História What Was Not Revealed. - Interativa. - Capítulo 6


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Espíritos, Guerreiros, Interativa, Magia, Original
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Palavras 3.679
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi gente, aqui mais um capítulo para vocês. Talvez eu demore um pouco para postar o outro pois esse já estava pronto há um tempo e tenho coisas na escola para resolver primeiro.
Espero que goste.
Qualquer erro me comunique, onegai! Desculpe-me pelos erros.
Boa leitura!

Capítulo 6 - Contrato


Fanfic / Fanfiction What Was Not Revealed. - Interativa. - Capítulo 6 - Contrato

Depois que fiz a pergunta ela ficou um tempo me olhando, certamente estava pensando, virou o rosto e, com um pouco de receio, segurou minha mão.

– Aceito… - disse ainda com rosto virado, dei um sorriso e ajudei ela a se levantar.

– Obrigado! - disse.

– Vamos voltar para casa? - perguntou Hiyori.

– Sim! Vamos Elisa? - perguntei.

– O que? N-não. Eu não quero sair daqui! - disse de certa forma fazendo birra.

– Vamos, Elisa. O parecer que não, mas a casa dele não é tão ruim assim. - disse Hiyori.

– Ei! - disse e ela começou a rir - Vamos Elisa. É mais divertido quando estamos entre amigos!

– E ele ainda precisa fazer o contrato com você - falou Luka.

– Tá bom, tá bom! Eu vou! - disse ela não aparentando estar feliz com isso.

– Ótimo então vamos voltar para casa! - disse animado, enfim poderia dormir.

– Calma aí cabeção, tá chovendo ainda. - olhei para a janela, quebrada, do corredor e vi que ele estava certo, mas não importa, eu tô morrendo de fome e sono.

– Não tem importância, eu vou na chuva mesmo! - disse indo em direção a escada, mas a gola da minha camisa foi segurada.

– Nada disso, vamos esperar a chuva passar! - disse Hiyori soltando minha camisa.

– Vamos, é só a distância daqui para a estação. - disse e ela apenas negou a cabeça. - Hiyori, é só uma chuvinha. - ela suspirou e virou o rosto.

– Vamos logo, eu tô morrendo de fome! - disse Luka. Saímos do hospital e não tava chovendo muito forte. Usei o meu casaco como guarda-chuva, Hiyori usou o dela, ficando apenas com a blusa branca do uniforme, Elisa usou uma espécie de manta, já o Luka não tinha nada para usar.

– Coitado! - provocou Hiyori.

– Cala a boca! - continuamos a andar.

Ficamos conversando durante o caminho e, em pouco tempo, já tínhamos chegado na estação e ficamos alguns minutos esperando o trem. Enquanto ele não chegava, Luka foi dar uma volta e eu fiquei escutando música, mas não por muito tempo por quê meu celular tinha descarregado.

– Ótimo. - guardei ele e vi que as duas estavam conversando.

– Ayato, você não tinha aula amanhã? - perguntou Hiyori e ela estava certa, apenas concordei - Tá com muito sono?

– Não tô não - sim, estou quase caindo de sono. Olhei o relógio vi que faltava poucos minutos para o trem chegar. - Vou atrás do Luka. - me levantei e comecei a me distanciar delas.

– Tudo bem. - disseram as duas.

Caminhei por uma parte um pouco afastada de onde as meninas estão, andei por uns três minutos e encontrei ele olhando um cartaz de venda de um piano.

– Te achei, o que tava fazendo? - disse e ele olhou para mim.

– Tava dando uma volta por aí, o trem já vem? - perguntou

– Sim. Eu vim te chamar.

– Ok. Ei, olha isso! - ele me mostrou o cartaz.

– É bonito, mas não é um pouco cara para um piano? - perguntei.

– Sim, demais! É quase o dobro do preço. - disse colocando as mãos no bolso da calça. - Bora? - concordei fomos para o lugar que o trem ia sair, quando chegamos ele já estava lá, e as meninas dentro dele.

