História Whatever - Capítulo 59


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Alexis Ren, Barbara Palvin, Francisco Lachowski
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Palavras 2.445
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


OIIIIIIII


Gente, minha escrita ta um pouco estranha e com certeza tem alguns erros, minhas provas estão acabando, então eu ainda estou escrevendo pelo celular, quando eu tiver um pouco, vou editar todos os erros!

Também estou procurando parar com a minha escrita gaúcha! Tentei usar menos "ti" "bah" "tu". Motivo disse é pq eu estava lendo esses dias e me parece uma escrita muito grossa hahahaha fora que acho que fica mais tranquilo pra vocês lerem, já que a história se passa em outro país e não no RS como Maktub.
falando em maktub LEIAM MAKTUB GENTEEEEEEE


Obrigada pela atenção e desculpem se a história está ruim, ando sem ideias para o começo da história do gêmeos, mas eu tenho um pensando muito legal e certo, típico de histórias que eu sou apaixonada, mas antes precisamos passar por isso então não desistem de [email protected]

Capítulo 59 - Capítulo 59


 

NOTAS INICIAS IMPORTANTE!!!!!!

Savannah Bennett"

 

Olívia sentou ao meu lado no refeitório, após pegarmos nossos lanches. Eu estou com um copo médio de café, pois sou completamente viciada. 

E ela com um pacote de balas com formato de ursinho, que ela diz ser viciada também. 

Gostei de conhecer ela. Ela é autêntica e tem uma cabeça boa quando conversamos, conseguimos falar de diversos assuntos.

Descobri que ela já morou em Nova York, na França e por último estava no Brasil, com os seus tios. Os pais estavam preparando a mudança para cá e ela foi passar alguns meses no Brasil, três meses, durante as férias, por isso está com a pele tão bronzeada. Ela ia a praia todos os dias já que são incríveis!

Eu estou com medo de quando ela conhecer os garotos. Sei que nem todas garotas são iguais, mas na minha antiga escola, todas se aproximavam de mim por causa deles, eu realmente devo ter algum tipo de trauma por causa disso. 

Enxerguei os dois garotos, mais importantes para mim, se aproximando e superei. Agora é a hora da verdade. 

- Oi, Sav! - disse Matt se sentando no banco a nossa frente. Ele sorriu para nós duas, não mostrando nenhum interesse em Olívia. Eu o agradeci mentalmente por isso.

- Oi. - Nathan disse seco, se sentando ao seu lado. Olhei para ele confusa. O que está acontecendo? 

Nathan geralmente é a pessoa mais animada que eu conheço. Ele está encarando demais Olívia, quando ele nota que eu estou o olhando, ele desvia dela e me encara sorrindo. - Eu tive a pior aula de biologia da minha vida toda. - ele explicou. 

Eu sei que ele está mentindo. Nathan adora biologia e eu já tinha ouvido falar que a professora é fantástica. 

- Essa é a Olívia. - apresentei e ela sorriu para eles. - Esse é o Matt, meu melhor amigo e esse é o Nathan, meu irmão gêmeo. - ela olhou de mim para ele surpresa. 

- Meu Deus, vocês são gêmeos! Sempre quis ter um irmão. - ela disse sorrindo. Nathan não demonstrou nenhuma reação, continuo sério, mesmo eu e Matt rindo de Olívia. 

Ele está estranho demais!

- Você é filha única? - perguntou Matt. Continuei encarando Nathan, esperando entender o que está acontecendo. Eu o conheço melhor do que a mim mesma, algo está errado.

- Sim, meus pais viajam muito por causa do trabalho, estávamos sempre nos mudando, acabou que eles optaram por não ter mais filhos. - explicou ela.

Nathan pega o celular no bolso e começa a mexer, não se importando em socializar conosco.

- Eu também não tenho irmãos, mas esses dois são como irmãos para mim. - Matt sorriu me olhando. 

- Às vezes, eu acho que eu e Nate somos trigêmeos do Matt. - brinquei e ele sorriu.

