História What should be done - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Visualizações 113
Palavras 4.742
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei! To nem acreditando que terminei esse capítulo! Dessa vez eu vou literalmente postar e sair correndo. Leiam as notas finais.

Boa leitura ♡

Capítulo 6 - Sanity


Fanfic / Fanfiction What should be done - Capítulo 6 - Sanity

uSábado - 04:35

Se passaram duas semanas desde que entrei na Jazid, e está sendo um inferno, o Bieber não perde uma oportunidade de me incomodar, ele simplesmente não me suporta, e posso dizer o mesmo a ele, seu jeito arrogante, autoritário e superior me irrita extremamente. Tenho a impressão que desde que eu dei aquele “fora” nele, seu passatempo favorito é me atormentar. Ele chega a me obrigar a limpar o banheiro do terceiro andar.

Will e eu estávamos organizando o bar para podermos fechar o andar - ultimamente minhas unicas diversões são as aulas de fotografia e minhas conversas com Will, que são sempre hilárias - quando de repente Adelaine apareceu com algumas folhas na mão.

- Catarina peça para um dos seguranças de Justin colocar esses papéis em cima de sua mesa no escritório por favor! - Ela me entrega os papéis,ótima oportunidade nunca entrei no escritório de Justin.

O escritório de Justin ficava afastado, poucas pessoas entram, basicamente apenas ele e seus amigos, mas tem alguma coisa estranha, um dia vários homens entraram junto a ele em seu escritório, e eu claro tentei espiar a conversa, mas nenhum deles estava mais lá, o escritório estava simplesmente vazio, mas horas depois ele e os mesmos homens saíram da sala.

Caminhei pelos corredores e cheguei a porta do escritório, e milagrosamente não havia nenhum segurança na porta, olhei envolta e entrei. O lugar era bonito, mas estranhamente simples, andei até a mesa largando os papéis e uma grossa camada de poeira predominava pela madeira. Me pergunto como isso é possível se Justin fica aqui sempre, abri as  gavetas e estavam vazias… Ele está escondendo alguma coisa, e eu vou descobrir.

Abri todas as gavetas e armários, mas não encontrei nada, apenas alguns documentos sobre a boate. Como vigilância sanitária e etc, dirigi meu olhar para um quadro na parede, andei em direção a imagem a removendo do lugar, BINGO! Havia um teclado para inserir uma senha, digitei alguns números óbvios mas não obtive resultado, quando fui tentar mais uma vez ouvi uma movimentação merda merda. Coloquei o quadro no lugar e voltei para a mesa.

- Podem ir sem mim, tenho umas coisas pra resolver! - Escuto a voz de Justin. Aí caralho. Pensa,pensa,já sei.

Me sentei na mesa e cruzei minha perna. Assim que Justin entrou na sala ficou com uma expressão brava.

- O que você está fazendo aqui? - Ele pergunta ríspido.

Mantenha os amigos perto e os inimigos,bom vocês já sabem o resto.

- A senhorita Adelaine me pediu para trazer alguns papéis até sua sala! - Tentei dizer da forma mais sexy possível.

- E você precisa ficar aqui todo esse tempo apenas para largar folhas em cima de uma mesa? - Isso vai ser difícil…

- Não é que eu… - Me faço de tímida  - Eu queria te ver! - Digo e ele arqueia uma sobrancelha.

- Me ver? - O loiro cruza os braços - Bom, agora já viu, então rala do meu escritório!

- Justin…- Me levanto e vou em sua direção - Eu sei que aquele dia eu não fui nada delicada, mas eu estou arrependida! - Fiz biquinho.

- E eu com isso? - O mesmo dá de ombros. Droga o que eu vou fazer agora?

- Por que você está sendo antipático? - Dou a volta em seu corpo e coloco minhas mãos em seus ombros ficando próxima ao seu ouvido - Aquele dia você foi bem mais auspicioso comigo….- Depois de me prestar a esse papel no mínimo eu tenho que conseguir o nome do chefe dos DeMallett's.

- Bom isso foi antes de você me dar uma joelhada! - Ele responde um pouco mais tranquilo.

- E eu estou extremamente arrependida!

Até parece, eu teria feito tudo de novo.

- Aonde você quer chegar? - Ele se vira ficando com seu rosto muito próximo ao meu.

