História When can we do this again? - Capítulo 2


Escrita por:

Postado
Categorias Guardiões da Galáxia
Personagens Gamora, Groot, Peter Quill (Senhor das Estrelas), Rocket Raccoon
Tags Starmora
Visualizações 190
Palavras 1.241
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


E eis o segundo, espero que gostem. Boa leitura!

Capítulo 2 - Precisam de você


Fanfic / Fanfiction When can we do this again? - Capítulo 2 - Precisam de você

Para se sentir mais à vontade, Gamora passou em seu quarto e trocou a saia que usava por um short que costumava usar quando dormia. Como eu sabia disso? Nem eu sabia que sabia disso. E ela continuou usando minha camisa que tava mais pra um moletom, isso a deixava mais sexy ainda!

─ Peter, vai ficar?

─ Quer que eu vá junto?

─ Quer ficar sozinho por acaso?

Ela arqueou a sobrancelha e saiu do meu campo de visão, indo até o quarto de Rocky, que era onde o Groot dormia. A gente tinha improvisado um berço pra ele, mas foi inútil, ele sempre dormia no colo de alguém. E se a pessoa não fosse colocar ele no berço depois, ele nem faria questão.

Gamora entrou no quarto e logo pude ouvir o choro do Groot. Nossa, som de choro de bebê irrita até a alma do celestial morto de Luganenhum. Mas o Groot pode, ele é digno.

Recostei o corpo na soleira da porta e observei a cena.

─ O que aconteceu? ─ Gamora tinha um voz doce e pegava Groot no colo, o ninando como se fosse realmente um bebê.

─ Eu sou Groot! ─ ele ainda tinha tom de choro, tadinho.

─ Pesadelo? Que tipo de pesadelo? ─ ela balançava ele no colo levemente.

─ Eu sou Groot… ─ o pequeno fungava um pouco, escondendo o rosto na blusa que ela usava. Minha blusa, já frisei que era minha?

─ Shh, não se preocupe, todos estamos bem e não vamos deixar nada vir atrás de você de noite ─ ela sentou na cama de Rocky, que era até grande demais pro tamanho do guaxinim, ou talvez muito pequena para o ego dele ─ eu estou aqui.

─ Eu sou Groot?

─ Claro que fico com você, agora se acalme ─ ela ainda ninava ele, e isso era simplesmente lindo.

A mulher mais perigosa da galáxia sendo uma mãe para um bebê árvore, não é todo dia que se vê isso. Apesar de tudo, Gamora tem um instinto maternal. Uma mãe doce para o Groot, uma mãe carrasca para o Rocky e o Drax, a mãe dos meus filhos pra mim, se é que vamos ter algum. Se bem que eu entro no grupo do Rocky, se fosse na Terra Gamora atiraria chinelas em mim todo dia ao invés de uma faca.

Voltando ao assunto, ela estava simplesmente linda. Nenhuma estrela que conheço se compara a ela. Uma parte do cabelo dela caía sobre seu rosto enquanto ela conversava com Groot, este que já estava significativamente mais calmo. Eu não conseguia focar muito bem no que diziam, queria apenas contemplar aquela mulher que já quisera me matar, e agora me mata ainda, mas de amor.

Ela deitou na cama do Rocky, fazendo uma pequena careta ao ver que quando levantasse estaria cheia de pelo daquele imundo. Isso me fez rir.

─ Não ria, Quill - ela resmungou baixo.

─ Eu tô rindo? ─ eu realmente tentei parecer sério, mas acho que pareci mais estar tendo congestão intestinal.

Ela revirou os olhos e voltou a falar alguma coisa para o bebê. Espera, ela estava cantando?

Essa realmente foi nova pra mim. Sabia que ela dançava, mas cantar? Tá, não era um canto, tava mais para pequenas notas sem letra. Era realmente uma canção de ninar.

─ Aí idiota das estrelas, ela tá treinando pro filho de vocês?

─ Já veio falar merda de novo, panda do lixo?

─ Menti? Eu bem vi a dança de acasalamento de vocês. Parecia mais canibalismo, que horror.

