História When We Were Young - Capítulo 9


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Jihope, Taekook, Yoonjin
Visualizações 27
Palavras 3.403
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Fluffy, LGBT, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


A semana mal começou e eu já tô esgotada psicologicamente pela bomba da nota que a big hit - sua fodida- soltou.
Minha cabeça tá só teoria, acho que ela vai explodir e.e
Queria dizer primeiramente que esse foi o capítulo que eu mais odiei escrever, pois tinha muito detalhe pra trazer a tona e eu tava cansada, com a cabeça cheia. Acredito que se deixasse para escrever depois não iria adiantar muito pois é a narrativa mesmo que me esgotou. Não era o que eu queria trazer para essa história, mas acabou que necessitou disso, e eu só não gostei da narrativa mesmo.
E sim, eu mudei o nome da fic de novo, e agora vai ficar assim.
No mais quero agradecer minha linda irmã, Tay, que surtou com o último capítulo, me motivando a continuar a escrever. TE AMO IRMÃ <3
Boa leitura ;)

Capítulo 9 - Jung e Park


Inicialmente falando:

Jung Eun e Jung PungLee, papais de Hoseok.

Park Han e Park Junho, papais de Cho e Jimin.

18 Anos Atrás

A vida ocorria perfeitamente bem no pacato bairro da imensa cidade de Seoul. O sol ia embora preguiçosamente, o ar gelado indicava o fim de uma estação, e as crianças correndo em volta ao parque central, indicava que o imenso frio já estava indo embora, ainda bem. Famílias se encontravam no local, pelo dia de folga que o calendário proporcionava. Em meio às tantas toalhas de piquenique com as típicas comidas para um lanche a tarde, se encontrava 2 pares de casais que riam despreocupados com a vida, como se nada de ruim viesse a seguir.

- Tá legal, o que o casal mais bem sucedido de Seoul vai preparar para o aniversário de um ano de casamento? – Han perguntava sorrindo, feliz pelo momento, se recordando das datas definitivas que marcaram o pequeno grupo.

- Você conhece nossas famílias, sabe que vai ser uma festa bem chamativa para a alta sociedade – Eun respondeu com certa tristeza na voz. Ela gostaria de recordar do melhor momento de sua vida com pessoas mais próximas de si, não com pessoas que agora era obrigada a conhecer e botar um sorriso no rosto como se gostasse de todos os presentes alí.

- Não se preocupe amor, nós podemos fazer algo mais intimo para familiares e amigos depois, por favor aguente esse evento, sabe como meu pai é com a imagem da família. – PungLee logo respondeu a amada esposa e logo a envolveu em seus braços, a abraçando.

A família do Jung, era dona do supermercado mais famoso da época, então a família tinha uma imagem a zelar. O único filho e herdeiro, ficou feliz em escolher o próprio casamento, pois foi com a pessoa que amava, e isso só contribuía para sua área na empresa que era uma das mais bem sucedidas.

- Isso vai ser bom, mal posso esperar por essas festas – JunHo comentou, feliz por mais uma festa que os Jung iriam proporcionar, desde que conhecera o amigo – na infância – amava elas.

- Pois o senhor tome cuidado, sabe dos seus históricos de festa. Vou ficar de olho em você – Han repreendeu o marido firme. Ele logo riu pela bronca que tomara.

- Sim, mamãe – Brincou e apertou mais a esposa em seus braços, tirando uma risada em todos ao redor.

- Vocês falam de nós, mas a data de uma de vocês também está próxima. É daqui um mês, não? – Eun perguntou.

- Sim – O casal respondeu alegremente.

Um silencio gostoso pairou sobre o grupo, que assim permaneceu até dar a hora de cada um ir para seus respectivos lares.

Os casais não poderiam estar mais felizes com a vida. A história de como se conheceram parecia vir de um dorama adolescente. As meninas eram amigas de infância, e ficaram muitos empolgadas em começar um ensino médio em uma escola mista, pois sempre estudaram na renomada escola só para meninas de Seoul. Os rapazes a mesma coisa, vindo de uma escola para meninos, mal poderiam esperar pelo o que a nova experiência os proporcionariam.

Não demorou muito para que os quatro se conhecessem. Acabaram na mesma sala, e o convívio inicial se dava por intrigas bestas de Eun com PungLee que viviam brigando por suas posições sociais. O casal secundário era mais sensato, então em todas as brigas, ficavam conversando no canto esperando que seus amigos acabassem logo a discussão. Ao passar dos meses, Han e JunHo perceberam gostar um do outro e logo assumiram um relacionamento com a aprovação dos outros. O primeiro casal, não vendo muita alternativa, decidiram dar uma trégua nas brigas pelo bem do novo grupo que se formara, e assim descobriram seus sentimentos mútuos e também assumiram um relacionamento.

