História What am I to you? - Capítulo 29


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Got7, Mamamoo
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Hwasa, Jackson, J-hope, Jimin, Jin, Jinyoung, Jungkook, Mark, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Cute, Drama, Exo, Fluffy, Got7, Jackson, Jackson Wang, Jeon Jungkook, Jikook, Jung Hoseok, Kim Namjoon, Kim Seokjin, Kim Taehyung, Mark Tuan, Min Yoongi, Park Jimin, Rap Monster, Romance, Seo Jungmin, Shipp, Shoujo, Vhope
Visualizações 25
Palavras 1.212
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Fluffy, Harem, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha quem voltou depois de 84 anos? Eu mesma, Nam Mello jsbvdkbvkdjbv

Olha, eu agradeço pela paciência que vocês têm comigo, porque se fosse eu já tinha desistido dessa fanfic, então só por amor a vocês eu vou postar hoje dois caps, um atrás do outro.

Espero que gostem, meus muffins, vejo vocês nas notas finais <3

Capítulo 29 - Gift


Fanfic / Fanfiction What am I to you? - Capítulo 29 - Gift


"Last christmas, I gave you my heart, on the very next day, you threw it away."

 

Dois anos atrás

A neve caía, tão silenciosa quanto uma manhã preguiçosa de domingo, e tão bela quanto o desabrochar das flores no auge da primavera. Casais andavam pelas ruas daquela pequena cidadezinha chamada Gwacheon, e sorrisos estavam estampados em seus rostos. O cheiro no ar era uma mistura de perfume, chuva, e chocolate, embora quase imperceptível, formava uma maravilhosa harmonia no nariz de quem sentisse. Até o andar das pessoas na neve, que deveria ser algo inaudível, soava alto demais dentro daquele quarto vazio.

E eu, eu chorava em um canto.

Sentia os hematomas pelo meu corpo doerem, pulsarem. Minha cabeça latejava, e minhas mãos tremiam. Era noite de natal, eu havia ido para a casa dele, e o único presente que eu havia recebido era mais trauma psicológico e emocional, e mais algumas marcas roxas que eu teria de esconder com maquiagem no dia seguinte e fingir para minha mãe e minhas irmãs que estava tudo bem.

Ouvi a porta do quarto abrindo-se, e encolhi-me mais ainda no canto, cobrindo o rosto com as mãos. Meu coração começara a acelerar, temendo o que viria a seguir.

Senti alguém sentando-se ao meu lado, e permaneci imóvel.

Era ele.

Ouvi o barulho do líquido da garrafa movendo-se dentro dela, eu conseguia ouvir que tinha pouco, e ele bebendo tudo aquilo em um gole.

Senti sua respiração pesada e alcoólica chegando perto do meu rosto, e comecei a ficar mais nervosa, meus olhos já enchiam-se de lágrimas, e meu estômago já estava revirando. Ele segurou minha cabeça, me puando para perto de si devagar, e beijou o topo dela, soltando-me. Levantou, deixando algo cair no chão de madeira, e saindo pela porta novamente, fechando-a com força.

Quando senti que ele não estava mais lá, abri os olhos, e, devagar, virei-me para olhar o que havia caído.

Um colar dourado, com um pingente em formato de clave-de-sol.

Não era possível, aquilo não podia ser um presente de natal. Peguei-o, o analisando. Depois de alguns segundos com aquela expressão incrédula no rosto, o pus no pescoço.

Não lembro de ter dito nada sobre, mas Chanyeol era apaixonado por música. Ele sabia tocar seis instrumentos, e sua habilidade e rapidez de aprendizado era assustadora, então ele sempre procurava aprender a tocar algo novo enquanto se aperfeiçoava em um instrumento antigo. A música significava pra ele mais do que qualquer coisa, e ele amava ressaltar isso sempre que tinha oportunidade.

Aquela foi a primeira vez que senti que ele verdadeiramente se importava comigo mesmo depois de ter mudado tanto.




 

Peguei meu celular, vendo o horário. 5:16 p.m, ainda estava cedo. Procurei o número que queria chamar na lista de contatos, achando e começando a ligar, ouvindo aquele barulho característico de chamada, até que alguém atendeu, o que fez meu coração pular.

- Alô? - podia ouvir risadas de fundo. Quem quer que tenha atendido tinha uma voz grossa, mas não era a voz que eu esperava ouvir.

- Alô? Eu queria falar com a EunSeok. - estava apreensiva, não reconhecia a voz do outro lado da linha, talvez fosse o namorado dela.

Esperei um tempo, ouvindo uma confusão de vozes, risadas e gritos de fundo, até que o telefone foi pego novamente. - alô, unnie? - finalmente, a voz que eu esperava ouvir.

