História What's remains of the Finches - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Tags Adoção, Lesbicas, Romance, Sequestro, Suícidio, Whatsremendsofedithfinch
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Palavras 1.204
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), LGBT, Literatura Feminina, Policial, Romance e Novela, Terror e Horror, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - As crianças


{Capítulo pequeno e meio fraco porque é o primeiro, por favor não desistam de mim tenho muitos planos para essa história}

As palavras do terapeuta William ecoavam pela cabeça de Veronica

"Você precisa estar presente na vida de seus filhos nesse momento". Mas ela não queria levantar, estava exausta, ela sabia que Albert cuidaria de tudo, ele era o melhor mordomo que alguem poderia ter.

-Srt.Finch- ele chamou e bateu na porta - não era hoje que a senhorita iria sair com seus filhos?- ele gritou por de trás da porta

-sim, eu vou- Veronica repondeu. Ela se virou para cima e fitou o teto "vou mesmo ou deixo para amanhã?"

-não deixe para amanhã- Albert a assustou. Então ela decidiu,se levantou e caminhou até o banheiro, ligou a banheira e escovou os dentes ignorando seu reflexo no espelho. Minutos depois ela estava deitada na banheira, a água estava quente e parecia fazer sua pele derreter. Ela encarou do banheiro o quarto, tinha feito três meses que Helene se matou, sua alma gêmea.

Quando ela terminou voltou ao quarto, as coisas de Helene ainda continuavam nos mesmos lugares. Ao abrir o guarda roupa Veronica sentiu o cheiro de quem Já tanto chorou, ela estava para doar as roupas de Helene mas nunca conseguia mexer nelas, nem mesmo tira-lás do cabide, era como se ela ainda fosse voltar um dia e tudo deveria estar aonde ela deixou.

E com esse pensamento Veronica caiu em lágrimas de novo, tentou engolir o choro com medo que Albert ainda estivesse na porta mas mesmo assim não conseguia segurar as lágrimas.

E assim ela se arrumou colocou um óculos escuro para que ninguém visse seus olhos inchados e saiu. Pegou o carro e foi até o colégio de Enseada. Estacionou o carro na porta na frente chamando bastante atenção, iria sair do carro mas, Kevin tinha acabado de abrir a porta para Goinneil, depois dela entraram Raj e a Núbia e por fim Kevin bateu a porta ao entrar

-eai- Veronica tirou o óculos e olhou para trás sorrindo, mas notou que seus filhos não sorriam de volta, todos olhavam pela janela como se estivessem escondendo alguma coisa, Goinneil e Kevin tentavam se esconder nos fundos.

O carro tem sete lugares, dois na frente, um banco com três lugares atrás aonde está Raj a cadeirinha de kwan e Núbia, e atrás deles mais dois lugares aonde sentam Kevin e Goinneil

-oque foi?- ela disse mas ninguém respondeu, então encarou Raj um menino indiano tímido mas muito inteligente com uma incapacidade enorme de mentir

-Raj- ele tentou disfarçar -diga-

-mãe... é que o Kevin e a Goinneil brigaram na aula de artes- e foi ele terminar a frase que todos decidiram falar ao mesmo tempo brigando uns com os outros

-CHEGA!- Veronica disse e todos se calaram -me explique- e olhou para Goinneil e percebeu uma mancha vermelha em sua bochecha esquerda. Goinneil era uma escocesa extremamente branca que estava com os cabelos ruivos despenteados os olhos castanhos cheios de água e o uniforme de líder de torcida escrito "Orcas Island" amarrotado

- eu bati em uma menina lá da sala por que ela ofendeu Helene-

-e kwan- disse Kevin, um menino Norte-americano de olhos azuis e cabelos escuros

- Você também?- perguntou Veronica

- sim, mas só por que o namorado dela não estava lá- ele se referia a Archie o namorado ruivo de Goinneil