No termino do ensino médio, os pais do Jung decidiram que ele logo teria que se casar para assumir um cargo na empresa e dar continuidade aos negócios da família. Ele aceitou a ideia de bom grado e pediu Eun em casamento que não exitou em aceitar a proposta.

Han e JunHo, amaram ver a felicidade dos amigos e decidiram se casar também, um mês após a data já prevista do casamento dos amigos. E assim estavam um ano já de compromisso legitimo.

Foi essa a história escrita pelo quarteto, para as felicitações da data que estava chegando.

JunHo conseguiu um cargo alto na empresa dos Jung, e logo depois Han conseguiu o mesmo, pois o casal não era tão afortunado quanto os amigos, e necessitavam de toda renda possível. Agradeceram por ter amigos tão bons que não exitaram em dar logo de cara bons cargos ao casal que começaram a vida do zero.





A data para a comemoração do primeiro casal chegou, e eles não poderiam estar mais felizes. Receberam seus inúmeros convidados com brilhos nos olhos e todo o charme que a ocasião proporá. O assunto do momento era a felicidade do casal mais famoso da região, então seus pais não poderiam estar mais orgulhosos. Só um detalhe atrapalhava a imensa felicidade.

- E os filhos, Eun, quando chegam? – Uma senhora perguntou quando o casal estava junto dos pais do Jung, causando certo desconforto, pois era claro a demora de Eun em ter um herdeiro.

- Espero que logo, Senhora Lee, estamos trabalhando para isso – O Jung filho respondeu e arrancou uma risada de todos os presentes na conversa.

- Pois espero que logo filho, estou quase me aposentando, então quero deixar meu cargo sabendo que a empresa está bem fornecida de herdeiros – O Jung pai disse – Além de que quero aproveitar meu tempo livre com meu neto – Deu um sorriso largo.

- Pois logo terá, Senhor Jung, não se preocupe muito com isso por favor – Eun respondeu. E a conversa se encerrou alí com a necessidade do casal ir atender aos outros convidados.

- Quando essa pressão de filho vai acabar? Eu não aguento mais – Eun perguntou assim que o casal teve uma breve trégua sozinhos.

- Não se preocupe, logo vai vir nosso herdeiro e logo isso acaba – O Jung respondeu dando um breve selar na testa da esposa.

- Assim espero - Ela suspirou – Podemos tentar de novo hoje, o que acha? – Ela lançou um olhar sugestivo ao marido, que nem teve tempo de responder pois logo mais convidados chegaram para tomar sua atenção.

A festa se desenvolveu de forma calma e alegre. Os convidados comovidos com a felicidade do casal, demoraram um pouco para se retirar da festa, e quando fizeram, o casal não poderia estar mais agradecido.

- E então, senhor Jung, o que quer fazer agora? – Eun perguntou ao marido assim que se viu sozinhos na enorme casa que os pais dele lhe deram. Ela desatava o nó da gravata dele enquanto falava.

-Não sei, senhora Jung. Que tal tentar deixar um herdeiro no mundo? – Ele respondeu com um sorriso sugestivo no rosto e logo tomou a esposa pelos braços e a beijou.

O casal subiu as escadas sem pressa, saboreando o beijo que davam, deixando para trás uma peça de roupa a cada lance de degraus que subiam. Ao chegar no quarto, aproveitaram as mordomias que o casamento proporcionava e consumaram o amor que sentiam, se sentindo mais completos.

               

                    {...}


Uma semana depois da recepção para tantos convidados, uma festa particular foi feita para celebrar o casamento dos Jung. Essa mais descontraída, gerou momentos marcantes para os casais amigos.

- Qual o motivo da briga? – Han perguntou para Eun, estavam na cozinha dando os últimos toques nas comidas que iriam ser servidas no almoço.

- Nem eu sei direito. Um dia depois daquela festa, ele foi trabalhar normalmente, e quando voltou estava estressado pelo dia no serviço, descontando toda sua frustração em mim. Sabe que não aguento calada essas reclamações e acabamos brigando – Eun deu de ombros.

- Só você mesmo – Han deu risada pela situação – Anos se passam e parecem que ainda estão na escola.

- Não é bem assim – Fez bico ao se ver exposta a essa informação

- Você sabe que é – Han deu mais uma risada – E essa festa então? Vão fingir que estão de bem só para agradar os poucos convidados que aqui estão?

