História When She Gone pt.1 - Capítulo 53


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Got7, TWICE
Personagens Chanyeol, Jackson, Jeon Jungkook (Jungkook), Nayeon, Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Sehun, Tzuyu
Tags Bts, Exo, Got7, Twice
Visualizações 28
Palavras 1.291
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 53 - Final pt.1


Fanfic / Fanfiction When She Gone pt.1 - Capítulo 53 - Final pt.1

Era de manhã e já havia se passado alguns dias. Nesses dias, tentei levar a minha vida como antes, mais era impossível, sempre me lembrava dela e da maneira que andava pelo o corredor. Decidi largar o meu emprego na escola (algo que até o diretor achou estranho, mais conseguiu me compreender), os alunos tentaram me impedir de cometer aquele ato e não conseguiram. Eu não iria conseguir me concentrar nas coisas, ficaria tudo bagunçado e os alunos ficariam  prejudicados (não queria atrapalhar a vida deles e deixá-la mais complicada). Minha mãe me ligou ontem á noite e expliquei o que aconteceu, ela ficou triste (só conseguiu ver a Sojin uma vez, na formatura). Hoje seria o enterro dela, eu não queria ter que ir, porque com certeza eu veria o corpo dela e isso me deixaria mais abatido. Mas eu preciso, é algo importante.

Vesti o único terno que eu tinha, olhei no espelho e disse:

- Parece que tudo isso é mesmo verdade… ela se foi… me deixou.

- Você tem razão, Jimin… sou eu, o Sehun… se caso você se assustou.

- Como entrou?

- A porta estava aberta.

- Eu ando tão distante, que até me esqueci de trancar a porta ontem.

- Tudo bem, não é só você que está assim… minha mãe está trancada no quarto á dias, meu pai não conversa com ninguém… muito menos comigo. 

- Acho que não é uma boa ideia eu ir.

- Por que?

- Não quero vê-la. 

- Também penso como você, mais é o melhor que podemos fazer por ela… o que vai fazer depois do enterro?

- Ainda não decidi… eu não consigo dormir direito, nem me socializar com pessoas novas… ou parar de pensar nela.

- Então, irá se mudar?

- Provavelmente sim.

- Eu já vou indo, quer ir comigo?

- Estou esperando os meus pais.

- Okay… então nos vemos lá.

Apenas balancei minha cabeça, confirmando. Ele fez o mesmo e foi embora. Pude notar que seu olhar estava calmo e pesado, como se não estivesse dormindo normalmente. Além disso, estava falando de um forma lenta. Enquanto eu andava pela a casa, alguém abriu a porta e entrou. Era a minha mãe, ela estava sozinha, com um vestido preto e longo. Ela era a única pessoa que pode me entender nesse momento. 

- Onde está meu pai?

- Ele não pode vir, está trabalhando fora do país… por um tempo… então, eu vim sozinha.

- Isso é injusto! - A abracei e comecei a chorar. 

- Eu sei que está sendo difícil, mais você é jovem, tem muita vida pela frente.

- Mãe, ela foi a primeira garota que eu amei de verdade… eu estava planejando em pedi-la em casamento.

- Sério?

- É, até comprei a aliança. - Me soltei dela, fui até meu quarto e peguei a caixinha da aliança.


- Uau, mais ele é lindo! - Ela pegou o anel e observou todos os detalhes.

- Um dia, passamos perto de uma loja e ela ficou apaixonada por esse anel. Fiquei muitos meses juntando dinheiro e o comprei.

- Parece que custou  uma grana feia.

- Verdade… mais ela nem chegou a colocá-lo no dedo.

- Não fiquei assim, ainda terá uma mulher que será dona desse anel.

- Tem razão… fique com ele.

- Jimin, eu não posso ficar com ele… você tem que guardá-lo… com todo o cuidado do mundo. - Ela colocou a aliança na palma da minha mão. - A Sojin ficaria muito feliz em ter esse anel.

- É.

- Vamos, não podemos chegar atrasados.

- Okay.

Entrei no carro da minha mãe e fomos par o local ela seria enterrada. Em todo caminho, me permaneci calado e observando a paisagem, me fazendo lembrar de alguns dias atrás… em que estávamos no meu carro, ela ficou fazendo o mesmo, enquanto eu dirigia e a olhava de relance, podendo sentir sua alegria (pena que não posso sentir mais isso).

