História When I Meet You - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Shawn Mendes
Personagens Personagens Originais, Shawn Mendes
Tags Shawn Mendes, When I Meet You
Visualizações 46
Palavras 1.868
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpa a demora! Mas já me organizei e vão ter mais capítulos mais rápidos! Boa leitura ❤
Leiam as notas finais 💓

Capítulo 4 - The smile


Fanfic / Fanfiction When I Meet You - Capítulo 4 - The smile

Melissa Matthews Pov

Eu estava enrolada no lençol, me virando de um lado pro outro. Olho a hora no meu celular e vejo as horas: nove e meia. 

Que preguiça de levantar! Eu ouvia a voz de Anne na sala rindo e falante como sempre.

Me espreguiço na cama e me sento na mesma, fazendo um coque. Passei a mão no meu rosto e coloquei minhas pantufas.

Me levanto da cama andando devagar. Eu parecia ter um sério problemas de realmente não conseguir fazer nada enquanto eu tinha acabado de acordar, parecia que uma parte do meu cérebro dormia.

— Anne? Você tá falando sozinha?— digo bocejando e abrindo a porta com os olhos fechados.

— Mel!— ela parecia me repreender e eu abro meus olhos. 

Socorro! Alguns abre um buraco negro pra eu esconder meu rosto!

 Era o Shawn. Ele estava sentado no meu sofá com um sorriso sem mostrar os dentes.

Dou um passo pra trás e coloco a mão na maçaneta tentando abrir a porta do meu quarto... Não, não, não, não! A porta imperrou! Não quer abrir!

Dou um suspiro profundo e me viro olhando pra Shawn e Anne que riam de mim.

— O que você tá fazendo aqui, Shawn? — cruzo os braços e encaro seus olhos.

— Eu disse que queria falar com você.— ele diz gesticulando e eu reviro os olhos.

— Eu já disse que...

— Ele ganhou quatro prêmios!— Anne me corta se acomodando na poltrona.

— Eu sei. Eu vi.— vejo em seus olhos um brilho especial. Em seus lábios um sorriso se abre.

— Você viu?— ele pergunta coçando sua nuca.

— A Anne me obrigou a ver.

— Não é verdade...— Anne resmunga e eu lhe fito com os olhos​.

— Anne, você quebrou a porta do meu quarto só pra eu assistir com você.

— Tá bom! Eu fiz, mas o negócio da porta foi sem querer.

— Então você assistiu tudo?— Shawn pergunta se levantando do sofá.

— Sim, você foi muito bem. Parabéns.— deixo um sorriso escapar e minhas bochechas esquentam.

— Obrigada!— ele abre um sorriso que faz eu me encantar completamente pelo seu sorriso e seu rosto corado.

— Então, eu acho que vocês dois precisam conversar.— Anne atrapalha nosso transe.

— Não!

— Sim!— ele dá um passo... Dois... Três... Quatro, ele tá perto demais.

Engulo seco e sinto minha respiração acelerar.

Ele consegue se aproximar ainda mais de mim e se desvia indo até minha porta e abrindo ela em um passe de mágica.

— Vai se trocar, a gente precisa conversar.— seu sorriso convencido me fez querer gritar. Olho pra Anne que estava com os olhos voltados para o chão e um sorriso no rosto.

— Eu não quero conversar​, não agora Shawn.— começo a bater meu pé repetida vezes no chão, um sinal de que eu estava pra esganar ele.

— Melissa, por favor. — ele junta a palma de suas mãos me pedindo com um olhar de urgência.

— Argh!— entro no meu quarto e fecho a porta.

Abro meu guarda roupa e tiro algumas calças e umas blusas. Observo cada uma com preguiça de escolher qualquer coisa.

No final de tudo escolho uma calça preta, blusa regata branca, um cardigã longo e uma sapatilha preta.

Deixo tudo em cima da cama e vou até o banheiro que ficava ao lado do meu quarto.

Faço minhas higiens pessoais e saio para colocar a roupa. Depois de pronta me olho no espelho e prendo meu cabelo em um rabo de cavalo.

Vou até a porta e puxo a maçaneta tentando abrir a porta.

— Shawn...— falo em um tom mais alto para que ele escute.

— Oi!— escuto seus passos se aproximando.

