História What do you mean when you say that you love me? - Capítulo 6


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Categorias Stranger Things
Tags Byler, It: A Coisa, Lumax, Mileven, Pennywise, Reddie, Stranger Things
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Palavras 944
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Sci-Fi, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hoje teve overdose de capítulos só pra compensar o período que não postei.

A fanfic começa a partir de agora, se você quer dizer tretas...

Capítulo 6 - Madrugada solitária


Os últimos dois meses da minha vida foram um completo borrão para mim.


A palavra que eu procurava tanto era desmaio. Depois, os médicos disseram que entrei em uma espécie de sono profundo e acordei pela madrugada.


Sabe quando nada faz sentido até olhar para o teto e perceber que seu pai nunca vai ter dinheiro pra comprar uma luminária daquelas e que você mesmo não desejaria já que é o doméstico e teria que limpar? Pronto, foi exatamente o que aconteceu comigo.


Eu estava sozinho lá. E fiquei por muito tempo tentando manter a cronologia das coisas certas.


Carro partindo, abraço de mãe, Paul McCartney , Dustin cobrindo os olhos e puf!


Carro partindo, abraço de mãe, Paul McCartney, Dustin cobrindo os olhos e puf!


Não foi sonho. Tive certeza disso pelas 3:56 da manhã quando vi o soro, a sonda , aquele aparelho bizarro que mede batimentos cardíacos e muito esparadrapo enrolando meu braço.


Já estava agoniado por ninguém vir falar comigo, me dizer à respeito do meu quadro ou qualquer coisa que médicos deveriam fazer com seus pacientes.


Das 4h até 5:39 da manhã pensei na Eleven. Pensei sobre o que ela poderia estar fazendo naquele exato momento. Era difícil não imaginá- la no colo de um outro alguém com um nome homenageando um ator pornô qualquer que sua mãe adorava quando adolescente e que mascava chiclete de melancia.


Era difícil pra caralho.


Será que ela ainda se lembrava de mim? Será que ainda se lembrava de nossas promessas? Grandes chances que não, mas naquele momento só quis tentar ser otimista.


Foi aí que a enfermeira entrou e anunciou para o hospital inteiro que o paciente do quarto 008 tinha acordado


- Que milagre, garoto!-


Foram literalmente suas palavras.


6 horas mais tarde minha mãe veio me visitar com Holly.


Sua gritaria inicial era visível de felicidade, já a que seguiu me deu vontade de tampar minhas orelhas.


Castigo até o fim dos tempos, para simplificar. Mas começando a partir de amanhã.


Por que? Voltamos ao presente.


- SURPRESA!-


Minha festa de melhoras " surpresa" na qual minha mãe me contou dos preparativos que começou a providenciar desde que recebeu uma ligação dizendo que eu havia acordado.


Corar como um tomate depois de pegar um belo bronzeado é pura modéstia se for olhar para minhas bochechas.


- Oh, hum. Valeu, gente-


Quase todo mundo da cidade está aqui. Todos menos os mortos e os Byers. É, ela não está aqui.


Procuro o resto dos nerds e circulo multidão a dentro.


Eles estão num canto, discutindo para variar.


- Ele tem o direito de saber-


- Não hoje, você tá doido?-, Max rebate


- Quando ele descobrir...-


- Já vai estar tudo resolvido, relaxa-


Ela parece estar mais nervosa do que o normal, já que bate o pé no chão constantemente.


- Escuta ela, Lucas. Temos que confiar em...-


Não dou tempo de Dustin terminar de se pronunciar e vou até eles.


- Terráqueos, são vocês mesmos?-


Pergunto


- Olha o Paladin!-


Momento de abraço em grupo.


- Nunca mais ouse fazer isso com a gente, seu louco!-


Dustin diz dando tapinhas no meu ombro e desarrumando meu cabelo.


Assinto


- Vocês não viveriam sem mim mesmo-


Lucas gargalha. Meu melhor amigo é um ridículo mesmo


- Convencido-


Dou língua e todos rimos.


- Do que vocês estavam falando sobre antes de minha pessoa interromper vossas majestades?-


É incrível, eles congelaram. Parece até que eu perguntei se algum deles perdeu a virgindade durante esse tempo mas não foi. Se entreolham o tempo todo. Bizarro.


- Pessoal?-


- Ah, sim-, Max suspira e finge sorrir, - Nada de mais. Só estávamos ensaiando para o recital de Natal do Lucas na igreja. É, é isso. Esse ano ele vai interpretar Judas não, é?-


Uau. Uau.


- É. Isso mesmo. Pensávamos que você não acordaria a tempo antes do fim de 1985, Bela adormecida-


Ótimo, agora eu seria o novo Zombie Boy do colégio. O " Bela adormecida". Maravilha.


-- É, minha família também... Ei, vocês tem alguma notícia da El?-


Arriscado de se perguntar já que temo a resposta. Temo muito.


- Olha , o que acontece é que...-


Lucas começa a falar antes de ser interrompido por Dustin


- Perdemos contato. Na verdade nós tentávamos falar com ela todos os dias enquanto você tava no hospital pelo Cérebro , sabe? Mas... ela nunca sintonizou na estação-


Não. Não.


Meu lábio inferior treme e tento me controlar. Isso significa que morri para ela?!? O que satã isso significa?


- Ei, cê tá legal?-


Max questiona-me


"O que você acha, Maxine?", penso.


- Eu? Ah, sim. Claro. Estranho né? Fala sério, nós estamos nos anos 80! Ela poderia ter escrito uma carta-


-Oh, você não deveria se preocupar com isso. Ela tá bem, eu espero-


Max comenta e logo Dustin conclui:


- É verdade. Notícia ruim sempre chega voando num daqueles skates milenares do futuro. Pode apostar que sim!-


Lucas parece contrastar com tudo o que eles falam e isso está muito bem estampado em sua face.


- Se me dão licença vou comer alguma coisa-


Anuncia


- Vou com você, cara-


Digo o alcançando em passos largos


- Eu sei que é mentira-


Falo quando Max e Dustin são pontinhos do tamanho de nada no fim do caminho.


Seguimos até uma mesa cheia de alimentos.


- É. Você é esperto, só não diga isso para sua terapeuta-


Argh, tenho que fazer acompanhamento psicológico intenso depois do ocorrido. Melhor isso do que internamento numa clínica psiquiátrica, como meu pai queria. Deus lhe abençoe, Karen Wheeler.


Olho ao redor para visualizar as comidas.


Bolos, torradas, pastéis e tortas salgadas são só alguns dos pratos do banquete. Mas o que realmente me chama atenção é uma bandeja cheia de Eggos.


Eles só poderiam estar de sacanagem comigo.


Notas Finais


Não comento é nada


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