História When can we do this again? - Capítulo 3


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Categorias Guardiões da Galáxia
Personagens Gamora, Groot, Peter Quill (Senhor das Estrelas), Rocket Raccoon
Tags Starmora
Visualizações 141
Palavras 1.527
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


E enfim, o ultimo :') 3/3 concluído. A quem leu, obrigada, de coração.
Boa leitura!

Capítulo 3 - Cadê seu ego


Fanfic / Fanfiction When can we do this again? - Capítulo 3 - Cadê seu ego

Peter prensou Gamora na parede, continuando e intensificando o beijo que haviam começado. Ela, por sua vez, segurou com força nos cabelos do homem e o puxou para si, fazendo com que ele ficasse ainda mais tentado por ela.

Ele desceu os beijos para o pescoço de Gamora e ela apenas virou um pouco o rosto para dar espaço a ele, fechando os olhos e aproveitando cada toque que recebia. Embora a desejasse muito, não queria que aquilo fosse rápido, por isso Peter fazia questão de enrolar um pouco ali.

Peter subiu as mãos por baixo da blusa que ela estava usando, retirando a peça. De qualquer forma, ambos agora estavam iguais. Com algo embaixo e sem blusa, porém Peter via algo raro, e ela via uma coisa normal. Ele andava sem blusa pela nave quase sempre, por isso, ela não se contentaria com pouco. Inverteu as posições, encostando ele na parede e segurando no volume dele que já era visível através da calça de moletom. Peter suspirou e segurou firmemente na cintura da mulher, colando o corpo dela ao dele e a beijando com voracidade.

Ambos aproveitaram aqueles toques o máximo que seus corpos permitiam, explorando a boca um do outro com curiosidade. Embora ali estivesse ótimo, não era o suficiente.

Ele a pegou no colo, passando as pernas de Gamora pela sua cintura e a levou até a cama. Ela não gostava da ideia de ser a passiva ali, mas antes que pudesse dizer algo, Peter a deitou e começou a fazer uma trilha de beijos pela pele esverdeada, dando um chupão no pescoço. Desceu mais um pouco e beijou um ombro dela, logo após os seios. Nestes, ele chupou o mamilo dela devagar, a fazendo suspirar de prazer.

Enquanto isso, ele desceu uma mão para dentro do short frouxo que ela usava e a tocou em sua intimidade. Em resposta, Gamora segurou com mais força os fios loiros de Peter e se contorceu um pouco, abrindo mais as próprias pernas.

− Peter... – ela mordia o próprio lábio.

Ele sorriu de forma vitoriosa, continuando a chupar o seio dela e retirando a peça de baixo que ela usava. Logo, ele continuou seu percurso, beijando a barriga da mulher bem devagar, e isso estava fazendo Gamora enlouquecer. Por fim, ele chegou à virilha da mulher.

Peter olhou para ela, vendo como ela ansiava por aquilo, e como ele ansiava aquilo também. Seu olhar foi como um pedido de permissão, afinal, ele poderia estar no comando naquele momento, mas sabia que logo logo ela assumiria. A forma que ela mordeu o lábio ao olhar para ele dizia tudo: sim.

Segurou nas coxas verdes e começou a chupar a intimidade de Gamora, esta que começou a gemer baixo, estava totalmente úmida, por culpa dele. Ela empurrava a cabeça dele contra seu quadril, e ele a lambia e chupava com vontade, queria ver ela se retorcendo por ele ali mesmo, e não estava muito longe. Ela sentia a própria entrada se contrair a cada movimento que Peter fazia, isso a fazia gemer mais alto que no início.

Ele colocou dois dedos dentro dela, a fazendo soltar um gemido muito alto. A massageou por dentro por alguns instantes, voltando a beijar os lábios da mulher. Gamora acabou por gozar ali mesmo, jogando a cabeça para trás e respirando fundo.

Passados os leves espasmos que ela teve, Gamora empurrou Peter e o fez sentar, logo indo para o colo dele e o abraçando com as pernas. A visão que ele tinha daquele ângulo era maravilhosa, estava quase babando por ela, não que já não fizesse isso antes. Gamora abaixou o pijama de Peter e segurou em seu membro com um pouco de força, e isso o fez gemer baixo. Já tinha imaginado algumas vezes como seria aquela situação com ela, mas nada se comparava.

Ela começou a massagear ele bem devagar, enquanto beijava o pescoço e a mandíbula dele. Ele repousou as mãos nas coxas dela e as apertou, enquanto ficava cada vez mais excitado.

Gamora aumentou a força em sua mão, fazendo Peter soltar um gemido abafado.

− Cadê seu ego agora, Peter?

Normalmente ele adoraria responder aquilo com uma resposta bem pervertida, porém, estava adorando.