- Até onde você está disposto a ir? - Antes que eu pudesse me afastar Justin me puxou colando seu corpo ao meu. O mesmo sorri e em seguida ataca meus lábios, não pude reagir sua língua invadiu minha boca de uma forma descarada. Continuei parada e ele parou.

- Você vai ficar morta ai ou vai corresponder? - Ele fala um pouco irritado.

- Ata! - Fiquei nervosa,merda. Imediatamente ele voltou a me beijar, coloquei minhas mãos em seu pescoço e comecei a corresponder, minha cabeça estava a mil e eu só conseguia pensar: Tudo pelo trabalho,tudo pelo trabalho, agradeça por ele não ser feio, poderia ser pior, tudo pelo FBI.

Após alguns segundos nossas línguas travavam uma batalha que infelizmente estava sendo boa, sua mão adentrou minha saía e o mesmo apertou minha bunda. Desgraçado. Sem que eu esperasse Justin me ergueu colocando minhas pernas envolta de sua cintura, o mesmo andou alguns passos e me colocou encima da mesa ficando entre minhas pernas. Minha mente me mandava parar, mas eu simplesmente não conseguia, eu não queria demonstrar que estava gostando mas era praticamente impossível, quando senti sua mão embaixo da minha blusa foi como se eu despertasse. Interrompi o beijo e Justin me olhou confuso.

O que eu tô fazendo com a minha vida meu Deus?

- O que foi? - Ele pergunta, seus lábios estavam tomados por uma tonalidade vermelha e com certeza os meus não estavam diferentes.

- Nada, é que eu, eu tenho que ajudar o Will a terminar de arrumar as coisas. - Desço da mesa e arrumo minha saia.

A que ponto chegamos né Rachel?

- Ele já deve ter terminado! - Justin se aproxima novamente mas eu me afasto.

- Pois é, mas eu tenho que ir embora, também preciso bater meu cartão, preciso ir pra casa!

- Você pode ir pra minha casa…

Não consigo pensar em uma ideia para ir pra casa do Justin, achar o que eu quero, mas não dormir com ele ou então eu volto pra casa e perco mais um dia, sem descobrir nada. Acho que mesmo sem saber o Will pode me ajudar.

- Sua casa?  - Pergunto.

- É, vamos ou não? - Nossa que educado ele.

Tomara que eu não me arrependa disso.

- Okay vamos,eu só vou trocar de roupa! - Ele assentiu e eu saí praticamente correndo do escritório.

Quando cheguei no bar não vi mais o Will, ufa,me abaixei atrás do balcão e peguei um frasco de sonífero que o mesmo escondia, segundo ele,as vezes os clientes pedem pra ele usar na bebida de seus inimigos. Bom desta vez eu vou precisar apagar um inimigo por algumas horas. Sai do salão indo até o vestiário trocar de roupa. Vesti meu vestido preto com uma sapatilha com creme e peguei minha bolsa, ridiculamente menininha. Quando estava saindo do vestiário cruzei com Will que estava com uma mochila nas costas.

- Cat você ainda está aí, pensei que já tinha ido embora! - Ele sorri, fofo como sempre.

- Pois é hum, eu tinha umas coisas pra arrumar e… - De repente Justin apareceu, como sempre com aquela cara de quem comeu e não gostou.

- Catarina vai demorar mais ou o que? - Ele diz ríspido. Não se esqueça da missão Rachel, seja uma garota doce e ingênua, e não mate o seu “chefe”.

- Não, eu já estou pronta! - Digo sorrindo da forma mais simpática possível, olhei para Will e sua expressão era séria - Até amanhã Will! - Digo me afastando e ele apenas acena com a cabeça.

Milhares de táticas passavam pela minha cabeça, e eu precisava de uma perfeita, preciso garantir que Justin apague antes de fazermos qualquer coisa. O plano é: Chegar na casa dele colocá-lo pra dormir e colher o máximo de informações possíveis. Vai dar tudo certo.

Assim que chegamos na entrada da boate o manobrista já aguardava com o carro de Justin,era uma Maybach Exelero, e puta merda que carro, eu daria tudo pra que Zac estivesse aqui nesse momento pra ver esse bebê.

Justin deu a volta no veículo entrando e em seguida abrindo a porta, quando entrei no carro fiquei um pouco nervosa, admito, mas me esforcei para que Justin não percebesse. Ficamos alguns minutos em silêncio até Justin proferir as primeiras palavras.

