História When You Showed Up - Season 2 - Capítulo 61


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Categorias Norman Reedus, The Walking Dead, Tom Payne
Personagens Aaron, Carl Grimes, Carol Peletier, Clementine, Daryl Dixon, Enid, Eugene Porter, Ezekiel, Gabriel Stokes, Hershel Greene, Maggie Greene, Michonne, Morgan Jones, Negan, Paul "Jesus" Monroe, Personagens Originais, Rick Grimes, Tom Payne
Tags Alexandria, Amizade, Amor, Aventura, Bissexual, Caminhantes, Daryl, Desus, Drama, Emma Delury, Errantes, Ficção, Friends, Guerra, Hilltop, Historia Original, Hot, Império, Jaryl, Jeryl, Love, Luana, Luta, Mortos, Norman Reedus, Oceanside, Ohio, Original, Paul Rovia, Quadrinhos, Reino, Romance, Saga, Sangue, Santuário, Sexy, Sobrevivencia, Survival, Sussurradores, The Walking Dead, Tom Payne, Triângulo Amoroso, Twd, Walker, Walkers, Zumbis
Visualizações 14
Palavras 6.352
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Harem, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá! Oi! Hello!
Tudo bem?
Hoje é a vez de Paul, e estou um pouquinho nervosa, pois esse cap é um daqueles que algumas (alguns) de vocês vão gostar.

É a minha primeira vez escrevendo um hot desse gênero de um modo tão explícito, então peguem leve se caso acharem um tanto "torto" kk. Andei pesquisando (lendo e vendo "coisitas yaoi" para ver como funciona, então, acho que posso ter acertado umas coisas e em outras errado. Mas posso lhes dizer, que adorei escrever, foi bem diferente para mim, além de divertido... )

Mas chega de falar e bóra logo pra ação!
Espero que gostem.
Vamos ao cap!
Let's go peoples!

Divirtam-se my children!

Capítulo 61 - Jantar Romântico


Fanfic / Fanfiction When You Showed Up - Season 2 - Capítulo 61 - Jantar Romântico

Pov Paul

Eu realmente acredito que estou numa fase onde a sorte não está do meu lado. Quando eu penso que nada pode dar mais errado, lá vem uma situação para me derrubar num abismo. E literalmente quase fui mesmo para o abismo.

- Encontrou algo? - perguntei assim que Daryl voltou.

- Nada. Temos que racionar esses pombos por mais uma noite. - respondeu.

Nunca fui fã de pássaros urbanos. Mas ultimamente virou meu prato favorito...

- Ou, saímos dessa cidade e andamos mais um pouco até achar uma fazenda ou sítio que haja alguma raíz... Eu já estou bem Dixon.

Meu braço já está bom o suficiente para lhe dar uns tapas. - falei. Ele grunhiu pelo nariz e balançou a cabeça em negativa.

- Eu não quero ninguém me atrasando porque está com a asa quebrada. - disse.

- Será que já não percebeu que estou arrastando asa todo esse tempo que estou com você, Daryl? - joguei essa indireta, dando uma piscadela para ele que novamente fez uma negativa.

- Seu poço de piadas e cantadas ruins nunca seca? - perguntou meio ranzinza enquanto se sentava na varanda desse prédio em boas condições que achamos quando chegamos nessa cidadezinha que quase parece ter saído daqueles filmes de faroeste.

- É nessas horas que sinto falta de uma certa companhia que com certeza iria se derreter quando eu falasse isso. - rebati.

- Vocês as vezes são um casal de bregas... Mas... - o cortei.

- Mas o que? Acha que acha fofo? Ou fica tão irritado que não é capaz de suportar porque não está fazendo parte também? - questionei, olhou-me feio e se virou para pegar algo na mesa, mas como não encontrou logo se voltou para mim com um semblante aborrecido.

- Onde está Rovía? - perguntou.

- Está falando... disso? - coloquei uma mão no meu bolso e lhe mostrei a cartela de cigarros que ele encontrou numa venda na entrada da cidade.

- Me dê, agora! - ordenou.

- Não! E sabe porque? - me levantei do chão e me pus em pé a sua frente - Porque Luana com certeza não gostaria de te ver fumando. - ignorando meu aviso, ele tentou pegar, mas fui mais rápido e joguei para a outra mão.

- Pára de palhaçada e malabarismos e me dê essa droga agora! - disse, já irritado.

- Exato! Ainda bem que você sabe que isso é uma droga. Repetindo, Luana não gostaria de te ver fumando, e pense por um momento Daryl, ela está grávida, não faz bem fumar perto de gestantes. Então para seu bem, estou lhe ajudando a superar esse vício. - falei, mesmo assim ele avançou e tentou pegar.

- Você está surdo? - perguntei dando dois passos para trás.

- Isso não vai me matar! - retrucou.

- Daryl... - passei uma mão no cabelo e respirei fundo - Eu sei que foi difícil achar isso, mas essa cartela não é um prêmio do que você possa se orgulhar. E eu, na qualidade de seu amigo de viagem, devo zelar pelo seu bem estar. - falei.