Ela mordeu e puxou levemente o lóbulo da orelha dele, o fazendo se arrepiar. Ela se afastou um pouco, inclinando o corpo para a frente e lambendo toda a extensão do membro dele, o que o fez ficar extremamente duro. Gamora chupou levemente a “cabeça” do membro de Peter e já havia notado o quão excitado ele estava.

Ela levantou o corpo e ficou de frente para ele, sentando em seu colo e encaixando sua entrada no membro do homem. Aquilo fez ambos gemerem, sabiam que seria só o começo.

Logo o quadril dela estava se movendo para frente e para trás junto ao quadril dele. As mãos do homem apertavam a pele dela com desejo e ela puxava os fios de cabelo dele. Ambos os corpos numa só sintonia. Ele a segurava pela bunda e a ajudava dando impulso para cima e para baixo, isso a deixava ainda com mais vontade ele.

Ambos estavam suados, porém não haviam acabado. Gamora movia o quadril ainda mais forte e jogava a cabeça para trás com os olhos fechados. Ela gemia de prazer e aquilo enlouquecia Peter, ver aquela mulher se contorcer de prazer era a visão mais bela que ele poderia ter.

Peter sentiu as paredes da intimidade de Gamora se fecharem em seu membro, e ali chegaram ao ápice juntos. Gozaram e suspiraram de alívio e prazer, com ela ainda movendo o quadril porém em ritmo mais fraco. Não era apenas sexo, o sentimento envolvido ali era maior e muito mais importante que qualquer coisa.

− Você é linda – ele a trazia para mais perto e cheirava o cabelo da esverdeada, depositando um beijo suave no pescoço da mesma.

Ela o olhou de forma doce e mordeu o próprio lábio, passando o polegar pela barba rala dele. Não havia o que dizer, ela o queria, fim. E ali ele teve plena certeza disso.

Logo um beijo calmo foi iniciado, calmo e apaixonado. Não havia pressa, não havia mais preocupações. Tudo que fosse externo estava da porta daquele quarto para fora, pois ali somente eles importavam. Sabiam que a vida de ambos poderia ser curta, ainda mais pelo emprego que tinham, então ir devagar poderia ser mais seguro, mas não era o que queria, não naquele momento, então o beijo foi intensificado e naquela cama permaneceram por pelo menos mais 4 rodadas.

   ________________

Acordei com a luz de um sol entrando pelo vidro do quarto, que horas são? Não faço ideia. O sol estava longe, iluminava mas não a ponto de causar cegueira por conta da luz. Que merda a gente ta fazendo perto de um sol?

Alguma coisa pesava em meu abdômen, olhei “para baixo” e vi algo belíssimo. Gamora estava abraçada a mim e dormia tão lindamente que dava até pena de me mexer. Ainda bem que não me mexi.

Os raios do pequeno sol faziam a pele dela brilhar e era tão linda. Nossa, eu tô tão meloso. Ah, foda-se, com ela eu posso pelo menos por agora então vou aproveitar. Virei o corpo um pouco pro lado e ela me apertou, uau, possessiva até dormindo. A abracei ali mesmo e permaneci quieto.

Não sei quantos minutos passaram, e ela acordou. Ela sonolenta é ainda mais lindo, e sinceramente, eu nunca tinha visto ela assim, acordando. Nem parecia que pode matar alguém com o dedo mindinho.

− Bom dia Gamorinha – falei com um sorriso no rosto.

− Bom dia Peter – ela levantou a cabeça e me olhou por alguns segundos, sorrindo levemente e logo voltou a deitar a cabeça em meu peito.

Eu vou infartar, é muita lindeza pra pouco eu. Eu sei que ela é muita areia pro meu caminhão, por isso to sobrecarregado, mas não me importo de dar várias viagens. Passei meus dedos pelos cabelos dela suavemente, os fios brilhavam por conta da luz do pequeno sol. Era simplesmente maravilhoso o efeito que um simples sol dava nela, parecia um anjinho. Embora fosse muito longe disso

− Não sei que horas são, mas falei bom dia mais por estar claro aqui – admiti, o que fez ela rir baixo.

− Já serviu – ela ergueu o corpo e deitou em cima de mim com a barriga colada a minha – que cara de retardado.

Tá vendo como ela me maltrata?

− Não sei quando vou poder te ver de novo assim...

− Vai ver outras vezes sim – ela apoiava o queixo nas duas mãos que havia apoiado em meu peito.

− Sério? Quando?

− Apressado – ela esticou o corpo e beijou o canto da minha boca, a essa altura eu já tinha abraçado a cintura dela.

− Então definitivamente vai se mudar pro meu humilde aposento?

− Seu “humilde aposento” me foi muito útil, então quem sabe mais tarde esse chiqueiro ganhe mais uma moradora.

 

 

Don’t close your eyes ‘cause your future's ready to shine

(...)

Life is way too short to take it slow

(...)

When can I see you again?


Notas Finais


Críticas construtivas, sugestões e elogios são sempre bem-vindos.


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