- É o que tem que ser feito – Deu de ombros mais uma vez, já levando alguns pratos prontos para a mesa.

Chegando lá, Eun deu seu melhor sorriso e se sentou ao lado do marido, que ria descontraidamente com o Park. Ela riu minimamente, como se entendesse o assunto abordado e assim manteve sua pose de esposa dedicada 100% ao marido, como seus pais e sogros tinham que ver.

A festa mais descontraída gerou uma festa em que todos beberam sem cerimonias, o que acabou com todos os presentes bêbados. Principalmente o quarteto, que ficaram até o final da festa recordando dos velhos tempos, e nem perceberam que já se encontravam sozinhos no local.

- Legal, vamos jogar verdade ou desafio – Han disse a certa altura, pegando uma das diversas garrafas de soujo espalhadas na sala. Ela a posicionou na roda e girou, parando com a ponta virada para Pung Lee.

- Jung – Han riu, soluçando – É verdade que está brigado com minha amiga?

- Ela já deve ter te contado, então, sim – Ele respondeu e deu de ombros, bebendo mais um gole do souju.

- Sem graça, era pra negar e vocês começarem mais uma briga – Han respondeu e deu risada, e todos da roda fizeram o mesmo.

A garrafa foi girada novamente, e assim foi por algumas rodadas, sendo descoberto o motivo de briga e com uma reconciliação digna de cinema dos Jung alí presentes. O jogo foi ficando com perguntas mais sérias, que se não fosse pelo estado que os quatro se encontravam, esses pensamentos nunca sairiam no cotidiano.

- JunHo – Eun olhou sarcástica para a próxima vitima de suas perguntas – Desde que se casou, já se sentiu atraído por outra mulher? Fisicamente falando, é claro – Todos olharam atentos para o homem, que deu um longo gole da bebida antes de responder.

- Já.

Na roda se formou um “uuuuhhh” alegre. Han não se incomodou com a revelação, pois também se sentia assim e via que não tinha nenhum problema com aquilo, pois amava o marido e sabia que ele também a amava. A garrafa foi girada novamente e o Park foi escolhido novamente.

- Eu conheço essa mulher que se sentiu atraída? – Han perguntou, rindo descontraída.

Ele riu minimamente antes de responder a própria esposa.

- Conhece.

Todos riram com revelação, não dando muita importância para o que estava sendo revelado.

Mais uma vez a garrafa foi girada, e mais uma vez ela parou apontada para o Park. Pode ser que o destino queria que aquela revelação fosse feita justa naquele momento.

- Tá legal meu amigo, vou ser mais direto – O Jung se manifestou – Quem é ela?

Ele abaixou o olhar e ponderou se deveria revelar o que estava sendo perguntado. Achou o clima muito descontraído e decidiu revelar.

- Jung Eun – Ele olhou na direção da mulher a sua frente.

Um silencio se pairou sobre o local, e logo após o ambiente foi cortado por uma explosão de gargalhadas de todos os presentes. Ninguém se preocupou com a seriedade da informação dita, talvez pelo extremo estado em que encontravam.

Assim a noite se seguiu até horas da madrugada. Um quarto para o casal visitante já estava preparado, então quando todos viram que não se aguentavam mais em pé, decidiram encerrar a noite, cada casal indo para seu respectivo quarto.

Não se sabe ao certo, mas os casais acabaram separados aquela noite. PungLee e Han se dirigiram corretamente aos seus quartos, enquanto JunHo precisou ir ao banheiro antes de se deitar, e Eun passou na cozinha para tomar um copo de suco, já temendo a ressaca no dia seguinte. O ambiente estava escuro, e os dois ainda fora da cama, acabaram se encontrando no topo da escada.

- Amor? – JunHo perguntou esfregando os olhos, não conseguindo andar direito, se escorando na parede.

- Hm? – Eun respondeu, achando realmente que era seu marido que falava.

JunHo, com a resposta, agarrou o corpo a sua frente achando ser de sua esposa, e beijou os lábios alheios com vontade, demostrando o que queria a seguir. Eun nem teve tempo de pensar, achava que o marido queria se reconciliar da briga e se jogou nos braços do homem e o correspondeu.

Os dois foram tateando nas paredes, até encontrarem uma porta aberta e adentrarem um quarto vazio. Nem exitaram em tirarem as próprias roupas e consumarem ato alí mesmo, um achando que estava fazendo amor com seu respectivo esposo e esposa. Quando o ato terminou, eles não se aguentaram e dormiram alí mesmo, coberto pelo fino lençol.