- Você só está falando isso porque quer um guardas costas cuidando do teu rabo! Porque se não fosse por mim você já estaria morto! - disse, em tom alterado.

- Pelo amor de Deus, Daryl! Pare de falar babaquices! Eu e você sabemos que sei me cuidar muito bem sozinho! E chega! Sei que está descontando essa frustração porque não conseguiu nada para comermos. Então me escute: Tenha calma e se sente! Criar uma confusão agora não vai levar em nada! Se serve de consolo, eu também tentei buscar algo para comermos! Eu também rodeei essa cidade, com meu braço meio machucado e matando caminhantes como podia. Então saiba que não é só você que está esgotado. - falei.

Daryl cerrou os punhos e abaixou a cabeça. Depois de um tempo refletido igual uma estátua, parado ali no mesmo local, ele saiu avulso com sua lança, batendo a porta com toda sua força ao fechar.

- É um teimoso mesmo... - balancei minha cabeça em negativa e me sentei novamente onde estava, jogando o mais longe possível aquela cartela amassada de cigarros.

Onde será que ele foi? Será que ficou tão irritado que resolveu me abandonar aqui? Pode ser possível... Mas vou confiar na parte boa da personalidade de Daryl. E se caso ele não voltar até o anoitecer, seguirei viagem. Um tanto decepcionado com certeza, mas não posso parar e lamentar se ele fizer isso, tenho pessoas muito importantes que se importam comigo e que me esperam.

O fim da tarde já chegava, o pôr do sol bem alaranjado embelezava o céu juntamente com outras cores avermelhadas e outras em um tom azulado. Aquele sol batia de frente para a varanda, era lindo. O clima já ficava mais frio, indicando que cada vez mais o inverno já estava perto de chegar.

Luana adora invernos. Eu odiava. Mas aprendi a amar quando ela apareceu em minha vida. E a partir daquele instante, meus invernos não foram mais tão frios.

- Desse jeito você vai ficar doente e morrer. - disse uma voz rouca e grave.

- E se eu quiser? Você vai me impedir? - questionei sem me virar, pois sabia de quem era esse timbre, e me lembrando também de uma vez em que nós discutimos e ele falou quase isso.

- Você não vai. Você é o bom moço que tem motivos pra não querer isso. - se aproximou e estendeu sua mão para mim - Eu consegui algo. Mas se não quiser por frescura, será todo meu. - disse.

Sempre gentil...

- Eu como o que for, desde que seja comestível e que não me mate. - falei aceitando sua mão.

Acho que ele caiu em si e viu que eu estava certo sobre os cigarros...

Ao entrar na sala, vi depositado sobre a mesinha de centro um pote com algumas minhocas e ao lado, amarrados pelas patas traseiras, cinco sapos ainda vivos.

Meu estômago embrulhou ao ver o que seria meu jantar de hoje.

- Eu parto no meio um, aí ficamos com duas rãs e meia pra cada. E essas minhocas eu vou deixar pra amanhã. Será nosso café. - disse pegando e levantando a corda de sapos e indo em direção a varanda.

- Então... Teremos sapos... - falei, ainda encarando o pote de minhocas, que se remexiam ali dentro a todo instante.

- São rãs. E são comestíveis. Sapos são venenosos. - disse.

- Grande diferença... - resmunguei, ele nem se importou de retrucar.

- Eu vou assar todos. Então não fique parado aí, me ajude a tirar o couro deles. -disse.

Reunindo toda minha força de vontade para não vomitar enquanto via Daryl tirar a pele daqueles anfíbios com tanta facilidade e crueldade, tirar as vísceras e depois deixar a carne deles em cima do banco sem um mínimo de cuidado com higiene, consegui imitar o que ele fazia, mas fiz somente de uma rã. E ao ver meu desempenho embaraçoso para esta função, ele balançou a cabeça em negativa.

- Sem comentários Dixon. - falei antes que ele começasse suas ironias pejorativas.

- Não ia. Prefiro perder meu tempo enchendo minha barriga. - disse.

Daryl deve ter nascido e crescido no meio de mato e bichos para ter um gosto e visão peculiares para qualquer tipo de situação que exija sobrevivência. Ou talvez ele nem tenha estranhado quando o mundo acabou... Acho que para ele só foi mais um dia na terra, porque... ele é tão selvagem e silvestre que é díficil imaginá-lo em uma cidade fazendo coisas normais, conversando com amigos, saindo à noite para se divertir ou tendo um rotina cansativa em algum emprego normal, trancado em algum escritório qualquer.

Será que ele sempre foi e viveu assim?

- Porque está me olhando assim? - perguntou Daryl.

- Me desculpe, não foi nada. É só que me lembrei que... - dei a ele minha rã descascada - Lembrei que esta tarde, e quando você sumiu, aproveitei para dar uma volta por esse prédio todo. Eu já me adiantei e tomei um banho lá na caixa d'agua. Está meio aberta, um pouco suja com folhas... Mas dá para fazer uma boa limpeza... E há umas esponjas para esfregar essa terra toda da pele... - ele me interrompeu.

