História When there was me and you - CAMREN - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Ariana Grande, Demi Lovato, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Ariana Grande, Camila Cabello, Demi Lovato, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Visualizações 35
Palavras 1.365
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, LGBT, Musical (Songfic), Orange, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá,pessoal!Bom dia,boa tarde,boa noite! Levando em consideração que eu não pude concluir a outra Fanfic que eu havia começado aqui.Esta é praticamente a minha primeira. Eu sempre gostei de escrever.Mas essa é sem dúvida a primeira vez em que me arrisco em algo tão diferente.Como eu amo Camren,resolvi partir por elas.Prometo me dedicar com muito carinho!E espero que vocês gostem e acompanhem até o final,assim como acompanharam as do meu amor : Gabyy Andrade.
No mais...vamos lá?

Capítulo 1 - Hi! I'm Lauren!


Fanfic / Fanfiction When there was me and you - CAMREN - Capítulo 1 - Hi! I'm Lauren!

2012. Los Angeles,Califórnia...

 

LAUREN P.O.V

 

9:20 pm: Lolo, me salva!  – Senti meu celular vibrando em meu bolso. Ao puxá-lo, me deparei com a mensagem desesperada e sorri, digitando de volta; A vendo do outro lado da pista sentada no bar da boate cercada por uma garota, que com certeza a estava assediando, como muitas ali já haviam feito:

9:21 pm:O que eu ganho em troca?

Ela negou e sorriu também, respondendo:

9:21 pm:O meu amor eterno.

Resolvi dar uma provocada:

9:21 pm: Ah! Isso eu já tenho! Acho que vou deixar você ai um pouquinho, você é grandinha, e está mais do que na hora de começar aprender a se virar nessas situações.

Ao enviar, gargalhei por conta do bico enorme que a Camila fez. Como se eu fosse realmente capaz de largá-la em apuros!

Desde a 3° série, Camila Cabello era a minha melhor amiga no mundo. Uma das. Mas sem sombra de dúvidas a mais próxima. Nunca nos desgrudávamos pra nada e por nada: Ela me conhecia da cabeça aos pés; tanto que havia acompanhado de perto toda minha vida... Meus problemas familiares, minhas descobertas sexuais, nunca, jamais me julgando em momento algum!Pelo contrário!Enquanto outros se afastaram de mim por saberem que eu gostava de mulheres, ela permaneceu ao meu lado. Me apoiando, me ajudando... Se tornando assim a minha base. Sim. Eu poderia afirmar que era o que ela era: A minha base!E eu?Eu era muito grata a Deus por tê-la posto em minha vida. Tão linda!Tão atrapalhada! Todas as vezes que saíamos, eu tinha que bancar sua guarda - costas. Tanto por causa dos carinhas que chegavam de modo abusivo; quanto e principalmente por algumas lésbicas assanhadas que não podiam ver uma carne nova que partiam pra cima como abutres famintos. O problema era que a Camila era totalmente hetero. E não só isso! Desde os 13 anos de idade (agora tinha 16) ela vivia de rolo com um colega nosso, chamado Shawn. Não que eu não gostasse dele. Eu até gostava. Ele era gente boa. Na verdade eles já vinham ficando há um tempão e eu não compreendia porque não namoravam logo. Talvez ali estivesse o motivo da minha cisma: Ele demonstrava gostar dela. Demonstrava até demais! Mas ela já tinha dito e repetido que não queria se prender até terminar seus estudos. Que não queria perder o foco dos objetivos futuros. E ele continuava insistindo, insistindo. Aquilo era um pouco irritante. A questão era que ao oposto de mim, a Camila era muito paciente e tolerante. Eu acreditava que a razão era a forma diferente que vivíamos. Eu já estava de maior; Já trabalhava e estava prestes a concluir o colegial. Morava sozinha, desde que, após eu me assumir  fui praticamente “convidada” a sair de baixo do teto dos meus pais...Pais!É meio irônico me referir a Clara e ao Michael dessa forma. Sendo que aprendemos no berço que pais são os que te protegem, quem cuidam de você... Eu teria ficado na rua se não fossem os pais da Camila. Eles sim fizeram e sempre fariam jus ao título!A dona Sinuhe e o seu Alejandro eram incríveis!Devo confessar que às vezes chegava a ter certa inveja da relação dos dois com a filha. Não era difícil entender o porquê de ela ser tão especial.

E falando nela:

- Oi... – Eu disse, tocando em suas costas, percebendo seu alivio ao me ver.

- Oi... – Ela respondeu com um imenso sorriso, suplicando ajuda. Então encostei  no balcão mais cínica impossível:

- Eu estou começando a ficar entediada aqui e te vi de longe e  pensei, por que não posso terminar minha noite na companhia maravilhosa daquela garota dos olhos mais lindos que  eu já vi?

