História When I'm gone - Capítulo 33


Escrita por: e florzinha25

Postado
Categorias Histórias Originais
Tags Original
Visualizações 8
Palavras 1.288
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Eu tiver cabeça para escrever outro cap e postei esse que eu tinha feito para amanhã

Capítulo 33 - Promete?


Assim que Izzy saiu do banheiro pedi para ela ir a sala e eu entrei no banheiro, pensei sobre as ultimas semanas e deixei algumas lagrimas escaparem, troquei de roupa e desci para a sala com o cabelo ainda pingando água, quando olhei na direção da televisão e vi os meninos jogando e as meninas conversando e olhando-os jogar, peguei meu violão e fui sentar no sofá para afina-lo já fazia um tempão que não o via estava sentindo falta de toca-lo, assim que sentei Matheus exclamou um palavrão em italiano que só eu entendi e cai na gargalhada.

- Nossa Kelly seus cabelos são muito grandes, tanto que tá sentada em cima dele – Gustavo observou eu me levantei e joguei o cabelo para a frente e sentei de novo e observei as madeixas loiras. – e porque tá de casaco em um calor desse?

- Eu gosto de casacos são confortáveis e eu não estou com calor – voltei minha atenção para o violão e pelo incrível que pareça ela estava bem afinado, comecei a tocar “Duro igual concreto” e logo depois comecei a cantar e todos me olharam, terminando a música Gustavo pediu o violão e eu o entreguei e ele começou a tocar “Sem graça” do Haikaiss e nós cantamos juntos.

- O jantar está pronto. – minha mãe gritou da cozinha e nós nos levantamos e corremos para a cozinha sentamos e comemos em silencio, depois Matheus pediu para Gustavo dormi aqui e mamãe teve que ligar para os pais dele, eles deixaram e as meninas falaram que tinham que voltar para casa, mamãe se ofereceu para levá-las e eu, Matheus e Gustavo ficamos para cuidar da casa já que o papai (resolvi chama-lo assim) teve que viajar de ultima hora, assim que saíram pela porta Matheus olhou para a tela do celular fez uma careta e subiu as escadas desesperado.

- O que será que aconteceu? – perguntei para mim mesma.

- Talvez alguma namorada. – me dei conta de que Gustavo estava do meu lado sentado no sofá dei de ombros. – Vocês são irmãos mesmo? – concordei com a cabeça – São tão diferentes...

- Não é só porque somos irmãos que temos que ser iguais – ele pensou por um tempo e concordou comigo – então... você toca violão... e aparentemente temos o mesmo estilo musical.

- É, nunca imaginaria que você gosta da 1kilo e do Haikaiss.

- Não se esqueça das músicas da Pineapple e as dos próprios cantores.

- Realmente, mas você realmente não aparenta gosta, você parece gostar mais de...

- Coisas de patricinha? – perguntei com um sorriso triste

- Ei... também não é assim... – ele parou por segundo e abanou a camisa – meu deus que calor e já são seis da tarde, ele me olhou – como você consegue ficar com este casaco?

- Não é tão quente quanto parece... – antes de eu poder falar qualquer outra coisa Matheus desceu com a minha bolsa para remédio, ele pegou uns 7 vidros de remédio e colocou sobre a mesa de centro e correu até a cozinha e pegou um copo de água.

- Qual o que cê tem que tomar? – olhei para ele confusa. – Kelly... era para você ter tomado a meia hora atrás. – arregalei os olhos olhei para ele e virei para olhar Gustavo que estava abismado com a quantidade de remédios, eu me ajoelhei de frente a mesinha de centro e separei 5 frascos tirei um comprimido de cada um e tomei calmamente, quando terminei entreguei tudo a Matheus e ele subiu para guarda.

- Você toma taxa preta? – ele parecia muito surpreso mesmo, mas eu já estava com sono por causa dos remédios e deitei a cabeça no seu ombro – K-Kelly? O que você... – eu murmurei um “Xiuuu” e coloquei o dedo na boca dele e dormi.