- Não preciso disso. - disse.

- Daryl, já faz três dias! - me levantei para procurar algo para limpar o sangue da rã de minhas mãos - Deve ser por isso que você não está conseguindo caçar nada... O animais estão correndo de você por causa do teu cheiro! - falei e saí correndo em seguida, porque sabia que Daryl levantaria e viria pra cima de mim, e antes que isso acontecesse, consegui adentrar no quarto e me trancar.

- Eu sei que não vai ficar aí pra sempre! - gritou e bateu fortemente na porta.

- Prefiro que não seja hoje! E Dixon, não falei nada mais que a verdade! - falei, e como resposta recebi uma batida forte na porta.

Esperei por um tempo. E quando senti que não havia nenhum movimento lá fora, abri a porta e saí.

Daryl não estava mais por ali, muito menos suas rãs. Mas o pote com terra e minhocas ainda se encontrava na mesinha de centro.

Me encaminhei para fora do quarto, indo para o corredor até o final, onde havia o elevador e ao lado as escadas que davam para o terraço.

Vário e vários degraus depois e consegui chegar. Assim que abri aquela porta vi um Dixon sem camisa, abaixado diante de uma fogueira enquanto virava as rãs, e abanava para que o fogo ficasse mais alto.

- Desse jeito vai ficar doente Daryl, sem camisa... Está frio aqui. - falei enquanto me aproximava, ele somente me olhou e voltou sua atenção para a fogueira.

Ao chegar mais perto, vi que seus cabelos estavam molhados e suas mãos limpas, sem sangue ou terra. Sua camisa estava pendurada na antena de TV.

Então isso quer dizer que... Ele levou a sério mesmo o meu concelho? E tomou banho?

- Vou buscar algo para te cobrir, espere um instante. - falei e saí correndo para dentro do prédio.

Em menos de dez minutos, encontrei uma camisa verde escura, bem surrada, mas serviria bem nele. Subi as escadas e retornei para o terraço. Quando cheguei, vi ele já comendo sua primeira rã.

- Poxa, nem me esperou... Cadê os bons modos Dixon? - perguntei em tom divertido.

-  Estou com fome demais pra ficar esperando. - disse de boca cheia e depois jogando um pequeno ossinho da rã para a fogueira.

Esse não tem concerto mesmo...

Joguei a camisa para ele e me sentei ao seu lado.

Peguei uma vara onde havia duas rãs espetadas. A primeira vista pareciam dois pedaços de frango assado. Até o cheiro parecia.

Minha barriga roncou, e logo minha boca tomou vida e mordeu sem pena um pedaço generoso daquele anfíbio.

Ouvi um murmúrio risonho de Daryl e me virei para ele com minha boca cheia.

- O que foi? - perguntei ainda com as bochechas cheias.

- Nunca te vi comendo desse jeito. - mordeu mais um pedaço - Você é sempre... - não quis continuar.

- Educado? - supus.

- Delicado. Cheio de frescura. E essas merdas todas. - disse.

- Vou tomar isso como um elogio de sua parte. - falei e mordi mais um pedaço.

Até que estava muito boa essa rã. Sinceramente eu não imaginava que fosse tão delicioso. Mal comi a segunda e já estava pegando a metade que era de minha parte. Ouvi mais um riso contido de Daryl, mas não me importei, continuei comendo.

Acho que estou começando a entender o porquê também minha pequena se apaixonou por esse caçador de modos rudimentares... Daryl conseguiu ganhar Luana pela barriga. Não é a a toa que quando ela estava grávida dos gêmeos ficava louca quando ouvia que Daryl estava por perto, porque sabia que se ela pedisse a ele para caçar e fazer esses assados mais que naturais, ele faria sem hesitar.

- Acabou. - falei numa constatação muito triste. Mas pelo menos não estava mais com tanta fome como antes.

- Acabou. Mas amanhã posso pegar mais. - disse ele jogando os restos dos ossos na fogueira.

Ouvir essa informação me deu uma pequena animação.

- É Daryl, você me convenceu, rãs são deliciosas. - falei, ele deu de ombros e pegou um graveto para cutucar a brasa da fogueira.

Ficamos por alguns minutos em silêncio, ouvindo o uivo do vento que até então estava fraco, mas aumentava a cada hora, em contra partida da queda de temperatura. Essa cena de nós dois, em frente a uma fogueira, sozinhos e calados, me fez lembrar da vez em que ficamos assim quando eu e Luana nos separamos e eu estava indo para Alexandria resolver esse assunto, quando eu tinha me deparado com ele no meio do caminho. Seus olhos ainda continuam com aqueles azuis profundos, sendo escondidos pelos cabelos bagunçados que caíam em seu rosto.

Tive uma vontade repentina de arrumá-los, tirar esses cabelos da frente para ver seu rosto todo. Me aproximei lentamente, para não assustá-lo. Mas foi em vão.

- O que você quer Paul? - perguntou sem olhar pra mim, ainda mexendo no fogo.

- Falou meu nome. - dei um meio sorriso, já ele deu ombros como se isso fosse nada.