- Por que você mudou de idéia? - Ele pergunta.

- Sobre? - Perguntei.

- Não se faça de sonsa! - Chato.

- Não sei, mas já estou quase me arrependendo! - Fui sincera.

- Bom, agora já é tarde,não é? - Ele sorri.

- Absolutamente! - Respondi e o silêncio reinou novamente.

Percebi que o carro estava se afastando cada vez mais da cidade o que já estava me deixando nervosa.

- Então você é nova na cidade? - Justin pergunta.

- Sou sim, como você sabe? - Pergunto e o mesmo da risada.

- Não coloco uma pessoa trabalhar na minha boate sem saber nada sobre ela, procuro saber sobre a pessoa antes, também não vou pra cama com qualquer uma! - Se eu fosse você não teria tanta certeza amorzinho.

- Então nós vamos pra cama? - Me faço de desentendida, o mesmo me olha e sorri.

- Claro que não, eu vou te mostrar minha coleção de carrinhos de controle remoto! - Ele responde risonho.

- Ebaaa! - Digo irônica e Justin dá risada.

De repente o carro parou, olhei envolta e não vi nada, apenas murros. Justin apertou um botão em seu chaveiro e o muro que estava à nossa frente começou a abrir, woooooo. Por fora não parecia nada, mas por dentro PUTA MERDA, era uma puta de uma mansão, eu não me impressiono fácil, pode acreditar, mas aquilo era incrível, a casa ocupava um quarteirão inteiro.

Ele tem muito dinheiro para um simples dono de boate e traficante.

Haviam vários homens pelo enorme terreno, até demais, Justin estacionou próximo a porta e um homem já se aproximou, ta tirando que ele tem manobrista.

- Desce! - Justin diz seco. Bipolaridade é foda.

Desci do carro e o esperei, e assim que nos aproximamos da porta ela abriu praticamente instantemente. Não preciso nem dizer o quão linda e gigante ela era por dentro. Havia um lindo hall de entrada que apostava três direções: uma escadaria enorme no meio e duas portas a direita e esquerda. - Você quer comer alguma coisa? - Justin pergunta e eu nego com a cabeça. - Então vamos subir! - Começamos a caminhar, segui Justin quando o mesmo começou a subir as escadas.

Assim que chegamos em seu quarto Justin colocou a palma de sua mão em um decodificador de digitais. Adoro esses negócios.

- Entra! - Ele diz me dando passagem, estranhamente me senti uma piranha nesse momento.

O quarto era incrível, e duas vezes o tamanho do meu apartamento atual. Entrei no cômodo e fiquei parada próxima a porta, Justin tirou seu celular do bolso o jogou em cima da cama, ligou a televisão e voltou para a cama e então tirou a camisa, mamma mia, que os Deuses do FBI me ajudem porque que homem, suas costas eram perfeitamente definidas e o mesmo tinha várias tatuagens, fiquei o observando por alguns segundos até que ele se virou.

- Você vai ficar ai parada, me secando? - Ele sorri malicioso.

- Eu não estou te secando! - Disfarço.

- Ah está sim! - Justin caminha em minha direção  parando próximo a mim - Vem cá! - Seu braço envolve minha cintura fazendo com que eu me chocasse com seu corpo desnudo. - Eu não mordo! Só se você pedir! - O mesmo me dá um selinho rápido, me afasto um pouco o fazendo ficar confuso.

- Você tem alguma coisa para bebermos? - Me sento na cama e largo a minha bolsa.

- Tem um frigobar embaixo da cama, pega o que quiser, eu vou tomar um banho e já volto! - Ele diz caminhando até um corredor e entra na primeira porta, missão colocar o Bieber pra dormir começa a agora!

Esperei alguns segundos até ouvir o barulho do chuveiro, que se deu início alguns segundos depois, me levantei da cama e me abaixei achando o tal frigobar, dentro dele havia várias bebidas e frutas picadas em pontinhos, e salgadinhos, quem guarda salgadinho na geladeira?. Peguei duas garrafas de cerveja e um pacote de salgadinho.

Tirei meus saltos e voltei rapidamente para cama e abri as garrafas, tomei um gole da minha, afinal ele precisa pensar que eu estou super confortável, e peguei a que seria pra Justin, abri minha bolsa pegando o sonífero, é agora, coloquei 10 gotas, não quero correr o risco dele morrer, fechei o frasco o colocando dentro da bolsa e a coloquei embaixo da cama.

