História When Love Happens - Capítulo 16


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Categorias Grey's Anatomy
Personagens Addison Montgomery-Shepherd, Alexandra "Lexie" Grey, April Kepner, Arizona Robbins, Calliope "Callie" Torres, Jackson Avery, Mark Sloan, Meredith Grey, Sophia Robin Sloan Torres
Tags Arizona, Calliope, Calzona, Grey's Anatomy
Visualizações 75
Palavras 1.072
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: LGBT, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 16 - Sixteen


Arizona Robbins.

Mamãe? Isso só pode ser um sonho! Me belisquei algumas vezes sentindo um pouquinho de dor e volto a fitar a criança.

- Você é real? – Pergunto.

- Sim, olha... – Sua mãozinha volta a tocar meu rosto. - Você é bonita, namorada da mamãe. – E solta uma risada gostosa.

- Isa, você acordou a Ari? – Callie aparece e a olho.

- Desculpa, mama. – Ela se aproxima e senta na cama.

- O que acha de ir na cozinha? Tem uma surpresinha pra você. – Pisca para a pequena e seu sorriso se alarga, pulando da cama e correndo para ver o que era. - Ela adora surpresas...

- Você tem uma filha, Calliope?

- Tenho, Ari. – Ela suspira.

- Como assim? Quando você pretendia me contar?

- Eu não sei, meu bem... Eu... – a impeço de continuar.

- Onde ela estava durante esse mês e duas semanas?

- Ela estava na casa dos avós no Brasil. Como o pai dela trabalha muito ele só pode pegá-la uma vez a cada 06 meses, acaba ficando esse tempo fora.

- E por que não há fotos dela espalhada pela casa, brinquedos etc?

- Você ainda não deve ter percebido mas eu sou uma pessoa muito reservada. Sei que isso não é algo que se esconda mas tudo está guardadinho no quarto dela.

- Então a pequena é filha do George?

- O quê? Não! Isadora é filha de um outro homem... me envolvi com George quando ela tinha apenas um mês de vida. Eu sei, você deve estar me achando uma louca, talvez naquele tempo sim... mas a minha filha é o meu maior presente.

- Calliope, eu ainda não acredito que você escondeu de mim. Você não poderia ter feito isso.

- Ari, me desculpe. Olha, eu entendo a sua revolta e entendo se você quiser me deixar agora por causa da minha filha. Eu só fico com alguém se essa pessoa aceitá-la e se Isadora for um peso para você... – Diz se levantando.

- Não, Callie, não. Ela é sua filha. Realmente precisa estar em primeiro lugar na sua vida e eu não sou melhor do que ela nem aqui e nem em qualquer lugar. Eu não me importo, eu até acho magnífico... eu só me assustei e não queria que tivesse escondido.

- Não era para você ter descoberto dessa forma, porém eu não sabia que o Ryan a traria hoje.

- Quanto mais cedo melhor, sim? – Sorrio e me levanto. - Vou tomar um banho senão vamos nos atrasar. – lhe salpico um beijo e vou para o banheiro.

Ligo o chuveiro esperando a água ficar na temperatura adequada adentrando logo depois. Pego o sabonete que tem o cheiro de ameixa, o mesmo que Callie usa e passo pelo meu corpo.

Parei para divagar mais uma vez, nada melhor que divagar no chuveiro. Tenho direito de ficar um tanto chocada, certo? Certo. Eu gosto de crianças, gosto muito mas isso com certeza era algo que eu não esperava. Nunca passou pela minha cabeça que aquela porta com um quadro de uma menininha feito de gesso ou sei lá que material poderia ser da filha de Callie.

De verdade eu não me importo, é um pouco estranho mas não me importo. É um pequeno ser que tem uma mãe maravilhosa ao lado dela.

Calliope Torres.

Ryan me ligou de madrugada avisando que chegaria cedo com nossa filha. Quis o matar pois o combinado eram dois meses. Não pense que não gosto de ficar com minha filha mas quem tem que consolá-la a noite com saudade do pai sou eu.

Pelo fato da Isa passar dois meses fora, acaba complicando um pouco na escolinha dela, porém não quero deixá-la sem ver o pai e Ryan nunca que aceitaria ficar sem ver a pequena. Mas mesmo assim, preciso dar um jeito nisso.

Sei que com certeza tanto Ari como principalmente vocês estão chocados com toda essa história, por isso vou explicar:

Flashback on.

Los Angeles, 2013. Estava sentada na cama com o teste de gravidez na mão. Não sabia se chorava de felicidade ou de tristeza, não sabia se o frio na barriga era bom ou ruim, eu só sabia que nesse exato momento havia um pequeno ser dentro de mim.

Fiquei esperando meu namorado chegar e a cada segundo meu coração acelerava mais.

- Amor? – Ryan grita da cozinha. - Cheguei.

- Estou aqui no quarto. – 3min depois ele aparece me dando um beijo.

- Como foi seu dia, minha princesa?

- Bom, e o seu?

- Foi ótimo. Fui promovido a gerente da empresa. – Ele diz totalmente animado com um imenso sorriso no rosto e eu tento fazer o mesmo mas não consigo. - Hey baby, o que houve?

- Precisamos conversar. – Ele se senta. - Lembra quando a gente conversou sobre filhos? – assente. - Você ainda pretende ter?

- Pretendo ter muitos filhos com você, meu anjo lindo. Construir uma imensa família e se você quiser, largar a chefia e vivermos num lugar bem longe e tranquilo. – Meu sorriso foi de orelha a orelha.

- Ryan... nós estamos começando nossa família agora. – Me olha sem entender. - Nós vamos ter um bebê.

- O quê? – Pergunta surpreso.

- Um baby, meu amor. Nós vamos ter um bebê. – Pego o teste e mostro a ele.

- Callie, eu não acredito. Eu vou ser pai. – Pega o teste de minha mão me abraçando forte e me beijando. - Você consegue me fazer o homem mais feliz do mundo todos os dias. – Nos separamos e vejo seus olhos marejados.

- Não chora senão eu vou chorar mais ainda. – Dou uma risada e me beija mais uma vez.

- Oi bebê. – se inclina um pouco. - É o papai, como você está? Você deve ser tão pequenino mas já é tão amado.

Depois daquele dia meu relacionamento com Ryan parecia que só viria a melhorar, porém eu me enganei no meu sétimo mês de gestação.
Não houve traição de nenhuma das partes, o único maior problema foi a falta de amor que começou a habitar entre nós.

Nos sentamos para conversar e deixamos tudo claro, principalmente sobre nossa princesa que viria daqui dois meses. Desde aquele tempo já havíamos decidido especialmente datas comemorativas e sem nenhuma discussão.

No início nossa separação fora um pouco difícil porque no fundo eu ainda o amava, mas nem tudo são rosas.

Flashback off.

Hoje Ryan é um pai extremamente maravilhoso, mesmo ficando tanto tempo longe da pequena.

- Mama, mama!

- Oi meu amor. – Olho a pequena que puxava minha blusa.

- Vamos?

- Ari já está pronta?

- Estou. – A loira aparece na porta.

- Então vamos... – Sorrio.


Notas Finais


foi só pra vocês "entenderem" um pouco mais da Isadora.
se quiserem falar comigo, me chamem no tt: @luiza_sg.


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