História What is love? - fillie - Capítulo 6


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Categorias Stranger Things
Personagens Eleven (Onze), Mike Wheeler
Tags Fillie, Mileven, Wolfhard
Visualizações 37
Palavras 779
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - Six


Kate Brown, 2 years ago.

— Você ta falando sério? Kate...

Millie arregalou os olhos chocolate.

— Sim, claro que sim— respondi rindo da cara surpresa dela.

— Não acredito que ela disse isso!— a voz dela saiu meio falhada pela ligação de vídeo, oque me fez rir mais ainda.

— Eu também fiquei surpresa, mas depois parei pra pensar e isso é de fato a cara dela— expliquei enquanto examinava a pessoa sentada ao banco do meu lado no ônibus— Ai Jesus, você não sabe que acabou de sentar do meu lado!

Gritei sussurrando.

— Chris Evans esta do meu lado...

Apontei a tela discretamente em direção ao garoto.

— Nossa ele é tão gostoso!— Millie supirou se derretendo.

— Fala baixo, ele pode ouvir

— Vai agora falar com ele!— Millie me interrompeu gritando.

— Você tá louca, tenho namorado— mostrei a aliança em meu dedo anelar da mão esquerda.

— Sim, mas eu não e ele tá dentro de um ônibus vindo pra Nova York, não pra Hawkins.

Suspirei e me levantei do banco indo em direção ao lugar vazio do lado de Chris.

— Te amo, Katie.

— Você me paga em juros, vaca— disse e encerrei a ligação.

Pregei um sorriso em meu rosto e me sentei ao lado do garoto com olhos azuis e cabelo cor de areia.

— Oii, tem alguém aqui?— perguntei meiga e ele sorriu levemente e negou— esses ônibus estão sempre cheios, não?

Ele riu.

— Nova York é um lugar muito convidativo...

— Pode ser, mas não pra mim— ele me olhou curioso— sabe, fasso trabalho voluntário, Nova York significa prédios abandonados e lixo na rua pra mim— joguei meu cabelo por trás do ombro— e você?

— ah, também trabalho lá, sou modelo de propaganda...— ele sorriu mostrando aqueles dentes brancos e perfeitos estampados na vitrine da loja de roupas no centro.

— Por isso...

— Por isso o que?

Sorri brincalhona.

— Você parecia familiar— olhei em seus olhos azuis piscina enquanto senti seu rosto se aproximar do meu— Não tão rápido assim...

Coloquei a palma da mão entre nós, e ele me olhou confuso.

No mesmo momento o motorista freou e anunciou a chegada.

— Não dou amostras grátis, se quiser provar vá até o lugar— peguei minha pequena mala cor de rosa e comi uma bala sabor menta.

Entreguei um convite para a festa na casa de Millie pra ele.

— Esteja lá às oito.

Desci do ônibus vitoriosa.

{...}

— Você tá linda...

Millie olhava pra mim com os olhos brilhantes.

— Obrigada, esse vestido é muito importante pra mim— disse enquanto olhava o vestido dourado com detalhes em preto no espelho— foi um presente da minha mãe...

—  Era uma mulher incrível, assim como você— ela me abraçou de lado.

Millie era a melhor prima que alguém poderia ter. Ia para Nova York todos os dias que conseguia livres para ver aquela garota incrível. Minha prima era minha melhor amiga, e única de verdade.

Ela era engraçada e sempre me fazia rir e relaxar nos piores momentos. Além do fato do meus tios terem um cartão de crédito resistente a sábados no shopping, oque nos proporcionava ótimas tardes de compras.

— Sabe que eu te amo, né? — ela me perguntou sorrindo.

— Eu também te amo, chatinha... — revirei os olhos— agora chega de emoção, você tem um Chris te esperando lá embaixo.

{...}

Dei passos tortos até a porta de casa. Tinha bebido mais que o necessário naquela noite e estava me sentindo um lixo por ter feito aquilo. Comecei a procurar a chave dentro da minha bolsa, quando notei uma movimentação estranha vinda de dentro.

Achei a chave e a passei pela maçaneta preparada para gritar bem alto, caso tivesse um invasor dentro da casa.

Meu coração parou de bater quando descobri de onde vinha aquilo.

"Não é oque parece"

Finn disse e se separou de Millie assim que me viu.

Minha visão começou a ficar embaçada e ficou difícil enxergar, só via o clarão da lareira e o rosa choque do sofá escolhido por mim.

Tentei respirar fundo e ergui meu queixo.

"Sério?"

Encarei Millie, ela olhava para o chão como se aquele fosse o piso mais bonito que já tinha visto.

Aquilo quebrou meu coração, mais uma vez.

"Pode me explicar oque é então?"

Controlar minha voz estava ficando cada vez mais difícil.

"Vocês vão pagar por isso, acabaram de irritar o diabo!"

Declarei e sai dali correndo, antes que perdesse a postura e me jogasse no chão aos prantos. E foi nesse momento em que passei a odiar o único resto de felicidade em minha vida.








 


Notas Finais


Oii, eu sou uma pessoa muito ansiosa, então não consegui esperar e postei esse capítulo com a Kate narrando.

Vou postar o próximo na sexta, mas pode ser que atrase. Estou em provas!

Espero que tenham gostado!


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