                    {...}


Eun foi recobrando a consciência aos poucos, cobrindo os olhos pela intensa claridade que adentrava no local, se aconchegando no corpo que sentia e pensava ser do marido. Sorriu ainda com os olhos fechados ao se lembrar da ótima experiência que tivera com o marido naquela mesma cama.

- Mas o que é isso aqui? – Escutou uma voz na porta, e identificou ser de Han. Não se preocupou em responder rapidamente, pois achava inútil responder que estava na cama, nua, com o próprio marido. Só se levantou bruscamente quando escutou a voz do próprio marido, não do seu lado, mas sim na porta.

- Eun, o que é isso?

Ela jogou rapidamente o corpo ao seu lado para longe de si e se sentou assustada com o que estava vendo. Não era seu marido que estava alí, e sim o Park, marido de sua melhor amiga.

- Meu Deus, o que aconteceu? – Ela se perguntou assustada, vendo o Park ao seu lado tomando consciência da situação, que ao ver como se encontrava, também se assustou e se afastou dela, alternando seu olhar entre a mulher ao seu lado e os dois na porta que olhavam a cena incrédulos.

- Eu não acredito nisso – O Jung disse, se abaixando e sentando no chão, com o olhar fixo no nada.

- Calma, sei que é confuso, mas deve ter uma explicação para isso – Eun disse, já se levantando com o lençol enrolado no corpo.

- EXPLICAR? ACHO QUE A SITUAÇÃO POR SI SÓ SE EXPLICA, EUN! – Han disse, agora com lágrimas nos olhos – Eu não quero ver vocês nunca mais – Se retirou do cômodo e o Park correu atrás da esposa, sem camisa, abotoando a calça desajeitadamente.

O Jung não quis escutar explicações da esposa, e assim se afastou dela por um mês, só convivendo com respostas simples como o que queria para jantar e a roupa que usaria no próximo dia.

O Outro casal teve o mesmo destino, mas foi mais difícil pela data comemorativa de seus casamentos estarem chegando e eles se viam obrigados a fazer algo pela família, que viram do interior só para festejar a data tão importante.   

Os Jung não foram a festa, e os Park agradeceram por isso, pois a festa não poderia estar pior. O clima de separação estava claro entre o casal, gerando uma discussão que espantou todos os convidados, e terminou em Han indo passar um tempo na casa da mãe.

Um mês e meio já tinha se passado do ocorrido, e a situação continuava a mesma. Han voltou para a cidade para trabalhar, mas não se resolveu com o marido. Talvez a relação dos dois já estaria por um fio, mas ninguém era capaz de dizer isso em voz alta.

Os Jung pelo contrário, se viam obrigados a estarem juntos, pelo poderoso nome que carregavam. Apesar de aparentarem o casamento dos sonhos por fora, em casa, não tocavam em nenhum assunto mais. Eun tinha medo da reação do marido, por isso nunca iniciou uma conversa, achando que ele viria falar com ela quando estivesse mais calmo.

Seus planos falharam, quando começou a sentir enjoos, desmaios e emoções a flor da pele. Estranhou tanta reação exagerada, e foi ao médico fazer alguns exames, lá o médico a felicitou pela gravidez e ela se viu sem chão, não sabendo como reagir. Decidiu contar para o marido, sabendo que o mesmo iria se alegrar com a notícia.

- Querido, sei que não quer falar comigo, mas eu tenho um assunto sério a tratar – Ela disse assim que o marido chegou em casa e tirou os sapatos se sentando na poltrona da sala de estar. Ele suspirou fundo e falou.

- Eu também tenho um assunto a falar, mas fala você primeiro.

- Ok – Ela disse e começou a se apresentar apreensiva. Decidiu falar tudo de uma vez sem rodeios – Eu estou grávida. – Deu um sorriso simples.

- Grávida? – Ele a olhou com a sobrancelha arqueada, surpreso pela revelação da esposa – Você tem certeza disso? – Ela simplesmente assentiu positivamente, envergonhada pela duvida do marido. Ele, por sinal, começou a suspirar pesadamente, jogando o corpo para frente enfiando as mãos no rosto – Esse filho não é meu, Eun.

- Como assim? Nós nem fizemos um teste de paternidade para saber - Ela falou, e se arrependeu da forma como abordou o assunto.

- Eu sou estéril, Eun, esse filho não pode ser meu – Ele disse, e lagrimas já caiam por seu rosto.

- Como assim?

- Eu sei disso desde a nossa última briga, naquele dia o médico me chamou para revelar os resultados dos exames que tinha feito, e neste exame revelou que eu sou estéril.