Larguei as garrafas no bidê ao lado da cama e abri o pacote de salgadinho, pareça normal, pareça normal.

Após alguns minutos Justin saiu do banheiro com os cabelos molhados e vestindo apenas uma cueca Calvin Klein.

Oh céus que homão da porra.

- Eu peguei uma cerveja espero que não se importe! - Digo mostrando a garrafinha.

- Se eu te ofereci é porque podia pegar! - Ele diz soltando uma risadinha debochada.

Como pode uma hora ele ser quase simpático e depois um cavalo?

O mesmo se sentou na cama ao meu lado e começou a comer alguns salgadinhos enquanto assistia televisão. É agora.

- Eu peguei uma cerveja pra você! - Lhe entrego a garrafa.

- Valeu! - Ele pega a bebida da minha mão sem tirar os olhos da televisão.

Quem diria, que em algum momento da minha vida eu estaria sentada em uma cama bebendo cerveja e comendo salgadinho com um bandido.

A cada gole na cerveja que Justin dava meu coração quase saltava pela boca, o mesmo não pareceu sentir o gosto pois terminou a mesma rapidinho, Justin largou a garrafa do lado da cama e direcionou seu olhar pra mim.

- Bom, você está aqui por um motivo não é? - Ele sorri perverso. Ah merda.

O loiro engatinhou na cama até mim, o que fez com que meu corpo se arrepiasse totalmente. Justin se sentou na cama e me puxou pra próximo de si, envolvendo minhas pernas em sua cintura. Sua mão foi até o meu rosto me aproximando, seus lábios tocaram os meus e foi como se uma corrente elétrica corresse pelo meu corpo.

Justin deu início a um beijo um tanto quanto calma mas que em questão de segundos se tornou avassalador, minhas mãos estavam em sua sua e as suas percorriam todo o meu corpo, senti sua mão no zíper do meu vestido, droga já era pra esse negócio ter feito efeito, o mesmo desceu o zíper lentamente, por dentro eu estava desesperada pelo simples fato de que ele me veria apenas de lingerie. Justin se afastou e começou a descer meu vestido, encarei seu rosto e pude reparar que seus olhos estavam diferentes, estavam...escuros.

- Você é muito mais gostosa do que eu pensava! - Ele diz encarando meu corpo coberto apenas pela lingerie preta.

Estou estranhamente envergonhada.

No mesmo instante o mesmo voltou a me beijar, seu corpo se inclinou sobre o meu me fazendo me deitar na cama, sua mão direita estava na minha cintura apertando-a e outra apoiada na cama. Seu perfume era uma coisa incrível e a cada toque seu em meu corpo mais eu me afastava de minha sanidade.

Deus ele realmente precisava ser tão gostoso assim?

Pensa no trabalho, pensa no trabalho! Minha mente gritava.

Em um movimento rápido Justin me ergueu pela cintura fazendo nossas intimidades se aproximarem, como se fosse por instinto entrelacei minhas pernas envolta de seu quadril, o clima estava esquentando e eu sentia que cada vez mais eu estava deixando o profissionalismo de lado.

Justin se afastou de meus lábios e começou a trilhar um caminho de beijos até o meu pescoço, e logo os beijos se transformaram em chupões e mordiscadas, naquela altura sua ereção já era visível o que estava me deixando sem jeito.

De repente Justin começou a bocejar, obrigado Deus. Seus movimentos ficaram mais lentos e seus olhos piscavam pesadamente.

- Você está bem? - Pergunto.

- Eu to sim, só fiquei um pouco tonto… - Sua voz estava embargada e o mesmo balançava a cabeça - Eu acho que… - Justin não teve tempo de terminar sua frase, pois desmaiou caindo com seu corpo sobre o meu. YES!

- Justin? - O cutuquei, e o loiro não moveu um só músculo. Afastei seu corpo me remexendo embaixo dele para conseguir descer da cama - Que garoto pesado! - Após algum tempinho consegui me livrar do Bieber. - Hora do show! - Espera eu ainda estou vestido só lingerie, penso avaliando meu corpo, vou até a cama e pego meu vestido e o visto - Agora sim!

Preciso achar alguns documentos mas ninguém guarda documentos no quarto, penso em sair do quarto o que seria uma tremenda burrada a se fazer, esse louco tem a casa repleta de câmeras.

