História What's your purpose? - Capítulo 45


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Categorias Bella Hadid, Cameron Dallas, Gigi Hadid, Hailey Rhode Baldwin, Justin Bieber, Kendall Jenner, Kylie Jenner, Pattie Mallette, Selena Gomez, Tyga
Personagens Bella Hadid, Hailey Baldwin, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Justin Bieber, Kendall Jenner, Kylie Jenner, Pattie Mallette, Selena Gomez, Tyga
Tags Alfredo Flores, Bella Hadid, Cameron Dallas, Drama, Gigi Hadid, Hailey Baldwin, Justin Bieber, Kendall Jenner, Kylie Jenner, Religião, Romance
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Palavras 3.462
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Self Inserction
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpem-me se houver muitos erros. Estou escrevendo pelo celular pois vendi o meu Mac.

Ps. A história a partir daqui pode ficar um pouco confusa mas irá se autoexplicativo ao decorrer dos capítulos

Capítulo 45 - Canada part II


- Ei! 

Senti alguém cutucar meu ombro pelas contas assim que seguia em direção ao portão de embarque. O mesmo continuou falando assim que me virei.

- Você é a Loewy não é?

Notei que não poderia disfarçar ou mentir sobre isso porque o garoto era brasileiro e não me era estranho também. Porém assenti com a cabeça.

- Eu sou o Luiz! – Não queria ser rude mas ainda não reconheci da onde ele me era familiar, então fiz cara de que precisava de mais informações do que apenas seu primeiro nome. - Luis Mariz, youtuber?.... Boylieber?!

Ahá, sabia que chegaria nessa parte. Provavelmente o vi em algo sobre ele em algum lugar ou tinha um rosto muito comum e fácil de ser confundido.

- Você está indo para o Canadá também?

Vamos deixar claro que até aqui não tive tempo de responder nenhuma de suas perguntas ou afirmações apenas assenti duas vezes sobre eu ser quem ele questionou e sobre estar indo para o Canadá, o garoto parecia bem animado.

- Você está indo ver o Justin né? Eu sabia, eu sabia que vocês estavam juntos... Caraca, ninguém vai acreditar que eu peguei o mesmo voo que a namorada do Bieber. Será que eu posso conhecê-lo, por favor é meu maior sonho, me ajuda a conhecê-lo.

Eu sabia o quanto aquilo poderia ser o momento mais marcante na vida de um fã, conhecer sei ídolo, ainda mais quando são fãs brasileiros, todos sabem a como é muito maior. E poder proporcionar isso pra alguém seria algo que me faria muito feliz pois eu teria adorado se tivessem feito comigo. Mas não podia prometer nada a ele, não podia pedir ao Justin que nos poucos momentos que ele tem pra ficar apenas em família que ele fosse conhecer um fã.

- Porque você está indo pro Canadá?

- Pra falar a verdade... Estou fazendo um vlog para o meu canal da minha jornada para conhecer o Justin e sua família. E lógico, vou turistar. 

- Bom, eu gostaria de poder ajuda-lo, mas estou indo ao Canadá para uma campanha de moda. Lamento.

Ele não parecia estar satisfeito com a minha resposta mas também não insistiu.

- Podemos ao menos tirar uma foto?

- Claro!

Tiramos a fotos e segui meu caminho até o avião.

Por sorte não sentamos perto, com toda certeza aquela viagem teria apenas um assunto “Justin”. E apesar de eu amar esse assunto, esse era um dos motivos que eu queria ser o mais discreta possível, eu não queria ser reconhecida por ser “a namorada do Justin" e muito menos ser usada pra chegarem até ele. Talvez eu deveria saber que essas seriam algumas das consequências que aceitei conviver a partir do momento que parei de fingir ou esconder qualquer sentimento que eu sentia por ele. Mas havia tantas coisas ainda na minha cabeça, toda esse história do meu pai, e tanta coisa que de fato agora eu sei que não sei nem metade da história que também é a minha história. 

Minha cabeça doía, já não sabia se era pelo turbilhão de pensamentos ou pelo nervosismo de conhecer a família Bieber. Havíamos concordado de não assumir nada oficial, nem para família, especialmente agora com todas essas notícias sobre a minha família, não planejava envolve-lo em nada desse drama então era melhor manter as coisas separadas, ao menos até eu entender tudo.

*Menssagem de Justin*

JBiebes: Já chegou? Estou morrendo de saudades de você. Estou aqui te esperando.

