História What If? - Capítulo 24


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Categorias Grey's Anatomy
Personagens Addison Montgomery-Shepherd, Alexander "Alex" Karev, Alexandra "Lexie" Grey, Amelia Shepherd, Andrew DeLuca, April Kepner, Arizona Robbins, Calliope "Callie" Torres, Cristina Yang, Derek Shepherd, George O'Malley, Jackson Avery, Jo Wilson, Mark Sloan, Meredith Grey, Miranda Bailey, Owen Hunt, Personagens Originais, Richard Webber
Tags Drama, Grey's Anatomy, Lexie Grey, Mark Sloan, Romance, Slexie
Visualizações 49
Palavras 2.159
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OLÁ, MARAVILINDOS!
Estou aqui com mais um capítulo, e os bebês nasceram!
Eu queria fazer uma pergunta: estão gostando da história? Sejam sinceros, preciso saber se eu estou agradando vocês.
Eu sei que não estou postando com muita frequência igual ao início, mesmo estando de férias. Mas é que eu passei essa semana organizando minha vida após as férias, tanto com os assuntos da fanfic e minha vida escolar.
Fiz esse capítulo com muito amor e dedicação, espero que gostem.
Boa leitura!
PLAYLIST:
Twenty One Pilots: Tear In My Heart
Foster The People - Pumped up Kicks
The Neighbourhood - Sweater Weather
The Verve - Bitter Sweet Symphony

Capítulo 24 - "I just feel... lost."


(CAPÍTULO REVISADO)

POINT OF VIEW - LEXIE GREY 

NEW SONG: TWENTY ONE PILOTS: TEAR IN MY HEART 

Tempos depois...

A vida pode mudar repentinamente, e pode mudar radicalmente. E nunca estamos preparados para isso, mas com o tempo nos sentimos prontos. 

Eu até tento acreditar nisso, porque esses últimos 3 meses foram bem corridos... e cansativos. Dia e noite cuidando de dois bebês. Claro que eu não me arrependo de ter tido eles, aliás, eles foram as melhores coisas que apareceram na minha vida e eu os amo muito. Mas eu não preguei meus olhos nesses últimos meses. Nem o Mark. 

Ah! Quase me esqueço! 

Compramos uma casa, já que não dava mais para viver com dois bebês em um apartamento, e eu me encantei com a casa, e me sinto muito bem por aqui, agora esse é o meu lar.

Hoje voltamos a trabalhar, e se em casa já era difícil cuidar dos bebês, imagine trabalhando?

Eu ainda me sinto insegura em relação a cuidar deles, eu nunca fui mãe e nunca tive essa dupla responsabilidade. Mark já era pai antes e já teve essa experiência com a Sofia, mas eu não.

Mas eu estou tentando lidar com tudo isso. 

(...)

Eu e Mark fomos trabalhar e deixamos os nossos filhos com a babá, e segundo a Arizona e a Callie, ela é de confiança, já que ela também cuidava da Sofia. 

- Lex, está tudo bem? - Mark me tira dos pensamentos, estávamos no elevador do hospital, e eu parecia aflita, e realmente estava, por causa dessa minha insegurança, e com certeza Mark notou isso, ele simplesmente me conhece muito bem. Ele sabia que eu não estava bem. E por esse mesmo motivo ele me perguntou. 

- Eu? Claro. - Digo meio avoada.  

- Está mesmo? Quer contar algo?  - Ele me diz com um tom encorajador, e naquele mesmo momento eu tive um segundo de coragem que imediatamente passou.

- Claro, estou ótima. É sério. E eu não tenho nada para contar.  - Foi o que eu disse. Menti na cara dura novamente. E ele percebeu. Ele deve estar achando que eu não confio nele, mas ele é uma das pessoas que eu mais confio nesse mundo. Mas eu não quero enchê-lo com os meus problemas desnecessários. Ele pode até pensar que eu não amo nossos filhos, mas eu os amo mais do que tudo. Eu só estou me sentindo uma péssima mãe. 

- Então tá. - As portas do elevador se abrem. - Depois nos falamos. Bom trabalho. - Ele me diz seriamente e sai. 

Eu menti na cara dura. 

E eu tenho a maior certeza do mundo de que ele está bravo comigo, eu menti para ele e ele sabe disso. 

Se ele acreditasse na minha mentira, ele puxaria outro assunto e quando as portas do elevador se abrissem, ele iria me dar um beijo, e aconteceu o contrário: ele simplesmente não olhou na minha cara, e apenas me desejou um bom trabalho. Eu prefiro evitá-lo durante o dia de hoje, eu preciso voltar a operar, sinto falta disso. 

Eu só não quero preocupá-lo com os meus problemas. Não quero envolvê-lo nas minhas inseguranças e nos meus medos. 

Cheguei ao hospital e vários bebês me parabenizaram pelo Luke e pela Emma, e quando eu entrei na sala dos médicos, não foi diferente. Vários médicos estavam lá, inclusive Mark. Decidi falar com ele. 

- Ei. Você está bravo? - Pergunto, e sinceramente, eu estou pagando uma de sonsa. 