Closet! Caminhei até a porta do closet que estava trancada, por que esse menino tranca tudo? Fui até o banheiro que era lindo, e peguei a calça que Justin estava usando antes, mexi nos bolsos e encontrei um molho de chaves, precisa ser uma dessas.

Voltei a porta do closet com as chaves e após algumas tentativas consegui abrir o mesmo, entrei correndo e comecei a analisar o ambiente, havia muitas peças de roupas que iam de ternos engomados até regadas brancas, analisei cada uma das prateleiras mas nenhuma me chamou atenção, até que escutei um barulhinho, como um: tic tac, segui o barulho que vinha de uma das últimas prateleiras a menor de todas.

Corri até a mesma, me sentei no chão e abri a pequena porta que surpreendentemente não estava trancada.

Fiquei surpresa com os objetos dentro dela, eram caixas bonitinhas, algumas menores outras maiores e tinham um cheiro de antigo.

Abri uma das caixas encontrando objetos curiosos: uma camiseta infantil do Canadá, o relógio que era dono do barulhinho, um ursinho de pelúcia, fotos e uma correntinha. Peguei as fotos e eram de família, em praticamente todas havia um garotinho loiro e uma linda mulher de olhos azuis, provavelmente Justin e sua mãe. Nas fotos ele estava muito feliz e risonho, fico triste por hoje ele ter se tornado uma pessoa tão rude.

Peguei a correntinha e estava gravado: DeMallett's, meu coração congelou, por que o Justin tem isso em meio a coisas de infância?

Peguei uma caixa menor e haviam mais fotos, a primeira era de Justin já mais velho provavelmente 15 anos -com um cabelo super engraçado - Junto a ele estavam alguns rostos familiares, pelo visto era uma festa de aniversário. Haviam várias pessoas na foto mas uma delas me chamou atenção, um homem com uma barba rala e cabelo preto, ele estava abraçado a até então mãe de Justin, e no seu pescoço estava uma correntinha igual a que Justin tem guardada. Não pode ser.

Abri mais algumas caixas mas não encontrei mais nada relevante apenas Justin e sua mãe, ou com a família, até que a última foto, fez minhas pernas bambearem, Justin estava de pé ao lado de George Hamill o pai da Máfia.

Minhas mãos gelaram, e tudo começou a fazer sentido, e uma coisa gritou na minha mente Justin Bieber é o herdeiro da Máfia.


Point of View - Justin Bieber

Los Angeles - Domingo

Eu me sentia como se tivesse sido atropelado por um caminhão, minha cabeça doía pra porra, que merda aconteceu?

Me levantei da cama e andei cambaleando até o banheiro, quase me assustei ao me olhar no espelho.

- Eu to todo fudido! - Digo a mim mesmo. Caminhei até o box tomando um banho rápido.

Não consigo ter sequer uma memória da noite passada, a última coisa que eu me lembro é de ir a boate e… Catarina.

A vadia fez alguma coisa comigo.

Sai do banheiro e fui até o closet, vesti uma roupa qualquer e sai do quarto. Ela vai me dizer que merda aconteceu.

Enquanto eu traçava o caminho até a escada cruzei com Caitlin que estava saindo de seu quarto.

- Aonde vai tão rápido? - Ele pergunta. Enxerida.

- Não te interessa! - Respondi, escutei os passos da mesma atrás de mim.

- Vai atrás da Catarina? - Ela diz de uma forma irritante. Ignorei e continuei andando até a cozinha. - Eu te fiz uma pergunta! - Caitlin se senta no balcão, vou até a geladeira e pego uma jarra de suco.

- E eu não sou obrigado a responder! - Digo bebericando o líquido.

- Existem copos para serem usados! - Que garota mais chata.

- Caitlin amor, esqueceu que a casa é minha, a cozinha é minha, e a jarra também é minha, então cala a boca.

- Vai se ferrar Bieber! - Ele me manda o dedo do meio. - Ah e nem perca tempo indo até a casa da Catarina, ela não está lá! - A mesma diz saindo da cozinha.

- Espera, como você sabe disso? - Fui atrás dela.

- Ué pensei que isso não me interessasse! - A vadia responde irônica.

- Certo Caitlin, eu vou atrás da Catarina, agora desembucha!- Ela se senta no sofá da sala.

