História When Everything Started - Capítulo 20


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Palavras 3.445
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá meus amores, mais um capítulo saindo do forno!!!
Happy Valentine's Day para todos 😍❤

Boa leitura! ❤🌹

Capítulo 20 - Malibu!


"[...] Chorar é o único jeito que o bebê tem de comunicar suas necessidades. No começo, pode ser desesperador tentar descobrir exatamente qual necessidade é essa: ele está com fome? Com frio? Com sede? Com tédio? Quer colo? Com o tempo, porém, você vai conseguir a distinguir um pouco melhor a cada chora do bebê.

À medida que vão crescendo, os bebês aprendem outros meios de se comunicar conosco. Aperfeiçoam o contato visual, fazem barulhinhos..."

O toque irritante do meu celular me fez perder a concentração no artigo que eu estava lendo, e eu bufei irritada. 

- Alô? - perguntei um pouco impaciente.

Mills, é o Finn.

- Eu vi seu nome na tela do meu celular, Wolfhard.

- Wow! Alguém está muito irritada hoje. - ele riu, mas eu fiquei calada. Não achei graça nenhuma. - Ok, parei.

- O que você quer?

Saber se você está com tempo livre.

Eu sempre tenho tempo livre. Mas pra que exatamente?

Bom, é que a Ayla foi pra Vancouver e eu não tenho nada pra fazer aqui. Pensei em sairmos, não sei. - a irritação que eu estava sentindo por ele ter me interrompido se esvaiu e eu sorri.

- Claro. Poder ser, eu vou me trocar.

Tudo bem, eu chego em 10 minutos.

- Tchau! - desliguei o telefone e coloquei ao lado do computador. Bufei, olhando pra tela. - Eu vou terminar de ler quando voltar.

Desliguei o computador e fui pro meu quarto trocar de roupa. Coloquei um vestido branco de renda, bem leve, porque era esse tipo de roupa que que eu mais usava agora. Calcei uma sapatilha nude e peguei uma bolsa pequena, apenas para levar meu celular, carteira e documentos. Nunca se sabe quando vai precisar, não é mesmo?

Nós já estamos em maio e, agora mais do que nunca, a qualquer momento minha filha vai querer nascer, e isso está me aterrorizando. 

Depois de pentear o cabelo, desço pra cozinha e pego uma pera. Escuto a buzina do carro do Finn e saio de casa, trancando a porta da frente. Ele desce do carro e sorri ao me ver, vindo em minha direção. Sorrio de volta, e ele me da um abraço desajeitado por causa da minha barriga. 

- Tudo bem? - pergunta me encarando.

- Sim. Onde vamos?

- Malibu! - disse animado. Eu arregalei os olhos.

- O que? Malibu? Sério mesmo? - perguntei descrente, ele assentiu.

- Algum problema? 

- Não. Eu só não esperava que você quisesse viajar assim do nada. - ele assentiu e abriu a porta do carro pra mim.

Finn entrou no lado do motorista e sorriu ao colocar a chave na ignição.

- Biquíni? - perguntou.

- Com certeza não! - eu ri. - Como eu poderia adivinhar que você ia me levar pra praia?

- Tudo bem. Eu estou com vontade de dar alguns mergulhos. - falou animado, e eu ri.

- Vamos lá.

(...)

A pequena viagem foi tranquila, em uma hora nós já estávamos em Malibu, indo em direção á praia. Finn estacionou o carro e abriu a porta pra mim. Ele foi em direção ao porta malas e o abriu, tirando de lá uma cesta, um guarda-sol grande e duas cadeiras.

- Ual, você já tinha intenção de vir aqui? - digo me aproximando.

- Sim. - ele sorriu de lado, fechando o porta malas.

- Vai conseguir levar tudo isso?

- Eu consigo, não vou fazer você carregar peso. Você não pode. Vamos?

- Não Finn, eu te ajudo. Da a cesta aqui.

- Millie, não. - ele afastou a cesta de mim e eu o encarei nervosa.

- Mas eu quero ajudar. - ele bufou.

- Toma, isso aqui ta mais leve que a cesta. - ele me passa uma cadeira, e eu franzo a testa.

- Sério? Quanta comida tem ai? 

Muita comida. - ele sorri, e eu sorrio junto. - Sei que você está comendo por dois agora.

Culpa sua. Anda, vamos logo. - ele riu, balançando a cabeça, e fomos juntos pra areia.