- O que você quer? - repetiu.

- Posso? - apontei para seu cabelo da frente, ele não respondeu, mesmo assim avancei, de forma cautelosa, até por a mão entre seus cabelos, afastando aqueles insistentes fios caídos de sua testa. Ele não fez nenhuma menção de se afastar, então continuei a arrumá-lo. De vez em quando ele olhava para meus olhos, e em outras... Descia seu olhar para minha boca. Eu fingia não estar percebendo nada.

- Agora sim. - falei assim que afastei todos fios - Agora sim estou vendo o Daryl Dixon pela primeira vez. - olhei para cada detalhe de seu rosto.

Aquelas pintas perto da boca, as pupilas tão azuis quanto as minhas, sua barba mal feita que dava um charme a todo contorno do seu rosto, a finura de seus cabelos lisos, aquele semblante meio carrancudo, cauteloso... Vendo tão de perto assim era fácil imaginar como alguém não conseguiria não se apaixonar por ele. Essa beleza rústica toda, escondida por baixo de grosserias e sujeiras.

Tive uma outra repentina ideia bem interessante...

Desci minha mão para seu rosto e delicadamente passei meus dedos em seus lábios. Fiz ele os entreabrir lentamente, enquanto isso observava sua reação. Como esperava, suas pupilas se dilatavam a medida que eu acariciava sua boca, passando meu polegar pra lá e pra cá, sua respiração ficava cada vez mais acelerada.

- Rovía... - me chamou, mas o impedi de continuar.

- Quieto Dixon... Me deixa te mostrar uma coisa... - falei e aproximei mais o meu rosto.

- Me mostrar o quê? - perguntou com um tom baixo e rouco, como se já estivesse embriagado.

Estava conseguindo o que queria...

Aproximei mais meu rosto e rocei meus lábios nos dele, nossos nariz se tocaram. Daryl fechou os olhos e avançou o seu rosto, mas eu não deixei o espaço entre nós mudar.

- Espere só mais um pouco... - falei e fiz novamente o movimento com meus lábios nos dele, roçando bem de leve. Seu rosto estava ficando quente e corado, e conseguia sentir seu coração cada vez mais acelerado abaixo de minha palma em seu peito.

Fiz um primeiro avanço, dei um pequeno selinho nos seus lábios e depois desci para seu pescoço e novamente subi para sua boca, ele suspirou e logo pôs sua mão em minha coxa, avançou inclinando seu corpo na minha direção, mas eu o impedi e me levantei no meio daquele fogo crescente entre nós dois.

- A sessão de hoje acabou. - falei andando para longe dele.

- O que? - perguntou confuso.

- Boa noite Daryl. - me virei em direção a saída.

- Isso foi uma piada? Você estava brincando comigo? - questionou bravo e se levantando.

- Hmm... - sorri e mordi meus lábios - Acho que é melhor não responder...

Daryl cerrou seus punhos e correu em minha direção, mas eu logo corri para a porta, para as escada do prédio e comecei a descê-las velozmente.

- Eu vou te... - o cortei.

- Se conseguir me pegar poderá fazer o que quiser! - gritei enquanto descia, pulando vários degraus de uma vez.

Quando olhei para trás vi e ele se aproximava, então para dificultar sua perseguição, pulei o corrimão e fui em segundos para o andar de baixo, me deixando com uma vantagem de um andar abaixo do Daryl.

Chegando na porta do apartamento que nós dois escolhemos para ficar eu parei na mesma e o esperei.

- O que você está querendo fazer?! - disse ele chegando uns dois minutos depois, e logo me prensando contra a parede com suas mãos em meus ombros.

- Chegou atrasado... - sorri de leve.

- Vocês dois são iguais... - disse balançando a cabeça em negativa e me olhando feroz.

Ele fez menção de dizer algo, mas me surpreendeu tomando minha boca raivosamente para a sua.

Seu lábios estavam mais quentes que antes, sua língua me invadia de uma maneira tão urgente que parecia estar buscando desesperadamente por algo.

- Vamos entrar Daryl... - falei após ficarmos sem ar.

Daryl logo abriu a porta, a fechou com pé e me empurrou contra o sofá, logo me prendendo com o peso de seu corpo sobre o meu. Como se tivesse sem paciência, ele me beijou outra vez e logo foi para meu pescoço, me dando uma mordida, não tão forte, mas o suficiente para doer e me fazer arrepiar e estremecer.

- Isso, não, vale... - falei agarrando seus cabelos entre meus dedos.

- Você provocou... - voltou para minha boca, pressionando nossos lábios de forma intensa.

Provoquei mesmo. E não me arrependo.

No meio daquela guerra entre nossas bocas, puxei sua camisa para cima, ele colaborou em retirar sem reclamar ou ponderar, em seguida ele tirou a minha também.

Nossa... não me canso de ver esse peitoral, e essas tatuagens, e essas cicatrizes. Parece que foi feito exatamente para ele. Tudo é tão perfeitamente encaixado para estar em cada canto certo.