- Eu vi ela saindo daqui hoje, quando eu e os caras chegamos! - Fiz sinal para que a mesma continuasse - Ué eu só sei isso!

- Deixa de mentir, você disse que ela não está em casa, como sabe disso? - Caitlin sorriu de uma forma perversa.

- Ah eu disse? Não estou lembrada! - Lá vem.

- O que você quer?

- Mil pratas me fariam lembrar rapidinho! - Chantagista do caralho.

- Tu não presta né Caitlin! - Digo e ela negou com a cabeça - Okay me diz onde ela está e eu te dou o dinheiro.


Catarina espero que você realmente valha a pena.

[...]

- Estamos perto? - Pergunto a Caitlin que estava concentrada em seu celular.

- Sim, anda mais um pouquinho, dobra a esquerda! - Ela diz e assim faço. - Ah não era direita!

- Porra Caitlin, não tenho o dia inteiro não! - Dou a volta na quadra voltando a rua de antes.

- Certo anda mais um pouquinho, espero que seja essa, existem milhares de estúdios de fotografia em LA. - Caitlin tagarelava ao meu lado. Parei em frente a um estúdio que tinha uma placa enorme com uma câmera na fachada. - Deve ser essa!

- Como você sabe que ela faz curso de fotografia? - Isso realmente me deixou curioso.

- Ao contrário de você que só dá esporro na menina e obriga ela a limpar o seu vaso, eu converso com ela! - A mesma diz convencida descendo do carro, desci do veículo caminhando até a calçada. - Deixa que eu entro, você vai assustar a todos com essa sua cara de bandido!

- Vai se foder!

Me escoro na lataria do carro e acendo um cigarro, pra ser sincero nem sei o que estou fazendo aqui, normalmente eu nem teria dado bola, mas Catarina é intrigante, tudo nela me faz pensar que estou sendo enganado e isso me faz ter vontade de inferniza-lá e também foder com ela. Porque o mulher gostosa.

Após alguns minutos Caitlin apareceu na porta sendo seguida por Catarina que ficou surpresa ao me ver.

- Justin? O que aconteceu? Por que você está aqui? - Ela pergunta apressadamente.

- Surpresa? - Pergunto sério.

- Um pouco, aconteceu alguma coisa? - Ela se aproxima.

- Não sei, aconteceu? - Pergunto fazendo-a bufar.

- Seria bom você responder uma das minhas perguntas! - Ela indaga visivelmente irritada.

- E você as minhas! - Digo e ela revira os olhos.

- Gente vocês viram aquele gatinho passando ali? Vou pegar o número dele e já volto! - Caitlin praticamente grita e sai andando. Escandalosa.

- Então o que aconteceu? - Catarina pergunta, a mesma mantinha uma distância considerável entre nós.

- Não sei, a última coisa que eu me lembro de ontem e de estarmos nos pegando no meu escritório na Jazid e depois bum, não lembro de mais nada!

- Ah, sobre isso! - Ela passa a mão uma mecha de cabelo que caiu em seu rosto - Bom, nós bebemos ontem a noite pra caramba até, deve ser por isso que você não lembro de nada! - Ele dá de ombros.

- Eu costumo ser forte pra bebida! - Me afasto do carro indo em sua direção.

- Bom sobre isso eu já não sei! - Ela deu alguns passos pra trás.

- Nós bebemos e o que mais? - Continuei andando.

- Nós assistimos televisão e aí você dormiu! - A mesma dá mais alguns passos mas é impedida de prosseguir pela parede.

- E só isso? Bebemos e assistimos televisão? - Fico próximo a ele, sentia sua respiração batendo em meu pescoço.

- Só isso! - Catarina estava corada o que lhe fazia ficar mais sexy ainda.

- Isso é meio comportado demais não acha? - Coloco minha mão em sua cintura e a mesma tentou impedir.

- Se você quer saber se transamos, não isso não aconteceu! - Seu tom fica sério.

- Que pena, porque eu estou ansioso para estar dentro de você! - Assim que concluí minha frase Catarina me empurrou brava.

- Me deixa em paz Bieber! - Gosto de deixar ela irritada.

Olhei pro lado e vi Caitlin voltado, com um sorriso no rosto. Mas é bem puta mesmo.

- Conseguiu o telefone? - Catarina pergunta.