– Partiu Tóquio? - perguntou Hiyori.

– E logo em seguida Yokosuka? - disse Luka.

– Vocês são idênticos - disse rindo e sentei em uma poltrona perto da janela.

– Nem vem, essa ai é bem diferente de mim - ele senta na poltrona ao lado de Elisa, que estava na minha frente.

– Poisé Ayato, não diga um absurdo desses. - dei uma pequena risada e percebo Elisa dá uma bem baixa.

– Então Elisa, o que tá achando desses dois? - perguntei.

– Eles até que são legais. - ela olha para a janela. E pude ler os lábios do Luka dizendo “Fria”, apenas ri.

O trem começou a andar, ainda estava chovendo então só podíamos ver gotas da chuva caindo pela vidro da janela. A gente estava conversando enquanto o passava.

Eu ficava olhando para fora do trem, através da janela. De repente meus olhos pesaram e começaram a fechar, eu me esforçava para mantê-los abertos, mas era impossível, em poucos segundos eu já estava dormindo.

– Ayato… - escutei voz da Hiyori me chamando, o que será que ela tá fazendo? - Ayato acorda! Hey, Ayato! - continuava escutando, sentia meu corpo balanço e, também, levar fracos tapinhas no meu ombro. Meus olhos foram se abrindo bem devagar. Ah é mesmo, eu tô no trem.

– Sim? - disse, com os olhos um pouco fechados seguido de um bocejo.

– Já chegamos em Tóquio. - O QUEE!?!

– Como assim já estamos em Tóquio?! - disse me levantando e ela fez o mesmo.

– Você dormiu a viagem inteira. Vamos sair daqui, o Luka e a Elisa já tão lá fora. - disse saindo do trem e eu a segui.

– Aí está você! Você realmente tava com sono. - disse Luka quando saímos do trem.

– Desculpa aí.

– É melhor pagar a passagem logo, o trem vem daqui a dois minutos - avisou Elisa olhando o horário dos trens.

– Verdade. - fui até o moço que tava lá e paguei a passagem bem rápido depois voltei para onde eles estavam.

– Por que não pagou uma passagem de Osaka para Yokosuka com parada em Tóquio? - perguntou Luka se sentando no chão.

– É mais caro. Isso iria sair por volta de 300¥ de ida e 300¥ de volta, eu gastei só 400¥ em tudo. - expliquei.

– Ah sim. - o trem chegou e nós subimos - Vai dormir de novo?

– Não, são só alguns minutos. - Eles concordaram e sentaram nas poltronas. Eu fiquei apenas olhando pela janela.

Alguns minutos se passaram e nós já estávamos em Yokosuka. A cidade estava quase vazia, parecia uma cidade fantasma. Nós fomos para a minha casa o mais rápido que podíamos, já estava amanhecendo, e tínhamos que chegar lá antes do meu tio acordar.

– Entra Ayato, nós vamos pela janela! - disse Hiyori e ficou Elisa para a janela do meu quarto. Eu abri a porta com a ajuda da chave de emergência e entrei em casa.

Fui para a cozinha e peguei alguns sanduíches, os aqueci no microondas e levei para meu quarto junto com uma jarra de suco e alguns copos.

– O café da manhã chegou. - disse abrindo a porta e recebendo olhares assustadores.

– Comida, até que enfim. - disse Luka quando deixei o prato com sanduíches na cama e sentei no chão colocando a jarra de suco no chão. - De que é? - ele pegou um e deu uma mordida.

– Queijo, nada mais. - respondi colocando o suco em um copo e dei para Hiyori. - Quer um pouco Elisa? - a garota concordou com a cabeça e eu lhe dei um copo de suco. - Se quiser sanduíches tá ali na cama. - falei colocando um pouco de suco para mim.

