História When can we do this again? - Capítulo 1


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Categorias Guardiões da Galáxia
Personagens Gamora, Groot, Peter Quill (Senhor das Estrelas), Rocket Raccoon
Tags Starmora
Visualizações 208
Palavras 2.036
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Como já disse, a ideia veio quando tava ouvindo When can I see you again. Serão no máximo 3 capítulos, porque na verdade queria fazer oneshot porém ficaria muito resumido tudo.
E é isso, boa leitura!

Capítulo 1 - Estrela cadente


Fanfic / Fanfiction When can we do this again? - Capítulo 1 - Estrela cadente

Só mais um dia normal na Milano. Rocket destruindo alguma coisa, Drax falando asneira, o pequeno Groot brincando com todas as coisas que vê pela frente e Mantis cuidando do pequeno Groot.

Acabamos de sair de uma missão que ganhamos muitas unidades, isso deixou Rocket e Peter muito felizes. Falando em Peter, ultimamente temos estado mais próximos.

Estamos todos ouvindo uma das músicas toscas de Peter para passar o tempo e comemorar nem que seja um pouco o sucesso da ultima missão.

− Eu tô falando Groot, não pode ficar comendo tudo assim! Os doces são pra gente também!

− Desiste Quill, esse aí gastaria nossas 30 mil unidades em doce num piscar de olhos – Rocket falava de forma muito entediada.

− Sorte que ele não vai fazer isso, não é Groot? – pergunto ao nanico, que neste momento está sentado em meu colo brincando comendo algumas jujubas.

− Eu sou Groot!

− Não cara, isso foi o que ela acabou de dizer que você não faria – Rocket esfregou o rosto com uma mão, ou pata, não sei como ele gosta de se referir a isso.

− Gamora fala isso, mas mima ele que nem um filho! Eu bem fazia isso com minha Kamaria, quando Hovat não estava em casa...

−Drax! – todos gritavam ao mesmo tempo.

− Ninguém quer ouvir isso de novo cara – Peter reclamou.

− Sim, até eu já decorei suas histórias de família de tanto que fala – Mantis concordou.

− Vocês são uns enfadonhos – Drax falou e levantou da cadeira – eu vou dormir, devo estar preparado para o dia de amanhã.

Dito isso, ele se retirou da nossa pequena “sala” que na verdade era a cabine de comando da nave.

− Realmente, vem Groot – Rocket chamou e logo Groot pulou de meu colo para o ombro do guaxinim. Mantis os acompanhou, ela estava com sono desde cedo e aproveitou a deixa.

Deixaram eu e Peter sozinhos ali.

− Quer ir dormir também Gamora? Meu quarto tem espaço suficiente pra dois – ele sugeriu com aquele tom de duplo sentido que me irritava profundamente.

− Dispenso – eu disse e já me preparava para levantar, quando ele segurou em meu braço sem muita força – o que foi?

− Está realmente cansada?

− Por que quer saber?

− Quero te mostrar uma coisa.

Apenas assenti com a cabeça e o segui até seu quarto. Suspeito? Muito! Fui do mesmo jeito, esperando que eu me arrependesse muito para bater nele por aquilo.

Incrivelmente, o quarto dele estava arrumado. Era muito pequeno para o tamanho da bagunça que ele geralmente fazia, dessa vez estava impecável.

− Veio me mostrar que começou a ter noção de higiene e limpeza?

− Engraçada, senta aqui – ele indicou a própria cama. Que merda é essa Peter?

Sentei ao lado dele e ele indicou em seguida a parede de vidro que tinha. Dava para ver tudo do lado de fora.

− Dizem que olhar pras estrelas acalma, só comigo que não funciona?

− Comigo também não – admiti e dei de ombros – estrelas é tudo que vemos em todas nossas viagens.

− Lá na terra, dizem que cada um tem uma estrela própria, que ela brilha apenas para você – ele falava com os olhos fixos no que estava além do vidro, e sorria um pouco. Era bonito vê-lo sorrindo – por isso faziam pedidos quando passava uma estrela cadente.

− E pra que serviam?

− O que? As estrelas?

− O pedido, criatura.

− Ah, pra pedir ué. Algo para o futuro geralmente, embora eu sempre pedisse um brinquedo.

− Eu sinceramente não sei o que eu pediria.