[...]


Estava várias pessoas, algumas que eu conhecia e outras não (como os parentes dela). Todos estavam tristes, conversavam bem baixo e não queriam acreditar naquilo (como eu). Nas primeiras cadeiras vi alguns deles, como: Tzuyu, Chanyeol, Sehun e Jackson (não faço ideia do porque que ele apareceu lá), me sentei bem longe deles. Se passaram alguns minutos e vários homens trouxeram um caixão e colocaram ele bem na direção que eu estava sentado. Pensei em me mudar de lugar ou ir embora, mais a minha mãe segurou meu braço e me impediu de sair de lá. Quando abriram o caixão, pude sentir que meu coração se partiu no meio e caiu no chão; as minhas mãos ficaram trêmulas e geladas; minhas lágrimas caíram pelo o meu rosto e quase desmaiei (mas consegui me manter acordado á todo momento). Algumas pessoas falaram algumas coisas sobre a Sojin, que provavelmente a conhecia a bastante tempo e estavam sofrendo com tudo aquilo. Jungkook, Tzuyu e Sehun fizeram questão de ser uma dessas pessoas:

Jeon Jungkook

- Eu tive a oportunidade muito grande de estudar na mesma classe que Sojin… ela era uma garota estudiosa, inteligente e prestava atenção em qualquer palavra que o professor dizia… se passaram alguns anos e também trabalhei com ela em alguns eventos que costumam acontecer em Seoul. Além de ser minha colega de trabalho algumas vezes… ela era a minha amiga, algo que eu nunca trocaria por nada. Mesmo que agora ela não está no meio da nós, nunca vai se apagar das minhas memórias!


Chou Tzuyu

- Desde de muito pequena, eu e Sojin fomos muito amigas, nunca estávamos separadas… nem mesmo quando eu tive que voltar para Taiwan, aonde eu nasci. Sempre conversávamos através de mensagens… a nossa amizade era umas das coisas mais importantes para mim, me deixava feliz. Ela era muito engraçada, sabia contar boas histórias… agora só poderia reviver esses dias através dos meus pensamentos. Quando a contei que estava grávida, ela ficou muito feliz e queria muito que fosse uma menina, para que pudesse cuidar dela… sempre que eu e o Chanyeol precisassem… ficaria ainda mais feliz se pudesse saber que será mesmo uma menina!



Oh Sehun

- Quando a Sojin nasceu, eu fiquei com muita inveja, meus pais ficavam muito "ocupados" para me escutar. Mais quando tive a oportunidade de segurá-la nos meus braços, senti que seríamos muito amigos… ela sempre foi uma garota doce… desde de muita nova. Queria se formar em uma faculdade boa, ter sua própria casa ou talvez sua própria família… conseguiu boa parte disso. Foi difícil ir para o exército, não queria deixá-la e ficar um bom tempo sem vê-la. Ela queria que eu fosse… de qualquer forma, e eu fui por ela. Queria fazer com que sentisse orgulho de ser minha irmã. Mesmo estando morta, nunca deixará de ser minha amiga, irmã e conselheira!


Eu não planejava de fazer isso mais, era o meu dever e eu ficaria me sentindo um ninguém. Me levantei e caminhei até chegar na frente de todos:

Park Jimin

- Desde do primeiro momento em que eu vi ela, me apaixonei… começamos a ser amigos e logo depois, namorados. Sojin era diferente das outras garotas… tinha diversas qualidades. Mesmo após descobrimos da leucemia, nunca me afastei dela… fiquei ao seu lado e iria ajudar no que fosse preciso. Todos os dias, depois que eu terminava o trabalho, eu estava no atelier dela… a ajudando em qualquer coisa que desse. Às vezes eu tinha vontade de largar o meu emprego para cuidar dela, mais ela sempre me disse que não seria justo… eu continuava vivendo, porque ela precisava de mim. Em todos os momentos que pude viver ao lado dela, sempre fiz de tudo para compreendê-la… era como se fôssemos a mesma pessoa. Fiquei noites em claro, para tentar achar alguma solução… eu não queria perdê-la. Ela morreu, na minha frente e eu não pudia fazer nada para ajudá-la… não importa o tempo que passar, nunca irei me esquecer dela!




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