Minha sapatilha se encheu de areia, e eu pensei em tirar, mas logo mudei de ideia quando vi uma menininha correndo e pulando pela areia quente, reclamando que estava queimando seu pé. 

Finn olhou em volta, e apontou pra um lugar que tinha poucas pessoas, e nós fomos pra lá. Ele abriu o guarda sol e fincou na areia, logo depois pegou a cadeira da minha mão e abriu, me ajudando a sentar. Ele abriu a outra cadeira e se sentou ao meu lado, suspirando.

- Trouxe protetor? 

- Sim! - ele abriu a cesta e tirou uma toalha la de dentro, com um protetor enrolado. Sorri em agradecimento e comecei a passar no meu braço.

- É uma pena que eu não trouxe biquíni. - fiz biquinho, observando as pessoas se divertirem na água.

- Desculpa, eu deveria ter te avisado. - ele coça a nuca. - Olha, podemos ir comprar um ali naquela barraca, o que acha? - ele apontou pra um quiosque que ficava na calçada antes da areia, eu sorri.

- Podemos ir lá ver se tem algo bom pra mim. - ele assentiu e eu terminei de passar o protetor no meu rosto. Passei pra ele, e ele guardou.

- Não vai passar?

- Não acho que preciso. - ele deu de ombros.

- Todos nós precisamos, Finn. Principalmente você que tem uma pele branca, tão branca como um papel. - ele me encarou assustado, e eu ri. - Passa, ou você não entra na água.

- Coitada da nossa filha. - ele sussurrou, tirando a camisa.

- O que? - perguntei fingindo estar brava.

- Nada! - e então ele terminou de tirar a camisa. Arregalei os olhos, observando seu peito, abdômen e barriga. Ai Meu Deus, desde quando Finn deixou de ser aquele magrelo e ficou tão "gostoso". - Gosta do que vê? - ele perguntou divertido, e eu desviei meu olhar pro seu rosto. Ele estava sorrindo, satisfeito por eu ter olhado pro seu corpo. Sorri.

- Já vi melhores, mas da pro gasto. - dou de ombros. É obvio que é mentira, eu só queria provocar ele, assim como ele fez comigo. Ele fez cara de ofendido.

- Já viu melhores? De quem, posso saber?

- Vai ficar querendo! - eu ri maldosamente, e ele fez uma careta, pegando o protetor.

Observei ele colocar uma pequena quantidade na palma de sua mão esquerda, e depois espalhar de qualquer maneira por seus braços e peito. Ele olhou pra mim e sorriu.

- Pronto, vamos lá?

- Não vai passar nas costas?

- Passa pra mim? - me assustei com seu pedido, mas assenti e ele se levantou e depois se agachou na minha frente, de costas pra mim.

Coloquei uma boa quantidade em minha mão, e hesitei antes de espalhar na outra mão. Respirei fundo e coloquei minhas duas mãos em seus ombros, deslizando lentamente pra baixo.

Vi ele endireitar seu corpo conforme eu ia descendo, e mordi o lábio pra evitar um sorriso. Peguei mais protetor e espalhei por suas costas e ombros até que estivessem totalmente protegidas.

Eu não queria tirar minhas mãos dele, literalmente, então me levantei e pedi pra ele se levantar. Peguei mais um pouco e comecei a passar por seus braços.

- Eu já passei ai, Mills. - disse sorrindo, mas sem se esquivar do meu toque,

- Você não passou direito. Fica quieto! - ele riu, e eu mordi o lábio novamente.

Pela minha visão periférica eu podia ver que ele estava me encarando fixamente, revezando o olhar entre meus olhos e minha boca. Mordi o lábio novamente, só pra provocar, e ele arfou.

Minhas mãos deslizavam por seus bíceps, e eu estava me segurando pra não suspirar na sua frente. Desde quando ele faz academia? Depois de passar em seus dois braços, fui descendo a mão por seu peito, meio receosa e com medo se ele iria se afastar ou não, mas pra minha surpresa ele não fez nada, apenas ficou lá me encarando.

Levantei o olhar e sorri pra ele, que sorriu de volta, um sorriso de lado e completamente safado, e eu balancei a cabeça voltando a atenção pro seu corpo. Passei protetor até na sua barriga, me deliciando silenciosamente de seu corpo, mordendo o lábio pra evitar suspiros inapropriados.

