História When We Collide - Capítulo 59


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Adolescente, Batalha, Romance, Sobrenatural
Visualizações 69
Palavras 1.014
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


oi bbs

Capítulo 59 - Capítulo Cinquenta e Oito


Vi os cabelos louros antes que enxergasse qualquer outra coisa. Ela cavalgava em um cavalo branco e usava o mesmo vestido etéreo que usava quando partiu. Os cavaleiros ao seu lado estavam todos apenas parcialmente vestidos.

Quando ela se aproximou de nós, saltou do equino enquanto este ainda estava em movimento.

– Onde estão todos? – Perguntou nervosa sem se preocupar em nos saudar.

– Já partiram – respondeu Ezra parando ao nosso lado.

– Alicia – chamei. – Vocês precisam vestir-se, lá estará muito frio – completei.

– Nós não sentimos frio – cortou-me. – Precisamos ir imediatamente.

– Alicia – tentei. – Acalme-se. Eles mal têm armas, precisam de – tentei puxa-la para a razão que ela não parecia ser capaz de ver.

– Temos o suficiente – retrucou ríspida.

Abri a boca para insistir novamente, mas Adam segurou meu braço me parando.

– Deixe-a, Luna, se ela está disposta a levar o próprio povo para a morte, que assim seja – alertou meu primo.

– Não estamos indo para a morte – a loira vociferou. – Neve é água sólida . Não sentimos frio e podemos controlar isso, vamos matar todos eles – rosnou.

Alicia estava diferente. Ela era calada, quieta, na dela antes, mas agora ela era feroz. O que quer que tivesse acontecido com ela quando estava buscando havia mudado sua personalidade para sempre.

Acenei desistindo e me afastando.

– Podem ir – avisei. – Vamos, Ezra. Temos que nos apressar.

Assisti aquele grupo estranho de homens e mulheres, montados em cavalos brilhantes, desaparecer no ar.

Os feiticeiros pareciam exaustos enquanto se autotransportavam, mas eles não poderiam estar, não quando eles ainda eram essenciais ao plano.

Quando a planície se tornou vazia e fantasmagórica, como um prenuncio do fim, subi em meu dragão com Adam atrás de mim.

Diferente dos outros, nós realmente viajaríamos, cerca de três horas de voo até a Zone 3. Yogblo precisava de aquecimento e nós precisávamos chegar perto do início da batalha.

O vento estava forte e meu primo trocava de pele, as escamas vermelhas surgindo, cada vez que uma rajada nos atingia. E conforme mais perto acercávamo-nos da Zone 3, mais frio se tornava. Quando finalmente chegamos, nevava. Fiquei feliz que minha armadura era a prova de frio, senão eu estaria congelando.

A guerra estava a um suspiro de começar. A multidão marchava abaixo de nós, eram muitos.

Temia que não fossem suficientes.

Enfim colocamos nosso plano em pratica.

Os feiticeiros, misturados entre as dezenas de armaduras começaram a fazer seu trabalho e vimos nosso exército triplicar.

Yogblo guinchou antes de cuspir fogo na gigantesca legião de Sophia.

Aquilo era um ato de guerra e com um movo rugido do meu dragão, ambos os lados, o bom e o mal, Crown e Irridecent se atacaram.

Adam e eu sobrevoamos o esquadrão inimigo. Meus olhos procurando minha mãe incessantemente. Meu primo a encontrou antes de mim.

– Ali – apontou.

Guiei Yogblo até um campo vazio. Adam e eu pulamos quando ele pairou, não queríamos emitir o som de duas toneladas e meia de dragão pousando na neve.

Dei sinal para que ele voasse livremente e causasse o estrago que quisesse, ouvimos suas enormes asas batendo enquanto nos concentrávamos na ameaça a nossa frente.

Adam rosnou antes de partir para cima dos feéricos e os poucos feiticeiros que se encontravam ali.

Entrando em posição de guarda, com a espada em riste, fiz o mesmo.

Adam deveria proteger minha retaguarda, pois só eu tinha o direito de testar a maior teoria da Seita.

Alexy podia ser o general, mas era Sophia que realmente comandava as tropas. E eu estava louca para saber se cortando a cabeça o corpo morria.

Um faerico veio em minha direção, a pele esverdeada como a de Florence, mas ele não era como ela, ele era uma fada, meu inimigo. Ele poderia me encantar com apenas algumas palavras, diferente dela. Ou pelo menos achava que podia.

– Luna Canberight – sibilou. – É bom conhecer quem causou tanto rebuliço nos nossos planos – a voz dele era como seria a de uma cobra se pudesse falar. O som que ele produziu arranhou meu cérebro e eu sabia que ele estava tentando me persuadir. – Queria te matar com as minhas próprias mãos nuas – ele sorriu e os dentes pontudos como os de um tubarão. Ele parecia saído de um pesadelo. – Uma pena que você ainda nos é útil. Talvez, quando tudo acabar, eu possa pedir a Rainha para deixar você comigo por um tempo. Eu te faria se arrepender de tudo o que fez e te daria uma morte deliciosa. Seu desespero alimentaria todos nós por meses. Todos sairiam ganhando. –Completou antes de investir em minha direção. Notei um borrão vermelho atrás dele, mas ignorei. Não podia depender de Adam para me defender o tempo todo, não se eu quisesse matar Sophia, não se quisesse que Adam cumprisse seu destino e tivesse os mais de seis filhos que Dakota havia previsto. Eu estava cumprindo meu destino, aqui e agora. Não existia nenhuma profecia que previsse mais à frente na minha vida.

Então, quando o demônio faerico me alcançou eu rasguei a garganta dele com a ponta da espada.

O corpo dele desmoronou, sangue verde escorrendo.

Adam acenou e seguiu em frente, mas eu vi em seus olhos horror. Ele não esperava isso de mim, mas eu já havia ficado em paz comigo mesma. Se eu queria voltar para casa, para Nicholas e Hope, eu precisava fazer o que fosse preciso.

Isso é guerra. Matar ou ser morto. Atacar ou ser atacado. Sucumbir ou se reerguer.

Eu não estava disposta a me render. Nunca mais. Não estava disposta a voltar para as mãos de Sophia.

Eu tinha uma vantagem, eles não tinham como imaginar o quão desesperada eu estava para me salvar. Eles haviam conhecido uma Luna ainda afetada pelo feitiço daquela bruxa, mas após o nascimento de Hope a magia havia começado a desvanecer e nos últimos meses eu havia me transformado em outra pessoa. Talvez fosse quem eu sempre deveria ter sido ou talvez eu houvesse me tornado quem era pelas circunstancias, a questão é que eu havia evoluído e não havia nada nesta terra que me manteria longe do meu objetivo.

Prosseguimos.


Notas Finais


Capítulo meio curto né? mas fazer o que mores
semana que vem tem o penultimo (ou antipenutimo se contar o epilogo) e eu to nervosa
já escrevi quatro capítulos de nightmare - minha nova historia - de doze e to duplamente nervosa
até semana que vem
Ps. do edit: eu tive um probleminha e não notei que só havia postado metade do capítulo e deixei de fora uma das minhas cenas favoritas da historia inteira. Erro meu, perdão.


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