História What Was Not Revealed. - Interativa. - Capítulo 7


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Espíritos, Guerreiros, Interativa, Magia, Original
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Palavras 2.936
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi gente, depois do tempo que passei sem internet eu dificilmente pude escrever (esse cap e o meu drabble Já estavam feitos)
Espero que gostem!
Boa leitura!!

Capítulo 7 - "eu vou morrer!!!"


Fanfic / Fanfiction What Was Not Revealed. - Interativa. - Capítulo 7 - "eu vou morrer!!!"

× Depois de uma longa aula de artes ×

A terrível aula de artes tinha passado, me digam uma coisa, vocês gostam de artes? Eu odeio com todas as forças. Quero que me prove algo que me faça gostar disso.

Logo depois que o professor de artes saiu e a cob- digo, a professora de biologia entrou.

– As pesquisas, na minha mesa. Agora! - disse e todos os alunos se levantaram e entregaram as pesquisas. - Olha só quem está aqui. - disse com uma falsa surpresa ao eu ter entregado a pesquisa. - Parece que aqueles garotos, que você chama de amigos, te falaram sobre a pesquisa que eu fiz. Gostou do tempo de férias? - eu juro que estava prestes a falar um monte de verdades na cara daquela mulher, mas eu me controlei e respirei fundo.

– Está aqui a pesquisa professora! - disse Ren entregando sua pesquisa.

– Vamos voltar! - sussurrou Hisoka para mim e me puxou para a minha carteira.

– Fez bem em não falar nada. - disse Ren se sentando na minha frente.

– Não foi por falta de vontade. - disse irritadiço e virei para o outro lado da sala e vi Verônica, Ichirou e Sabrina movendo os lábios que eu pude ler a mensagem “Fica frio.” e virei meu olhar para a janela.

Nem vou narrar o que aconteceu, mais uma aula chata, vou até parar de falar sobre isso, pior que aula de biologia, é a professora de biologia.

Depois que acabou o dia mais longo da minha vida. Como tinha que fazer depois das aulas o Ren foi para o clube de fotografia, por mais que não pareça, ele gosta desse tipo de coisa e não tá lá só pra pegar as meninas. Hisoka foi treinar o time na quadra e eu… bem tive que me encontrar com o Guilherme na piscina como ele disse. Se você não sabe que é Guilherme, ele é um garoto americano e mais uma coisa… líder do time de natação, no qual eu faço parte e fiquei um mês inativo.

Cheguei na piscina e lá estava ele, sentado na cadeira do treinador, com uma toalha no pescoço, cabelos molhados e sem camisa, desnecessário? Completamente.

– Olá Ayato, vejo que o Ren te contou sobre minha visita. A diretora não larga do seu pé né? - se ele soubesse que não é exatamente por isso que eu tava lá. Apenas concordei, afinal não é mentira….mas também não é verdade.

– Poisé, vai me expulsar do time?

– Ficou doido? Não diga para os outros,  mas você é o melhor do time inteiro. Como Líder desse time, não posso deixar alguém como você ir embora. O que eu queria te dizer era o seguinte.

– Sim?

– Quero que coloque os novatos no mesmo nível que o Suzuki. - me espantei ao ouvir aquilo.

– É o que? Como eles estão?

– Do mesmo jeito que você estava quando chegou no time - Fud**, pronto, lá se vão minhas próximas semanas de liberdade. - Boa sorte! - disse se levantando e começando a entrar nos vestiários dando “tchau”

– Preferia lavar a piscina e os vestiários! - disse saindo da área piscina.

– Mas isso não seria uma punição na altura do seu erro. - gritou de dentro do vestiário.

– Affs!! - comecei a sair da escola e fui para minha casa, pelo caminho mais rápido já que estava morrendo de fome e sono, foi muito difícil assistir às aulas sem dormir nem um pouquinho.

Cheguei em casa, usando a chave reserva para entrar por que o idiota aqui esqueceu a chave dele. Guardei as chaves e fui para meu quarto, joguei a mochila em qualquer canto, fazendo muito barulho, e vi o lençol se remexer, ouvi um bocejo, droga a Elisa!

– Cristo, o que foi isso? - perguntou ela se levantando e olhando para a mochila, com uma voz sonolenta e os cabelos bagunçados.

– Desculpa ter te acordado de novo. - ela olhou para mim e coçou os olhos.

– Já chegou, que horas são? - perguntou e eu olhei para o relógio.

– Duas da tarde.

– Nossa, tá bem tarde. - ela se sentou na cama - Você já almoçou?