– Isso tá muito bom!! Prova um Hiyori! - Luka deu um sanduíche para Hiyori que ficou com brilho nos olhos quando mordeu. - Elisa. - ele também deu um para ela.

– Isso é…

– Delicioso! - Hiyori completou a frase de Elisa.

– Que bom que gostaram, eu achei na geladeira e só fiz esquentar.

– Quem esquenta sanduíches, era para tê-los feito na hora. - disse Elisa dando risada e a gente a acompanhou.

– Bom Elisa, seja bem vinda a minha humilde casa. Quero que fique sabendo que pode vir aqui quando desejar e que também pode contar comigo para o que quiser, e espero poder contar com você também. - disse sorrindo e ela deu um sorriso fraco.

– Ok… - ela deu mais uma mordida no sanduíche - Ei, quando estávamos no hospital vocês disseram alguma coisa sobre um contrato. O que é exatamente?

– Nem eu sei. - respondi e ela ficou com um gota na cabeça.

– É um contrato entre guerreiro e espírito, ele se baseia em um tipo de condição ou promessa que nenhum dos dois pode quebrar, apenas desfazer. - explicou Hiyori.

– E vocês dois, qual foi a promessa, ou condição, de vocês? - perguntou a azulada tirando as palavras da minha boca.

– Eu fiz o contrato com a Maya com a condição que ela me desse comida. E isso passou para ele. - disse o Luka, sério? Com a condição que ele seja alimentado? Ok né.

– Eu já fiz uma promessa, a Maya teria que me levar a uma peça de teatro uma vez por mês. - arregalei os olhos depois que Hiyori disse isso, eu terei que levá-la para uma peça uma vez por mês? A garota apenas riu do meu semblante.

– Quem é Maya? - perguntou Elisa.

– Era a minha mãe. Eles eram espíritos dela, mas ela morreu faz alguns anos. - respondi me levantando.

– Ah… sim.

– Então, Ayato você precisa fazer o contrato. - disse Luka.

– Ah sim. Como eu faço isso? - ele começaram a rir.

– Você precisa saber a condição/promessa que ela quer para servir a você. Depois é só me seguir. - concordo com Hiyori e me viro para Elisa.

– Elisa Vitalle, qual seria a condição, ou promessa, que você deseja para servir a mim como meu espírito? - disse e olhei para Hiyori e ela apenas concordou, ótimo estava fazendo certo.

– Eu quero poder comer bolinho de chuva todo fim de semana. - disse um pouco vermelha, ela realmente é muito tímida, mas tudo bem né, acho que não é tão difícil achar bolinho de chuva.

– Levante sua mão direita e repita: - eu fiz o que ela pediu - Eu, complete com o seu nome, prometo dar para Elisa, bolinhos de chuva todo fim de semana... - começou Hiyori

– Eu, Ayato Hatashi, prometo dar para Elisa, bolinhos de chuva todo o fim de semana…

–... E aceito qualquer punição vinda de um colega, guerreiro espiritual, ou de qualquer um dos meus espíritos!

–… E aceito qualquer punição vinda de um colega, guerreiro espiritual, ou de qualquer um dos meus espíritos! - repeti e abaixei a mão.

– Elisa, sua vez, levante a mão direita e repita: - ela fez o que Hiyori pediu - Eu, complete com o seu nome, prometo servir o guerreiro espiritual, Ayato, com a condição que ele me dê bolinhos de chuva no fim de semana…

– Eu, Elisa Vitalle, prometo servir o guerreiro espiritual, Ayato, com a condição que ele me dê bolinhos de chuva no fim de semana…

– ...E prometo proteger e obedecer meu mestre em qualquer situação, aceitando qualquer punição vinda do mesmo se essa promessa for quebrada - nossa que pesado isso.

– ...E prometo proteger e obedecer meu mestre em qualquer situação, aceitando qualquer punição vinda do mesmo se essa promessa for quebrada. - Hiyori concordou e Elisa abaixou a mão, o silêncio reinou o local.