Me: Sério?

JBiebs: Porque esse “sério" Não me pareceu ser bom?

Me: É Claro que estou com muitas saudades suas e mau posso esperar pra te ver, mas... você sabe... não queria que ninguém nos visse.

JBiebes: Relaxa, não se preocupa com isso, eu sei bem lidar com essas coisas, quando sair do seu gate você vai ver.

Me: See you soon baby! xx

Segui em direção a esteira pra pegar as malas. Meu coração acelerava como da primeira vez que deixei minha família no Brasil. 

- Posso lhe ajudar com a sua mala?

Um moço alto, moreno de olhos claros ofereceu seus belos braços ao me ver tentar puxar aquela mala gigante sem sucesso.

Estou admirada com a eficiência do aeroporto do Canadá, por acaso estão contratando modelos para carregar as malas para os passageiros?!

- Ahn... Obrigada! - Não tive nem tempo de responde-lo pois já tinha tirado minhas 2 malas da esteira, apenas agradeci.

- Isso pode parecer uma cantada muito clichê mas juro que não é, mas eu tenho quase certeza que eu já te vi em algum lugar.

- Me dizem bastante isso, devo ter um rosto bem comum. - Ri fraco querendo despistar qualquer possibilidade de assédio, eu ainda acreditava que era possível ter alguns dias de anônimidade. 

- Acho difícil confundir um rosto como o seu, mas tudo bem, se você diz.

UFA!

Mesmo insistindo que poderia levar minhas malas ele insistiu.

- Está indo para onde?

- Stratford.

- Sério? Eu também! Quanta coincidência. Stratford é tão pequeno, e só foi notado no mapa porque... - Ele fez uma pausa e não continuou a frase.

Saímos do meio da muvuca, procurava algo familiar, talvez um placa com meu nome e não via nada. 

Já se passaram 10 minutos então mandei mensagem pro Justin.

“Chaz e Ryan estão ai, segurando uma placa com seu nome, não deve ser difícil encontrar dois babacas segurando uma placa"

Fui obrigada a ris daquela mensagem.

- Perdida? Posso te dar uma carona se quiser... Oh meu nome é Jacob, mas pode me chamar de Jake, como poderia aceitar carona de um estranho.

Saber seu nome não te faz meu amigo também. - Pensei.

- Não, está tudo bem, meu amigos vieram, só não pude acha-los ainda.

- Tudo bem então. Espero esbarrar em você em Stratford, não dever ser muito difícil. A propósito, qual seu nome?

- Eloise!

- Belo nome para um belo rosto. - Ele me abraçou, educadamente e se despediu deixando um beijo em meu rosto. 

Ok! Isso talvez foi um pouco demais. Não sou muito fã dessas pessoas que são tão confiantes que acham que qualquer uma cai em seu charme, Justin começou assim e não foi longe até ele começar a ser ele mesmo.. Qual o problema dos homens em tentarem ser legais, gentis e engraçados aos invés de galanteadores, 'flertadores' e ’se achões’?  Nem sei se essas duas palavras existem, mas passou a existir agora.

Depois de uns 3 minutos de Jake partir, avisto os dois “babacas" que assumi que eram eles pois carregavam uma placa que dizia “Loewy showy”, que significa algo que mostra, não passa despercebido, chamativo. Pois ele dizia que no dia que nos conhecemos, no dia do desfile do Marc Jacob, aquele que mudou a minha vida, ele disse que eu não passei despercebida, nem na passarela muito menos aos olhos dele. Achei bonitinho quando ele falou, só achei um pouco demais, mas não reclamei, afinal todos gostam de ser reconhecidos certo? Mas eu estou em uma dilema entre o os opostos, assim como as vezes é legal, muitas vezes eu desejava que eu fosse invisível, quem ninguém notasse minha existência, assim como foi por muito tempo.

- Loewy?

- Yeah!!! Finalmente. - Disse aliviada.

- Desculpa, estávamos no portão errado. - Disse o moreno de bigode.

- É! Daí o Justin ligou e percebemos. - Agora foi a vez do loiro de explicar.

- Está tudo bem.

- Sou o Chaz!

- Sou Ryan. Vem vamos ajudar você com as malas.

Cada um pegou uma mala e eu levei a bagagem de mão até o carro em que Justin nos esperava. 

 Nos aproximávamos de uma caminhonete preta grande, os meninos colocavam as malas no bagageiro do carro.

- HEY! YOU!

