História When She's Gone - Capítulo 52


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Got7, TWICE
Personagens Chanyeol, Jackson, Jeon Jeongguk (Jungkook), Nayeon, Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Sehun, Tzuyu
Tags Bts, Exo, Got7, Twice
Visualizações 17
Palavras 770
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 52 - Lonely


Fanfic / Fanfiction When She's Gone - Capítulo 52 - Lonely

Por incrível que pareça, consegui dormir (por umas 5 horas). Abri meus olhos e vi que aquilo tudo era verdade, eu estava naquela cama enorme, sozinho. Me levantei e fui ao banheiro.

Ao olhar para o espelho, vi que meu rosto estava inchado e pedindo por socorro. O meu cabelo já estava perdendo a cor, voltando a ser preto novamente. Por isso, procurei em todas as gavetas algum tipo de tinta, até que achei. Quando a Sojin pintava o meu cabelo, ela senpre dizia como aquilo a deixava feliz. 

[…]


Depois de eu ter pintado o meu cabelo, ele ficou como antes. Aquilo me trouxe um alívio muito grande, porque o meu cabelo já estava ficando como antes (só acelerei o processo). Eu estava com fome, por isso, sai do banheiro e fui para a cozinha.

Quando eu abri um dos armários, vi todos os remédios que ela costumava tomar todas as manhãs. Até pensei em jogá-los fora, mais aquilo era umas das lembranças que eu tinha dela. Então, deixei da mesma forma. Fiz um chá, para que eu pudesse tentar me acalmar, mais acabei jogando a metade fora. Me sentei no sofá da sala, enquanto o cupcake ficava correndo perto de mim,  como se estivesse procurando por algo ou sentindo falta de alguma coisa (provavelmente seria a mesma falta que eu estou sentindo). Até que ele subiu encima do meu colo e eu comecei a fazer cafuné nele.

- Agora teremos que viver sozinhos… a sua mãe nos deixou… será eu e você, mais ninguém. Se ela ainda estivesse com a gente, estaria sentada nesse chão, lendo algum livro ou vendo TV… sinto muita falta disso. - Fiquei abatido (era capaz do cupcake está sentindo a mesma coisa que eu).

Enquanto estávamos ali, somente olhando pro nada e pensando em como aquilo me deixava triste, alguém resolveu bater na minha porta, me fazendo acordar para a vida e ir abrir. Era Jeon Jungkook, ele estava muito diferente da última vez que o vi (parecia estar mais maduro) e esperava alguma reação minha:

- E então, não está surpreso por me ver?

- Desculpe, mais não estou com um dia bom… na verdade, nunca mais terei.

- O que aconteceu? Você não é de ficar assim, tão triste.

- Entra. - Abri a passagem, ele entrou e se assentou no sofá.


- A Sojin está em casa?

- Bem que eu queria.

- Ela está no hospital?

- Por enquanto, sim… mais em poucos dias vai ser levada para outro lugar.

- Então quer dizer que a doença está ficando pior?

- Jungkook, ela morreu.

- Sinto muito… e me desculpa, por ficar te enchendo de perguntas. - Ele deu um tapinha nas minhas costas.

- Tudo bem, não precisa se desculpar por nada.

- O que você vai fazer, depois que ela for enterrada?

- Ainda não sei, acho que vou continuar morando aqui ou voltarei para Busan… morar com os meus pais.

- Você não pode fazer isso consigo mesmo, sei que a ama e nunca vai deixar de amá-la, mais precisa seguir sua vida.

- É fácil falar, porque você nunca amou ninguém de verdade.

- Eu já amei uma pessoa, mais ela me iludiou dois vezes, está bom pra você?

- O que eu sinto por Sojin é bem diferente do que você sentia pela Nayeon.

- Por que seria diferente, hein, Jimin?

- Simples, você planejava se casar com ela e construir uma família?

- A gente estava no começo de uma relação, como eu iria pensar em casamento?

- Desde de que eu vi a Sojin, eu ficava pensando em como seria bom viver perto dela, poder sentir seu cheiro todas as manhãs e beijá-la. Você só quer alimentar os seus prazeres fúteis.

- Até parece que você é um santo.

- Você está certo, eu não sou nenhum tipo de santo, mais pelo o menos, eu não transei com todas as mulheres que cruzaram na minha frente.

- Não me faça rir, Jimin! É óbvio que isso acontecia diversas vezes entre você e a Sojin.

- Quer saber de uma coisa, isso só aconteceu uma vez… e foi um dia antes dela morrer.

- Como aconteceu?

- Eu não vou ficar expondo a minha intimidade… mais será algo que eu nunca irei esquecer.

- Vai fazer alguma coisa agora?

- Não.

- Então, em vez de ficar aqui, se isolando do mundo enorme que existe lá fora, o que acha de sairmos um pouco?

- Eu não pretendo sair daqui.

- Por que?

- Eu não tenho motivos para ficar feliz ou sair por aí, para me divertir.

- Parece que não quer sair mesmo, okay, se prentende ficar aqui, eu não posso fazer nada. - Ele se levantou do sofá. - Então só irá sair daqui no dia do enterro?

- Não sei.



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