- Nós temos que ir falar com o treinador. - Nathan se levantou. 

Matt o encarou estranho. 

- Mas nós íamos fazer isso no final das aulas. - ele comentou. 

- Eu sei, mas quanto mais cedo formos lá, mais chance teremos de entrar no time. - falou e me olhou. - Me deseje sorte. - e ele sorriu, voltando por um momento a ser o meu irmão. 

- Vocês já estão no time. - falei sorrindo e ele assentiu.

- Um prazer te conhecer, Olívia, espero que vocês duas sejam ótimas amigas. - falou Matt sorrindo e se levantou, saindo atrás de Nate.

- Desculpe pelo o meu irmão, eu não sei o que aconteceu com ele. - falei e ela deu de ombros. 

- Capaz, eu também odeio biologia. - ela riu e eu sorri. Olívia vai ser uma ótima amiga.

 

Emma Bennett"

 

- Eles vieram falar de um irmão mais uma vez. - comentei e Jack sorriu.

- Você sabe que eu também quero outro filho. - me respondeu. 

- Eu sei, mas eu morro de medo de não conseguir dar atenção para os três. - suspirei largando a faca no balcão. - Você sabe o quanto um bebê exige de nós dois e, os gêmeos entraram no ensino médio, agora vai começar a fase da rebeldia, deles realmente se encontrarem na vida, de saberem o que querem, de fazerem escolhas. Eu quero estar presente para ajudar eles. 

Jack se levanta do balcão e faz a volta no mesmo, parando em minha frente. Nós estamos fazendo o almoço juntos, um dia por semana fazemos sempre isso, já que nos outros sempre estamos trabalhando. 

- Em, nós éramos dois adolescentes, não sabíamos como cuidar de um bebê, ainda mais dois. Mas agora nós sabemos e se demos conta deles e hoje eles estão saudáveis, é porque nós podemos fazer isso de novo e, eu tenho total certeza, de que um novo filho só vai aproximar ainda mais nossa família. - falou ele e eu me derreti. 

Jack sempre faz isso comigo. Consegue me fazer entender qualquer coisa, ele me salva das minhas angústias. Eu o amo tanto.

- Então acho que podemos ter outro bebê, ne? - falei sorrindo e ele assentiu.

- Nós com certeza podemos ter outro bebê. - sorriu ele com os olhos brilhando.

- Não vamos contar para eles, vamos fazer uma surpresa. - falei e ele assentiu.

- Vai ser a melhor surpresa. - sorriu e me beijou. - Por quê não começamos hoje? - me perguntou enquanto beija o meu pescoço. 

- Porque nós temos que terminar o almoço dos nossos filhos. - respondi suspirando.

- Mas de hoje à noite tu não escapa. - falou rindo e eu lhe empurrei.

- Vai terminar de cortar esses tomates! - falei e ele gargalhou, voltando para onde estava antes.

 

 

Nathan Bennett"

 

- O que deu em você? - Matt perguntou assim que saímos do refeitório. 

A verdade é que nem eu sei. Eu simplesmente senti um sentimento diferente quando eu vi a garota ao lado da minha irmã. 

Não foi desejo nem nada. Eu só, não sei explicar. Não era desejo, era necessidade. Parecia que nós nos conhecíamos a vida toda. 

Parece clichê, mas eu realmente senti como se tivesse borboletas no meu estômago e eu posso afirmar que eu odiei a sensação. 

- Eu estou normal. - respondi. 

Eu menti para minha própria irmã. Eu nunca havia mentido para ela. Ela é a minha melhor amiga, ela sabe tudo sobre mim. 

- Cara, tu pode tá tudo! Menos normal. - ele sorriu.

- Me deixa, vamos logo falar com o treinador. - sorri fraco e ele esfregou as duas mãos. 

- Eu ainda não to acreditando que isso realmente tá acontecendo. - falou animado. 