- Obrigado. - ele sussurrou no meu ouvido quando eu tirei minhas mãos de sua barriga. Olhei pra ele meio envergonhada e sorri. - Vamos agora?

- E as coisas que você trouxe?

- Vamos deixar aqui, ninguém pega não. - assenti e ele jogou o protetor na cesta.

Ele pegou minha mão e foi em direção ao quiosque. Tentei não pensar muito sobre o nosso toque e nossa troca de afeto, e me concentrei nas pessoas que estavam em volta.

Elas não pareciam ter nos notado ainda, e eu agradeci por isso. Quando chegamos ao quiosque, Finn foi imediatamente pra parte que tinha alguns óculos de sol, e eu fui pra parte de biquínis. 

(...)

Depois de alguns minutos procurando, finalmente tinha achado um biquíni preto. O Finn insistiu em pagar, e depois nós fomos até um restaurante que tinha ali perto. Vesti o biquíni e ele ficou bom em mim, graças a Deus - porque era o único daquele tamanho -, e coloquei o meu vestido por cima.

Eu e Finn voltamos pro lugar onde estavam nossas coisas, e antes de me sentar eu tirei o vestido. Notei o olhar de Finn pro meu corpo, e fiquei um pouco envergonhada.

Eu não tinha mais o mesmo corpo de antes. Minhas pernas estavam mais grossas, assim como meus pés inchados, minha barriga estava enorme, meu rosto estava redondo, tudo havia duplicado em mim. E por esses motivos, eu me sentia incomodada com seu olhar em meu corpo semi-nu.

Me sentei e olhei pro mar, tentando não demonstrar que eu estava envergonhada, e ele se sentou também. Mas não sem antes trazer sua cadeira pra mais perto.

- Eu nunca tinha visto sua barriga assim. - ele disse baixinho, olhando pra minha barriga. Senti meu rosto queimar.

- Não me olha! - disse tentando parecer normal, e ele franziu a testa.

- Por que, Mills?

- Eu to enorme. - ele riu.

- Não, você só está grávida. E linda. - um sorriso brotou na sua boca, e eu também sorri. - Posso? - ele apontou pra minha barriga.

Por um momento fiquei hesitante, mas logo sorri pra ele e acenei com a cabeça. Ele já tinha feito isso antes, e não é surpresa pra ninguém ver o pai de um bebê acariciando a barriga da mãe da criança.

Ele sorriu pra mim e abaixou os olhos. Primeiro seus dedos tocaram a lateral direita da minha barriga, e depois sua palma.

Senti um arrepio subir por minha espinha, e me controlei o máximo para não suspirar. Ele acariciou com a mão levemente por toda minha barriga, e se aproximou mais com a cabeça.

- Oi. - ele sussurrou. Meus olhos se arregalaram. Eu não estava vendo isso!

- O que você está fazendo? Conversando com ela?

- Sim. Isso é estranho?

- Ham ... Em um lugar público eu não sei, mas eu sempre faço isso em casa. - digo ainda chocada. Ele sorriu.

- Eu sei que nunca falei com você antes, mas ... Eu sou seu pai, Finn. E eu te amo muito. Eu estou muito ansioso pra te ver, e acho que sua mãe também. - disse próximo a minha barriga, com seus lábios quase encostando na minha pele. Arrepiei novamente. - Eu prometo que vou ser um bom pai, e que vou dar tudo o que você pedir, sempre. Eu te amo.

Em um ato totalmente inesperado por mim, Finn aproximou seus lábios da minha barriga e beijou levemente. Meus olhos se arregalaram novamente, e meu coração perdeu uma batida. 

Como se nossa filha soubesse o que estava acontecendo naquele exato momento, ela chutou minha barriga bem onde a mão de Finn estava. Ele olhou pra mim e sorriu.

- Acho que ela já me conhece.

- Sim. - sorri.

- Eu te amo bebê! - ele sussurrou antes de dar outro beijo na minha barriga e voltar a se sentar do meu lado.

(...)

- A água está uma delícia! - Finn gritou, enquanto ressurgia na superfície. 

- Eu vou entrar! - eu ri, vendo outra onde se aproximar do Finn.

- Vem logo, Mills. - ele gritou, rindo. A onda bateu em seu corpo, fazendo ele perder o equilíbrio e cair de novo. Eu ri mais alto.

