História When I look at you - Morrilla - Capítulo 18


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Regina Mills (Rainha Malvada), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Mills, Ouat, Swan, Swanqueen
Visualizações 327
Palavras 2.877
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mores vou presentear vocês com mais um pouco da história ....teremos mais morilla no próximo q sai hj já ja nesse temos um pouco da deena parrila ❤

Capítulo 18 - Capitulo 18 - Casa


Fanfic / Fanfiction When I look at you - Morrilla - Capítulo 18 - Capitulo 18 - Casa

X

Lana

Estava sentada no sofa com Henry dormindo agarrado em minha blusa, eu estava chorabdo a rantas horas que nem sabia se ainda tinha lágrimas, o telefone tocou e logo Deena veio atender.

- Alô...sim...sou irmã da Lana... Deena... Pode falar comigo sheriff... Faz tempo?.... Estamos indo para la.... Isso nao é negociavem... - Deena falou e desligou o telefone.

- O que ouve?

- As cameras da cabana pegaram mais um assassinato e pegaram imagens da Jenniffer dentro da casa, mas chegaram atrasadas, entao eles estao indo para la agora, nos audios se ouve um tiro do lado de fora.

- Nao tem cameras do lado de fora?.

- Pelo visto não Lana.

- Que merda esses policiais tem na Cabeça ?- falei nervosa.

- Lana vou chamar a Bex lá em cima e você deixa o garoto com ela.

- OK - Falei e ela subiu logo Judy apareceu.

- Vai deixar ele aqui ? - Ela perguntou com aquela cara de nojo.

- Judy não me teste. - Bex desceu junto com a Meghan e se sentou do meu lado e pegou Henry com cuidado pra ele não acordar, me levantei passei pela Judy e ia saindo quando ela sussurrou.

- Bastardo nojento. - Aquilo fez meu sangue ferver, bufei e dei a volta e agarrei ela pela blusa e arrastei ela pro lado de fora, grudei no pescoço dela e a impremsei na parede, Deena veio tentar me tirar de cima dela.

- Calma Lana.

- Deena se não tirar a mão de mim juro que quebro teu braço. - Fale e ela saiu de perto e desceu as escadas, Judy tentava tirar minha mão do pescoço dela e eu apertei com mais força.

- Judy presta bastante atenção, a mulher que eu amo pode estar machucada, ferida até morta nesse minuto, e eu não tenho cabeça pra lidar com um lixo de pessoa como você de maneira racional, não me custa nada segurar seu pescoço e acabar com esse problema, você fez mal a Jennifer, fez mal ao Henry, e eu não posso permitir que isso continue, juro que o próximo veneno que soltar sobre meu filho, eu vou fazer o que seus pais deviam ter feito, eu vou te espancar, pra você ver se toma jeito de gente. - Falei e solteira ela e me virei.

- isso não muda o fato de que vocês todas vão queimar no inferno, você, Jennifer, suas amigas e até essa sua irmã com jeito de maria macho, e aquele garoto é o fruto do próprio demônio. - Eu Fechei meus olhos suspirei e voltei com raiva e dei um soco de mão fechada na cara dela e ela caiu no chão, vi quando ela cuspiu sangue e eme olhou incrédula.

- Juro que no próximo você vai cuspir todos os seus dentes para fora. - Falei e sai dali com Deena que me hou perplexa e bateu palmas.

- Eu dirijo senhor rock balboa. - Ela falou me fazendo rir, entramos no carro e ei estava aflita, eu não sabia pra onde estavamos índios mas Deena sabia, e logo vi uma cabana ela parou o carro e a cabana estava cercada de carros de policia, ambulância e IML, meu coração estava pequeno ao ver maca com corpos cobertos por tecidos, Deena apertou minha mão. - Vai ficar tudo bem Lana.

- Eu...

- vai ficar tudo bem OK?

- OK - Falei e descemos do carro, eu caminhava de mãos dadas com minha irmã, minha perna vacilava, então ela me abraçou e continuamos caminhando, era inevitável pensar que um daqueles corpos coberto podia ser a Jennifer, um dos bracos dos corpos caiu para fora e eu vi uma pulseira no braço da vítima eu conhecia aquela pulseira eu já havia visto nela, meu coração parou naquele minuto, o ar me faltou, eu lembrava dela entrando no taxi e me dando xau toda sorridente e no pulso dela aquela pulseira, uma lagrima rolou em meu rosto, meu coração parecia ter sido arrancado e pisado naquele minuto, eu não conseguia andar, eu não conseguia falar, aquilo doía imensamente.

