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História When the Stars turn into Planets (Jikook) - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


olá!

como estão?

boa leitura.

Capítulo 2 - One Star;



           — Ei, Jungkook! — Taehyung começou a abanar sua palma da mão em frente ao meu rosto. — Ei, filho da puta!

— Oi? — Eu disse, depois de sair do meu suposto transe. Completamente confuso.

— Oi digo eu! Está parado aí olhando pro nada faz tempo, parecia um poste no meio da rua. — Ele disse, com suas frases malucas como sempre faz.

— Estou pensando apenas. — Coloquei minhas mãos na minha própria cintura, e comecei a pensar de novo. 


          — Seu pai de novo? — Disse como se já soubesse o que eu iria dizer.

— Meu pai ainda está com aquelas paranóias dele sobre alienígenas. — Fiz uma pausa frustrado. — Ontem ele me ligou dizendo ter visto um objeto desconhecido, no final era apenas mais uma daquelas bugigangas.

— Eu ainda não sei porque seu pai é tão doido com essas coisas. — Taehyung disse, cutucando seu nariz com o dedo mindinho.

— Eu também não sei, mas desde que me conheço por gente ele tem essa coisa dentro da cabeça dele, que alienígenas existem. — Respondi, entrando na brincadeira.

— Em vez de ficarmos falando do seu pai podemos ir para casa? Aqui 'tá frio. — Fez um ato como se estivesse com calafrios, fazendo careta.

— Mas foi você que começou com essa conversa. — Lhe acusei.

— Foda-se, não ligo. — Colocou seu braço por cima do meu ombro, colocando um certo peso, e caminhamos em direção a minha casa.

Taehyung sempre foi meu melhor amigo, praticamente um irmão. Sempre dormimos na casa um do outro, vamos para a faculdade juntos e comemos. Ele na verdade.

Somos da mesma faculdade, mas em cursos diferentes. Tínhamos sonhos diferentes.

Chegamos em minha casa, e como Taehyung já está bem familiarizado, já tinha espaço no pequeno armário de sapatos, onde já saiu entrando depois de colocá-los.

No caminho que fiz a cozinha encontrei Poseidon, o meu gato, aparentemente comendo.

Fui a cozinha preparar algo para nós comermos, já estava praticamente de noite e saímos o dia todo.

— Jungkook! — Gritou.

— Que? — Gritei de volta.

— Tô com fome! — Consegui escutar o barulho da televisão. — Me alimente escravo!

— Você tem um par de mãos e pernas, então venha fazer você. — Ouvi passos vindo da sala de estar até no cômodo onde eu estava.

— Eu já disse o quanto você é grosso? — Retrucou, encostado no batente da porta, me encarando com cara de ofensa.

— Em qual sentido? — Sorri malicioso, logo vendo a cara do meu amigo se tornar mais engraçada.

— Jungkook? É você? — Perguntou, chegando perto de mim fingindo estar pasmo. — Onde foi aquele garoto certinho que estava aqui até agora a pouco? — Levou suas mãos até as bochechas de meu rosto com uma certa agressividade e ficou agitando.

Empurrei suas mãos para longe de meu rosto.

— Está aqui ainda, mas só faço piadas quando quero.

— Que susto você me deu criança, nunca mais faça isso. — Disse colocando sua mão em seu peito, se apoiando na bancada da cozinha.

— Não estava com fome? — Perguntei, tentando o relembrar do começo de toda aquela conversa.

— Ah, é verdade, tinha esquecido. — Tocando em sua cabeça, talvez percebendo o vazio que estava nela.

— Meu Deus, Taehyung. — Acabei desistindo. Voltando a fazer meu lanche.

— O que está fazendo? — Tae apareceu ao meu lado.

— É cego? — Respondi brincando.

— Desisto de você Sr. Jeon! — Levantou seus braços, em demonstração de redenção, se virando para o lado da sala de estar.

— Eu tava brincando Tae! — Corri para seu encontro sorrindo, o abraçando debruçado sobre ele.

— Desgruda seu gay! — Tentou me afastar.

— Ué, você também é gay.

— Eu sou um gay diferente. — Passou os dedos pelas suas madeixas, tentando mostrar sua beleza, se achando. — Sou mais exótico.

— Okay, Taehyung. Acredito. — Respondi com sarcasmo em minha voz.

— Já terminou? Vamos para a sala escravo. — Pegou o prato com sanduíches para si e foi embora sem me deixar retruca-lo.

Sem escolha, o segui, vendo ele se sentar no sofá e fiz o mesmo. Peguei o controle da TV que estava ao meu lado e coloquei no jornal, logo depois começando a comer o sanduíche, vendo o Poseidon se juntar a nós, ficando entre nós.

— Coloca em algum filme. — Reclamou, me mexendo com persistência.

— Sabia que ver as coisas que acontece no dia a dia é bom? — Me virei para ele, vendo sua expressão de desgosto.

