História When I look at you - Morrilla - Capítulo 17


Escrita por:

Postado
Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Regina Mills (Rainha Malvada), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Mills, Ouat, Swan, Swanqueen
Visualizações 335
Palavras 3.223
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oieeee oieee oiieee
Amores espero que gostem ...espero que leiam...espero que comentem pois dependo de vcs pra saber se teremos um capitulo extra .... Um epilogo....

Capítulo 17 - Capítulo 17 - Respirar


Fanfic / Fanfiction When I look at you - Morrilla - Capítulo 17 - Capítulo 17 - Respirar

Jennifer foi arrancada dali sem ter escolha alguma, ela ficou horas presa no porta malas do carro, Fred era nojento e sádico, ele queria o lugar prefeito para ter o que queria dela, então ainda procurava um local, mas fez questão de colocar um anel de noivado nela, ela esperava por apenas uma brecha para fugir de tudo, ela queria  um momento só de bobeira dele, ela  não tinha muita noção de tempo, até que o carro estava parado, e ela esperou ele abrir a porta e olhar ela, e um pouco  antes dele  fechar ela conseguiu colocar um pedaço de roupa entre a fechadura do porta mala impedindo de fechar totalmente, e deixando um espaço suficiente para observar e ela viu quando ele entrou em uma loja então ela saiu do porta mala, o mais rápido que pode e ligou o carro, por sorte havia dado tempo de sair antes que ele visse.

X

Jennifer

Eu estava nervosa dirigindo com bastante medo de que algo acontecesse ali, eu não sabia direito onde eu estava mas eu sabia que eu precisava encontrar o caminho de volta para a fazenda da Lana, só lá eu talvez estivesse segura, pois ali há qualquer momento eu iria cruzar ele e ele não estaria tão bonzinho como da primeira vez, eu dirigi pelo menos uma meia hora, até que o carro começou a fazer um barulho esquisito, e eu fui obrigada a parar o carro, eu estava muito assustada, e minha perna doía bastante, abri o capo do carro em busca de ver se havia algo de errado ali e nada, o óleo estava normal, tudo estava normal e não tinha um motivo aparente para o carro ter parado o que só me deixava mais assustada, entrei no carro e fiquei sentada eu não tinha muito o que fazer, eu vasculhei cada centímetro daquele carro e não havia um celular nem nada, eu estava um pouco cansada e com cede, e encontrei pelo menos uma garrafa de agua, e a tomei, comecei a sentir meu solhos pesarem de um jeito incontrolável, que merda estava acontecendo comigo, tentei sair do carro mas eu não consegui , eu estava vendo tudo embassado  e foi quando eu vi ele se aproximar.

-Espero que tenha curtido seu pequeno e breve passeio de despedida de solteiro, pois você não vai mais ficar sozinha, e eu vou esperar você melhorar para que possa dirigir, pois se eu dirigir não será muito agradável eu garanto. – ele se sentou no banco do passageiro  ao meu lado  e ligou o radio e ficou assim algumas horas, até que a tontura passou. – Bom agora você vai dirigir.

- O que pretende fazer?

- Vamos dirigir até um hotel pequeno que tem aqui perto, e vamos passar a noite lá.

-Porque insisti nisso?porque não me deixa em paz?

- Porque temos que ficar juntos, agora anda o da direita é que acelera. – ele falou e eu não tinha muitas escolhas comecei a dirigir , e depois de alguns poucos metros o carro começou a apitar pois ele estava sem o cinto de segurança, e foi ali que eu vi a oportunidade perfeita, uma curva, e eu acelerei, ele tentou segurar o volante em vão, o carro arrebentou a cerca de madeira, que havia ali e caímos em um salto mortal, o carro se batia e capotava, e eu vi ele voar de dentro do carro, quando finalmente o carro parou, eu estava presa de cabeça para baixo, meu rosto doía, passei a mão e sujei de sangue, pelo visto eu tinha alguns cortes pelo rosto, olhei em volta procurando o Fred e pude ver ele por um dos retrovisores caído um pouco longe do carro,  olhei em volta e eu só podia soltar o cinto e assim o fiz, e bati com tudo no teto do carro, senti uma dor lacerante na minha perna e ela estava presa, tentei me soltar sem sucesso, olhei melhor e estava bem machucado, sangrando um bocado, meu braço a mesma coisa, eu não sabia bem o que fazer, o sangue escorria e me deixava cada vez mais e mais aflita, tentei puxar minha perna e vi o machucado se abrir um pouco o que chegou a me dar até enjoo, parei e tentei  pensar em algo foi quando ele apareceu do lado da janela e eu me assustei, ele deitou ali e ficou me olhando com o rosto cheio de sangue.