– Não. Eu ia atrás de alguma coisa na cozinha - disse indo até a porta do quarto - O que quer almoçar? - ela me olhou confusa - Quero dizer, você come esse tipo de coisa?

– Lógico que eu como. Mas por que me perguntou o que eu queria almoçar? Vai me dar almoço? - ela perguntou arrumando os cabelos.

– Claro, acha que eu ia te deixar com fome. Vem logo, bora ver o que tem pra comer. - eu saí do quarto e desci as escadas direto para a cozinha, ela fez o mesmo e sentou na cadeira do balcão, enquanto eu abria os armários e a geladeira procurando algo.

– O que tem? - perguntou tentando olhar dentro do armário.

– Temos arroz… lámen em copo, ovos, sanduíches com Wasabi? - ela fez uma cara de nojo - Quem inventou isso? Dane-se! - ela deu risada um pouco tímida, ela ainda não se acostumou com isso. Vou ter que dá um jeito - E temos curry instantâneo. O que quer?

– Acho curry. Vai ficar mais fácil para você fazer. - olhei para ela com uma falsa indignação no olhar.

– Está duvidando das minhas habilidades na culinária Srtª Vitalle? - ela deu um risada.

– Talvez…

– Está enganada! Quando provar da minha comida, não se surpreenda! - peguei o curry instantâneo, o arroz e duas panelas. Coloquei o arroz numa e o curry em outra. Comecei a fazer o arroz e a esquentar o curry. - Enquanto nosso almoço vai se preparando. - me apoiei no balcão - O que achar de nós nos conhecemos melhor?

– Eu acho bom. O que gosta de fazer?

– Natação. E você?

– Bem… ver as pessoas se assustando até que é bem legal! - disse rindo - Mas eu também gosto de brincar com as estrelas. - olhei surpreso para ela.

– Brincar com as estrelas? - perguntei.

– Eu posso controlar o espaço, sabe às vezes eu mexo com os planetas, ou as estrelas. - ela explicou fazendo gestos com as mãos.

– Ah entendi! - voltei a minha atenção no nosso futuro almoço.

– Ei, eu já ouvi falar que os guerreiros lutam contra os fantasmas com a sua magia. - disse Elisa enquanto eu mexia no curry - Qual é a sua?

– Boa pergunta! - eu respondi e ela soltou um “Hãn?” - Eu não sei a resposta pra essa pergunta. Lembra que eu disse que ainda sou novo nisso? - ela concorda - Poisé, sem contar os dias que não sai de casa… - dei uma risada - eu só tenho quatro ou cinco dias de experiência. - desliguei o fogo do arroz e do curry.

– Qual acha que é a sua magia? - perguntou a garota se levantando e pegando dois pratos com talheres.

– Vou tentar descobrir hoje, o Luka disse que vai me treinar. - Coloquei as panelas no balcão e Elisa pôs os pratos.

– Ah sim… tá com um cheiro ótimo! - disse se sentando.

– Vamos ver se o gosto do meu arroz tá bom - rimos, agradecemos pela comida e colocamos nos nossos pratos.

– Esse curry é realmente incrível! - disse Elisa.

– Não é.

Passou um tempo, já tínhamos acabado de almoçar, fui lavar as louças e Elisa sentou no sofá.

– Isso foi delicioso, chegou a altura das minhas almas. - olhei para ela surpreso e incrédulo e ela apenas deu risada. - Posso ligar a Tv?

– Claro, a criancinha pode assistir desenho sim! - ela me olhou com um olhar que, eu acho, era de raiva, mas não dá para demonstrar perigo se você tem apenas 1,43 de altura.

Continuei o meu serviço na cozinha e ela foi assistir uma série que estava passando, até que escutamos a porta se abrir, fiquei curioso afinal meu tio não voltaria até às cinco.

– Cheguei meu povo!! - disse a voz de um garoto alto, loiro e dono de olhos azuis.

– Que… susto Luka… - disse Elisa entre soluços. Ela tava chorando? Olhei em direção a sala, os olhos dela estavam vermelhos e ela estava contendo as lágrimas.

– Mas o que…? - perguntou Luka estranhando a cena. Fui até a sala e vi ela assistindo um filme americano, só podia ser isso, disse para ele não ligar o mesmo deu os ombros. - Tá pronto pro começo de seu treinamento?

– Não.

– Então vai tirar esse uniforme! - ele disse batendo palmas.

Subi e troquei de roupa, coloquei uma calça moletom preta, uma camiseta branca e um casaco preto por cima, mas antes tomei um banho.