- Eu? Não. Porque estaria bravo? - Ele me pergunta sem me olhar.  - Você não fez nada de errado para eu estar bravo, não é? - E ele se retira, para a minha tristeza, e Amélia se aproxima. 

NEW SONG: FOSTER THE PEOPLE - PUMPED UP KICKS 

- Vocês estão bem? - Ela me pergunta. 

- Sinceramente? Não. Acontece que hoje ele me perguntou no elevador se eu estava bem e disse que sim. Mas eu não estava. Eu queria conversar com ele sobre um assunto. Ele até me perguntou se eu queria contar algo para ele, e neguei. E ele percebeu, ele me conhece muito bem, resumindo, ele está bravo porque sabe que eu menti para ele. Ele insiste em dizer que está tudo bem, mas não está.

- Sem querer me intrometer, mas qual seria o assunto? - Amélia me pergunta.  

- Eu não posso conversar sobre isso aqui. Vamos para a sala de plantão. - Digo e levo Amélia para lá. 

- Pronto, agora pode falar. - Amélia me diz. 

- Eu sou uma péssima mãe. Eu simplesmente mal sei cuidar dos meus filhos direito, Mark foi quem sempre me ajudou a cuidar deles, ele já sabe como é, por causa da Sofia, e eu sou mãe de primeira viagem, eu nem sei como fazer eles dormirem, eu simplesmente me sinto... perdida. E me incomoda ele saber mais do que eu, isso me faz me sentir uma mãe horrível. - Solto um suspiro, e agora me sinto 1% aliviada, porque eu pude desabafar com alguém. 

- Lexie, você não é uma mãe horrível, como você disse, você é mãe de primeira viagem. O Sloan tem mais conhecimento para cuidar de crianças, e ele é pai, é normal, aliás, também é o dever dele cuidar dos seus filhos. E vocês prometeram confiar um no outro no casamento, e mesmo que você confie nele em outros problemas, você não confiou nele dessa vez. Isso também me deixaria chateada. Não é legal ter um casamento com segredos.  -  Amélia me diz, e eu fui obrigada a concordar com ela. 

- Ah, quer saber? Parem de drama! - Ouço uma voz vir da cama de cima da beliche e vejo que era o Alex. 

- Alex? O que está fazendo aqui? - Amélia pergunta. 

- Aqui é a sala de plantão, onde os médicos descansam, e pelo que eu sei, eu sou médico. E Lexie, se você quer contar um segredo para alguém, veja se o lugar está vazio. Resumindo, eu ouvi tudo. - Alex nos diz. -  A Lexipédia aí deveria parar de ser insegura e deixar seu marido te ajudar a cuidar dos seus filhos, porque ele também tem o direito, ele é o pai das crianças. E pare de ser medrosa e converse com ele, um casamento com mentiras não é nada legal. Não que eu nunca tenha mentido, mas, eu odeio mentiras. Conversar sempre é bom. 

- Ele está certo, Lexie. - Amélia me diz. - Converse com ele. 

- Eu vou falar hoje à noite. Mas eu vou evitar o Mark durante o dia inteiro, preciso pensar, eu preciso operar. - Digo, e saio da sala de plantão. 

(...)

Vou olhar o quadro de cirurgias e vejo Callie e Bailey, a mesma havia virado a nova chefe da cirurgia, aliás, a primeira mulher a ser chefe da cirurgia no hospital. 

- Oi gente, parabéns Dra. Bailey pelo cargo! - Digo a parabenizando. 

- Obrigada, Dra. Grey, e os bebês, já se acostumou com eles? - Bailey me pergunta. 

- Ah, ainda é uma coisa nova, certo? Mas eu consigo lidar. - Menti. - Eu os amo mais do que tudo neste mundo. - Isso era, e é a mais pura verdade.

- Olha, no início é realmente difícil ter aquela vida de filho e trabalho, mas depois você consegue se organizar. Tenho que ir. Conversamos mais depois. - Ela se retira e começo a falar com Callie. 

- É hoje a chegada dos internos? - Pergunto. 

- É. - Ela responde, dando uma risada. - Eles vão estar todos perdidos, eu preciso ver isso. 

- Eu também, meu primeiro dia foi horrível, aliás, todo primeiro dia de um interno é horrível. - Eu digo e depois Callie me manda um olhar duvidoso. 

- Você vai conversar com ele, não vai? - Ela me pergunta, eu eu logo percebi que a Callie sabia, afinal, ela é a melhor amiga do Mark. 

- Vou. Eu não contei nada para ele porque eu só não queria envolvê-lo nos meus problemas, e acabei magoando ele. Hoje á noite eu converso com ele. 

- Tudo bem. Agora vamos para a sala de cirurgia ver os internos e rir muito, creio que está precisando. - Ela me diz e fomos até a sala, e muitos falavam o famoso discurso do Richard junto com ele, e eu até me lembrei do meu primeiro dia. 

(...)

NEW SONG: THE NEIGHBOURHOOD - SWEATER WEATHER 

Estava operando um aneurisma com a Jo, eu me sentia alegre por estar operando novamente. 