- Não só o telefone como um encontro para sábado que vêm! - Ela diz vitoriosa. Caitlin se põe ao lado de Catarina que sorria para a mesma. Com a Caitlin ela é legal, comigo age de uma forma indiferente. - O que você e o nerd estavam fazendo lá em cima? - Ela pergunta.

- Ah, Jorge e eu estávamos tentando consertar a placa de um dos computadores, coisa fácil, mas demorada! - Ela de ombros.

- Pera aí, você manja de computadores e tal? - A Caitlin não vai fazer isso.

- Um pouco porque? - Catarina responde confusa.

- Porque nós estamos… - Interrompo Caitlin antes que ela fele merda.

- Cala a boca Caitlin! - Digo rude.

- Cala você, Catarina eu tenho um novo emprego pra você!

- Caitlin! - A repreendo.

- Você pode nos ajudar com as invasões de sistemas e tal!

- Que esquemas? - Catarina pergunta.

- Ué da Máfia! - Ela diz toda alegre. Puta merda.

Point Of View - Catarina Tribbiani


Caitlin e Justin estavam discutindo, e tudo o que eu queria era voltar pro estúdio e esquecer os dois. Eu queria mais do que tudo encontrar o chefe dos DeMallett's, e assim fiz, e mais uma vez ele está na minha frente, e eu não sei como agir.

Antes eu tratava o Justin com indiferença, pois até então ele era apenas um traficantezinho, mas agora não, ele é o cara que eu estava procurando, ele é dono da Máfia.

Não estou com medo dele, longe disso, mas insegura sobre a forma como  trata-lo, não posso o afastar totalmente, mas também não posso me aproximar, nesse momento qualquer deslize pode fazer minha missão descer ralo abaixo.

- Os Dudes vão aprovar isso! - Caitlin indaga.

- Pois é, mas a última palavra é a minha e eu digo NÃO! - Justin grita com ela.

- Eu posso voltar lá pra cima? - Questiono. Não aguento mais assistir a isso.

- NÃO! - Os dois dizem juntos. Se antes eu não podia dar um tiro no Bieber, imagina agora…

- ELA VAI! - Caitlin grita.

- NÃO ELA NÃO VAI! - Justin responde no mesmo tom.

[...]

No momento estou no banco de trás do carro de Justin, ele  Caitlin assim como antes não param de discutir e isso já esta me irritando. 

- ELA IA DESCOBRIR UMA HORA! - Caitlin grita.

- BEADLES EU VOU TE DAR UMA SURRA! - Justin grita de volta. Meu pai que saco.

- CALEM  A BOCA! - Dou fim a discussão. - Vocês são da Máfia, eu já entendi! Agora parem de discutir! - Ambos me olharam e depois se encararam, mas não voltaram a discutir, graças.

Quando chegamos na casa de Justin o mesmo já estava soltando fogo. Ele e Caitlin me mandaram esperar na sala, não aguento mais obedecer ordens dos dois.

Esperei uns minutos e de repente eles e outros três caras entraram na sala, ambos pararam e ficaram me analisando. Isso nem é constrangedor.

- Eu aprovo! - Um dos garotos indaga.

- Com certeza! - Foi a vez do outro.

- Eu não sou um frango de padaria para vocês aprovarem ou não okay? - Digo me levantando do sofá. - Caitlin eu vou embora! 

- Não Catarina calma! - Ela vem em minha direção. - Nós queremos que você nos ajude! 

- Ajudar com o que? - Questiono.

- Queremos você na equipe! - Ela sorri.

- Temporariamente! - Justin acrescenta.

Não sei se vejo isso como uma oportunidade ou uma furada.

- Vocês querem que eu ajude vocês com os sistemas? 

- E com o que mais você quiser! - Um dos garotos diz sorrindo.

Todos me encaravam esperando a minha resposta.

- Por quanto tempo? 

- Até o Chris voltar! - Caitlin indaga.

Que os Deuses do FBI me ajudem.

- Certo, eu topo!


Notas Finais


Agora o bicho vai pegar shahahah!

Meu pai esse capítulo ficou gigantesco, esse é tipo o 6 e o 7, fiz isso pois semana que vem não vou poder postar, sorry, mas não vai dar mesmo.

Espero que tenham gostado, e não esqueçam de comentar e favoritar caso você ainda não tenha favoritado!

Beijos e até a próxima xuxus 💕


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