Daryl se abaixou novamente, mas sua boca não foi para a minha ou para o meu pescoço... Foi para os meus mamilos. Tentei segurar um gemido, mas o jeito que ele fazia, lambendo lentamente e sugando com uma certa força, me fazia soltar esses sons luxuriosos por aquele cômodo meio bagunçado e envelhecido por causa do tempo.

- Que bom aluno... mnn... - apertei seus braços quando ele deu uma pequena mordida ali em um deles.

- Cala boca. - e voltou para minha boca.

Aquele frio que eu sentia quando estava lá no terraço foi dando lugar à um calor crescente e altamente inflamável, tanto do meu corpo quanto do Daryl, que estava afoito em querer me beijar sem pausas.

- Daryl... - arqueei as costas no sofá ao sentir sua mão apressada e áspera adentrar minha calça, pegar meu membro e começar a movimentá-lo, de maneira lenta, de um jeito certo e preciso que gosto.

Uau! Sem preliminares? Não, isso não vale! Isso é...

Daryl é um cara nada "sutil" em mostrar quando querer ou não quer algo...

Mesmo com ele entre minhas pernas comecei a mexer meu quadril contra sua mão. Sua mão trabalhava bem demais para resistir.

Já me sentia completamente duro, latejante, quente, e perdendo a cabeça...

Reclamei internamente quando Daryl parou por um instante para abrir o zíper da minha calça e abaixá-la até as minhas coxas. Isso me surpreendeu, pois não esperava essa ação tão agora.

- Então quer dizer que o Dixon gostar de tomar as rédeas? Ou foi mais uma das dicas que aprendeu também? Porque tenho a impressão de que essas ações não são suas... - falei, ele franziu o cenho e se abaixou até mim.

- E daí se não são? - pegou meu quadril e me virou bruscamente de costas - Isso é verdadeiro... - se aproximou do meu ouvido e sussurrou - Eu quero te foder... - e mordeu meu pescoço.

Eu quase me desfiz só com essa frase suja, e ainda mais dita dessa forma tão possessiva e lasciva.

Uau... Minha Lua criou um monstro...

- Se é assim... - gemi quando senti sua mão ir para o meio de minhas nádegas, e para minha nova surpresa, adentrar um de seus dedos - Ah, Daryl... Espera... - gemi e instintivamente agarrei o braço do sofá e empinei meu quadril - Daryl...

Essa preparação... Esse jeito de me tocar... Isso com certeza foi tudo muito bem ensaiado. Não é possível que esse Dixon saiba de todos meus pontos fracos assim tão facilmente.

Meus gemidos se tornavam mais evidentes a cada minuto que seus dedos iam e vinham ali, eu já estava seguindo o ritmo de sua mão enquanto que a outra por baixo, me masturbava de um jeito lento, seguindo o mesmo ir e vir lá trás.

O que estava me impressionando, porque eu esperava um Daryl mais bruto e que em alguma hora eu fosse a pessoa a provocá-lo ou guiá-lo para fazer de um jeito que não me machucasse.

- Eu não sei se... se vou aguentar mais... - sussurrei, tentando me segurar para não chegar ao meu ápice.

Assim que falei ele parou tudo e se posicionou, ficando mais encostado nas minhas costas. Senti seus beijos em meu ombro, que intercalavam entre meu pescoço e lóbulo da orelha. Daryl estava me deixando louco!

Suas mãos desceram em minha cintura, apertando-a enquanto beijava de minha nuca, em seguida senti uma mão separar minha fenda. Prendi a respiração quando começou a forçar sua entrada. Apertei o tecido do sofá até a junta dos meus dedos ficarem brancos.

- Daryl... Por favor... Vá com calma... Não temos... - ele me interrompeu.

- Eu sei. - respondeu, virei um pouco minha cabeça o suficiente e a tempo de ver ele colocar sua saliva e logo depois me adentrar bruscamente.

Soltei um urro alto e doloroso por ser pego de surpresa de maneira tão rude, mas no mesmo instante, ele novamente pegou meu membro e começou a tocá-lo, movimentando rapidamente sua mão. Até então ele tinha ficado parado, acho que para me acostumar, mas assim que me mexi lentamente por sentir aquela excitação voltar, ele iniciou seus movimentos.

- Você vai me pagar agora... - disse puxando meu cabelo para trás e me beijando o pescoço. Ri brevemente pela sua ameaça.

- Eu falei que se conseguisse me pegar poderia fazer o quisesse... Ah... Calma... - me deu uma estocada tão forte que pulei para frente e não pude impedir um grito que saiu mais para um gemido sofrido.

Acho que agora terei que lidar com o "grosseirão" de verdade.

Seu quadril batia contra o meu ritmicamente intenso, e isso me enlouquecia porque me acertava diretamente em meu ponto. Ele também gemia e urrava baixo, metendo sem mais nenhuma hesitação ou cuidado. Eu ia para frente e para trás o tempo todo.

- Daryl... Ah... Mais... mais devagar... Por favor... - implorei. Ele somente puxou meu cabelo e me deu um chupão no pescoço, entrando com mais força.