─ Se continuar falando eu vou arrancar teu pelo e fazer um casaco pro Groot ─ franzi os lábios ao falar isso.

─ Tenta a sorte, mané.

─ Não quer ir dormir não?

─ Sua namorada pegou minha cama, fazer o que se sou mais atrativo que o saco de banha aí.

Segurei em uma das orelhas dele e a puxei, dando um tapa forte na cabeça do bicho depois.

─ Que agressão! ─ ele gritou e rosnou pra mim, que audácia, e ainda me bateu. Se me morder também eu realmente vou fazer o casaco.

─ Eu não sou gordo, e você tá chato pra caralho.

─ Então é contigo que o Groot tá aprendendo a falar daquele jeito? Ah seu porra!

Rocky pulou nas minhas costas e começou a puxar meu cabelo, eu comecei a gritar, lógico. Xinguei, ele xingou de volta, minhas costas deviam estar rasgadas a essa altura porque começou a arder. E eu ainda tava sem camisa. Se esse treco me passa raiva…

─ Parem com isso seus imbecis! ─ escutamos Gamora gritar alto, e paramos na hora, olhando para onde a voz dela vinha ─ Vocês acordaram ele!

Tirei Rocket das minhas costas e o joguei no chão.

─ Foi legal esse rolê da madrugada, mas eu vou indo.

Então fui até onde Groot estava. O graveto estava agarrado ao braço de Gamora, muito sonolento. Me agachei ao chegar perto da cama, ficando próximo dele.

─ Foi mal, carinha ─ “apertei” a bochecha dele de leve, dando um sorriso simpático.

─ Eu sou Groot?

─ Claro que fico, se a Gamora deixar é claro ─ ergui meu olhar e me direcionei a ela.

─ Por mim tudo bem ─ ela assentiu e deu de ombros.

Ela voltou a deitar com ele no colo, eu me sentei no chão e fiquei com o braço estendido para os dois se apoiarem.

─ Eu sou Groot. (Boa noite mãe e pai)

─ Boa noite também, pequeno ─ ela disse sorrindo.

─ Boa noite trequinho ─ respondi. Apesar de ser totalmente diferente do que eu imaginei, essa noite foi boa.

Gamora abraçada a ele e os dois deitados em meu braço era muito mais do que imaginei mesmo. E eu adorei. E ainda saí no soco com o Rocket, tinha que dar um gosto apimentado pra noite não é?

Em alguns minutos, Groot adormeceu calmamente. Esperamos mais um pouco para nos certificarmos que ele estava realmente adormecido e então o peguei no colo e o coloquei delicadamente no berço. Ou pelo menos tentei ser delicado.

Quando virei de costas, Gamora me encarava com um leve sorriso nos lábios, indicando com a cabeça que deveríamos sair.

Rocket agradeceu, da forma dele, termos saído dali. Ele ainda queria a cama dele.

─ O convite de mais cedo ainda está de pé ─ eu falei enquanto caminhávamos pelo corredor da Milano.

─ Qual deles? ─ ela perguntou e arqueou a sobrancelha.

─ De ir dormir lá comigo ─ pisquei um olho, isso as vezes irritava ela, mas as vezes fazia amolecer.

─ Que bom que ainda está, eu aceito.

Sorri e a abracei de lado, beijando a bochecha verde da mulher de forma doce.

Ela aparentemente gostou do ato, e continuou a andar até meu quarto, me puxando pela mão.

Chegando lá, ela fechou a porta e a trancou. Aposto que era pra certos animais não entrarem de novo, e isso até eu queria evitar.

─ Está com sono também, bebê das estrelas?

─ Nem um pouco ─ admiti, eu realmente não estava.

Ela então elevou o corpo e me beijou. Retribuí na mesma hora, abraçando Gamora pela cintura.

 

 

Joined at the hip, yeah your sidekick needs you
Life is a trip down the road that leads you

(...)

It’s been fun but now I’ve got to go
Life is way too short to take it slow


Notas Finais


Críticas construtivas, sugestões ou elogios são sempre bem-vindos.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...