História When Love Happens - Capítulo 17


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Categorias Grey's Anatomy
Personagens Addison Montgomery-Shepherd, Alexandra "Lexie" Grey, April Kepner, Arizona Robbins, Calliope "Callie" Torres, Jackson Avery, Mark Sloan, Meredith Grey, Sophia Robin Sloan Torres
Tags Arizona, Calliope, Calzona, Grey's Anatomy
Visualizações 65
Palavras 1.251
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: LGBT, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 17 - Seventeen


Fanfic / Fanfiction When Love Happens - Capítulo 17 - Seventeen

Calliope Torres.

Íamos tomar café em casa mas nos atrasaríamos, então para evitar paramos em uma cafeteria qualquer e seguimos para a empresa.

Não minto, eu esperava uma reação totalmente diferente de Robbins; esperava que ela fosse me xingar, que fosse me largar, que não fosse me compreender mas realmente essa mulher é um anjo.

Durante o percurso ela ficou conversando com a pequena como se só existissem as duas no carro. Cantaram, brincaram, conversaram e meu coração se preenchia de mais alegria.

Após chegarmos, metade dos funcionário que encontramos pelo caminho pararam para falar com minha filha, e como se ela já não amasse tanta atenção...

Isa sempre foi uma criança muito alegre e muito tranquila, sempre se deu bem com as pessoas, não estranha ninguém e adora quando o assunto é brincar com alguma criança. Minha filha é o melhor presente que eu poderia ter ganhado na vida. Todas as vezes que estamos juntas ela só me traz alegria, até quando me irrita quebrando ou mexendo em algo.

Subimos ao nosso andar rindo e conversando. As portas do elevador se abrem e deixo Ari na porta de sua sala, dando lhe um selinho.

- Reunião em 10min, não se esqueça. - me avisou.

- Me chama em minha sala, pode ser? - acenou com um sim e demos outro selinho. - Até daqui a pouco.

Tive certo tempo para baixar vídeos e jogos para minha filha e alguns instantes depois Ari me chama.

Tudo corria ok na reunião, opiniões passadas e discutidas de todos os lados para o novo planejamento da empresa, onde estávamos pensando em dar aulas de alto nível sobre tecnologia, até que fui interrompida.

- Srta.Torres, perdoe-me atrapalhar mas está acontecendo um problema. - Kepner diz fora da sala.

- Qual seria?

- O Sistema caiu!

- Já tentou reiniciar? - assente. - Quantas vezes?

- Umas 10. Sem exagero.

- Certo, vá até o meu e faça isso, ele é o computador chefe.

- Já mexi também, não funciona. - Kepner tinha acesso a minha sala e somente ela e Ari sabiam minha senha.

- Certo, eu já estou indo até lá. Me dê cinco minutos.

Pedi desculpas por ter que adiar a reunião mas fui compreendida. No momento eu não fiquei preocupada, eram raras as vezes que o sistema caía mas sempre voltava. As coisas começaram a ficar preocupantes quando nem eu mesma consegui fazer funcionar.

- Mas que merda. - bato na mesa com força. - Eu preciso que chamem reforços...

- O quê? Por que? - April me pergunta.

- Estamos sendo hackeados...

🥀

- Hey, Cal... o que houve? - Arizona aparece do nada.

- Hacker, Ari... - suspiro. - Preciso de um grande favor seu.

- O que precisar.

- Pode cuidar de Isa por gentileza enquanto eu tento resolver toda essa situação?

- Cla-claro que sim. Você nem precisava pedir.

- Certo, muito obrigada. - lhe dou um selinho rápido. - Agora preciso ir.

🥀

Arizona Robbins.

Sempre me dei bem com crianças; sempre fui fácil para fazê-las gostarem de mim com simples brincadeiras mas com a filha de Callie parecia ser diferente, estava com medo de não dar certo. Eu estava assustada ainda, estava disfarçando perfeitamente bem.

É estranho como uma criança pode viver dessa maneira, sem o pai presente e quando o tem, apenas por um mês. E o mais estranho de tudo foi Callie nunca, nunca tê-la mencionado para mim. Seria medo como ela mesma disse? Ou seria alguma outra coisa? Eu não sei, mas um motivo plausível com toda a certeza tem!