Fiquei na duvida se entrava ou não. As ondas estavam muito altas, o mar estava muito agitado, e eu não sei se seria o correto me submeter a elas enquanto eu estou com quase 9 meses de gestação.

- Oi! - uma voz me tirou dos meus pensamentos, e eu olhei pro lado, encontrando um homem me encarando sorrindo.

- Oi. - sorri de volta. Passei meus olhos rapidamente e disfarçadamente por ele, e notei seu porte físico invejável por qualquer um.

- Você é Millie Bobby Brown, não é? - seu sorriso encantador me fez suspirar baixinho.

- Sim, e você é ...? 

- Joseph, mas pode me chamar de Joe. - ele estendeu a mão e a apertei. Porem, ele virou minha mão pra ele e beijou as costas dela. Quase me derreti. - É um prazer, finalmente te conhecer, Millie.

- Me chama de Mills. Como assim "finalmente"?

- Bom, digamos que eu tenha assistido alguns filmes e série que você fez, e desde então tenho a vontade de te conhecer pessoalmente. - eu sorri.

- Oh, interessante Joe.

- Você é uma ótima atriz. Maravilhosa. E muito linda. Ainda mais pessoalmente. 

- Obrigada. Você também é lindo. - ele sorriu e eu arregalei os olhos, percebendo o que eu tinha acabado de fazer. - Quer dizer ... É ...- ele riu, mas logo sua risada parou quando ele olhou pra algo atrás de mim. Franzi a testa e virei a cabeça, dando de cara com Finn se aproximando com a cara fechada.

- Tudo bem aqui? - foi a primeira coisa que ele disse quando se aproximou.

- Tudo. - assenti e ele encarou Joe.

- E ai. - disse Joe, estendendo a mão pro Finn.

- E ai. - ele respondeu.

Ficamos os três em um silencio constrangedor, com Finn encarando seriamente Joe, e com Joe me encarando. Eu tentava não olhar pra nenhum dos dois.

- Posso tirar uma foto com você? - Joe perguntou pra mim.

- Claro que pode. - sorri, e ele pegou o celular do bolso da sua bermuda. Finn me encarou com as sobrancelhas franzidas e eu dei de ombros pra ele. Ele se afastou, e Joe se aproximou de mim, passando os braços em volta do meu ombro.

- Valeu em, Mills. Foi um prazer te conhecer. Pode me passar seu número? - perguntou coçando a nuca, com um sorriso de lado. Observei Finn, e ele estava com os braços cruzados, revirando os olhos e bufando.

Ham ... - pensa, pensa! - É uma pena, mas eu não tenho celular. - dei um sorriso sem graça. - Foi um prazer te conhecer, Joe.

Dei um rápido abraço nele, e ele devolveu com um beijo na minha bochecha, depois deu tchau pro Finn e foi embora. Mordi o lábio e olhei pro Finn.

Que lindo, Millie Brown. - disse encarando o mar, ao invés de me encarar.

- O que? Você também achou? - provoquei. Ele me encarou.

- Não se faça de idiota. - ele se virou de repente, indo em direção a nossas cadeiras. Eu o olhei chocada e o segui.

- Espera, Finn! - digo nervosa. - Que direito você tem de virar as costas pra mim dessa maneira? O que deu em você?

Nada! Eu só não sabia que ia ter que me preocupar com caras te rondando aqui. Que ingênuo eu fui. - ele revirou os olhos.

- O que? Como assim? - falei nervosa. - Você está com ciúmes? Você não tem nada haver com a minha vida amorosa! - falei baixo, mas séria. Ele semicerrou os olhos pra mim.

- Você está grávida da minha filha! É claro que eu tenho tudo haver com sua vida amorosa!

- Não tem não! A vida é minha!

- E a filha é minha! - retrucou.

- Não! A filha é nossa! A minha vida é uma coisa, e a vida da nossa filha é outra. Não confunda as coisas! - esbravejei.

- Então quer dizer que você sai ficando por ai com qualquer um, mesmo estando grávida? - ele perguntou descrente. - Isso é errado!

Ok, essa me ofendeu.

- Quer dizer o que com isso? Que eu sou alguma puta? Uma vadia que sai ficando por ai com qualquer um? - falei ofendida e ele me olhou.

Você ... - ele começou, mas parou. Suas mãos estavam fechadas em punho, assim como as minhas, e seus olhos atiravam facas em mim. - Me desculpa. - disse por fim, abrindo as mãos.