— Abre a porta pra mim. Eu não consigo abrir, tá emperrada. Por favor.

Escuto uma risada nasal e rolo os olhos contendo uma risada.

Ele abre a porta com um pouquinho mais de força e eu cruzo minhas pernas olhando pro piso marrom de meu quarto.

Ele abria a boca tentando falar algo e eu mordo meu lábio inferior, nervosa.

— Vamos acabar logo com isso?— pergunto lhe olhando.

— Vamos.— saio do quarto e meu olhar cruza com o de Anne.

Seus olhos me transmitiam certa felicidade e preocupação.

— Divirtam-se! — ela sussurra e eu consigo ouvir enquanto fechava a porta.

— Aonde você vai me levar, Mendes?— pergunto.

— Não podemos ir a um lugar muito movimentado, a não ser que você queira ser parada em cada passo.— rimos.

— Ainda não respondeu minha pergunta.— aperto o botão do elevador.

— Você vai gostar. Confie em mim.— nos olhamos uma última vez antes de entrarmos no elevador.

O caminho até seu carro foi um silêncio. Mas não foi aquele que você se sente incomodada, foi tipo um momento o qual eu e ele concordamos que precisávamos pensar.

—  Você não tem um pendrive no seu carro?— pergunto colocando meu cinto.

— Eu não tenho tempo pra fazer playlists, Melissa.— ele revira os olhos  fingindo ser um homem ocupado e me arranca uma gargalhada.

Shawn liga seu rádio e dá a partida.

— Você realmente escolheu artes.— Shawn puxa assunto e eu concordo.

— Você não pareceu surpreso quando me viu.

— Já você...— ele vira em uma curva.

— Eu estava bebendo água. O copo simplesmente escorregou.

— Chegamos.— ele estaciona o carro.

— Shawn...— balbuciei ao ver aonde estávamos.— Por que você não me disse?

— Eu queria fazer uma surpresa.— vejo seu sorriso orgulhoso. 

Meus olhos enchem de lágrimas e eu sorrio.

— Obrigada.— lhe olho.

— Vem.— ele segura minha mão.

Nós estávamos no parque, o parque em que eu e ele vínhamos desde pequenos. Sempre com pouquíssimas pessoas, se tinha alguém eram idosos que riam.

As barracas espalhadas, a grama baixinha. As flores e as folhas que caiam.

— Eu quis te trazer a um lugar que você se sentisse com 15 anos mais uma vez. Que você falasse comigo como antes. Sem segredos.— assinto ainda examinando todo o parque.

— Ok.— suspiramos em uníssono e começamos a andar por ali.

— Como foi depois de tudo, depois que eu saí. Eu nunca mais soube de nada sobre você, eu falava coma Anne mas sempre que tentava falar de você ela mudava assunto. 

— Eu continuei Shawn, não foi fácil. Eu sair do seu quarto foi como se eu saísse de uma parte da minha vida. Parte da minha vida sumiu. Você sumiu, no entanto você estava em toda parte. Suas músicas, seu nome, seu rosto, sua risada. No começo eu fiquei com tanta raiva, que eu pensava em ir até você é dizer tudo o que tava entalado. Mas depois... Não. Depois eu vi que eu podia tentar de todas as formas te deixar. Porque como eu te dizia, antes de você minha vida era vazia e depois a minha vida se acomodou nos seus braços, se acostumou com seus olhos e com seu cheiro.— o tanto que aquilo me deixava mais solta, me doía relembrar. Uma lágrima solitária caia.— E por mais que eu tentasse me afastar de você a verdade é que... Eu precisava de você. E eu estava conseguindo me cicatrizar tudo, até que você volta e aquele café vai. E junto com ele todas as chances de deixar você ir.

Agora eu chorava silenciosamente mas um sorriso ainda tava no rosto. Acho que essas lágrimas era tudo que eu precisava liberar. De certa forma elas eram de felicidade.

Já ele, eu via seu olhar de tristeza,via seus olhos como o mar. Cheio de água prestes a transbordar.

— Eu sinto muito, não sabia que tinha doído tanto. Desculpa

— Não precisa se desculpar.— disse enxugando algumas lágrimas.