- Se sente alegre por estar operando depois de quase 3 meses, não é? - Jo me pergunta. 

- Ah, Wilson, você não sabe como, eu senti falta das cirurgias. Só que agora sinto falta dos meus bebês. - Digo, e naquele tempo, conversamos um pouco e até me aproximei mais um pouco da Jo, pude ver um outro lado dela, e me identifiquei. 

Saio da sala de cirurgia, dando boas notícias aos familiares do paciente, e me arrumo para ir para casa, e eu decidi ir sem o Mark, eu não quero ter que passar por um climão com ele no carro, é melhor já conversar de cara com ele em casa. 

Entro no elevador e dou de cara com o Alex.

- Já falou com ele? - Ele me pergunta. 

- Vou falar em casa. É melhor já resolver tudo imediatamente. Eu fui muito dramática em relação a essa história. - Respondo. 

- Que bom que sabe. - Ele diz sarcasticamente.

- Idiota. - Reviro os olhos. - Ei. Fico feliz por estar morando com a Jo, ela é uma boa pessoa. 

- É mesmo. - Ele me diz com um olhar apaixonado, e as portas do elevador se abrem. - Agora vá lá se resolver com o seu marido. 

- Vou sim, até amanhã. - Digo. 

- Até. - Ele me diz e eu saio do elevador. 

(...)

NEW SONG: THE VERVE - BITTER SWEET SYMPHONY 

Chego em casa e vejo que Mark não está lá, e vou até ao quarto das crianças, que estão com a babá. 

- Oi. Já pode ir. - Digo gentilmente. - Eu dou conta agora. - Digo e lhe dou o dinheiro. 

- Amanhã cedo estou aqui novamente. - Ela se despede e sai. 

- Ei, meus amores, senti a falta de vocês. - Digo brincando com Luke e Emma, que estavam no berço, dando risadas. 

Coloco eles para dormirem e decido beber um vinho que tinha em casa, porque agora a briga seria longa. 

Fico bebendo, até que vejo a porta se abrir. 

- Oi. - Digo com um sorriso forçado. - Precisamos conversar. 

- Precisamos. - Mark me diz. - O Karev me contou tudo. 

- Eu vou matar aquele desgraçado do Alex! - Digo sussurrando. 

- Por que não conversou comigo, Lexie? Não confia mais em mim? - Ele me questiona. - Eu não iria brigar com você por isso, não tem o porquê de brigar por isso. 

- Claro que eu confio! Mas é horrível ver que eu mal sei cuidar dos meus filhos, e você cuida deles melhor do que eu! - Digo sem pensar. 

- Nossos filhos, Lexie. Nossos filhos. - Ele me diz irritado e alterado. 

- Sim, nossos filhos. Eu sei que você tem mais experiência como pai, e eu sou mãe de primeira viagem, mas eu agora, eu percebi, que eu consigo. Eu consigo cuidar do Luke e da Emma sozinha. Você não tinha chegado, e eu cuidei dos dois. Sozinha. Eu troquei a fralda, eles mamaram, eles brincaram, e dormiram, e eu cuidei deles sozinha. Agora sim eu me sinto como uma mãe de verdade. E eu senti muita falta deles, e quando eu cheguei, todo aquele medo de não conseguir cuidar deles passou. Eu cuidei. E eu quero pedir desculpas. Por ter mentido no elevador, e na sala dos médicos também. Eu te amo muito, e eu não quero te perder. E eu confio em você. E eu entendo se você quiser pensar por um tempo e... - Sou interrompida pela melhor forma: um beijo. 

Eu queria ficar naquele doce beijo pelo resto da minha vida, mas a falta de ar não permitiu. 

- Lexie, você é uma boa mãe, e sempre que se incomodar, fale comigo, você sabe que eu não vou te julgar, isso me chateou. - Mark me diz. 

- Sim, eu sei. Me desculpe. Eu só não queria jogar meus problemas nas suas costas também. - Digo. 

- Agora temos uma vida a dois, não podemos mais ter segredos. Nós dois prometemos isso na igreja. - Ele me diz.

- Sim, eu sei, a partir de hoje, eu sempre irei conversar com você quando eu precisar. - Digo lhe dando um selinho. 

- Eu te amo, Lexie Grey. 

- Eu também te amo, Mark Sloan. 

E agora estávamos mais do que resolvidos.

(LEIAM AS NOTAS FINAIS, POR FAVOR)

 

 


Notas Finais


GENTE
ALGUÉM JÁ OUVIU AS NOVAS MÚSICAS DO TWENTY ONE PILOTS?
ESTÃO DEMAIS, SÉRIO
OS NOMES SÃO JUMPSUIT E NICO AND THE NINERS
AAAAAAAAAAAA SÃO DOIS HINOS DE MÚSICAS
Enfim, gostaram do capítulo?
Vocês querem a foto da casa do Mark e da Lexie no próximo capítulo?
Falem aí nos cometários.
Desculpe por qualquer erro ortográfico!
Amo vocês.
Com amor, Larissa. (Ah gente, eu sou carinhosa, vai)


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