– Bom, eu vou tomar um banho, façam o que quiserem, só não mexam nas minhas coisas - disse pegando minha toalha.

– Vou voltar para o Mundo espiritual, tô morrendo de sono - falou Luka e eu olhei para ele.

– Vou com você. - disse Hiyori info para o lado do loiro.

– Eu não tenho para onde ir agora. - disse Elisa.

– Pode ficar aqui, daqui a pouco eu vou para a escola, você pode dormir na minha cama enquanto isso. - disse abrindo a porta do banheiro. - E tchau para vocês dois! - disse entrando no banheiro e fechando a porta.

– Tchau! - ouvi deles.

Liguei a torneira da banheira, na água quente, e enquanto ela enchia eu tirava minhas roupas. Quando ela encheu, eu fechei a torneira e entrei na banheira. A água estava tão boa,mas ela me fez lembrar que não tinha posto o meu celular para carregar.

– Elisa? - chamei ela.

– Sim?

– Poderia por meu celular para carregar? Por favor? - perguntei e ela concordou.

– Pronto!

– Obrigado! - agradeci e fechei os olhos para relaxar na banheira. Era realmente muito bom, mas não poderia ficar assim por muito tempo senão eu iria dormir na banheira.

Passei uns cinco minutos ali, depois fui tomar uma ducha rápida. Meu uniforme já tava no banheiro então aproveitei e me vesti ali mesmo. Quando sai vi que Elisa estava dormindo na minha cama, ela parecia um criança.

Peguei dois cobertores e um lençol, cobri a Elisa com um dos cobertores e o outro eu abri r cobri o chão, claro que antes eu afastei a jarra de suco e os copos. Coloquei o lençol por cima do cobertor e deitei. Me lembro que tenho que colocar o despertador para às oito, e é isso que faço, depois feito e começo a dormir.

Acordo escutando o horrendo som do despertador, me levanto para desligá-lo.

– Mas que coisa é essa? - perguntou Elisa com uma voz de sono.

– É o despertador, desculpe, eu te acordei. - disse desligando o despertador.

– Você dormiu no chão? - ela perguntou olhando para os cobertores no chão.

– Na verdade só tirei uma soneca. - falei pegando minha mochila - Bom eu tenho que ir para a escola, até mais tarde! - sai do quarto.

– Até! - fechei a porta.

Caminhei, ou melhor, corri para a escola, com certeza chegaria atrasado lá. Depois de alguns minutos correndo, fiquei em frente ao portão da escola que estava quase fechando.

Entrei na sala “discretamente”, pedi desculpas para o professor e sentei atrás de Hisoka.

– Até que enfim, atrasado. - disse quando abri meu caderno.

– Não enche meu saco - ele começou a rir.

– Trouxe o dever de biologia? - perguntou Ren. Droga, eu esqueci de imprimir! - Pelo visto, não. - eles riram.

– Vocês três, silêncio aí! - repreendeu o professor.

– Acabei esquecendo de imprimir. E o meu celular tá lá em casa carregando.

– Nossa, nem vai dar pra você pedir para trazer. - comentou Hisoka

– Verdade. Eu não acredito! - disse a abaixando a cabeça.

– Ei, o dever tá salvo na sua conta? - disse Ren e eu concordei. - Por que não usa o computador e impressora da escola? - levantei a cabeça e olhei para ele.

– Eu já disse que te amo? - perguntei depois dei um suspiro aliviado.

– Não, mas quem liga? - o sinal bateu e o professor saiu da sala - Você tem muita sorte que biologia é só no último horário.

– Eu sei.

O professor de Física entrou na sala ela começou mais uma de suas aulas chatas. Eu teria Física até o intervalo, o que era bem chato. Depois que o horário dele acabou, eu fui correndo para a biblioteca, onde teria um computador e impressora, imprimi o dever e voltei para a sala.