- Você está mais atrevida não? A vidinha de sapatão com Lana lhe deu fibra ?

- O que você vai fazer seu desgraçado?

- Você fez tudo isso para que eu não estuprasse você e acabou presa há um carro, de cabeça para baixo? Com a perna sangrando ? – ele deu risada. – por sorte não pegou sua femoral, ou você já estaria morta a essa altura querida, e pelo que vejo você não vai a lugar algum, vou deixar você ai pensando um pouco. – Ele se levantou e saiu caminhando, eu comecei a gritar por socorro. – Ninguém vai te ouvir aqui querida. – Ele disse e eu comecei a chorar, eu estava com medo, com dor, eu olhava em volta e nada do meu celular, que merda eu ia fazer, forcei minha perna tentando desprender ela da porta sem sucesso, estava bem machucada e doendo muito, tentei me ajeitar da melhor forma possível. A noite não demorou a cair e estava muito frio, muito mesmo, mas até que consegui dormir um pouco e no dia seguinte eu estava com sede e com fome, e continuava ali presa aquela merda de carro, tentei me soltar por horas mas nada feito, logo ouvi barulho e Fred se sentou ao lado do carro, ele estava limpo, com roupas novas e machucados com curativos, ele devia ter encontrado algum lugar perto dali, ele carregava uma bolsa.

- O que é isso?

- Estava arrumando a cerca que você derrubou, com ela intacta ninguém chegara até você.

- Você é louco, porque não desisti disso.

- Vim aqui lhe dar uma oportunidade querida

- Oportunidade ?

- Sim, dentro desta mala está sua oportunidade, mas antes vamos conversar um pouco me diga, Lana como ela te come ? Como é?

- Eu não vou falar disso com você.

- Tudo bem, posso ir embora. – Ele falou jogando uma garrafa de água toda no chão, minha garganta estava totalmente seca.

- Não, espera fica aqui, eu falo sobre o que quiser.

- Como é? Como ela te come ? Ela usa consolos em você?

- Usa, ela gosta de me amarrar. – Respondi o mais absurdo possível.

- Você se masturba pensando nisso ?

- Sim. – respondi e ele deu risada.

- Ok não minta para mim, duvido que ela te amarre, mas vamos ao que interessa, vou ser piedoso com você,  - Ele retirou uma serra da bolsa e jogou para mim.

- Isso não vai cortar a porta.

- Não achei que iria querida, mas ainda sim ela corta.

- Você quer que eu corte minha perna ?

- Você pode ficar ai e morrer. Não ligo de assistir isso e depois que estiver morta te usar um pouco querida.

- Eu não consigo, eu não posso cortar minha perna Fred.

- Você vai conseguir querida.

X

Lana

Já faziam dois dias que Jennifer havia sido levada, a polícia estava por todos os lados tentando encontrar qualquer rastro ou pista que levasse ate ela, Henry estava amoado e triste mais achei melhor que minha irmã o levasse para longe de tudo isso, seria melhor para ele se distrair, ele era uma criança e não conseguia entender muito bem tudo aquilo, e eu também não conseguiria dizer a ele que estava tudo bem porque não estava, tocaram a campanhia e logo policiais estavam em minha sala.

- Senhorita Parrilla.

-Alguma novidade?

- Infelizmente tenho três delas. – o sheriff falou com uns papéis ele me entregou eram três pessoas desaparecidas. – Elas foram encontradas está manhã, mortas, e as digitais no corpo são do Fred.

- Algum sinal da Jennifer lá?

- Um único fio de cabelo dela, instalamos câmeras na casa, acreditamos que ele voltara na cabana onde matou as vitimas.

- Há chances dela estar bem ?- perguntei aflita.

- Por enquanto acreditamos que ela esta viva, mas não se preocupe prometo que há encontraremos. – eles saíram e eu me sentei no sofá, cobri meu rosto com as mãos, eu estava devastada sem dúvidas, senti duas mãos em minhas pernas e quando abri os olhos   David estava na minha frente.

- Ela vai voltar pra gente, sempre gostei de você Lana e sempre achei que você era demais pro Fred.

- Judy jamais vai me aceitar com ela.

- Esquece ela, Jennifer é adulta, e sabe das decisões dela, e outra eu faço gosto de vocês, só quero que ela seja feliz Lana.

- Eu só quero que ela volte David, meu coração esta tão pequeno, Fred é desequilibrado, ele matou três pessoas, tenho medo do que ela pode fazer com ela.

- Vai ficar tudo bem com ela.

- Eu não sei se estou fazendo as coisas certas, minha irmã levou o Henry, e já não sei se era o certo.

- É melhor para ele.

- Jenn queria que eu fosse como mãe dele, e eu mandei ele pra longe, eu tinha que cuidar dele.