- Nem eu, cara, nós finalmentes vamos fazer parte de um time! - respondi no mesmo tom.

- Primeiro nós precisamos entrar no time. - ele disse.

- E nós vamos. - falei. É o nosso sonho! Basquete só não é mais importante do que a minha família. Meus pais sempre me ensinaram a lutar pelos meus sonhos e eu sou capaz de tudo por isso.

 

Savannah Bennett"

 

- Eu quero um café. - falei assim que o sinal da última aula tocou. Olívia me olhou surpresa. Nós tivemos mais uma aula juntas e reparamos que nossos horários são praticamente iguais. 

- Quantos cafés você toma por dia? - me perguntou rindo. 

- Alguns, sou viciada. - afirmei dando de ombros.

Nós saímos da sala e fomos até o refeitório. Tenho tempo suficiente para isso, já que tio Mark vai demorar para nós buscar, porque os meninos estão envolvidos com o time. - Como você vai voltar para casa? - perguntei, enquanto caminhamos para o estacionamento. 

- Vou chamar um uber. - respondeu. 

- Meu tio pode te dar uma carona, ele vai vim buscar eu e o Nate para o almoço. - comentei.

- Será que não tem problema? - perguntou.

- Nenhum, meu tio é demais, faz tudo que nós pedimos. - dei risada. 

Chegando no estacionamento, já vejo o carro de Tio Mark estacionado, Nate já está dentro do mesmo, imagino que ele tenha avisado que já havia resolvido tudo com o treinador.

- Vem, é aquele ali. - falei apontando e seguimos juntas. Abri a porta de trás e entrei, esperando ela entrar também. - Tio Mark, que saudades! - falei sorrindo e ele sorriu para mim. 

Meu tio é lindo, a genética da nossa família é maravilhosa. Se colocar meu pai, meu tio e meu irmão junto, até mesmo meu avô, é de tirar o fôlego. 

- Tio, essa é a Olívia, pode dar uma carona para ela? - perguntei.

- Claro que sim! Prazer Olívia, eu sou o Mark. - se apresentou e logo ligou o carro.

Olhei para Nathan e ele está sério olhando a estrada. Eu realmente quero entender o que está acontecendo. 

- Comprei nossos ingressos! - Tio Mark disse apontando para o porta luvas. Nós combinamos de ir assistir a um jogo de basquete, entre Toronto Raptors e um time francês que não lembro o nome. 

- Ah, caralho! Agora sim! - Nate falou sorrindo e finalmente eu vi um sorriso de verdade. 

- Você não quer ir com a gente, Olívia? - tio Mark perguntou e eu me animei. Seria incrível ter uma amiga que gosta tanto de basquete como eu. 

- Até queria, mas to um pouco ocupada com as coisas da mudança ainda. - ela fez uma cara triste. - No próximo, quem sabe. - falou.

- Eu vou cobrar. - falei e ela assentiu.

- Eu amo basquete. - falou ela e aí sim eu me animei.

 

Nathan Bennett"

 

Elas conversam como se fossem amigas há anos, enquanto meu tio dirige até a cama dela. Eu decoro o caminho, não falando nada. 

Ela gosta de basquete e foi convidada a frequentar os jogos com a minha família. 

Ela é realmente linda. Ela chama atenção por ter a pele bronzeada em meio a tantas gurias brancas por causa do tempo frio do Canadá. 

Ela usa uma blusa caída nos ombros, que mostra uma marca de biquíni. Ela com certeza estava em algum lugar com bastante sol e praia.

- É ali. - a voz dela chamou atenção e meu tio parou o carro em frente a uma casa amarela, a garagem está aberta e tem algumas caixas de papelão por lá. - Obrigada pela carona! - ela agradeceu.

- Capaz! - Tio Mark disse. Na verdade, ele é meu dindo, mas eu sempre o chamei de tio Mark e ele não se importa. 

- Tchau, Sav, a gente se vê amanhã. - ela deu um beijo na bochecha da minha irmã. - Tchau, Nathan! - sorriu simpática.

