História What do you mean when you say that you love me? - Capítulo 4


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Categorias Stranger Things
Tags Byler, It: A Coisa, Lumax, Mileven, Pennywise, Reddie, Stranger Things
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Palavras 702
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Sci-Fi, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Volteiiiiii

Capítulo 4 - Vai embora


Ouço batidas


-Mike? Deixa a gente entrar-


Que merda! Olha essa bagunça e o pior de tudo… meu braço.


Não posso deixar eles verem tudo isso, imagina o sermão que iria levar deles inclusive um sermão plausível que talvez eu precise. 


Ou não. Sou grandinho o suficiente para tomar minhas próprias decisões e a minha agora é que quero me enfiar na merda. Não quero negligenciar minha dor pois essa é uma das provas de minha paixão. Onde diabos faria sentido não sentir a outra vertente dos meus doces sentimentos?


Ok, talvez o Will estivesse um pouquinho certo sobre meu nível considerável de masoquismo.


       -Me dêem um tempo!-, berrei subindo as escadas e ficando perto da porta do porão. 


Há silêncio por algo a mais de 30 segundos. Pensei que não teriam me ouvido mas minha voz foi tão determinante que eu podia sentir o quão claro e barulhento fui.


-Vamos voltar… para conversar



Foda-se. Se tem uma coisa que eu definitivamente NÃO quero fazer agora é conversar com alguém e ganhar uns trinta livros de autoajuda sobre o certo e o errado.


Me sinto quebrado, como se faltasse uma peça e eu sei muito bem qual seja essa. Não é muito difícil de adivinhar, suponho.


Deveria higienizar o corte mas eu não ligo. Nada mais importa mesmo. Ela não está aqui e isso é o suficiente para eu voltar a me considerar como um belo saco de lixo. Um saco de lixo introvertido e talvez um pouco masoquista, para ser sincero.


E esse é o problema. Definitivamente é esse: as reações que ela provoca em mim quando não está por perto.


Mike Wheeler quando emocionalmente estável nunca se daria o trabalho de pensar nisso. De se machucar para passar outra ferida. Mike Wheeler emocionalmente estável era feliz e agora… bem, estou conhecendo a nova face da lua. E não gosto dela. Nem um pouco.


Me volto até o nosso lugar especial. O forte que construí na manhã de 6 de novembro de 1983 despretensiosamente e sem imaginar que em menos de 24 horas ela estaria alí.


Agarro uma cocha e me abraço com travesseiro com a cara do Elvis Presley, a única utilidade da Nancy é poder roubar as coisas dela então não me julgue.


O nosso lugar está completamente encharcado de sangue e a dor da ferida começa a ser cada vez profundo e denso. 


Grito como se não houvesse amanhã. Sinto que… estou morrendo.


-Foda-se sua escolha, não vamos te deixar sozinho-


Eles não foram embora. Devem ter ficado sentados em frente à porta esperando.


Minha salvação.


Eles arrombam a porta e sinto um formigamento no que deveria ter um curativo. Mas não tem.


Max, Lucas e Dustin descem correndo até o meu encontro, respectivamente.


-O que aconteceu aqui?-


Ouço os pensamentos altos de Lucas.



Até que a ruiva percebe o sangue. Fudeu.


- O QUE PORRA VOCÊ FEZ, MIKE WHEELER?!?-


Não tenho forças para responder então ergo meu braço para que eles vejam.


Todos parecem analisar incrédulos. 


E logo Dustin cobre os olhos com a mão como se tivesse nojo. De mim.

Lucas é o único ativo enquanto Max parece olhar para o horizonte tentando resolver uma conta de física, - ela definitivamente é de humanas-.


O garoto cutuca os outros, tentando os chamar de volta para terra. Tentando fazê-los compreender de que tudo isso é real.


- Vai chamar a mãe dele!-


Ordena para Dustin, já no caso de Max :


- Ambulância agora!-


E se vira para mim. Me olha com empatia. Obrigado.


- Imagina se você morrer e ela aparece aqui amanhã. O que é que a gente vai falar pra ela, seu cuzão?-


Tão reconfortante! Principalmente agora que arde tanto que choro como nunca chorei em toda a minha vida.


A menina parece escutar enquanto disca o número


- Cala a boca, Lucas-


- É a verdade! Aí vocês nunca mais iriam se ver de novo. PARA SEMPRE. E por favor nem venha me citar ' Romeu e Julieta', Michael-


Quero gritar que eu sou o culpado e que além do mais sei disto. Eu deveria a ter escondido em meu porão, como nos velhos tempos.


Eu quero dizer que sou o único errado , mas a escuridão me apaga completamente.


Como é que eles chamam isso mesmo?







Notas Finais


Ow meu Deus, e agora?

( RISADA MALÉFICA)


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