- Lana não se julgue muito, você está sobre pressão também querida, mas precisamos ter fé. – Me levantei e passei a mão em meus cabelos.

- Eu preciso buscar ele. – Falei e Judy apareceu.

- Para que buscar aquele garoto? Ele nem tinha que estar aqui Jennifer tinha que ter entregado ele para adoção.

-Judy – Fui até ela e fiquei de frente para ela. – você está dentro da minha casa e aqui você não vai falar nada sobre Henry, ele é o filho da mulher que eu amo e você vai respeitar os dois.

- Não posso respeitar essa abominação.

- A única abominação é seu irmão que violentou sua filha durante anos, ele é a única abominação, eu não vou permitir você falar deles, ela é minha mulher e ele é meu filho também.

- Isso é absurdo.

- Judy você vai ter que ir embora, não te quero mais dentro da minha casa, eu vou ir buscar meu filho e se quando eu voltar você estiver aqui quero você calada, se abrir sua boca meus segurancas vão te arrastar daqui.

– Falei e peguei a chave do meu carro. – David qualquer coisa me ligue, eu não vou demorar.

- Vá em paz e traga o garoto. – Ele falou e eu sai de casa, eu estava segurando a vontade de chorar, mas eu não sabia como segurar assim que sentei no carro desabei de chorar, eu estava com medo, eu nunca amei alguém como amo Jennifer, e o medo de perder ela era grande, era real, eu sabia que se ele decidisse ele mataria ela sem pensar duas vezes, eu respirei duas vezes tentando me acalmar e dei partida no carro, dirigi por algumas horas, e eu ficava olhando a foto do Henry que ele tinha tirado no meu celular, eu só torcia para que ele me perdoasse por mandar ele embora com minha irmã, dirigi durante horas seguidas até que cheguei na casa da minha irmã, desci do carro e Henry estava do lado de fora sentado no degrau brincando com Deena, assim que ele me viu levantou e veio correndo e eu o peguei no colo.

- Estava com saudades tia.

- Eu também meu amor, estava com muitas saudades.

- A tia Deena falou que você só quis me proteger, e que quando minha mãe voltasse você vinha me buscar, mas eu fiquei pensando se ela não voltasse, eu ia ficar sem vocês duas.

- Prometo que sua mamãe vai voltar, e eu vim te buscar.

- Serio?

- Serio, não quero ficar longe de você Henry. – Ele sorriu pra mim, e mexia nos meus cabelos.

- Eu to feliz agora, a tia Deena é legal, mas eu não queria ficar longe de você, você é igual a mamãe pra mim. – Abracei ele e ele me beijou, minha irmã veio até mim e me beijou.

- Vai levar ele ?

- Vou – Ela sorriu.

- Ele estava sem dormir perguntando de você e da Jennifer, vou arrumar as coisas dele e as minhas.

- Você não precisa Deena.

- Preciso, vocês são minha familia. – Deena era um amor, eu amava ela, ela era sempre compreensiva, carinhosa era como mamãe, depois de alguns minutos já estavamos voltando para casa Henry dormiu logo. – Vocês tem alguma notícia dela ?

- Só encontraram um fio de cabelo dela numa cena de crime onde fred matou três pessoas.

- Meu Deus Lana.

- Eu estou desesperada, preocupada e me sinto impotente.

- Temos que ter fé que tudo vai se resolver.

- Eu sei, mas já faz dias, e eu estou preocupada com o que ele pode fazer com ela.

-Vai dar tudo certo OK?

- OK – Parei o carro no acostamento e Deena foi dirigindo o restante do caminho, eu estava cansada, e um pouco sonolenta, logo chegamos em casa e tudo continuava igual, eu subi com Henry e deitei um pouco com ele.

...

X

Jennifer

Os dias passavam rápido e o frio estava começando me incomodar sem contar a sede e a fome, Fred não aparecia a dois dias, e eu estava com muita fome, e havia um rato morto do meu lado, eu estava com nojo, não acreditava no que eu ia fazer, eu fucei o carro atrás do isqueiro dele e finalmente achei, rasguei uns pedaços da minha roupa, e coloquei fogo, peguei o rato e joguei em cima do fogo, eu não podia acreditar no que eu estava prestes a fazer mas eu estava com muita fome e precisava comer, esperei por alguns minutos até que ele estava assado, eu comi alguns pedaços só o suficiente, e joguei o resto dele para fora, eu estava com ânsia de vomito, não era possível crer que eu estava comendo aquilo, eu estava perdida, se eu não morresse de fome provavelmente Fred me mataria, eu descansei um pouco e quando acordei Fred estava me olhando.

- Eu ia te trazer bolo, mas pelo que vejo já deu sua própria festa aqui.