E mais uma vez aquela voz rouca me fez suspirar, será que um dia vou para de reagir a essas coisas tão bobas, eu espero que não.

Joguei minha bagagem de mão de qualquer jeito no bagageiro e fui apressadamente até a parte de trás do carro, onde tinha as janelas fumê e completamente fechadas, como ele não sufocava.

Fechei a porta trás de mim, Chaz e Ryan ainda tinham o porta malas aberto.

- Vamos lá pagar o estacionamento e é melhor vocês dois aproveitarem esses 5 minutos porque quando voltar não quero ninguém se comendo no meu carro. - Ryan disse.

- Esse carro nem é seu carro seu trouxão, eu que aluguei. - Justin dizia com as mãos em meu rosto.

- Você entendeu o que eu quis dizer. 

Ele fechou a porta traseira do carro e foi em direção a maquininha mais longe para pagar o estacionamento, ele era um bom amigo.

- Ele é um ótimo amigo. - Sorri ao ver eles fazendo isso.

Justin me abraçou no mesmo segundo tendo seu rosto afogado em meu pescoço e aquilo foi como um remédio pra mim, me renovou e pela primeira vez depois desses últimos dias conturbados que tive respirei fundo e me senti segura.

- Que saudade que eu estava desse cheiro, meu Deus eu nunca mais vou te soltar, não importa o que você diga.

- E porque você acha que eu diria alguma coisa, eu não quero sair daqui.

Nos soltamos e por poucos segundos encaramos um ao outro até iniciarmos um beijo que... Deus... Eu amava tanto. E de repente aqueles 5 minutos se tornaram 5 segundo com as batidas que ouvimos vindo da janela.

- Droga! - A primeira palavra que saiu daquela linda boca.

- Tudo bem, vamos ter tempo de sobra. - Disse mordendo meus próprios lábios.

- Não faz assim Loewy, não me provoca. 

Eu amava provoca-lo.

- Tudo bem, já decidiu o que vai ser Justin? - Chaz perguntou.

- Vou deixar a Loewy decidir.

- Decidir o que?

- Se vamos pra Stratford de carro ou de helicóptero.

- Carro, óbvio!

- Porque “carro óbvio”? É uma hora e meia até lá. - Justin questionou como se pra ele não fosse óbvio.

- Melhor ainda, podemos nos conhecer melhor.

- Ownnnn que fofa. - Ryan dizia olhando pelo retrovisor do motorista.

- Não cai nessa não Ry, é uma cilada. - Justin falou em tom de brincadeira.

A viagem dali até Stratford pareceu curta. Chaz, Justin e Ryan eram muito engraçados, sério, minha barriga doía.

- ...Aí ele quebrou a perna da raposa empalhada que o vô dele tem e culpou o Nolan, e ele nem estava lá.

- Eu tentei concertar, eu juro. - Justin tentava se explicar.

- Com durex Justin?

Justin fez uma cara de “mas eu tentei ué”.

- Chegamos bebê!

- Nossa, até que enfim. Estava começando a ficar assustada, achei que estavam me levando para algum lugar isolado pra me matar.

- Hoje não linda.

Aquele lugar era imenso, só a estrada até as 2 casas que ocupavam uma pequena parte do terreno tinha no mínimo um kilómetro. Paramos o carro entre as 2 casas, ainda estava tentando entender porque haviam 2 casas.

Ryan desligou o carro saindo do mesmo indo em direção a porta-malas enquanto eu, Justin e Chaz fazíamos o mesmo.

- Deixa que eu levo Lise. - Disse pegando pequena mala que eu carregava levando a uma das casas.

Entramos na nada humilde residência Bieber e apenas os seguia.

- Esse vai ser seu quarto... - Justin disse colocando cuidadosamente minha boca no chão de carpet. - ... A não ser que queira dividir o meu comigo. - Ele continuou a frase sussurrando em meu ouvido assim que caminhava em direção ao corredor me fazendo corar. 

Vai com calma JB.

- Vem, quero te apresentar pra minha família. - Ele segurou minha mão e assim fomos até entrar na segunda casa que era um pouco maior. Antes de entrarmos ele explicou.

- Essa é a minha casa, fico aqui sempre que venho pro Canadá. E essa é do meu pai e da Chelsey, noiva dele. Vem!

