História When you love someone - Capítulo 4


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Categorias UNB
Personagens Jun, Personagens Originais
Tags Angst, Junmyeong, Pktk, Será Fluffy?, Shortfic, The Unit, U-kiss, Unb
Visualizações 44
Palavras 834
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello ^0^
Como vcs estão?
Lembram de eu ter dito que a fanfic tinha uma parte smut? Tá, chegou.
Eu achei fofo, esperou que gostem também :3
Boa leitura~

Capítulo 4 - First Time


A nossa primeira vez, foi cerca de um ano depois do nosso encontro no café.

Nós não tínhamos uma relação assumida naquele momento; não éramos namorados. Andávamos de mãos dadas quando ninguém estava a ver, beijávamos-nos escondidos dos olhares julgadores, e gostávamos um do outro como ambos confessamos nunca ter gostado tanto de alguém antes. Porém, ainda ninguém sabia da tua orientação sexual, afinal, eu fui o primeiro garoto pelo qual sentiste atração, e o teu medo de não ser aceite não te deixava assumir isso para ninguém, nem para a família, nem para os amigos.

“Está tudo bem com isso.” — Eu dizia, abraçando-te por trás enquanto preparavas um lanche para nós os dois. Estavas preocupado, pois sabias que os teus pais desconfiavam que andavas a sair com alguém, e mais uma vez pedias-me desculpa por não seres capaz de assumir a nossa relação. — “Eu não preciso disso. Só preciso de ti, aqui comigo.”

O teu medo ia, evidentemente, se esvaindo. Um dia, quando fui a tua casa te buscar para irmos ao cinema, a porta fora aberta pelo teu pai, que arqueou-me uma sobrancelha e perguntou-me quem eu era. Os teus olhos arregalaram-se assim que o viste olhando para mim na porta de casa, e apressaste-te em dizer que eu era o teu melhor amigo, e que nós íamos sair. Claro que o teu pai riu, e disse que isso soava a mentira, mas que ia deixar para lá, e apenas nos deixou. Estavas tão branco que por momentos, tive medo que desmaiasses.

O filme foi bom, mas não pude evitar reparar na maneira como colocavas a mão na minha coxa, fosse no carro ou no cinema, e na forma como me olhaste a tarde toda. Quando entrámos no carro, pegaste o telemóvel e telefonaste para a tua mãe, dizendo que hoje não irias dormir em casa.

Quando chegamos em minha casa, seguraste a minha mão com a tua pequenina e puxaste-me até ao meu quarto. Fechaste a porta, mesmo que eu vivesse sozinho, e empurraste-me lentamente, até que estivesse sentado na beirada da cama, para depois te sentares no meu colo, com uma perna de cada lado da minha cintura. Eu beijei-te lentamente, e apertaste os meus ombros; estavas tenso, pude perceber. Era a tua primeira vez, e bem,  minha também. Não sabia o que fazer, por isso apenas beijei-te e mordi-te os lábios até ficarem vermelhos, para depois beijar a pele imaculada e exposta do teu pescoço.

Ver-te tentar não gemer à medida que eu deixava marcas fracas na tua pele e acariciava as laterais do teu corpo por baixo da blusa, dava-me o maior prazer que eu podia sentir no momento – como se fazer-te sentir bem, sentir prazer, me desse prazer.

Tirei a minha t-shirt, sentindo o calor apoderar-se de mim, ao que me beijavas e a tua língua tocava a minha. Eu segurei o teu quadril com as minhas mãos grandes, puxando-o de encontro ao meu, o que me fez gemer baixinho e num tom grave contra os teus lábios; cedo descobri que a minha voz dava-te arrepios.

Deitei-te com delicadeza na cama, e ajudei-te a despir-te de qualquer pano que cobria a perfeição que era cada centímetro do teu corpo. Naquele momento, desejei que conseguisses te ver a ti próprio com os meus olhos, pois talvez assim pudesses ver como és lindo, e não fechasses as tuas pernas e tapasses o teu rosto corado.

“És perfeito para mim, Dong. Não precisas de ter vergonha.” — E então consegui que me olhasses nos olhos e assentisses, antes de abrires as penas para abrigar o meu corpo entre elas. — “Eu quero fazer amor contigo.” — Sussurrei, a testa colada na tua abaixo de mim, os teus braços abraçando o meu corpo e roçando o teu membro no meu, que ainda estava tapado pelo resto da minha roupa.

“Faz amor comigo, Junyoung.” — A tua voz era séria, como eu nunca a ouvi. Mas o teu sorriso era radiante, como eu nunca antes o vi.

Então eu fi-lo. Despi-me por completo, de roupa e de incertezas. Beijei todo o teu corpo, beijei a tua alma e o teu coração; preparei-te para por fim poder tornar-nos num só.

O teu corpo pequenino embaixo de mim tremia, e os teus gemidos finos enchiam o quarto, juntamente com os meus, e o bater das nossas peles. Não foi perfeito, e terminou rápido demais — o que se esperar de uma primeira vez, não é? Mas foi especial.

“Eu acho que eles sabem…” — comentaste, deitado sobre o meu corpo, com a cabeça no meu peito — “Mas de certa forma, não me sinto mal com isso. Sinto-me aliviado até. Amanhã mesmo irei lhes confessar que estou contigo.”

“Estar comigo significa que a gente namora? Mas nem houve pedido oficial!” — Fiz beicinho, e Dongmyeong riu. — “Myeongie?”

“Sim, hyung?”

“Aceitas namorar comigo?”

“Isso nem é pergunta que se faça, Jun-hyung!” — Sorriste, bobo. — “Nada me deixaria mais feliz que ser teu namorado.”

“Então aparece que somos namorados agora. 10/10 de chances, atingi a minha meta.”

“Seu idiota fofinho.”


Notas Finais


10/10
Aproveitem a felicidade desse capítulo porque o próximo é tristinho e deve demorar um pouquinho pra sair, mas tenham paciência comigo :'))))
Espero que estejam a gostar da história ^^
Kissus~


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