-e porque o seu nariz está sangrando- Veronica perguntou

-me nariz não está...- e foi então que ele sentiu um gosto metalizado em sua boa, e percebeu que realmente estava sangrando. Ele apoiou a cabeça no banco encarando o teto do carro

-isso porque Haley Marie o chamou de psicopata e os dois começaram a se bater no corredor- disse Núbia

-como você sabe? Nem estava lá- perguntou Raj

-as fofocas rolam- ela disse sorrindo, ela era uma menina egípcia negra com os cabelos cacheados soltos formando uma nuvem em suas costas

-olha, eu não quero que se metam com os Marie ouviram?- disse Veronica

-Mas não era só os Marie não inclusive a menina que bateu na Gonnie é uma price-

-núbs!- disse Gonnie

-desculpa-

 

Veronica encarou a todos, eles provavelmente estariam pensando em que castigo ela iria dar para eles mas ela só estava admirando a família que tinha e mesmo com a cadeirinha de kwan vazia imaginou como Helene adoraria ver isso. Ela sentiu uma lágrima se formar e sua visão embaçou rapidamente. Ela se virou para frente e começou a dirigir.Ao virar o quarteirão a discussão de antes voltou e agora estavam todos brigando de novo.

 

Quando todos desceram do carro no estacionamento do shopping, Veronica pediu para que Kevin a esperasse e mandou os outros seguirem caminho

-você está bem? deixe-me ver- ela disse colocando uma mão no rosto de Kevin, ele levantou a cabeça

-ja secou- ele disse depois que ela analisou, e abaixou a cabeça

-você tomou seus remédios?-

-porque toda vez que acontece alguma coisa assim você me pergunta sobre os remédios? É oque. Medo de mim?-ele se afastou

-não, não é isso- ela tentou se explicar

-Então oque é? Você acha que só porquê eu estou defendendo a nossa família eu estou descontrolado? Que eu sou do tipo que seria capaz de matar alguém? Que tipo de mãe é você?

-kevin, me escuta...- ela tentou segura-lo

-NÃO, me escuta você!- ele se soltou- eu cansei de você, cansei de tudo isso. Você acha que pode abandonar seus filhos só porquê está deprimida, mas NÓS TAMBÉM ESTAMOS. Também perdemos alguém especial, também choramos e também estamos com nossos corações partidos. Mas agora você me diz que se eu bato em um filha da puta que fez piada com a morte da minha mãe e com a morte de um bebê você diz que eu estou errado?-

-kevin... se acalme- ela disse olhando pro lados, as pessoas começaram a percebe a gritaria dele

-se acalma o CARALHO ok, chega.... eu cansei disso- ele abriu a porta do carro e pegou sua mochila -você nunca será uma mãe como Helene foi,  nunca nem será  metade da pessoa que ela foi- ele bateu a porta e foi embora

 

Veronica voltou para o carro em choque. Ela não chorou nem ficou com raiva, apenas esperou os outros perceberem que ela não iria e voltar para o carro. Durante todo o caminho ela permaneceu quieta, ela sabia que Kevin  estava certo, e esperaria ele voltar a noite como fazia todas as vezes que surtava. Desde o dia da adoção dele que ela  já sabia que seria difícil lidar com com Kevin, elas sabiam desde o começo sobre a psicopatia dele e concordaram em comprar todos os remédios que precisasse e fazer consultas a psicólogos regularmente. Mas agora era diferente, ela estava sozinha e quebrada e Kevin estava certo.

 

A noite, depois de ouvir as paredes do quarto de Gonnie gritar ouviu alguém bate na porta. Era Kevin

-desculpe- ele disse olhando pra baixo

Veronica balançou a cabeça

-vá dormir está tarde- ela disse grossamente. Ele se virou e caminhou até o seu quarto, estava prestes a abrir a porta quando virou para Veronica mais uma vez que o encarnava e disse

- Eu não tomei- e entrou no quarto.



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