Ele parecia aquelas crianças pequenas querendo mostrar aos pais a manobra de skate nova que aprendeu, ou o brinquedo legal novo, ou quando tirava boa nota na escola e fazia questão de mostrar aos pais pra fazer esquecer das notas ruins. Era fofo, mas e não conseguia esconder meu nervosismo. E se eles não gostassem de mim? Eu nunca fiz isso. Mas calma Loewy, não vamos nos apresentar como namorados, somos amigos até próximo aviso.

- Pai, Jaxo e Jazzy ainda não chegaram? - Justin gritou de um cômodo da grande casa e a vos de seu pai parecia vir da parte de trás fora da casa.

- Ainda não, mas devem estar chegado.. - Sua voz se aproximava. -... Tinha dado algum acidente a rodovia principal, por isso que... - Ele deu uma pausa na frase assim que nos viu e olhou enquanto secava suas mãos com um pano qualquer e me encarava.

- Por isso que o que pai? - Justin fez menção a frase que seu pai não havia terminado de falar. 

- Por isso que... Que... ah por isso que sei lá Justin.

- Tá tudo bem com você?

- Tá, tá sim! - Jeremy disse seco, parecia querer sair dali.

- Deixa eu te apresentar a Loewy. Pai, essa é Eloise Bentz minha nam... Amiga... Amiga?! - Ele disse olhando pra mim percebido que aquilo não foi nada convincente.

Parabéns Justin, foi ótimo, não sei porque não investiu na carreira de ator ainda.

- Prazer e conhece-lo Sr. Bieber.

- Quanta formalidade, pode me chamar de Jerry... Quero dizer, Jeremy.

 

Justin’s POV

Chaz e Ryan estavam jogando vídeo game na minha casa e ninguém ia tirar eles tão cedo daquele FortNite. Loewy voltou pra lá também pra pegar alguma coisa na mala e eu aproveitei pra falar com meu pai, algo estava estranho no momento em que ele viu Loewy.

- Pai!

Ele provavelmente me escutava mas parecia estar com a mente bem longe. O chamei mais uma vez.

- Pai!

Dessa vez ele se virou pra mim, ele mexia em algumas ferramentas na garagem.

- Fala filhão.

- Tá tudo bem?

- Claro, porque não estaria?

- Sei lá, você reagiu muito estranho ao conhecer a Loewy.

- É coisa da sua cabeça Justin.

- Ela acha que você não gosta dela?

- E porque ela pensaria isso?

- Sei lá, ela é meio complexada. Ela tem medo que vão pensar mau dela por estar comigo, ou que vocês vão achar que ela é interesseira ou que é só mais uma e bla bla bla. Sempre tento mostrar pra ela que não é nada disso, mas você não ajudou em nada agora.

- Desculpa filho, não foi minha intenção, posso falar com ela depois se quiser.

- Não, não vai precisar, vão ter tempo suficiente pra se conhecer.

- Hum. - Ele respondeu com um resmungo.

Ele estava muito estranho e não estava me falando a verdade sobre aquilo, mas deixei quieto, logo ele me contaria. Então mudei de assunto.

- E a Chelsey?

- Ela foi no mercado com a Ellie comprar algumas coisas pro jantar de hoje.

- Legal, quando as crianças chegarem me avisa.

Ele apenas concordou com a cabeça e continuou fazendo seja lá o que ele estava fazendo.

Poucos minutos se passaram o interfone da minha casa tocou, era meu pai avisando que eles haviam chego, mas nem foi necessário, Jaxon já havia aberto a porta pulando direto no meu colo, em seguida a Jazzy.

- Boo!! - Jazzy disse me abraçando pela cintura enquanto eu ainda tinha Jaxon em meu colo.

- Aproveita o colo que mais alguns anos vocês não cabem mais aqui.

Era incrivelmente assustador como o tempo estava correndo, não parecia que fazia muito tempo que Jazzy perdeu seu primeiro dente.

- Senti sua falta! - Jaxon disse descendo do meu colo.

- Eu sei, e me perdoem. Sei que era pra ter vindo meses antes, mas aconteceu alguns imprevistos, mas agora estou aqui e quero apresentar pra vocês uma pessoa.

Subi as escadas para chama-la.

- HEY! - Disse de surpresa abraçando-a pelas costas.

- Meu Deus Justin, não faz isso, você me assustou. - Ela disse com a mão no peito se recuperando do susto.

- Sorry! Vem, quero te apresentar meus irmãos.

Saí do quarto animado mas parei no mesmo instante que senti que não estava sendo seguido.

- Qual o problema Lise?

- Seu Pai não gostou de mim né?

