História What Could Have Been Love - Capítulo 13


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Categorias Henry Cavill
Personagens Henry Cavill
Tags Henry Cavill
Visualizações 234
Palavras 2.005
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Acho que muitas de vocês vão querer me matar depois desse capítulo, espero que não hahahhah
Muito obrigada pelos comentários e favoritos <3
Ps: Estou postando ela no wattpad tbm, vou deixar o link nas notas finais!!!

Capítulo 13 - Best sex ever


Levantei meio atordoado na manhã seguinte e comecei a ouvir vozes vindo da cozinha e me dirigi até lá, confesso que quando eu vi a imagem de Grace com Pauline eu congelei, mas Grace estava ‘acariciando’ Pauline, então aquilo não poderia dar confusão para o meu lado.

- Bom dia. – eu falei e as duas olharam para mim, Pauline estava com cara de quem não dormiu e Grace veio correndo me dar um beijo.

- Ursinho! – ela me abraçou depois de me beijar e eu vi a careta que Pauline fez ao ouvir o apelido que ela tinha me dado. – Achei que não fosse levantar mais. – ela ficou ao meu lado.

- Eu tive uma noite complicada. – eu ajeitei o cabelo dela e dei uma rápida olhada para as pernas de Pauline me certificando se ela estava com algo ali, por sorte ela usava o mesmo shorts com que eu a trouxe para casa.

- Pauline me contou que você a ajudou. – Grace passou a mão pela minha cintura e me abraçou. – Você é um fofo Henry.

- Sou? – eu não tinha ideia do que Pauline tinha contado para Grace.

- Claro que sim. Ela me disse que o namorado arrumou outra garota, que ela pegou os dois transado na casa dele! E que ela ficou sem casa e você a salvou oferecendo para ela ficar aqui. Isso é bem legal Henry, acho que quase ninguém faria algo assim. – ela me deu um beijo na bochecha.

- Era o mínimo que eu podia fazer depois dos cafés de graça. – eu olhei para Pauline que balançou a cabeça.

- Você sempre é o melhor amigo de todos Henry. – Grace me olhou de cima abaixo. – Eu vou ao banheiro, já voltou rapinho.

Grace saiu praticamente correndo e eu aproveitei para me aproximar de Pauline para poder conversar com ela enquanto Grace não vinha.

- Obrigado por ter vestido um shorts e não contar o que realmente aconteceu.

- Já basta um relacionamento arruinado. – ela tomou um gole de café. – Eu preciso ir, senão vou me atrasar para o trabalho e você vai se atrasar para a sua transa.

- Como? – eu arregalei os olhos.

- Grace veio aqui para transar com você. – ela bateu a mão no meu peito. – Ela me disse que você foi um arraso no oral com ela outro dia e ela queria retribuir. – Pauline começou a rir e eu fiquei sem graça.

- Está falando sério? – aquilo não parecia algo que Grace faria, falar de sexo com qualquer um. – Ela nunca falou sobre sexo comigo, não assim.

- Isso se chama conversa de garota, e eu não deveria te contar, mas estou em divida com você pelo apartamento e porque você vai pegar minhas coisas depois.

- Eu vou?

- Vai sim. – ela se ajeitou e colocou o celular no shorts. – Até depois e boa transa Henry.

Eu achei que seria educado dizer algo como ‘para você também’, mas não era isso que ela iria fazer, então eu apenas acenei com a cabeça e estava voltando para o quarto quando encontrei Grace sentada na mesa da sala de jantar balançando um pacotinho nos dedos para mim.

- Oi? – eu estranhei.

- Vem aqui... – ela me chamou com a mão livre e eu me aproximei. - ...eu tinha um tempo ante de ir para a aula, achei que seria uma ótima oportunidade para te deixar de bom humor o resto do dia. – ela passou a ponta do sapato de salto pela minha perna e eu me arrepiei. – E agradecer o que você fez comigo na outra noite. – ela me mostrou o pacotinho. – E dessa vez não vai ser por falta disso. – eu vi que era uma camisinha que ela segurava. – Tem mais na minha bolsa.