- Tchau. - respondi sem emoção alguma. Eu preciso não ter intimidade com ela. Não posso criar mais paranóias do que já estou criando sem ao menos conversar com ela. Ela é a primeira amiga da minha irmã, eu não vou estragar isso.

- Você ta estranho hoje. - Tio Mark disse olhando para mim e eu desviei o olhar dela que estava entrando em casa.

- Eu to cansado. - dei de ombros. - E morrendo de fome também, então vamos logo! - falei rindo, voltando a ser o Nate que todo mundo conhece. 

Quando chegamos em casa, descemos do carro e eu fui logo jogando minha mochila no sofá e indo direto para a cozinha, o cheiro da lasanha do meu pai da pra sentir de longe. 

Ele é o cozinheiro da casa, minha mãe diz que o dia de almoço em família é para os dois cozinharem juntos, mas todos sabem que é apenas ele que faz alguma coisa e ela fica apenas no suco.

- Cheguei! - falei e fiz careta como se fosse vomitar quando encontrei os dois se beijando. 

- Chegamos... - Savannah diz atrás de mim. - Eca, que nojo. - falou ela se sentando no balcão. 

Meus pais são bem jovens, minha mãe tem trinta e um e meu pai trinta e dois, mas mesmo assim, são meus pais e nunca é bom ver eles se beijando.

- Como foi o dia de vocês? - perguntou minha mãe indo até a geladeira, pegando o famoso suco verde que ela ama fazer, enquanto isso, meu pai foi até o forno tirando a lasanha de lá. Dei um sorriso só de ver. - Savannah, quantas vezes vou ter que dizer que não é pra tomar café antes das refeições? - olhou para o copo na mão da minha irmã, que deu de ombros.

- É só parar de dizer, eu não vou parar de tomar café. - minha irmã respondeu. 

- Deixa ela, é só um café. - meu pai defende Savannah em tudo. Ela é o dengo dele, tudo ele faz por ela, qualquer coisa que Savannah pedir, ela tem. Minha irmã só não se tornou mimada porque minha mãe está sempre em cima.

- Meu dia foi ótimo, eu e Matt conversamos com o treinador e amanhã temos o teste para entrar no time. - falei animado me sentando na mesa.

- Eu vou ter que ir pra empresa, o pai tá chamando. - Tio Mark entrou na cozinha. Ele estava na sala atendendo uma ligação. 

- Mas você nem almoçou. - mamãe disse decepcionada. Ela ama o tio Mark, é o melhor amigo dela e ela está sempre reclamando que ele nunca pode estar junto com ela. Tio Mark além de estar seguindo os passos da família, também trabalha às vezes como fotógrafo, seu hobbie favorito.

- Eu sei, à noite eu volto, temos jogo. - ele disse e eu bati algumas vezes na mesa, animado. - Beijos, família, aproveitem a lasanha do Jack. - e saiu.

- Ei! Foi eu quem fez! - mamãe gritou ofendida. 

- Mãe, todo mundo sabe que é o papai quem faz e ele deixa tu dizer que fez só pra não se sentir triste. - Savannah disse séria. 

- Deixa eu me iludir. - falou mamãe se sentando a mesa. 

- O treinador é legal? - perguntou Jack, meu pai.

- Sim, mas ele parece puxar muito, disse que quer foco total no time. - respondi.

- Isso é bom, tenho certeza de que tu vai entrar. - disse ele orgulhoso. 

- Eu tenho uma amiga! - Savannah disse sorrindo e eu fiquei sério. Eu tinha me esquecido da tal garota.

- Meu Deus, sério? - Emma parece mais animada que Sav. - Qual o nome dela? 

- Olívia. - respondeu Savannah e assim elas passaram o almoço todo falando de Olívia. Eu realmente preciso superar esse sentimento novo é enterra-lo por que ter algo com essa garota eu nunca vou poder ter.

 

 



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