- Temos três vitimas, o serial Killer foi morto por uma das vitimas, antes disso ele matou um policial e duas mulheres loiras que estavam dentro da viatura escondidas no porta malas a vitima do desaparecimento Jennifer Morrison pode ser retirada do desaparecidos. - Foi o que ouvimos e Deena me olhou com a expressão clara.

- Meu amor - Ela falou e me abraçou. - Fica calma... Precisamos ir até lá. - Eu apenas acenei com a cabeça eu não conseguia falar, eu só chorava, a cada passo minha perna parecia amolecer, parecia que eu ia cair a qualquer minuto, minha irmã me segurava de maneira firme. quando chegam o ao lado do corpo, tudo silenciou, tudo ficou quieto, eu não ouvia mais nada,  Fechei meus olhos de uma forma demorava, respirei fundo e os abri novamente.

- Lana - Ouvi meu nome distante, parecia a voz da Jennifer, pronto eu já estava ouvindo vozes, eu ia ficar louca rápido pelo jeito. - Lana.... Lana - Ouvi mais duas vezes e balanceia minha cabeça estava tudo distante, olhei pro lado procurando quem me chamava, até aue tocaram meu ombro, me virei e fui golpeada pelo corpo dela se aninhando ao meu imediatamente, ela estava enrolada em um cobertor velho, ela envolveu minha cintura com força, eu fiquei alguns segundos sem reação até que atinei e voltei a mim e abracei ela, abrecei minha Jennifer, respirei fundo e senti o cheiro do perfume dela misturado a outros cheiros, beijei o rosto dela, e ela se afastou um pouco de mim e me olhava sorrindo, e chorando ao mesmo tempo. - Achei que nunca mais ia ver você.

- Eu também Jenn - falei e acariciei o rosto dela, ela estava machucada, com os lábios brancos, olhei bem ela e ela estava com curativos no braço na perna e tonha bastante sangue já nos curativos novos. - O que ele fez com você meu amor. - Falei e ela apenas me beijou, ela me deu um selinho leve e quando foi se afastar eu não deixei a abracei a deixei perto, e a envolci em um beijo mais intenso, esse beijo tinha um gosto diferente, um sentimento estranho, ele era carregado de medos, de saudade, ela me beijava como se estive conhecendo novamente cada centímetro da minha boca.

- Arrumem um quarto pelo amor de Deus - Deena falou e nos demos risada, abracei a loira em meu peito e o policial se aproximou.

- Sua mulher é muito especial, ninguém teria a fibra e forca que ela teve, ela estava com machucados enormes abertos, entrou nessa casa, salvou uma mulher e jogou do segundo andar o criminoso.

- Ele foi preso? - perguntei aflita

- Está morto.

- Cadê a Scarlett?

- era sobre isso, a garota não tem ninguém pelo que ela contou esta com Fredy ha anos, jogamos no banco de dados e ela sumiu quando tinha três anos, os pais morreram ha alguns anos em um acidente de carro, e ela não tem familia pelo que pesquisamos, talvez tenha uma irmã na Austrália que estamos tentando contatar, queria saber se poderiam dar abrigo a ela por alguns dias, se não puderem ela ficara em um abrigo do governo.

- Ela salvou minha vida Lana, ela atirou no Fred. - Jennifer falou e eu já pretendia dar abrigo, mas aquela informação foi o cheque mate.

- Ela pode ficar o tempo que precisar com a gente.

- Ótimo, uma de vocês pode vir comigo buscar ela ? Ela machucou a perna.

- Eu vou - Deena falou e foi até lá, e eu fui pro carro com a Jennifer, tirei minha blusa de frio e coloquei nela e fiquei no banco de trás agarrada nela.

- Não vou deixar mais você sair de perto de mim querida.

- Eu não quero sair. - Ela falou se aninhando mais a mim. - Como está o Henry?

- Bem, meu problema é sua mãe, eu dei um soco nela antes de cor para CA.

- Você teve essa coragem Lana ?

- O jeito que ela fala de vocês me enoja, seu pai é gente boa, estava preocupado com você e disse que só quer você feliz e que apóia nossa relação.

- Ele apóia ?

- Sim, ele parece sensato, já sua mãe estou quase a colocando com os cachorros.

- Eles não aguentariam.