- Sério? – eu abri as pernas dela um pouco e me coloquei no meio.

- Se não fosse sério, eu não teria vindo com isso... – ela me puxou pela camiseta e me deu um beijo cheio de desejo, o tipo de beijo que as garotas costumavam me dar. - ...e não teria vindo sem calcinha. – ela me deu uma risada maliciosa e eu senti algo entre as minhas pernas ganhando vida.

- Grace... – eu sussurrei e ela começou a distribuir beijos pela extensão do meu pescoço, enquanto tentava retirar minha calça com as mãos. - ...não é assim que eu queria que as coisas acontecessem entre nós, sabe, eu queria....

-...shiu! – ela me calou com um beijo e desceu habilmente as minhas calças junto com a cueca pelas minhas pernas. – Eu estou louca por você, na verdade seria idiota se não estivesse, então faça o favor de me comer logo Henry. – ela estendeu o pacote do preservativo para mim.

Aquilo seria música para os meus ouvidos em outro momento, mas não era assim que eu imaginava minha primeira vez com Grace, eu queria que fosse algo mais romântico e não só sexo e teria parado por ali se ela não tivesse levantado a saia até metade das coxas, se não estivesse me olhando com tanto desejo e se eu não estivesse com tanto tesão. A obedeci, colocou rapidamente o preservativo e entrei dentro dela de uma vez.

- Grace... – eu a puxei para perto deixando-a na ponta da mesa.

- Meu Deus Henry, você é... – eu a calei com um beijo, não queria que ela repetisse o tipo de discurso que eu estava acostumado a ouvir de garotas por quem eu não sentia nada.

Estar dentro dela era maravilhoso, eu nunca mais queria sair dali de dentro, mas senti ela se mexer e soube que eu deveria começar a entrar e sair de dentro dela logo. Grace não era do tipo ‘silenciosa’, e a cada estocada que eu dava nela era um grito que ela soltava, agradeci mentalmente pelo apartamento ser a prova de som.

- Henry, eu vou gozar.

Eu não precisei dar mais que duas estocadas ela e ela soltou um grito, avisando que havia chego ao ápice, em seguida eu a beijei tentando calar o meu próprio gemido já que havia acabado de gozar também.

- Isso foi divertido. – ela disse depois que eu a beijei.

- É, foi... – eu acariciei o rosto dela e sai de dentro dela, eu ouvi um murmúrio como se ela não tivesse gostado disso.

- Preciso ir trabalhar Henry. – ela prendeu os cabelos em um coque. – Mas podemos repetir isso depois. – ela me olhou com cara maliciosa enquanto eu tirava o preservativo.

- Nenhuma chance de você ficar para fazer isso direito?

- Infelizmente não. – ela saiu de cima da mesa e eu coloquei a calça. – Preciso mesmo ir. – ela me deu um beijo rápido. – Prometo que volto a noite.

- Está bem. Quer que eu vá te buscar?

- Não, não, eu vou preciso fazer algumas coisas antes. Tchauzinho Henry. – ela acenou para mim, me jogou um beijo e desapareceu da minha frente, para ser sincero, aquilo não foi nem de perto o que eu imaginei que seria.

--

- Foi esquisito. – eu disse assim que me sentei na cama do quarto de visitas enquanto Pauline abria uma da malas.

- Esquisito? – ela achou graça, porém estava de costas para mim, agradeci por ela não estar vendo eu analisar o corpo dela.

- Eu achei que seria mais... – estava tentando encontrar as palavras. - ...envolvente e romântico.

- Você deveria agradecer por uma garota estar tão na sua. – ela fechou a mala e virou para mim. – Embora eu ache que isso não deva ser um problema para você.

- Era assim com você e o Diego?

- Assim como? – ela foi até uma caixa e a abriu.

- Sem graça. Foi legal sabe, mas foi sem graça.