- Eu precisava comer.

- Então já decidiu se vai se livrar desse carro?

- Eu não posso cortar minha perna fora. – Falei e trovejou, começou a chover e ele deu risada.

- Bom pelo que vejo você vai ter problemas, não sei se já reparou mais o carro estava em cima de algumas madeiras e que tem um rio em baixo delas.

- Eu vou sair daqui e juro que vou te matar. – Falei e ele deu risada e eu pude ver a chave do carro dele e tinha um alarme e foi ai que me ocorreu , eu roubei dele e disparei o alarme e arremessei ele  pro rio. – fodasse agora.

- Ninguém vai te ouvir e você vai se arrepender disso. – ele falou e saiu correndo e chuva só aumentava, eu procurei meu celular e consegui encontrar ele, e tinha sinal mas pouca bateria para uma ligação então enviei uma mensagem pra Lana com minha localização e um pedido de socorro,  eu consegui ver um carro de policia la em cima eu gritei, tentei chamar a atenção mais não andiatava, e o carro começou a se mexer, a agua estava aumentando, e eu Não conseguia me soltar, até que ouvi um barulho forte de agua e o carro caiu no rio, com o baque as ferragens que prendiam minha perna se abriram e minha perna saiu, eu consegui nadar para fora do carro, a agua estava muito agitada e eu tentava nadar para fora, mas minha perna doía muito, consegui finalmente alcançar a margem, e me arrastei para fora me arranhando inteira nas pedras na margem do rio, tirei minha blusa de frio que estava totalmente molhada e pesada, olhei em volta e havia um galho caído no chão, puxei ele. Tentei levantar e a perna doeu demais, o sangue escorria, respirei fundo e me coloquei de pé, fui apoiando no galho e caminhando, estava frio, meu corpo estava tremendo, eu quase não conseguia caminhar, até que vi uma casa, meu coração acelerou naquela hora e piorou quando ouvi gritos.

- Socorro, por favor...alguém me ajuda. – Droga eu pensei eu sabia que ia dar merda se eu voltasse atras, eu respirei fundo e fui caminhando lentamente até a casa, estava escuro, fui me abaixando, o carro da policia estava parado ali perto,  provavelmente ele deve ter feito algo com o policial,  dei mais um passo e meu bastão ficou preso olhei para baixo e era uma armadilha de lobos, olhei em volta e estava cheio delas ali, fui com cuidado até a janela e lá pude ver o policial amarrado a lareira sem roupas, Fred estava na frente dele, eu não podia ouvir bem, mas vi quando ele atirou três vezes na cabeça dele, ouvi alguem chorar dei a volta seguindo o choro e havia uma cama ali e uma mulher amarrada nela, eu precisava fazer alguma coisa, eu dei a volta e entrei na casa, ele havia deixado uma das armas lá embaixo, eu peguei e fui ate o quarto com cuidado, quando cheguei ao lado da mulher ela se assustou, mas eu a segurei e fiz sinal de silencio.

- Fica calma. Eu vim ajudar. – Falei e ela acenou com a cabeça. – Preciso que fique quieta.- Ela acenou outra vez, e eu solteira a fita na boca dela, desamarrei ela e Fre entrou no quarto.

- Serio que saiu do carro com as duas pernas ? Ficou com medo da Lana não querer você com uma perna só?

- Juro que se você respirar eu te mato. – Falei e ele veio para cima e eu disparei três vezes ele tirou a arma de mim e me segurou pelo pescoço, e a mulher pulou em cima dele ele caiu no chão e não corremos fiz sinal e ela foi pra fora da casa e eu subi pro segundo andar o mais rápido que eu pude, deixei a janela aberta, e então ele chegou e foi direto para varanda.

- JENNIFER, sei que esta ai embaixo, não trM para onde fugir, eu vou te achar, e cansei de brincar você vai morrer agora. – Ele falou e eu me levantei e corri na direção dele e empurrei ele, e foi certeiro ele caiu e gritou de dor pelo que deu para ver ele ficou preso em uma das armadilhas de lobo, eu desci até lá e confirmei ele havia sido preso em uma daquelas armadilhas, o joelho dele estava preso lá, eu me aproximei dele.

- Vou te dar a mesma chance que me deu. – Joguei um canivete pra ele. – Por sorte não deve ter acertado a femoral ou você estaria morto. – Falei e ele gemia de dor.

- Vagabunda. – Pisei na armadilha e prendeu mais a perna dele e ele Gemeu de dor, eu me afastei dele me virei de costas e ele me puxou a perna, e eu cai e ouvi um tiro, quando levantei a cabeça a mulher segurava a arma, olhei pra trás e ele estava morto.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...