- Por que eu deveria?

- Me desculpa, ta bom? Eu fui um idiota agora. Eu não tenho nada haver com sua vida amorosa mesmo, apenas com a nossa filha. - ele se jogou na cadeira, parecendo frustado, e no mesmo instante me desarmei. - Você não é nenhuma puta, Mills. Eu que sou idiota demais por falar isso.

Minhas mãos se abriram e meus olhos se amoleceram. Finn estava com ciúmes de mim, isso era óbvio, mas não lhe dava o direito de mandar em minha vida amorosa e me ofender. Mas mesmo ele não tendo razão, eu não conseguia odiá-lo.

- Tudo bem, me desculpa também.

- Você não tem que se desculpar.

- Eu fui grossa com você, e fiquei com raiva. Sinto muito.

- Tudo bem, Mills. Você me desculpa? - perguntou se levantando e pousando as mãos em meus ombros. Sorri.

- Sim.

- Me da um abraço. - sussurrou e me puxou pra um abraço. Passei meus braços em volta da sua cintura, enquanto ele abraçava meus ombros. - Eu te adoro, Mills, e eu só quero o seu bem. Acredite.

- Eu acredito Finn.

Nos separamos e ele sorriu pra mim.

- Vamos entrar no mar agora?

- Não sei ... - olho pra água.

- Ah, vamos! Estamos aqui, com roupa de banho e com um sol tão lindo desses. Vamos? - ele fez manha, e eu ri.

- Você é mais criança que nossa filha, fala sério. - ele riu. - Vamos, mas eu não vou muito pro fundo. - ele assentiu e pegou na minha mão, indo em direção a água.

(...)

- Millie ... Mills, acorda. - senti meu corpo balançar, e a voz de Finn sussurra no meu ouvido. - Bebê? 

- Hm? - murmurei.

- Já chegamos, acorda.

- Deixa eu dormi só mais 5 minutinhos, Finn. Para de ser chato. - virei minha cabeça pro lado e escutei sua risada.

- Vamos, Millie. Eu não acho que posso te carregar. Ia cair nós três. - ele ri de novo e eu sorrio, ainda com os olhos fechados.

- Então todos esses músculos são só de enfeite? - abri os olhos e o encarei.

- Engraçadinha. Vem, eu te ajudo a descer. - ele estendeu a mão pra mim. Agarrei suas mãos e ele me ajudou a levantar. Apoiei meu corpo no carro, enquanto recuperava os sentidos, e ele apoiou a mão na minha bochecha.

- Tudo bem? - assenti. - Vem, eu te ajudo.

Ele me ajudou a abrir a porta de casa e depois me ajudou a subir as escadas até meu quarto.

- Obrigada, Finn. Foi um ótimo dia.

- Sim, foi. Obrigado a você por não me deixar morrer de tédio lá no apartamento. Boa noite, Mills.

- Boa noite. - ele veio em minha direção pra beijar minha bochecha, e eu acabei desviando meu rosto pro outro lado. Isso já estava virando um costume, mas eu não estava reclamando de nada. Seus lábios deixaram um beijo no canto dos meus e eu sorri.

- Tchau.

- Tchau. Tranca a porta da frente, e passa a chave pro lado de dentro por baixo da porta.

- Pode deixar. - sorri de novo e ele saiu do quarto, fechando a porta. Me espreguicei e fui em direção ao banheiro, pronta pra tomar um banho, deitar na minha cama e dormir a noite inteira.

 


Notas Finais


Vocês conseguem imaginar o Finn todo musculoso? Bom, eu amo ele do jeitinho que é, mas com certeza quando ele for mais velho vai ficar lindo com alguns músculos 😏❤.
Sobre o Finn fazendo carinho na barriga da Millie, e falando com a bebê 😍.
Uma leitora comentou que queria ver o Finn com ciúmes, então nada mais justo né? kkk confesso que adorei 😄😌.

Agora vou deixar alguns spoilers do próximo capítulo:
"- Eu gosto de ficar perto de você"
"- Ah, Millie [...] Você é linda."
"- [...] Não tem como não te amar"
" [...] senti um líquido quente nas minas pernas. [...] Minha bolsa! Minha bolsa estourou! Minha filha vai nascer!"

Eitaaaa, o próximo capítulo promete, preparem os coletes a prova de balas 🔫.

Espero que tenham gostado meus amores, até sexta-feira! ❤❤


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