- Você colocou muita expectativa Henry. – ela tirou uns dois livros da caixa que tinha acabado de abrir e colocou em cima da cômoda. – Você assistiu muito filmes eu acho. – ela colocou a caixa no chão. – Vai ficar muito melhor, mas pode levar um tempo, você tem de descobrir o que ela gosta e ela tem que descobrir o que você gosta. – ela veio até mim e se sentou ao meu lado. – Vocês precisam de intimidade.

- Sério? – eu olhei para ela.

- Meu Deus Henry, parece que eu estou falando com um adolescente! – ela deu risada. – Olha eu estou falando por mim, não posso saber por você, mas eu acho que você quis tanto isso e quis tanto que fosse perfeito que não aproveitou.

- Eu não tinha intimidade com nenhuma garota com quem dormi e foi bom.

- Porque você só queria gozar, não queria agradar a outra pessoa. – ela afagou o meu braço. – Com a Grace eu tenho certeza que não é só isso.

- Com você foi diferente. – eu disse finalmente, o objetivo dessa conversa parecia ter sido apenas comparar ela com a Grace.

- Por mais horrível que isso possa parecer, aquele dia você só queria transar com alguém e eu também, então não teve problema como foi e do jeito que foi, talvez por isso tenha sido bom.

- Então você admite que foi bom? – eu estava levando essa conversa para um rumo que talvez eu me arrependesse.

- Eu nunca disse que foi ruim, mas acho que isso não tem nenhuma relação com o que estamos conversando aqui, a menos que você esteja tentando descobrir se está apaixonado por mim. – ela diminuiu os olhos e começou a me analisar. – É isso Henry?

- Claro que não. – eu falei meio assustado e ela começou a rir.

- Bom saber. – ela se levantou e ficou na minha frente. – Porque seria bem ruim a gente dividir um apartamento com você estando secretamente apaixonado por mim.

- Não estou apaixonado por você, mas não seria má ideia se a gente transasse, sabe, só a nível de comparação.

- Você não vale nada. – ela me encarou.

- Eu só gosto de sexo em feito.

- Henry... – ela me olhava e eu não conseguia tirar os olhos da boca dela, não tinham nada demais, mas eles pareciam muito suculentos para mim naquele momento. - ...eu também gosto e a maior parte do mundo gosta, mas você tem namorada não pode sair dormindo com qualquer uma por ai. Você lutou tanto por isso e vai deixar tudo ir por água abaixo por causa de sexo?

- Eu não falei que ia transar com alguém, só estava perguntando tudo isso porque queria saber se eu não estava com algum defeito.

- Não traia ela, por favor. A pior coisa que tem é ser traída, então antes de fazer qualquer besteira, termine com ela ou converse com ela.

- Eu não pretendia trair ela.

- Então não o faça. – ela veio até mim e me deu um beijo no rosto. – Você é um cara legal, ingênuo e... – ela olhou bem para mim. - ...parece ter um bom coração, então não faça com os outros o que não quer que seja feito com você.

- Da primeira vez, o Diego te traiu? – eu resolvi perguntar, porque aquele papo estava meio esquisito.

- Sim. – ela bufou. – Mas não vamos falar disso está bem? – ela ficou chateada. – Não vamos falar do Diego em si, vamos nos concentrar em outra coisa.

- Desculpe. – eu levantei e a abracei. – Você vai achar alguém legal que vai te fazer muito feliz.

- Obrigada Henry. – ela se aconchegou em mim e depois se afastou, eu pude ver algumas lágrimas nos olhos dela.

- Uma garota tão bonita assim não pode chorar. – eu afaguei a face dela. – Mesmo se for pelo amor da sua vida.

- Ele não é o amor da minha vida. – ela riu.

- Não?

- Já pensei que sim, mas hoje não mais. – ela deu risada.

- Acho que fico feliz por você então, ele era muito baixinho. – eu baguncei o cabelo dela. – Eu vou pedir uma pizza enquanto você arruma sua bagunça. – eu fui saindo do quarto. – Se precisar de uma ajuda me avisa.

- Está bem. Obrigada Henry.

- Não por isso amor, não por isso.


Notas Finais


What Could Have Been Love ║Henry Cavill #wattpad https://my.w.tt/a1hE2AI5XM


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