– Hey, Ren, da para você tirar essas mãos inundadas da minha bunda?! - disse uma garota na sala ao lado, eu acho, nunca vi ela aqui.

– Tudo bem, gatinha! - ele deu um beijo no pescoço dela e a garota fez um cara de ódio - Eai, Ayato, consegui?

– Sim, tá aqui! - mostrei a pesquisa para ele.

– Que bom. Mas olha, o Guilherme veio aqui e disse que quer ver você na piscina depois das aulas. - senti minha espinha esfriar depois que ele disse aquilo.

– Ele queria algo a mais? - perguntei indo em direção a ele.

– Não disse nada além disso. - me sentei e guardei a pesquisa.

– Vai para algum lugar a tarde? - perguntou o garoto.

– Não, mas vou está ocupado. - não pode dizer que foi um mentira, mas também não foi uma verdade.

– Ah, sim… Ah, mas uma coisa. Sabe aquela loira de antes? - concordei - Ela veio aqui e disse que era para você ir na diretoria quando chegasse. Parece que você não vai parar de ir lá por um tempo - ele riu e eu também.

– Ok. - me levantei - Até daqui a pouco.

– Até!

Sai da sala indo em direção a diretoria, tava viajando que nem percebi um garoto se aproximar de mim, e eu esbarrar com ele. Ele tinha quase a minha altura, cabelos loiros olhos alaranjados como uma laranja e usava um gorro.

– Ah, me desculpe. - me desculpei e ele apenas concordou com a cabeça e foi embora. Menino estranho.

Continuei com o meu caminho para a diretoria, quando cheguei lá bati na porta e ela foi aberta pela Aiko, que sorriu me puxou para dentro da sala, fechando a porta rapidamente.

– Ayato-kun!! - ela me abraçou e eu retribui. - Que bom veio!

– Oi, Aiko! - fiz carinho na cabeça dela - Então, o que queria falar comigo Yukki-san?

– Na nossa última conversa eu não pude falar sobre isso então. Hatashi-kun, quero que fique sabendo que mesmo sendo um amigo meu, não posso te deixar faltar um mês a escola e não escutar pelo menos um sermão. - revirei os olhos, sabia que isso iria acontecer, só não pensei que seria depois de saber de tudo isso. Me sentei.

# cinco minutos de sermão depois #

Eu já estava cansado de escutar ela falar, como uma pessoa tão legal consegue ser tão chata quando quer? Ela me olha e dá um sorriso.

– Mudando de assunto. Soube que fez contrato com um novo espírito. Quem é? - ela perguntou

– Elisa Vitalle, nós achamos ela num hospital abandonado em Osaka. - ela arregalou os olhos.

– Você foi para Osaka? Sozinho? Sabe o quanto é longe? - ela perguntou preocupado.

– Eu não tava sozinho, a Hiyori e o Luka tavam comigo. E sim, eu sei o quanto é longe. - respondi e pôs a mão na cabeça.

– Quer um chá Yukki-san? - perguntou Aiko e ela concordou. Aiko desceu das estantes e colocou um pouco de chá em uma xícara e depois soprou o mesmo. - Aqui! - ela entregou para a Yukki-san - Quer também Ayato? - neguei

– Obrigada Aiko-chan! - ela agradeceu e bebeu o chá - Você é igualzinho a sua mãe. Mas eu tenho chamei aqui por dois motivos. Um deles era por que a Aiko queria te ver. - Aiko deu um sorriso - E o outro era porque o Luka veio falar comigo hoje de manhã e me pediu para te avisar que os dois vão treinar essa tarde - e o meu sermão? Não vai me dizer que o sermão foi só por que ela aproveitou o momento. - Eu só aproveitei o momento para te dar o sermão. Descobri que é um guerreiro não é motivo para passar um mês sem vir para a escola. - eu não acredito.

– Não acredito nisso, mas vai. E que coisa é essa de treino?