- também acho. - Falei e demos risada, ficamos ali abraçadas e Deena abriu a porta do passageiro e colocou a moça sentada ali, ela era loira, bonita, estava bem machucada, bem mais do que a Jenny, o rosto estava com vários cortes, Deena entrou no carro e abriu o porta luvas e deu seu par de luvas para garota e ligou o ar quente.

- Assim logo esquenta. - Ela falou olhando a garota. - Me chamo Deena e a outra morena lá atrás é a Lana. - Ela olhou pelo retrovissor e me comprimentou.

- Scar elas são minha familia, pode confiar nelas. - Jennifer falou e ela sorriu.

- Obrigada por me ajudarem - Ela falou com muita dificuldade, e baixo e logo ficou quieta e olhava para fora.

X

Scarlett

Eu estava perdida, eu não sabia mais nada, alias nunca soube, eu fui presa naquele lugar muito cedo, Fred saia comigo, eu conhecia as coisas, maia nunca tive liberdade, e agora eu a tinha e não sabia ao certo o que eu faria, a morena dirigiu um pouco e parou o carro em supermercado.

- Bom vou comprar algumas coisas para fazer um jantar, o que você  gosta de comer ?

- Tanto faz, não tenho muito o que escolher. - falei de sopetão e percebi o quanto fui mal educada, ela suspirou e saiu do carro, eu era idiota.

- Eu vou ir lá com ela. - Falei e sai do carro, eu não sabia bem o que eu estava fazendo, mas sai do carro, ela havia sido simpática e cuidadosa comigo, eu não precisava ser grosseira com ela, eu estava com um pouco de medo de sair dali, eu nunca havia saido sozinha, respirei fundo e fui caminhando, eu estava com algumas dores mais nada muito grave, entrei no mercado e até que não havia muitas pessoas lá, procurei Deena pelos corredores, até que a encontrei. - Deena me desculpe pelo jeito que te respondi, eu não quis ser grossa, eu só estou um pouco atordoada. - Falei e ela me sorriu e pegou na minha mão e acariciou.

- Está tudo bem, sei que passou por coisas difíceis.

- Mas me desculpa, você está querendo me ajudar, e eu agi como idiota. - falei e ela sorriu.

- Está perdoada, agora me ajuda, o que quer comer ? Massa ? Carne ? Peixe?

-Na verdade com a fome que estou, qualquer coisa eu vou adorar. - falei e ela deu risada.

- Vou fazer uma lasanha, e carne assada.

- Olha banquete - Falei brincando, e ela sorriu, Deena era uma mulher diferente, encantadora, compramos as coisas e logo fomos passar no caixa, não demorou muito e ajudei ela com as sacola.

- Scarlett.

-Pode me chamar  de Scar. - falei sendo simpatica.

- Scar, sabe sei que sua cabeça deve estar uma bagunça e a da Jenn também, mas de verdade, vocês tem que tentar ficar o mais tranquilas possíveis, você vai ficar com a gente lá, e Lana vai cuidar da loira e ela vai ficar bem, e quero que saiba que nos sempre vamos te ajudar, e se precisar de quqier coisa pode contar comigo, para tudo mesmo.

- Obrigada - Fiquei um pouco sem graça mais fomos pro carro, ajudei ela a guardar as coisas e seguimos o caminho, não demorou muito e chegamos em uma enorme fazenda, o local era absolutamente lindo, logo estacionamos o carro eu ajudei Deena com as sacolas, e Lana ficou com Jennifer abraçada, entramos na casa e assim que entramos um garotinho veio correndo e Jennifer pegou ele no colo, ela chorava enquanto o segurava ele em seus braços, ficaram assim uns minutos até ela levantar e Lana pegou ele no colo.

- Esse garotinho é o Henry filho da Jennifer. - Deena falou e ele me estendeu a mão.

- Eu sou Henry, e você?

- Scarlett - Falei e ele deu risada.

- Acho que não sei falar o nome dela tia. - Falou ele olhando para Deena que foi até ele e beijou ele.

- Chama ela de Scar ou só tia. - Ela falou e ele sorriu.

- OK. 

- Vou subir um pouco com a Jenn e com Henry, pra ela tomar um banho e descansar depois desco e ajudo com o jantar.

- Tá bem, vou ajeitar o quarto  para Scar e vou descansar um pouco também.

- tá bem. -  elas combinaram  e então ajudei Deena com as compras e depois subi com ela, entramos em um quarto enorme, e ela abriu as janelas.