- Eu sabia que diria isso.

- Por que ele reagiu tão... Sei lá, estranho.

- Não é isso, tenho certeza que não foi a intenção dele, você precisa para de ser tão insegura. Se eu amo você todos também vão amar. Vem!

Dessa vez a puxei pela mão mas logo soltamos para descer as escadas.

- Jaxo, Jazzy quero que conheçam minha amiga Loewy.

Loewy se curvou estendendo a mão para Jazmyn primeiro que igualmente retribuiu.

- Meu nome é Jazmyn mas todos, todos mesmo me chama de Jazzy. 

- Eu chamo de chata... As vezes.

Loewy sorriu com o Jaxon havia dito.

- E eu sou Jaxon mas pode me chamar de amor.

- Hahahahah ele definitivamente é seu irmão Justin! Prazer em conhecer vocês. - Loewy completou.

Ninguém podia negar a genética Bieber no Jaxon, ele era hilário quase que sempre.

- A Loewy vai passar essa semana com a gente, não assustem ela por favor.

Jazzy mostrou a língua sentando no sofá pegando sua mochila.

- Mas seu nome é Loewy mesmo?

- Não, é apelido. Meu nome mesmo é Eloise, mas assim como você todos, todos mesmo me chama de Loewy. - Ela respondeu sentando no sofá ao lado de Jazzy.

- Eu chamo de minha. - Disse quase em tom insonoro que acho que nem a Loewy escutou.

- Cade a Selena, Jay? 

Além de hilário, inconveniente. Jaxon sempre soltava uma dessas, não sei porque ainda fico surpreso.

- Ela não pode vir.

- Papai falou que você ia trazer ela pro casamento. Você podia levar a Selena e eu levo a Loewy.

Ta bom, o garotinho se superou agora.

- Jax, porque não vai brincar com o carrinho de controle do papai?

- Ele nunca deixa. - Ele disse fazendo bico.

- Pega o meu então!

- Você também nunca deixa.

- Aproveita antes que eu mude de ideia.

Ele saiu correndo, o mais rápido que pode. Queria evitar que ele falasse mais besteiras. Já não bastava o que Loewy estava pensando sobre meu pai e agora isso.

- Casamento huh? - Ela se levantou vindo ao meu lado cruzando os braços a espera de uma explicação que eu não tinha. Pra ser bem sincero eu nem lembrava desse casamento, ou melhor, nem fazia questão.

 

Loewy’s POV

 

- Depois te explico, já volto.

Justin saiu como se eu nem estivesse ali, como se eu já não estivesse me sentindo horrível com toda situação que acabei de passar. Tudo bem, são crianças, mas não deixou de ser bem desagradável.

- Então, eu estou em crise!

Jazzy me acordou de meus pensamentos.

Como uma garotinha tão nova poderia estar em crise?

- Que tipo de crise?

Por favor não diz que é por causa de boy, tão cedo pra ter crise por isso.

- Todas as pessoas que vem aqui na minha casa pela primeira vez passam por um ritual.

- Pode mandar, eu aguento.

- Não Loewy, não é nada nojento ou sei lá o que deve estar pensando. É que eu tenho um canal no youtube, só por diversão mesmo. E eu gravo com todos que vem aqui algo legal, tutorias, brincadeiras, danças. Mas eu não tenho mais ideias, eu estou bloqueada.

- Hum, eu acho que eu posso ter uma ideia.

Sugeri a ela que fizéssemos o passo a passo de como fazer um slime. Aquelas jelecas coloridas, com mil coisas que estão colocando nelas agora. Na minha época era simples, só escolhíamos entre as cores, hoje as opções são infinitas.

E ela havia adorado a ideia, já estamos listando os ingrediente para ocupar nosso tempo até a hora da janta. Ao mesmo isso tiraria minha cabeça da onde o Justin poderia ter ido ou o que estava fazendo. 

Aquilo me intrigou, ele simplesmente saiu. Quase que na mesma velocidade de Jaxon quando soube que poderia brincar com o carrinho e controle do irmão.

- Mas vamos esperar pela Allie, ela vai adorar a ideia. - Jazzy disse antes de irmos atras dos ingredientes.

- Quem é Allie?

- Ela é minha irmã postiça, ela é filha da Chelsey.

Não demorou muito pra que Allie chegasse e eu voltar a ser criança. Era incrível como é fácil se sentir a vontade com crianças, era como se nos conhecêssemos a muito tempo.

 



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