- Por que seu cabelo é tão grande? – perguntei fazendo bico e ele riu.

 

 

Acordei as três da manhã e fiquei tentando dormi por meia hora quando concluir que não iria conseguir sai do quarto e bati na porta da frente a minha com um saco de dormi nos braços, Gustavo abriu a porta para mim e eu só entrei e acabei esbarrando nele sussurrei um “Desculpa” baixo e coloquei meu saco de dormi no chão do lado do guarda roupa e deitei, escutei o momento que ele fechou a porta e deitou no seu saco dormi a uns 70 centímetros do meu e adormeci.

Acordei com Matheus jogando uma almofada em mim, me levantei e vi Gustavo sentado na cadeira da mesa do computador.

- Bom dia.

- Bom dia - ele parecia incomodado com algo.

Sai do quarto e entrei no banheiro quando comecei tirar a roupa para tomar banho percebi que estava sem casaco, dei de ombros ele não deve ter visto, tomei banho e terminei de me arrumar e desta vez eu me certifiquei de que coloquei o casaco e desci as escodas onde todos já estavam na sala me esperando, fui em direção a porta e sai de casa e fiquei esperando todos do lado de fora do carro, mamãe não demorou muito, os meninos chegaram logo depois.

- Dia. –  a mãe falou e olhou para nós pelo retrovisor.

- Dia.

- Dia.

- Dia?! – Matheus tomou a frente e explicou e ele pareceu concorda com a ideia, chegando na escola encontrei as meninas em frente ao portão nos cumprimentamos e entramos na escola, sentamos em nossos lugares faltando ainda 20 minutos para o sino da primeira aula tocar, mas eu aproveitei e dei um cochilo, o sino tocou e alguém balançou meu braço, olho para o lado e é Gustavo, bocejo e tiro o caderno da bolsa, não sei dizer o porquê, mas algo me diz que Matheus e ele serão melhores amigos e eu o verei todos os dias em que ele poder ir lá para casa, dei de ombros para o pensamento, a aula começou e assim se passaram duas aulas de matemática e finalmente tocou para o intervalo, peguei uma Pêra da minha bolsa e fui para a mesma arvore do dia anterior e falei para as meninas que queria um tempo sozinha, sentei no pé da arvore e tirei o celular do bolso.

                                                                                                                                                                                             “Eiiiiiiiiiiiiiiii”

“Diz”

                                                                                                                                                       “Como está a vida de dono de casa?”

Quando ele começou a digitar, senti uma respiração no meu pescoço o que me fez virar a cabeça e encara-lo.

- Pôs não?

- Nada, só queria saber o que tem no seu celular para te fazer sorri assim.

- É um amigo de Portugal, nada demais.

- Amigo? – ele abriu um sorriso debochado para mim.

- Sim, amigo. – falei em tom passivo/agressivo e ele levantou as mãos como se rendesse.

- Tudo bem, tudo bem, calma. – ele sentou ao meu lado. – Escuta, -  virei a cabeça para encara-lo – porque você toma aqueles remédios?

- Anemia – respondi em um tom calmo – são apenas suplementos.

- Não sabia que taxa preta era classificada como suplementos...

- Como pode ter tanta certeza que era taxa preta?

- Bom, sei que apenas um deles era, pôs tinha a faixa preta no frasco e também sei que era bem forte, porque depois de tomar você dormiu tão pesado que ninguém conseguiu te acordar, tivemos que carregar você para cima e hoje mais cedo você acordou apenas com um travesseiro que tocou seu rosto, o que significa que normalmente você tem o sono leve.

- Mas você é bem espertinho não é mesmo? – ele sorriu com a pergunta, mas assim que olhou para meu rosto vermelho de preocupação o sorriso se desfez – Você não vai contar a ninguém né? – ele pareceu aéreo por um segundo – Gustavo?

Os olhos dele voltaram a ter foco e ele concordou com a cabeça.


Notas Finais


Amanhã cap novo sem falta


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