- EunSeok, está na casa do Jongin?

- Sim, por que?

- Me diga o endereço.

- Espera, mas por que?

- Apenas me diga. - insisti. - me dê o endereço e me espere, em vinte minutos estarei aí.

 

=========================

 

Me senti mal de deixar Taehyung e os outros esperando, então mandei uma mensagem a ele dizendo que me atrasaria porque tinha que falar com minha irmã mais nova sobre umas coisas. Bem, não deixava de ser verdade, embora esse não fosse meu objetivo principal. Fui de ônibus, demorou menos do que eu imaginava. Em quinze minutos eu já estava em frente à casa. Toquei a campainha, até que alguém atendeu. Um garoto alto, com o cabelo castanho e rosto bonito abriu a porta sorrindo.

- Ah, você é a irmã da EunSeok?? - assenti. - Sou Junmyeon, Kim Junmyeon.

[depois de alguns segundos, percebi que na verdade era a voz dele que havia ouvido no telefone]

depois de alguns segundos, percebi que na verdade era a voz dele que havia ouvido no telefone. - Pode entrar, ela está esperando por você. - ele sorriu de forma amigável. Ok, eu tinha Namjoon, mas admitir que Junmyeon era verdadeiramente bonito isso eu deveria admitir.

Entrei. A casa era enorme, mas não era do namorado dela, na verdade era dos avós dele, mas eles haviam emprestado a ele e os amigos enquanto eles viajavam pela Itália até que ele e seus amigos fossem embora.

Entrei, cumprimentando todos, e olhando para EunSeok. Ela sorriu, mas ainda não entendia o que eu estava fazendo ali.

Pra ser sincera, nem mesma eu sabia.

Levantou-se do sofá, vindo em minha direção. - Unnie, o que foi?

- Seokkie, onde está o Baekhyun? - Perguntei, e ela pareceu surpresa.

- Como conhece o oppa? - sua expressão tornou-se ainda mais confusa, eu tinha vontade de rir, mas permaneci séria.

Há algum tempo atrás, quando ela e Jongin começaram a namorar, é claro que eu, como uma ótima irmã, fucei tudo sobre ele, até sua sétima geração de ancestrais, sabia até mesmo seu tipo sanguíneo, e ele sabia meramente meu nome. Em meio a esta investigação, acabei descobrindo que estudou com Chanyeol, e eram amigos, e pela lógica, onde Chanyeol está, pode ter certeza de que o Baekhyun está junto. Depois disso, fiquei com tanto medo de ele fazer algo a EunSeok, que virei o tipo de irmã coruja extremamente chata, até perceber que ele não representava nenhum tipo de ameaça, pelo contrário; era uma das pessoas mais doces que eu já havia conhecido. Perceber isso talvez tenha durado alguns meses, talvez um ano...

- Só me diga onde ele está, o motivo pode vir depois. - disse, olhando dentro de seus olhos.

- Lá dentro, na porta branca no fim do corredor. - respondeu, meio apreensiva. - mas acho melhor você não-

- Muito obrigada. - beijei sua testa, indo até o lugar onde ela havia dito.

Parei em frente a porta, meu coração batia tão rápido que eu pensei que iria explodir. Bati de leve, esperando alguém abrir.

No momento em que a maçaneta girou, eu senti que minha alma iria deixar meu corpo. Não entendia porque estava tão nervosa, não entendia o porquê de me sentir daquela forma. Meu coração estava apertado, minha respiração falhava, e para uma pessoa com asma, aquilo era um mau sinal.

Dei de cara com Baekhyun, que arregalou os olhos, incrédulo.

Mas quem me interessava na verdade não era ele.

Levantei um pouco mais a cabeça, direcionando meu campo de visão à pessoa parada de frente para o piano, de costas para a janela atrás de si, e encarando a porta.

No momento em que nossos olhares se encontraram, tudo pareceu congelar a nossa volta. Éramos apenas eu, ele e uma aura tão pesada e um silêncio tão mortal que poderia desabar toda a estrutura daquela casa.

 


Notas Finais


AMORES DE MI CORAZÓN, TUDO BEM COM VOCÊS? (sou fluente só em inglês, então perdoem meu espanhol jdbdksbdkd)

Enfim, se vocês quiseram me matar com o término do último capítulo, imagino que com esse meu nome esteja na lista negra de metade de vocês dkbdkdbfksbxjs

Gostou? Favorite!

Gostou muito? Comente!

Achou um lixo? Comente críticas construtivas sobre como eu deveria melhorar!

Erros de português/digitação? Me avise!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...