- Isso não é possível, porque essa revelação só agora? – Eun se encontrava transtornada.

- Ele não soube explicar o porquê dessa informação não vir antes, mas disse ter certeza. Eu fui a outros médicos e todos afirmaram. Esse filho não é meu, Eun, é do JunHo – Agora ele já soluçava entre as lágrimas que escorriam pelo rosto.

- Meu Deus, e agora? – Ela perguntou mais para si mesma. Ele negou com a cabeça e continuou alí, se desmanchando em lágrimas. Ela sem saber o que fazer, se dirigiu ao próprio quarto, onde ficou por vários dias.


                    {...}


A situação não poderia estar pior entre os amigos presentes na lanchonete. Nenhuma palavra foi dita até então, todos querendo fugir do assunto da gravidez. JunHo e Han descobriram juntos a novidade, e isso abalou de vez o casal, que agora estavam separados fisicamente, mas ainda unidos no papel.

- Eu vou assumir esse filho como meu – Jung disse, pondo um fim no torturante silencio.

- Isso não é o certo – Park disse.

- Eu não posso soltar uma bomba dessa, sabem o nome que eu carrego. Por favor, me deixem assumir esse filho como meu. É melhor assim, assim vocês não se envolvem com meus pais, sabem como eles são, é capaz de eles quererem processar vocês e eu não quero isso.

Todos suspiraram cansados, sabendo que ir contra os pais do Jung, era morrer socialmente. Não tinham o que fazer, teriam que manter esse horrível segredo só entre os quatro, escondendo inclusive de seus filhos, pois nunca poderia se saber o que iria acontecer, precisavam ser cuidadosos.

Os senhores Jung, morreram 4 anos depois do acontecimento, e os quatro decidiram ainda não revelar a verdade ainda por medo, pois a empresa passou por uma crise desde a morte do Jung principal. E assim se estendeu com a morte precoce de PungLee, por acharem que já era tarde demais para a verdade ser revelada.


                        {...}


Quatro meses depois do aniversário de casamento dos Jung, Han se enrolou com um homem, que logo de cara se apresentou ser um mal caráter. Ninguém entendeu tal envolvimento, mas também ninguém a impediu. O relacionamento se tornou abusivo depois de Han revelar estar grávida do tal homem, e ele achar que tinha todo o direito sobre ela.

Quando JunHo soube o que estava acontecendo, se aproveitou do ainda título de marido e resolveu abrigar a esposa novamente sobre si. Assumindo o filho que ela carregava. Apesar de parecer uma história linda de reconciliação, o casal nunca foi o mesmo, eles sabiam que nada iria ser como antes. Sabiam que a relação era mais de amigos do que qualquer outra coisa. Tentaram de novo por um tempo, quando a primeira filha do casal nasceu, mas não deu certo, e assim manteram a relação por bem das duas crianças que estavam sobre seus cuidados.




Os nomes dos filhos que vieram ao mundo nesse meio tempo?

O filho de Eun com JunHo: Jung Hoseok

Filho de Han com o homem não identificado: Park Jimin

Filha de Han com JunHo: Park Cho



Os quatro não deixaram que as relações desestabilizadas atingissem seus filhos, que logo fizeram amizade. Por isso os adultos faziam de tudo para manter as boas aparências em frente as crianças.

Se viram em um beco sem saída quando descobriram que os dois irmãos – Cho e Hoseok – Estavam se relacionando. Se sentiram culpados pela situação chegar aquele ponto e decidiram se unir novamente para dar apoio, mesmo que as crianças não quisessem, para eles nesse momento tão desestabilizador.


Notas Finais


Só digo uma coisa de como o Hobi foi feito: seus papais estavam beeeeeeeem loucos de souju.
Queria dizer aqui que eu mesma dei o nome para o nome do papai Jung, mas não gostei muito. Pode perceber que evito falar o nome dele pelo capítulo, o referindo sempre como Jung. Se alguém tiver uma sugestão de nome, me diga por favor rs
De novo sobre a narrativa. Eu não gostei por ter que mostrar o que vários personagens pensavam, e eu preferi, nessa fic, demonstrar o pensamento de um personagem só. Isso foi de escolha inicial, assim como na outra fic que comecei eu fiz uma narrativa igual a esse capítulo e gostei.
Estou só me enrolando, desculpem.
Uma nova fase começa agora. Qual vai ser a vida de nosso personagens daqui pra frente? Esperem carinhosamente por isso sz
Mais uma vez obrigada a minha queria irmã. Te amo Tayna sz.


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