Era um misto de sensações muito intensas. Era dor, mas também era de muito prazer, um prazer que as vezes se sobrepunhava e me fazia esquecer até como a falar.
- Por favor... Degavar... - pedia, mas sabia que era em vão. Aliás, toda vez que pedia era a vez em que ele me adentrava com mais intensidade.

E eu não poderia reclamar. Meu corpo respondia se submetendo às suas investidas, se aquecendo e pulsando cada vez mais.

Eram estocadas, beijos, gemidos de nós dois, respirações pesadas, mãos me acariciando o corpo e em outras agarrando meu cabelo. Prazer e uma loucura descuidada de sua parte. Daryl parecia ser um animal no cio, parecia não preocupado mais em me machucar, somente em saciar seu desejo em cada investida dura e sem misericórdia que dava para dentro de mim.

- Daryl... - gemi quando após ele me ajeitar de uma maneira em que eu ficasse com o rosto no acento do sofá e meu quadril para cima.

Aquela posição ia dar mais abertura para ele entrar mais. E era isso mesmo a sua intenção.

- Você é tão quente... - disse, enquanto investia. As vezes ele pegava a lubrificação que saía de meu membro e passa na minha fenda, para depois por de novo seu membro.

Eu me sentia completamente indefeso daquele jeito. Minha cabeça falava para tomar o controle, mas meu corpo estava entregue de um jeito irresistível, um corpo rendido a qualquer coisa que passasse na mente dele e que ele quisesse fazer.

Quando eu tentava me levantar, Daryl colocava sua mão em minha cabeça, agarrando meus cabelos e me forçava a ficar daquele jeito, com meu rosto deitado, quadril empinado para ele. Eu sentia minhas costas doerem por estar tão curvado daquele jeito.

Nós dois já tínhamos chegado em um ponto que parecíamos ter tomado banho, de novo, por estarmos suados. O calor era quase sufocante entre nossos dois corpos, que se roçavam a toda hora, misturando nossos cheiros e suor.

- Eu... Eu não posso mais... - falei, e nesse momento ele acelerou seu vai e vem, juntamente com sua mão que apertava meu membro na base.

Aquilo tudo era uma loucura!

- Então goza porra... - disse no meu ouvido como se tivesse me dando uma bronca.

E foi o que fiz. Ouvindo sua voz, seus sons arfados e seus urros a cada vez que ia e vinha, seu toque forte, seu cheiro... Tudo. Tudo contribuiu para que me desfizesse num orgasmo muito forte. Senti meu líquido sair, e vi escorrer em sua mão que apertava a base de meu membro e depois ia para a ponta, fazendo o mesmo. Eu gemia em delírio por sentir e ver essa cena com a visão de nossos corpos unidos daquele jeito tão... "Proibido".

Não acredito que era o Daryl fazendo essas coisas todas comigo!

- Daryl... ah... - estremei ao senti seu membro pulsar rapidamente, para logo depois soltar um jato forte e quente dentro de mim.

- Paul... - me chamou numa voz rouca e baixa, enquanto investia se desfazendo, me enchendo a cada estocada.

Quando me adentrou pela ultima vez, caímos exaustos no sofá. Seu peso em minhas costas era evidente, assim como sua respiração pesada e quente ao lado de meu rosto. Eu não me encontrava diferente, possivelmente acho que até pior que ele. Minhas pernas estavam tremendo, meu coração parecia querer sair pepa boca e só agora sentia aquela minha região dolorida, um pouco anestesiada pelo orgasmos, mas me sentia um pouco dolorido, ainda.

Não quero nem imaginar como vou ficar amanhã...

- Te... amo... - ouvi ele dizer baixinho, num chiado quase imperceptível.

- O que? - perguntei surpreso e duvidoso se não tinha escutado direito. Ele saiu de mim sem aviso, e me estremeci inteiro.

- Me... Desculpa por antes... - disse ele se levantando com dificuldade e sentando no sofá, eu também fiz um esforço, mas preferi ficar deitado meio de lado, por hora.

- Não se preocupe Daryl. É assim mesmo, é bom se soltar e eu adore... - ele me interrompeu.

- Estou falando dos cigarros. Aquela merda de discussão... Sei que estava errado. - falou enquanto limpava sua mão de uma viscosidade esbranquiçada, na camiseta que eu tinha achado para ele.

- Esquece, nós estávamos famintos, estressados e... - sorri - Agora estamos bem, é o que importa. - ele me olhou fixamente.

Ele queria dizer algo, mas estava hesitante. Depois de um tempo, um pouco mais apto para poder me levantar, me sentei com cuidado e pus uma cabeça em seu ombro, ele não reclamou, pelo contrário, pousou também sua cabeça sobre minha.

O que aconteceu? Porque ficou tão calado? Pensei que ele ficaria... mais feliz, depois do que fizemos. Será que ele se arrependeu?

- Daryl, você está bem? - ele fez que sim sem olhar para mim - Então porque está assim? - de novo fiquei sem respostas.

Comecei a me sentir sem graça pela situação toda, e me afastei um pouco dele, poderia ser que ele não estivesse mais confortável conosco daquele jeito.