- Você vai ficar no meu quarto, pode dormir na minha cama, e eu vou dormir no sofá cama.

- Eu posso dormir no sofá. - Falei e ela deu risada.

- Não que isso, você está machucada, ferida, e precisa de descanso real. - ela falou e eu me sentei.

- Única coisa que quero é um bom banho, durmo até em pé. - Falei e ela deu risada.

X

Deena

Eu estava no quarto com a Scar e estava nervosa, de estar com ela ali, não sei porque, ela ficou quieta me olhando.

- Eu preciso de ajuda.

- Com o que ? - Falei me aproximando e ela se levantou.

- Preciso tirar os curativos pra poder lavar, e depois preciso refazer eles. - Ela falou me olhando um pouco cabisbaixa, parecia que a última coisa que ela queria era ficar em roupas íntimas  na minha frente.

- Eu vou te ajudar. - Falei sorrindo e ela respirou fundo e me olhou, e se virou de costas para mim e tirou a camiseta, ficou de top, eu não sei  porque mais fiquei nervosa naquele minuto, o curativo dela estava na costela mais para parte de trás, ele estava sujo de sangue, pelo visto os pontos tinham estourado, eu respirei fundo, aproximei meus dedos da pele dela, e dedilhei calmamente sua cintura até chegar perto do curativo. Eu estava nervosa, notei que a pele dela estava arrepiada, aquilo tudo era estranho, respirei fundo e vi ela cerrar a mão, parecia que ela estava nervosa. - Vou tirar ele ta.

- Ta bem. - Ela respondeu ofegante e eu tirei ele com cuidado, o machucado era grande e profundo. - Assim que retirei ela abaixou a calça dela, fiquei muito nervosa, me abaixei lentamente na altura do quadril dela e atrás da coxa dela tinham mais dois curativos, eu retirei eles e ela se virou de frente pra mil, eu estava na altura da calcinha dela, ela estava arranhada, roxa, machucada, ela devia ter sofrido muito nas mãos daquele monstro, me levantei e ficamos de frente uma para outra. - Eu tenho vergonha disso tudo.

- Não é sua culpa, e logo tudo isso vai sumir é temporário esses roxos.

- Eu sei, mas as marcas aqui dentro não somem. - Ela falou apontando pro coração dela.

- Vou te ajudar nisso também prometo. - Que merda estava acontecendo comigo? Ela foi tomar banho e eu fiquei ali sentada tentando entender tudo aquilo, eu nunca sentido tudo aquilo olhando uma mulher mas as vezes pode ser pela situação, de saber o que ouve com ela e eu estar confundindo as coisas.

-Deena você pode me dar uma toalha? - ela pediu e eu voltei a terra eu estava literalmente viajando, e me levantei e peguei a toalha e levei para ela, fiquei esperando e logo ela saiu se sentou na cama e deixou a toalha cair na parte de trás pra que eu fizesse o curativo das costas dela, eu respirava profundamente, tocar a pele dela era como emergir em algo novo e desconhecido, fiz todos os curativos dela e ela se sentou na cama, eu peguei um coberto e dei para ela e ia ir pro sofá ali. - Pode deitar na cama junto comigo, vou me sentir muito mal se não o fizer. - sorri e fui tomar um banho rápido e me trocar e deitei na cama, apaguei a luz e ela tambem se deitou, ficamos as duas olhando o teto. - quer conversar ?

- Não tenho certeza.

- Amanha se quiser posso ir com você procurar um terapeuta ou algo assim, as vezes é bom, porque vai ser difícil você se relacionar com homens depois disso tudo, claro que vai levar um tempo...

- Eu não sinto atração por homens.

- Não acha que é pelo trauma ? - Falei e ela deu risada.

- Antes de comecarem os abusos, nos saiamos para andar pela cidade e eu sempte me sentia encantada pelas garotas, eu tinha TV também no porão e acabava vendo porno de madrugada e um dia ele pegou e foi quando tudo começou, acho que ele sentiu o ego ferido por eu ser tecnicamente uma criança e me masturbar vendo mulheres e ele de fora disso tudo. - Ouvi tudo aquilo como um tiro bem no meu peito e eu não tive reação. - Claro que muita gente vai achar que nunca vou querer um homem pelo que passei, mas eu sei que não é isso, e o que passei vai me trazer bloqueios até com mulheres e delas eu tenho certeza que gosto.



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