− Bom, já que não tem estrela cadente nem meteoro pra fingir ser uma passando por aqui, posso te fazer um pedido?

− Ah, lá vem – revirei os olhos e passei uma mão na testa – sabia que a facada vinha depois, tava manso demais.

− Não é nada disso! – ele arregalou os olhos e negou com as mãos – Não é putaria, eu juro.

− Diga.

− Dança comigo?

− De novo isso?

− Sim. Mas hoje é mais especial.

− Por que seria? – eu já me levantava para ir embora.

− É meu aniversário.

Nesse momento eu gelei. Para mim aniversários não eram tão importantes, nem para ninguém da equipe, mas sabíamos que para ele era. Costumes terráqueos. E dessa vez ele não tinha nem nos lembrado disso. Segundo o que ele havia explicado, aniversários na terra eram um marco anual muito importante, ele particularmente adorava um.

− Por que não disse antes Peter? – respirei fundo e fui até onde ele estava, tocando em seu rosto – Poderíamos ter feito alguma coisa.

− Tava meio desanimado pela morte do Yondu – ele deu de ombros, e pelo seu olhar, pude notar que era verdade – não queria fazer nada muito grande.

− Quer que eu passe a noite aqui com você? Sem segundas intenções – bati de leve na testa dele ao notar sua expressão safada – só sei que não gosta de ficar sozinho nesses dias.

− Não precisa ficar se não quiser, só queria que dançasse comigo mesmo – ele riu baixo ao levar o tapa leve, logo arqueando a sobrancelha de uma forma que me fez morder o lábio – mas se tiver outras ideias...

− Nem inventa – deu um tapa em seu ombro, não conseguindo evitar rir junto – vamos logo com essa dança.

Ele logo se animou e disse que colocaria 3 musicas, uma lenta, uma mais ou menos e outra mais agitada. Queria ir se animando gradativamente e sinceramente eu gostei da ideia.

Assim que começou a música mais lenta, passei meus braços pelo pescoço dele e ele abraçou minha cintura, deixando nossos corpos colados um ao outro. Dávamos passos lentos, aproveitando ao máximo o momento.

Logo notei que eu olhava para ele fixamente e ele retribuía o olhar. Era bonito como os olhos dele brilhavam naquele momento, que seria um momento constrangedor. Porém eu não ligava, gostava de olhar para ele. Eu amava aquele homem, e o lance implícito era esse, acho que não posso mais nem negar isso. Mas eu ainda sinto medo de explicitar tudo isso, tudo que toco se destrói e eu não quero estragar tudo entre a gente. Ele não tem nem noção do quanto eu estava gostando de estar ali sendo abraçada com ele. Aquele ritmo estava magnífico.

Permanecemos em silencio, aproveitando a companhia um do outro até que a música lenta acabasse. Só então que notamos que encostamos nossas testas durante a dança. Apenas fechei meus olhos e continuei ali com ele, que não fez questão de se afastar.

− Se uma estrela passasse agora, o que teria pedido para o seu futuro? – perguntei, permanecendo de olhos fechados.

− Acho que pediria que você aceitasse dançar comigo.

− Mas isso eu já aceitei, não vale – ambos rimos.

− Então... acho que pediria outra coisa.

− Isso não é óbvio?

− Sim, mas isso seria mais complicado.

− Por que?

− Porque pediria coragem pra conseguir me declarar pra você.

Nesse momento eu esqueci como que pronunciava as palavras, embora já soubesse de tudo aquilo. De “lance implícito” para aquilo era uma evolução e tanto. Abri os olhos e separei minha testa da dele, o olhando com uma mistura de “finalmente” com “misericórdia”.

− Isso é sério Peter?

− Cada palavra.

Explore tudo que não havia explorado antes”, ele me dissera uma vez. “É questão de tempo até aprendermos a voar”, também foi dito por ele. Metáforas que tivemos que explicar mais de 10 vezes para o Drax depois. E nesse momento, eu sabia que ali eu precisava me abrir para novas coisas. Sempre tive medo de me apegar a alguém e me apeguei a ele de uma forma que não consigo nem explicar.

Então apenas me deixei levar pelo impulso.

Subi uma mão para a nuca de Peter e o puxei para beijá-lo.

Notavelmente ele ficou espantado por ter sido eu dessa vez que tomei a iniciativa, porém logo se adequou à situação e retribuiu o beijo, apertando minha cintura com as mãos.