– Você não sabe sua magia ainda, o que adianta lutar contra fantasmas sendo que você vai morrer na primeira luta? Você precisa de treino para combate. Além de que precisa fazer o contrato “escrito” com os seus espíritos. - ela respondeu

– Contrato escrito?  - perguntei e ela olhou para Aiko, que logo entendeu e tirou o casaco. A Yukki-san se levantou, andou até ela e levantou a blusa azul da garota e eu pude ver um desenho de lua, na cor dourada, na costa da Aiko.

– Isso é o contrato escrito. Mesmo que a “guarda” da Hiyori e outros espíritos da Maya tenham passado para você, junto com o contrato oral, você precisa fazer o contrato escrito, com a ajuda da sua magia. - ela respondeu.

– Entendi.

– É assim que outros espíritos sabem a qual guerreiro o um pertence. Cada magia tem um desenho, a minha magia, Mūnraito, é o desenho de uma lua dourada. - ela abaixou a blusa de Aiko e ela botou o casaco.

– E para guerreiros que tem a mesma magia? O desenho é o mesmo não é, como eles diferenciam? - perguntei e ela se sentou.

– O desenho continua o mesmo, todos com a magia Mūnraito, vão ter como desenho, uma lua dourada, mas é você que coloca esses desenho no corpo do seu espírito. O desenho pode ser o mesmo, mas o emocional, personalidade e pessoa, não são. Os desenhos vão ter imperceptíveis diferenças, às vezes as luas são maiores ou mais finas, o dourado pode ser mais fraco ou mais forte. Mas são diferenças que nós, guerreiros, não percebemos. - respondeu e Aiko pegou um livro na estante.

– Ah entendi. Então só os espíritos sabem a diferença. Obrigado pela explicação - me levantei.

– Agora vá para a sala, a aula já vai começar.

– Ok, tchau Yukki-san...- abri a porta.

– Eu quero ir com você. Posso ir com ele? - perguntou Aiko me interrompendo.

– Pode sim, mas volte logo. Ah, Ayato, quero conhecer essa Elisa Vitalle, ok? - desse a Yukki-san.

– Ok, vamos Aiko.

– Vamos! - ela fechou a porta.

– Então Aiko, quantos anos tem? - perguntei andando no corredor.

– Fiz 14 mês passado, mas morri com 12. - disse enquanto caminhava - E você?

– Tenho 17. - ela abriu a boca.

– Nossa, ainda falta três anos para eu chegar na sua idade. - dei risada - Do que tá rindo?

– Nada não, só achei engraçado você falar assim. - ela emburrou a cara. Nós passamos um tempo em silêncio até que ela o quebra.

– Quer saber o que eu posso fazer? - ela perguntou. - alguns espíritos podem fazer magias pequenas, a Hiyorin por exemplo, ela consegue correr mais rápido que todos os espíritos. Eu consigo usar um pouco de magia de cura, como a sua mãe, além do que dizem que eu consigo persuadir muito as pessoas e acalmá-la.

– Sério? - perguntou surpreso.

– Sim! Alguns me chamas de Mirakuru Fairy porque dizem que eu faço milagres na cura, persuasão e em acalmar pessoas. - ela disse - E também dizem que eu pareço uma fada.

– Nossa, por isso que a Yukki-san te chamou assim naquele dia. - ela concordou - Bom eu tenho que ir sozinho daqui, até outro dia Mirakuru Fairy - toquei no nariz dela.

– Até! - ela me beijou na bochecha e voltou para a diretoria.

Caminhei até minha sala e quando sentei na minha cadeira o sinal tocou, Hisoka já estava lá. Ela quase não passa o intervalo na sala por causa do clube de basquete. O professor de Artes entrou na sala e começou a dar a sua aula, enquanto eu nem prestava atenção


Notas Finais


Espero que tengam gostado, até o próximo capítulo! Bye bye


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