Quando eu fiz menção de me levantar do sofá, ele segurou meu braço.

- Fica. - pediu.

- Porque?

- Porque eu quero. Fica.

- Quando sou que peço você nunca atende.

- Você não entende. -disse. Respirei fundo e me sentei novamente, mas sem me aproximar tanto.

- Nunca entenderei se você não explicar. - falei, ele me encarou por um momento, e depois voltou a abaixar a cabeça.

Minha mente então começou a trabalhar, arranjando, imaginando o motivo dele ter ficado assim agora. E só então cheguei numa conclusão.

- Acho que sei qual é o seu problema... você está se sentido envergonhado demais pelo que fizemos, e pelo que acabou de oficializar sobre si mesmo...

- Cala a boca. - disse, já meio irritadiço.

- Porque eu deveria? Daryl, você deveria então ter pensado nessa coisa toda de amar duas pessoas, porque uma hora isso ia acontecer! Ou você acha que só ficaria com Luana?

- Cala a boca!

- Não! Não vou me calar! Eu preciso verbalizar tudo isso! Se você não consegue, eu farei isso por nós dois! - me aproximei dele e peguei seu rosto em minhas mãos - Daryl, você ainda será você depois de tudo. Isso que fizemos não vai mudar em nada em você, se é com isso que está preocupado.

- Você só está falando merda! Eu não estou pensando nisso! - disse e tirou minhas mãos de seu rosto.

- Então me diz logo! Ficar calado e tendo essa atitude não vai me ajudar em nada! Daryl, eu sou a pessoa mais indicada para ouvir qualquer coisa. É algo que vá me machucar? Vá em frente. Porque se é uma coisa que está deixando sua mente e seu coração nesse turbilhão, que sei que está, não se contenha. Eu ouvirei, seja o que for! - falei.

Daryl esfregou o rosto, e voltou a se fechar em seu mundinho particular.

Ah droga...

- Ok. Me desculpa por ter de alguma maneira te "corrompido". - eu ainda sentia minhas pernas um pouco bambas, mas não ia e nem queria mais estar ali no mesmo lugar que ele depois dessa situação que se tornou embaraçosa.

E mais uma vez, quando eu já tinha posto minha calça no lugar e feito um esforço de me levantar do sofá, meu braço foi puxado, dessa vez com uma força maior, me fazendo deitar no sofá. Eu fiquei sem entender, ainda mais por ter Daryl sobre mim de novo.

- Eu não quero que você vá!

- Muita atitude para pouca comunicação. Se quer mesmo que eu fique, me dê um bom motivo. - exigi. Ele me olhou aflito. 

Como eu sabia que ele poderia ficar a noite toda daquele jeito, eu pensei então em tomar a atitude.

- Daryl, repete de novo o que você falou antes. - pedi.

- Desculpa? - disse meio duvidoso.

- Não... Antes disso. - falei, senti seu corpo ficar tenso.

- Não. - respondeu.

- Não? Porquê? - questionei me afastamos o suficiente para olhar em seu olhos.

Ele ficou calado por um tempo, resistente a querer pronunciar qualquer coisa.

- Ok, será do meu jeito então. - falei, e em seguida o peguei de surpresa, nos virando no sofá. Agora era eu quem tinha ficado por cima, montado nele. Me abaixei e comecei a dar vários selinhos em sua boca e rosto.

Sempre ouvi Lua falar que se você quer alguma coisa dele, tem que tirar isso dele com carinho.

Mesmo que isso não aconteça quando a situação é contrária...

- Você fala que eu sou um trapaceiro mas está fazendo o mesmo que ela. - disse Daryl pondo suas mãos em meu quadril.

- Não é só você que tem direito a usar os truques... - sorri e lhe dei mais alguns beijos e selinhos em sua boca, enquanto acariciava seu peitoral, pescoço e rosto - E não acho nenhum pouco ruim... - falei e em seguida mordi de leve o lóbulo de sua orelha. Vi sua pele se arrepiar toda.

- Te amo... - disse num suspiro quando lhe dei um chupão forte na curva de sua maxilar - Te amo muito... Tanto que sou capaz de fazer qualquer merda por você. - acrescentou.

Meu coração se aqueceu ao ouvir essa declaração tão forte e impulsiva. Vinda dele, só podia ser muito forte. Depois de alguns segundos paralisado, não consegui aguentar uma lágrima cair no meu rosto. Ele ficou confuso e franziu o cenho.

- Me desculpa, é que fico meio emotivo depois que... - sorri e desci para beijá-lo - Está bem Daryl Dixon, você venceu, eu me rendo aos seus pés, seu brutamontes. - peguei seu rosto em minhas mãos - Parabéns, conseguiu um vaga VIP no meu coração... - ele arqueou uma sobrancelha - Concordo com você, acho que falei que nem a nossa Lua não é? - o canto de seus lábios se elevou - Em resumo... Também te amo Daryl. - falei olhando profundamente e diretamente em seus olhos, que já marejavam.

De repente ele me abraçou e me apertou entre seus braços como seu eu fosse escapar ou sumir dali.

