me alcançaram antes que eu abrisse a porta. Ri, fazendo muito barulho com q chave e com as sacolas na mesa, para que eles não fossem tão surpreendidos.
Jon meteu a cabeça na porta, olhando-me sem jeito.
– Cheguei, acabem logo com isso! – falei alto o suficiente para Sansa me escutar e liguei a televisão num volume alto.
Não queria empatar nada, mas eu morava ali também! 
Quando os pombinhos saíram do quarto e vieram mexer nas coisas, fiz sons de gemidos, sem conseguir evitar.
Sansa me deu um tapa no ombro e sentou ao meu lado no sofá.
– Eu não sentaria ai, se fosse você. – Ela falou, debochando de mim, mas um pouco vermelha.
Levantei num pulo.
– Oh, merda! Precisamos de um sofá novo! – Jon riu, Sansa estava vermelha, mas riu também.
Era muito bom vê-los felizes juntos. Pena que não durou muito, quando uma batida forte na porta tirou a nós três da bolha de felicidade.
– Arya, Sansa, abram essa porta! – Robb!


GENDRY
– Acalme-se sobrinho! – Renly falou e soltei a respiração que nem sabia estar prendendo.
Desci do carro dele, vendo o primeiro guarda-costas do meu pai na porta do Hotel, escoltando-nos até o quarto em que ele estava.
Já no corredor eu vi que estava “em casa”, uma mulher vestida como se estivesse numa balada, com um vestido prateado, ridiculamente curto saia do quarto para onde nos dirigimos. 
Meu pai estava na cidade!
O guarda-costas que a escoltou para fora de nossas vistas assentiu para aquele que nos escoltara até ali.
A porta foi aberta e um Robert Baratheon de robe de seda preto, barba grande e um sorriso imenso me encarou.
– Como vai o meu filho predileto?
Sorri junto com ele. Se tinha uma coisa que o meu pai era, era debochado.
– Sou seu único filho, Srº, pelo menos de que se tem conhecimento.
Ri e o abracei. Respirei fundo antes de soltá-lo. Apesar de toda a pressão de ser filho dele, ainda assim me sentia seguro. Se houvesse qualquer problema, Robert o resolveria.
– Onde está a minha futura nora?
Respirei errado, perdendo o fôlego. O quê? 
A não ser que o problema fosse ele.
Renly gargalhou atrás de mim e eu soube, simplesmente soube que estava fudido!


Notas Finais


Jonsa!!!! ❤️❤️❤️ Quem nunca passou por esse aperto que eles passaram levanta a mão!
Gente, agora teremos outros draminhas e foco na comédia. Kkk como eu estou trabalhada no fanservice, vai ter Renloras! Amém? Amém!
Um beijo pras maravilhosas que estão comentando e acompanhando a fic: Serena, N., Alice, Miss e Julli! Vocês são excelentes! ❤️
Aguy


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