— Odeio jornal. — Cruzou seus braços e fez uma carranca, imitando uma criança birrenta.

Já estava a algum tempo assistindo, e realmente era chato assistir jornal.

Eu conseguia ouvir o ronco de Taehyung ao meu lado, assim que virei meu olhar para ele, soltei uma pequena risada. Sua boca estava totalmente aberta, pelo fato de sua cabeça estar deitada e seus olhos estavam um pouco abertos.

Eu já tinha acabado de comer, e assistir algo não divertido não era divertido, até o Poseidon estava dormindo.

Peguei uma caneta permanente que estava dentro de um recipiente de canetas, tirei a tampa e comecei a pensar o que eu faria com aquilo.

Assim que eu pensei, tentei ao máximo não rir, começando a desenhar no rosto de Taehyung. Fazendo um bigode, sobrancelhas grossas e um pouco de pelos em seu queixo.

Aquilo me divertiu um pouco, mas logo foi perdendo a graça, então apenas fiquei debruçado no sofá, com as costas apoiadas no sofá.

Já estava tarde, por volta das dez horas da noite.

— Tae, acorda. — Cutuquei ele de leve. Vendo ele se remexer, mas não acordando.

— Taehyung. — Disse mais alto.

— Hm? — Parecia que ainda estava dormindo, mas mesmo assim respondeu.

— Você vai dormir aqui? Se vai eu vou pegar seu cobertor.

— Oi? — Sua voz ainda estava sonolenta. Ele ainda estava dormindo.

— Taehyung! — Chacoalhei ele, muitas e muitas vezes, ouvindo ele dar resmungos e palavrões, até que ele acordou.

— Que porra! — Gritou, com sua face demonstrando completa irritação por atrapalhar seu sono.

— Não grita. — O repreendi. — Você vai dormir aqui? — Repeti o que havia falado antes.

— Ah, não. — Ele se sentou direito no sofá, esfregando os olhos, ainda sonolento. — Hobi está me esperando.

Assim que ele terminou de dizer, se levantou e pegou seu casaco, o vestindo e se despedindo de mim e do gato, fazendo um afago em sua cabecinha e orelhas peludas.

— Vai logo, está começando a nevar. — Vi pela janela os pequenos flocos de neve caindo, mostrando o tamanho gelo lá fora.

— Tchau! — Se despediu, depois de colocar seus sapatos e sair pela porta de madeira, quase que a batendo com força pela pressa.

Já fazia algum tempo que Taehyung havia ido embora, e eu, estava largado no sofá desde então. Com o meu antebraço direito cobrindo meu rosto, com a cabeça apoiada no braço do sofá, com as pernas cruzadas se sustentando, e Poseidon estava em cima do meu abdômen todo encolhido, miando baixinho.

— Está com frio? — Perguntei para o felino, recebendo um miado do mesmo. — Vou pegar um cobertor para nós. — Eu disse pegando o gato e o colocando em meu colo.

Fui ao meu quarto e em meu armário, peguei um cobertor. 

Quando estava para sair do quarto, as luzes começaram a piscar freneticamente e eu comecei a ficar assustado apertando Poseidon, e continuou com aquilo por alguns segundos até ficar completamente escuro.

— Será que e esqueci de pagar a conta? — Perguntei para mim mesmo, incerto e confuso, vendo todo o meu redor, enxergando apenas o escuro.

Para ter certeza que eu paguei as contas, caminhei até a janela do meu quarto, receoso e com medo.

Empurrei a cortina para o lado, vendo o escuro da cidade. Completamente escuro. Não havia nenhuma luz alí.

Deve ser apenas um apagão.

Não demorou para as luzes voltarem, e as casas de Seoul começaram a se iluminar novamente.

As luzes da minha casa também voltaram, fazendo eu me aliviar de que não era uma conta não paga.

— Vamos Poseidon. — Chamei o gato, ele me seguiu.

Nos sentamos no sofá de novo, ligando a TV em qualquer canal de desenhos animados.

Se passou algum tempo desde o apagão, e eu estava sem interesse sobre. Poseidon e eu nós encontrávamos deitados um no outro, mas ele estava em cima de mim.

— Gato folgado. — Cutuquei ele, vendo que ele nem se mexeu. — Estou falando com vo-

Escutei batidas na minha porta.

 Não sabem o que é uma campainha? — Tirei Poseidon de cima de mim, colocando o gato delicadamente em cima do travesseiro que eu estava usando.

— Quem é? — Perguntei perto da porta, não escutei nada, as batidas na porta também pararam.

Olhei no olho mágico, não havia ninguém.

Levei minha mão até a maçaneta e a girei, abrindo a porta.

Um corpo?

Que?

Tem um corpo em frente a minha casa, tem um corpo na porta de minha casa.

— Quem é você?


Notas Finais


espero que tenham gostado do capítulo.

até!


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