- Eu sei, não precisa se preocupar. Estou aqui Daryl... - lhe dei um beijo até perdemos o fôlego - O que vamos fazer agora? - perguntei malicioso enquanto descia minha mão para sua barriga.

- Quero te foder de novo... - disse me puxando até que nossos corpos ficassem sem um centímetro de distância.

- Não sei se posso aguentar mais uma... Você é muito bruto comigo. - falei adentrando minhas mãos em seus cabelos.

- Foda-se. - disse.

- Ah, se é assim... - desci minha mão para sua barriga, até chegar em seu membro, me abaixei até sua boca outra vez, roçando meus lábios nos seus, e provoquei - Agora é minha vez de mostrar como enlouquecer alguém de verdade... - falei, descendo agora meu corpo mais pra baixo, me preparando - Garanto que depois disso, não terá mais nenhuma dúvida... - beijei sua barriga, e fui descendo, até chegar perto de seu membro que eu mal havia tocado, e já estava pronto novamente.

Seu olhar estava fixo em mim, e em cada gesto meu.

Ao primeiro contato de meus lábios em sua glande, Daryl estremeceu e fechou os olhos por um instante.

Peguei-o em uma mão e movimentei-o um pouco para cima e pra baixo antes de abocanhá-lo. Ouvir os gemidos dele me excitavam, porque eram sons primitivos e rudes, isso me aquecia o corpo inteiro.

- Me diz Daryl, pensava em mim fazendo isso em você? - perguntei e dei um chupão na ponta, fazendo ele urrar um gemido gutural.

- Porra... - xingou ele, mexendo um pouco o quadril para cima. Soube na hora o que ele queria.

- Você quer fazer isso na minha boca? - lambi lentamente da base até a glande, e chupei de novo a ponta. Ver ele agarrar o tecido do sofá me dava uma sensação muito vitoriosa - Diga Daryl, você quer fazer? Eu deixo, mas só se você dizer isso. - provoquei, o colocando inteiro na boca, fazendo isso só uma vez, tirando para depois olhar para ele.

Seus olhos estavam vermelhos, como se tivesse se contendo. E bem, era bem possível, pois seu membro pulsava muito quente na minha língua.

- Porra, Paul... - xingou e depois se sentou. Sem hesitação, ele pegou meu cabelo, enrolou em sua mão e começou a ditar os movimentos. As vezes Daryl me puxava para cima para me beijar, e depois me fazia voltar para seu membro. Minha mandíbula estava ficando dolorida, não só pelos movimentos, que eram intensos e bruscos, mas por causa do tamanho que ele tinha.

- Me, fale... Sempre quis fazer isso comigo? Se masturbava pensando em foder minha boca? - exigi de novo quando ele deu trégua para respirar.

- Merda... - e me fez voltar ao seu membro - Sim... - sussurrou isso em um tom rouco e pesado, começando a mexer seu quadril contra mim.

Seus movimentos se intensificaram, eu me segurei nele para poder aguentar essas investidas selvagens e luxuriosas. Seu membro latejava muito quente, sentia suas veias pulsarem em meus lábios, e isso significava que ele estava perto de se perder.

- Hmn... AH... Porra... - gemeu, agarrando meu cabelo com mais força, e como eu tinha suposto antes que ele já estava perto, acertei, pois logo senti um líquido muito quente descer pela minha garganta.

Daryl caiu para trás no sofá após seu orgasmo, enquanto à mim, ainda me sentia excitado, louco para me desfazer também.
Tirei minha calça de vez, ficando nu completamente.

- Adorei... Seu gosto... - falei, subindo e beijando-o - Daryl... Eu preciso... Sua vez... - falei montando nele. O mesmo se levantou ainda muito ofegante, ficando sentando e cara a cara comigo.

- Cavalga. - ordenou.

- Eu estava pensando em outra coisa...

- Não. - disse, determinado e sem acordo.

- Egoísta. - falei, e logo ele senti ele pegar seu membro e colocar nele - Isso não vai... Ah... - mais uma vez fui pego de surpresa por ele me adentrando totalmente sem rodeios - Isso... Não vi me fazer esquecer...

- Não. Isso não vai acontecer. - disse.

- Eu não tenho pressa... Hnm... Isso... Daryl... - gemi, quando ele começou a me levantar e descer em seu membro, me obrigando a cavalgar nele.

Com paciência, conseguirei derrubar esse muro...

 


Notas Finais


E então mis guapos e guapas, goxxtaram?

Eu não sei vocês, mas vendo agora depois de postado, eu consegui aproveitar muito do cap...
Uma experiêcia nova para mim. E também um sonho concretizado (pelo menos aqui na fic) desse shipp que eu torcia muito para acontecer também em The Walking Dead. Mas, não foi possível.

Mas aqui teve! E vai ter a partir de agora e em diante!
Espero que tenham se divertido tanto quanto eu no cap de hoje. Se houver erritos, peço mil sorrys à todos.

Um grande abraço apertado e beijitus à todos.
Inté amanhã my little friends.
#peaceandlovealways


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