Camila sorriu com a minha falsa cantada, sabendo que eu me divertia sempre que precisava de uma forcinha para se livrar de alguém.

- A questão é que eu não sou...

A puxei pela cintura para perto de mim, chocando nossos corpos de surpresa, fazendo sua “acompanhante” arregalar os olhos perplexa com minha ousadia.

- Acredite um instante comigo, na minha cama e você nunca mais vai dizer isso - Sussurrei ao seu ouvido com um sorriso safado.

- Com licença! – A tal a garota me interrompeu, pegando no braço dela tirando-a dos meus, numa reação hilária. Mas mantive minha postura.

- Caso você não tenha percebido, ela está comigo.

- Tem certeza? – Ironizei:

- Porque não foi o que pareceu. Até mesmo porque como ela própria acabou de dizer ela não é lésbica – Olhei pra Camila, completando:

- Ainda.

- Espera aí!Você não é? – Ela olhou pra Camila, perplexa:

- Você não tinha intenção nenhuma de...?

- Não. Não mesmo. – Camila respondeu depressa, se aproximando de mim, passando a mão no meu rosto:

- Se bem que de repente eu estou repensando...

Mordi meus lábios secando os dela:

- Sério?

- Hurrum.

Ficamos lá paradas, nos encarando descaradamente. Até ouvirmos alguns palavrões desconexos, e vermos a coitada saindo bruscamente irritada com a situação:

- Ridículas!

Não agüentamos e começamos a rir. Rir muito!Abraçadas:

- Obrigada, Lauren. Obrigada por mais essa. Eu já estava quase fugindo!

- Por nada Camz... E ai, quer ir embora? – Perguntei. Reconhecendo seu cansaço.

- Quero. Mas não. Não se preocupa. Eu vou pra casa de táxi. Eu já te atrapalhei demais por hoje – Camila respondeu, se referindo à loira que eu havia abandonado para socorrê-la:

- E a julgar pelo jeito que vocês estavam quase se comendo. É melhor você voltar, antes que ela venha me matar.  

- Nada a ver! – Falei.

- Tudo a ver!Fora que eu não sou empata foda – Já foi se despedindo.

- Tem certeza?

- Claro.

- Ta. Mas eu espero o táxi contigo – Avisei, fazendo sinal para minha... Outra amiga, que me esperasse. E sabia que não iria à parte alguma. Pois assim como eu não abriria mão de uma noite quente. Era do tipo que não dispensava prazer. E eu estava pronta para satisfazer a ela e as quantas desejassem.

Saímos da boate.

Assim, que o taxi parou na nossa frente, Camila me abraçou de novo, me dando um beijo no rosto como sempre fazíamos:

- Te amo Jauregui... Tchau.

- Também te amo minha Bebê... Amanhã nos vemos!Quando chegar em casa me manda mensagem dizendo que chegou bem.Ta bom? – Pedi.

- Hurrum.

Fiquei na calçada até que o veículo sumisse na próxima esquina.

Agora eu poderia perder o juízo.

Enquanto ela estava por perto, até evitar beber eu evitava.

Poucos segundos depois voltei pra boate, encontrando a linda loira, que maliciosamente me puxou para a pista, dançando sensualmente colada a mim. E, porque eu perderia mais tempo? Não estava procurando relacionamentos, nem muito blá, blá, blá. A puxei pela nuca, sussurrando num tom rouco em seu ouvido, na certeza de que assim teria o que eu queria:

- Vamos sair daqui...? Estou louca pra te ver sem esse vestido.

- Puxa! – Ela gemeu, evidenciando seu tesão:

- Pensei que ia ter que implorar pra você me fazer essa proposta.

Saímos dali, direto pra um motel, em que até os atendentes já estavam acostumados a me verem por lá, e sempre sorriam como se dissessem; Lá vem ela, com mais uma vitima. Eu pouco estava ligando para o que eles pensavam. Pensando bem; Tinha até uma atendente que me despertava a vontade de quem sabe a convidar qualquer dia desses. Quem sabe?

Aquele era o lugar que eu sempre ia independente de com quem eu estava. Se tinha algo que não faria jamais, era levar minhas aventuras para meu apartamento. Meu lugar sagrado? Nunca. Ali, só era permitido entrar meus amigos íntimos inseparáveis e meu Bebê. Levar alguém lá seria o mesmo que estar assumindo algo sério. O que decididamente estava fora dos meus planos.

Eu não sabia como era a maioria das pessoas. Mas, se existia alguém feliz por ser solteira. Sem se prender a ninguém, nem a dramas amorosos, esse alguém era eu.

...Ao entrar no quarto, nos beijamos com desejo, joguei aquela loira gostosa, a despindo, me deliciando com seu corpo perfeito...

Como sempre foi ótimo.

Quanto ao nome dela? Não me interessava.

Mas com certeza ela guardaria o meu.

 


Notas Finais


Esse é só o início do início. kk


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...