– Vamos começar Lu… - não terminei a frase pois vi os dois no sofá, Elisa estava chorando, Luka estava lacrimejando.

– Ayato, você já viu esse filme? - neguei - Certo! - diz Luka enxugando as poucas lágrimas que tinha e se levantando. - Vamos para o seu quintal. - falou e foi até a porta dos fundos e eu o segui.

– Vamos começar com uma coisa bem simples, ok Ayato? - disse quando chegamos no quintal, eu apenas concordei. - Vamos meditar. - meditar? Eh, não parece muito difícil para mim.

– Ok. - me sentei e comecei a relaxar.

– Errado! - olhei para ele e o garoto estava dependurado de cabeça para baixo no muro. - Fique do jeito mais confortável que puder. Esvazie a mente e relaxe.

– Tudo bem. - eu me deitei na grama - “ache uma posição confortável, esvazie a mente…” - pensei, fechei os olhos - “... e relaxe”. - eu fiquei assim por um tempo, é bem tranquilo, te faz esquecer dos problemas.

Eu pude sentir o vento, os calorosos raios de sol, o som das folhas de árvores ao serem movidas pelo vento, o som dos passarinho e suas asas cortando as correntes de ar. Até que senti algo se aproximando, era a Hiyori, nem precisei abrir os olhos para isso, mas logo os abri e olhei para ela.

– Como está indo? - ela perguntou.

– Melhor do que imaginei. - respondeu Luka. - Você sabia que era a Hiyori certo? - concordei com um pouco de receio - E como descobriu?

– Eu sei lá, só senti a presença dela. Acho que foi o jeito que ela mudou o ambiente. - respondi me sentando.

– Agora presta atenção numa coisa. Hiyori! - disse Luka e Hiyori concordou, os dois fecharam os olhos e começaram a se concentrar. Depois de pouquíssimos segundos consegui sentir duas presenças quase que iguais vinda deles, elas eram agradáveis, mas ao mesmo tempo transbordavam perigo. A única diferença, imperceptível, era que a presença vinda da Hiyori transbordava um pouco mais de perigo.

– E aí? - perguntou Hiyori e as duas “presenças” ficaram um pouco mais relaxadas.

– Era incrível! - os dois sorriram.

– Seu próximo dever vai ser: encontrar a Hiyori pelo bairro. - que!?

– Até mais Ayato! - ela começou a desaparecer.

– É melhor ir rápido - comecei a sentir a presença da Hiyori. Ela vinha de um lugar um pouco longe da minha casa. Entrei em casa pela porta dos fundos. Corri até a sala, onde estava a porta da frente e vi Elisa, ainda assistindo televisão.

– Volto daqui a pouco, tem biscoitos no armário. - apontei pro armário - Não coma almas até eu voltar, quero ver isso! - disse com um sorriso e ela deu um também, olhei a expressão surpresa do Luka, sai de casa e comecei a correr em direção a presença de Hiyori, porém parei ao sentir a uma “idêntica” a dela, atrás de mim.

– Anda, eu só vou te atrapalhar um pouquinho! - disse Luka atrás de mim.

– Como? - disse me virando.

– Luka Feutsuke, espírito que tem, dentre a de todos, a aura mais parecida com a da Speed, ou como você conhece, Hiyori. - ele disse fazendo uma reverência, revirei os olhos e comecei a me concentrar. Além da aura do Luka estar me atrapalhando, tinha outra aura também, mas essa era mais pacífica. Passei um tempo lá até que senti a presença da Hiyori, não era a aura dela, era outra coisa, mas apenas segui isso.

Luka seguia logo atrás de mim, mas por algum motivo ele não me atrapalhava mais, e a presença dos dois se tornaram completamente diferentes. Segui a presença da Hiyori até um lugar “perto” da minha casa, era no mínimo uns cinco quarteirões. No lugar que eu sentia a sua presença mais forte, era um prédio de cinco andares, era bem grande e parecia está abandonado a algum tempo.

Entrei nele e Luka me seguiu, subi as escadas até o telhado, na minha subida, vi várias salas, entre elas tinha uma placa que estava legível, “2-F” era o que estava escrito, então isso é uma escola. Quando cheguei no telhado, o lugar estava rodeado por grades de uma altura considerável, impossibilitando possíveis quedas. E lá estava ela, a garota de cabelos castanhos e olhos verdes, a qual eu tinha como dever achar.

– Te… encontrei… - disse ofegante, ela se virou para mim e sorriu.

– Foi bem rápido!