Saí da sala e fui em direção a minha, onde a pequena estava. Pela janela com persianas consegui vê-la desenhando e balançando o corpinho como se estivesse ouvindo alguma música.

- Oi mocinha. - levanta a cabeça e me encara, sorrindo logo em seguida.

Já tenho uma chance, ela nem me conhece e parece já gostar de mim.

- Sua mamãe teve um probleminha para resolver na empresa inteira, então, ela pediu para eu ficar com você.

- Mas a mama vai demorar, tia?

- Tudo depende se ela conseguirá resolver o problema... mas lembre-se que sua mamãe é maravilhosa e consegue tudo o que quer. - sorrio e a pequena faz o mesmo.

- Isso é verdade, minha mama é sensa... - ela para e faz carinha de quem estava lembrando de algo - como é a palavra mesmo, tia?

- Sensacional, amor. - dou uma pequena risada.

- Yeah, sensacional... - ela repete devagar.

- E o que você acha de sairmos daqui e brincar no parque? Depois nós podemos almoçar e tomar algum sorvete.

- Siiiim. - a pequena quase grita de felicidade, dando ênfase no "i". - Nós podemos trazer um para a mama? O preferido dela é de chocolate, igual ao meu.

- Claro que sim, pequena.

Tá bom, em pouquíssimo tempo e eu acho que já estou me apaixonando por essa garotinha.

amor, estou saindo com Isa para um passeio.

se precisar, me manda uma mensagem.

beijos, eu te amo <3

Mando a mensagem e saímos de lá.

🥀

- Tia Ari, tia Ari. - Isa vem correndo e se joga em meus braços.

- Oi meu amor, o que houve? 

- Me empurra na balança? - faz carinha de cachorrinho abandonado e é impossível dizer um não.

- Que tal nós duas balançarmos juntas? - o sorriso da criança se alarga e logo se levanta correndo para o local indicado.

Havia levado-a para o Píer de Santa Mônica.

Para frente e para trás, por um bom tempo ficamos assim. Risadas gostosas saía da pequena, quando não uma carinha de assustada por estar alto demais.

A cada segundo meu carinho ia aumentando, a cada segundo eu percebia como ela era parecida com a mãe.

Seus traços perfeitamente delineados, seu sorriso, seus cabelos, a simpatia e alegria. Tudo nela literalmente me lembrava Callie.

O sol começava a ficar forte, era por volta de meio dia. Meu estômago começou a dar sinais de alerta e como se Isa soubesse, me pergunta:

- Está com fome, titia? - balaço a cabeça positivamente. - Eu também. - ela sorri.

- Acho que está na hora de irmos almoçar, hum?

Ela assente e segura minha mão. Seguimos para fora do parque para esperarmos o Uber que não demorou chegar. No pequeno trajeto Isa não parava de falar com o motorista, adoraria saber de onde ela tirou essa facilidade de conversar tão tranquilamente com as pessoas.

Após chegarmos, agradeci ao motorista e entramos no restaurante.

Nos servimos e me surpreendi com a quantidade de comida que a pequena pediu para colocar. Como tanta comida cabia num ser daquele? Provavelmente deve ter puxado ao pai.

Quando terminamos, optei por levá-la para andarmos de bicicleta sobre as calçadas de Los Angeles, próximo ao mar, o que fez a criança sorrir do início ao fim.

No final da tarde, fomos até uma sorveteria e ficamos lá por um certo tempo. A pequena me contou mais algumas travessuras que fez durante o tempo que estava com o pai e em cada história era uma risada diferente.

Quando escureceu por completo, eram 19h. A pequena demonstrava estar exausta e tive comprovação disso quando chegamos na empresa e ela dormia em meus braços.

- Hey, onde estiveram o dia inteiro? - Callie aparece. - Fiquei preocupada, você não respondeu minhas mensagens... vocês estão bem? 

- Avisei que passaríamos o dia fora, baby. Estava me divertindo com essa princesa, por isso não respondi suas mensagens.

Callie observa a menina e sorri abertamente. 

- Vejo que brincaram bastante. Ela está pesada? - nego. - Certo, vamos?

- Espere... você conseguiu resolver o problema?

- Foi difícil, mas consegui. - sorri mais uma vez. 

Aquele dia tinha sido muito bom, fazia tempos que não me divertia tanto. Mas é sempre aquela coisa né? Nem tudo é perfeito.



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