História What is love? - Capítulo 1


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Ten
Tags Johnten, Kunten, Luten, Winten, Yuten
Visualizações 64
Palavras 473
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Drama (Tragédia), LGBT, Slash
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Não sei que milagre foi esse sair uma capa clean, considerando que eu começo a socar coisa e quando eu vou ver, já fugiu do clean. Eu continuo a olhar pra capa com vontade de colocar mais, porém, vou sossegar

Talvez seja um desabafo? talvez. Não revisado para variar. Escutem Bevy Maco - 10-30-2018 para entrar no clima. Vou deixar o link nas notas finais.

Capítulo 1 - Capítulo Único - There is no trust


Fanfic / Fanfiction What is love? - Capítulo 1 - Capítulo Único - There is no trust

Ele havia aparecido em um momento banal, surgiu quando menos esperava e a aproximação veio de maneira natural. Eram parecidos e tinham gostos similares, soltavam risadas e se animavam juntos, trocavam toques singelos e partilhavam momentos. Para toda gente, eram como se fossem um casal. Haviam as brincadeiras de como combinavam e dariam certo juntos.

 

Por algum tempo, Chittaphon recusou-se a pensar naquela possibilidade. Negava-se a aceitar que poderia estar abrindo espaço no coração para outra pessoa. Eles eram apenas bons amigos que dividiam as coisas e cuidavam um do outro, certo? Amigos podiam comer juntos, saírem juntos e brincarem um com o outro, mesmo que por parte do tailandês, as bochechas esquentassem só na possibilidade de algo a mais ocorrer.

 

As mãos passaram a suar, o rosto a ficar vermelho, a vergonha sufocar e a necessidade de sempre o tocar lhe consumia, fosse tocando-o na barriga ou mexendo nos cabelos. Era como se as suas mãos criassem vida própria e quando menos notava, estava a toca-lo de alguma forma. A ansiedade estava presente em todas as suas ações.

 

Chittaphon começou a encher-se de coragem. Era difícil quebrar as próprias barreiras que cercavam o próprio coração. A insegurança estava presente, juntamente do medo de estar interpretando tudo errado, vendo coisas onde não existiam. Tentou fugir por um tempo, mas já era óbvio que estava apaixonado.

 

Porém, um dia os sorrisos morreram e sem explicação, Chittaphon viu-se sozinho e magoado. Não haviam mais conversas ou brincadeiras, era como se o tailandês tivesse parado de existir para aquele que fazia o seu coração se sobressaltar. Sem explicações ou motivos, viu aquele que era motivo da sua alegria afastar-se de si. Ficou confuso e perdido, afinal, o que havia feito para que tal acontecesse? Culpou-se por deixar-se levar, por deixar-se apaixonar, por sentir falta e uma necessidade absurda de voltar aos dias que passavam infinitos minutos juntos. E, novamente sentia-se traído, fraco por ter pensado que poderiam ter sido algo mais.

 

Chittaphon ouvia que deveria ser uma pessoa mais aberta e receptiva com os próprios sentimentos, mas como seria capaz de tal, se todas as vezes que tentava, frustrava-se com o resultado? Ele sequer sabia o motivo de ter sido deixado de lado. Não houveram desentendimentos ou brigas, mas viu como passou a ser invisível para os olhos que tanto procurava. Não havia mais nada e doía ver como ele tratava a todos bem e sequer lhe dirigia a palavra, ignorando todas as suas tentativas de conversar. No fim, Chittaphon queria apenas voltar no tempo, arrancar todas aquelas lembranças e reerguer todas as suas barreiras.

 

Por mais que pudesse ser sufocante e solitário, não haveria dor se estivesse sozinho e confiasse apenas o seu coração a si mesmo. Não haveriam expectativas a serem quebradas, e principalmente, não viveria mais uma vez o mesmo ciclo de decepções.


Notas Finais


Música: https://www.youtube.com/watch?v=GGVtlKLOpjI

Não sei o que dizer, mas segue o baile


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