– Ela tem razão, até pedi para Elisa aumentar a aura dela para te atrapalhar, mas parece que não deu certo. - disse Luka. - Me diz, como achou a Hiyori?

– Eu... senti a presença dela. - disse ainda ofegante.

– Conta a verdade, eu estava do seu lado o tempo todo. Impossível ter achado ela em dez minutos, e olha que sete desses dez foram só correndo aqueles quarteirões. - falou Luka.

– Eu não sei direito. Só que teve uma hora que as presenças de vocês ficaram totalmente diferentes. - eles se entreolharam.

– Vamos voltar para sua casa. - disse Hiyori.

Nós voltamos para casa e Elisa estava desenhando, segundo ela, “um garoto gigante de cabelo rosa e óculos veio aqui”

– Elisa, você pode nos ajudar em uma coisa? - perguntou Hiyori e ela olhou para gente.

– Ok. - nós fomos para o quintal de novo.

– Dessa vez Ayato, tenta descobrir em que posição a gente tá. - disse Luka me pedindo para virar de costas. - Começamos! Em que posição a gente tá? - me concentrei e uma imagem azul cristalino apareceu em minha mente ficando na forma deles e em posições estranhas.

– Hiyori está de cabeça para baixo flutuando no ar. Elisa está fazendo uma careta que traumatizaria um bebê e Luka está na posição da árvore morta da Yoga fria. - me virei e os mesmo estavam do jeito que a imagem apareceu em minha mente.

– Como fez isso? - perguntou Elisa.

– Eu não sei direito, uma imagem azul apareceu na minha mente então eu disse, não sabia que tavam assim.

– Gelo! - disseram Hiyori e Luka. - Sua magia é a magia do gelo! - completou Luka.

– Eu sempre pensei como ficaria com a marca de um floco de neve azul na minha costa!! - disse Hiyori.

– Verdade, você ficaria linda. Mas já pensou essa marca em mim? - disse Luka e nós rimos. - Mas agora, vamos treinar de verdade ok? - como assim?

– Isso já não era o treino?

– Só no seu mundo. Vamos treinar combate corpo a corpo!! - disse dando socos no ar. Eu tô ferrado!

– Elisa vamos conversar lá dentro! - disse Hiyori entrando na casa. - Depois eu posso chamar a Aiko-chan, ok Ayato? - eu vou morrer!!!

– Cuidado aí! - disse Luka com um soco a poucos centímetros do meu rosto que desviei bem rápido, mas cai no chão por falta de equilíbrio. - Bons reflexos! - ele estendeu a mão.

– Obrigado! - ele me ajudou a levantar. - eu sei o ¼ do básico do básico das técnicas básicas em uma luta. - Luka começou a gargalhar.

– Desvia desses aqui! - ele diz e começou a dar socos em minha direção, eu com o meu super reflexo desviava, eu chutei a barriga dele e ele voou por uns dois metros de distância e começou a tossir.

– Sinto muito! - disse me aproximando. - Você tá… - ele me socou? Ele me socou bem na boca do estômago. Aí que for infernal - Desgraçado!...

– A Hiyori é bem mais suja que eu, aprendi isso com ela. Mas vou te falar, tu tem um força obscura aí.

– Teu soco não é fraco também… eu tô começando a gostar disso! - parti para cima dele dando socos, ele fez o mesmo porém ele parava a maioria dos meus socos.

Dei uma rasteira nele, o mesmo pulou, desviando-se, o que me fez olhar para cima, o garoto queria me me dar um chute, porém eu me protegi com os braços em formato de “X”. Me levantei e dei um soco nele, que fez Luka ser arrastado por alguma distância. No momento do soco, meu olhar desviou para o muro envolta do meu quintal.

Em cima dele tinha um garoto, um tanto baixo, cabelo negros, olhos escuros e vestia um uniforme de mordomo, foi só isso que consegui ver, depois Luka quis me atacar com uma explosão porém deixei meus braços em forma de “x” novamente e dessa vez uma parede de gelo cresceu, impedindo a explosão.

– Mais como? - perguntou Luka e a parede de gelo desapareceu. - Como fez isso?

– Eu sei lá. - olhei para cima do muro e o garoto não estava mais lá.

– O que foi? - Luka perguntou.

– Nada… acho que foi só minha imaginação. - me joguei no chão e Luka fez o mesmo.

– Bora fazer isso de novo amanhã? - perguntou o loiro e eu apenas olhei para ele - Sem magia ok?

– Eu vou morrer antes de lutar contra um fantasma!! - gritei olhando para o céu e Luka começou a rir.


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
Até o próximo capítulo!


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