Nosso beijo logo ficou mais intenso, ambos queríamos mais um do outro a ponto de esquecermos que as 3 músicas já haviam passados e agora os barulhos do quarto eram somente nossas respirações. O empurrei de volta para a cama e sentei em seu colo.

Logo ele segurou em minhas coxas e as apertou contra ele, enquanto eu enterrava meus dedos nos cabelos meio loiros dele. Ele chupava minha língua e eu a dele com voracidade, explorando cada canto da boca um do outro.

Senti as mãos de Peter subirem por baixo de minha blusa, a levantando e me deixando apenas com a saia que usava. Ele me encarou como uma criança olha para um brinquedo novo, porém com mais paixão.

− Vai ficar só encarando? – perguntei e mordi o lábio, esperando que ele tivesse uma reação.

− Claro que não – ele finalmente disse, me puxando para um beijo intenso.

Ele segurou em meu seio esquerdo com uma mão e o apertou, isso me fez soltar um pequeno gemido. Eu queria mais dele, muito mais, e aquilo me excitava. Uma parte de minha mente dizia que deveria parar, porém outra parte estava enlouquecida com os toques dele. E provável que ele também estivesse, senti seu volume aumentar embaixo de mim e sorri levemente com isso.

Eu rebolava em seu colo para excitá-lo e acabava ficando excitada junto, então o empurrei para deitar e inclinei meu corpo por cima do dele, sempre com os lábios colados aos de Peter. Apoiei uma mão no colchão e com a outra arranhava o peitoral dele por baixo da camisa do mesmo, tirando a peça de roupa dele e logo voltando a beijá-lo.

− MAS QUE NOJO!

Eu e Peter levantamos num sobressalto, logo peguei a blusa de Peter que estava mais perto e coloquei na frente de meu corpo.

− Mas que merda Rocket! – Peter gritou – O que foi agora?

− Se isso for algum tipo de brincadeira... – falei em tom de ameaça.

− Imagina se eu tivesse trazido o Groot – o guaxinim resmungava, cobrindo os olhos enquanto falava.

− O que você quer?! – eu estava claramente com a voz alterada, não sei se a irritação era por ele ter interrompido e nos visto daquele jeito ou era ter simplesmente interrompido aquilo.

− Groot acordou chorando e chamando por você – ele apontou para mim, notei que Peter revirou os olhos.

− Pede pra Mantis colocar ele pra dormir – Peter reclamou, ele também tinha ficado irritado com a intromissão.

− Se você chamasse pela sua mamãezinha, ia querer a Mantis do teu lado seu babaca?

− Eu sei lá.

− Tudo bem – eu disse, suspirando, Peter claramente não ficaria feliz com aquilo – eu vou. Deixa só eu me vestir por favor?

− Só o que me faltava, vocês dois querendo procriar dentro da minha nave – Rocket continuou resmungando e saiu do quarto. Que vergonha.

− A nave é minha, seu inútil! – Peter gritou de volta e recebeu um xingamento de Rocket.

Aproveitei que estava com a camisa dele em mãos e a vesti. Por conta disso, recebi um assobio dele. Inconscientemente, sorri. Creio eu que corei também, mas não importa.

− Você tem mesmo que ir? – ele dizia de forma manhosa, me puxando pela cintura e beijando meu pescoço.

− Sim – eu tentava convencer ele, mesmo que ambos quiséssemos ficar ali – não vou deixar a criança chorando. Ele ainda é realmente um bebê, Peter.

− Nosso filhinho, será que criança atrapalha mesmo assim a vida sexual dos pais?

Por isso, ele recebeu um tapa no ombro. Não tão forte, eu acho. Ele faria drama de qualquer jeito. Quando eu virando para sair, ele segurou meu braço e depositou um beijo no canto de minha boca. Desse jeito vou acabar querendo ficar mais do que minha vontade de ir, e era isso que ele queria.

− Quando faremos de novo?

 

 

Switch on the sky and the stars glow for you
Go see the world 'cause it's all so brand new
Don't close your eyes 'cause your futures's ready to shine
It's just a matter of time, before we learn how to fly
Welcome to the rhythm of the night
There's something in the air you can't deny


Notas Finais


Críticas construtivas, sugestões e elogios são sempre bem-vindos.


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