— Eu sofri sabia?— ele me olha e eu dou um sorriso irônico.— É sério Mel. Você sair pela porta do meu quarto foi como se meu coração implorasse pra ir junto. Mas eu não podia me entregar tão fácil, o orgulho gritava acho que você me entende.— suas mãos dentro do bolso de sua calça demonstrava seu nervosismo.— Acho que eu ficar conhecendo lugares novos me fez pensar em outras coisas, escrever músicas, tudo. Fez com que eu pensasse no trabalho. Mas também acho que foi uma forma de eu tentar me esquecer de você.— suas palavras penetraram meu coração ele estava sendo sincero.— Mas! Quero fazer um acordo, hoje nós vamos nos divertir. Vamos andar pelos lugares que nós gostamos.

Ele termina de dizer e passamos pela fonte que nos beijamos pela primeira vez.

Nos entreolhamos e rimos.

— Você se lembra?

— Foi um desastre!— coloco a mão no rosto.

— Não foi! Foi fofo.— ele tenta me convencer ainda entre os risos.

— Estava chovendo. 

— Era de noite  e nós dois andávamos por aqui. Eu não parava de olhar pra você.

— Eu fiz alguma coisa que você ficou bravo.— comento tentando me lembrar exatamente do que.

— Eu não fiquei bravo. A gente conversava e você mordeu o seu lábio.— paro de andar me lembrando.— Eu não aguentei e fiquei com raiva de mim mesmo por não aguentar ver você sem querer te beijar. Tinha medo de acabar com nossa amizade. Mas naquela noite eu não me aguentei, a gente parou na frente da fonte e eu te beijei.— seus olhos brilhavam e seu sorriso mostrava felicidade. Nada forçado​.

Olho por cima do seu ombro e vejo uma barraca de churros. Com a mesma mulher que vendia quando éramos mais novos.

— Shawn...— ele segue meu olhar e seu queixo cai.

— Senhorita Danvers.— pego sua mão e corro até ela.— Nós queremod dois churros.— Shawn sorri e sua voz tira a atenção que a mulher tinha em seu celular.

— Eu não acredito! Shawn!— ela olha apenas pra ele, depois olha pra mim e coloca a mão na boca surpresa.— Melissa! Quanto tempo. Dois churros saindo agora! Por minha conta.

— O que? Não.— eu lhe faço parar.

— Melissa eu quero! E no passado vocês teriam implorado para eu fazer de graça.— todos rimos ao nos lembrar de que éramos mortos de fome!

— Tem certeza?— Shawn pergunta.

— Sim. Me obedeçam eu sou mais velha que vocês.— ela ainda esbanjava alegria.

Compramos o churros e voltamos a andar. Nos lembrando de tudo que fazíamos, as músicas que cantavmos, as brigas bobas. As tardes que eu passava com Shawn fingindo saber cantar, rimando qualquer palavra com alguma comida.

Passamos a tarde rindo e conversando. Às vezes algumas senhoras o parava para tirar foto e lhe davam um beijo na bochecha. Quando elas davam as costas riamos das suas formas carinhosas.

Quando nos demos conta já era nove horas da noite e tínhamos que voltar pra casa antes que a acessória de Shawn pense que ele morreu!

Diferente da vinda, a ida pra casa fomos todos cantando, Havana, Sorry not Sorry e de acordo com a MTV a melhor música do ano: There's Nothing Holding me Back.

Chegamos no meu prédio e fomos até a porta do meu apartamento cantando.

— Bom, obrigada pelo dia Shawnnie. — sua cara de surpresa foi notável mas eu não entendi o porquê.

Até que então eu repeti minhas palavras mentalmente e consegui entende-lo. Eu o chamei pelo apelido que o chamava antes.

Ele dá um passo e fica mais perto mim com seu sorriso.

Sinto sua respiração mais perta e seus lábios ameaçarem tocar os meus.

— Boa noite, Shawn.— seu nariz tocou o meu e  seus lábios até tocaram os meus, mas sem beijo. Pois eu virei o rosto com um sorriso tentando lhe provocar. 

Abro a porta e fico pouco centímetros dele.

— Boa noite, Mel.— vou fechando a porta aos poucos e vendo seu sorriso.




Notas Finais


OBS: finjam que a Haley não existe na minha fanfic (não por enquanto)
Gostaram do capítulo? Deixem aqui em baixo no comentários
Amo vocês ❤


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