História Where am I? - Capítulo 10


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Categorias Loona, Stray Kids
Personagens Bang Chan, Choerry, Chuu, GoWon, Han Ji-sung, HaSeul, HeeJin, Hwang Hyun-jin, HyunJin, JinSoul, Kim Lip, Kim Seung-min, Kim Woo-jin, Lee Felix, Lee Min-ho, Olivia Hye, Seo Chang-bin, ViVi, Yang Jeong-in, Yeojin, Yves
Visualizações 2
Palavras 1.132
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 10 - --- .. -. ..-. . .-. -. ---


Tentei soltar meus pulsos do guarda, berrando por socorro. Olhava meus pais e meu irmão, com nem um pingo de tristeza ou preocupação com o que eu possa me tornar. Lágrimas escorriam de meu rosto, olhando aqueles desgraçados que me mandaram para o inferno, como eu já tinha em mente. Fui presa por cordas como um animal, e logo arrastada para um camburão, que me levaria diretamente aos portões da desgraça que seria minha vida a partir daquele dia.

Abracei meus joelhos, chorando com aquilo. Aos 14, levada para o Distrito 8, uma jaula que dizem fazer as jovens garotas melhores, sem seus problemas mentais. Minutos de viagem e cheguei ao local, sem um pingo de alegria. Fui jogada para fora, e me obrigaram a ir para a entrada do prédio.

- Ih, olha ali, mais uma! - Gritou uma garota de uma janela do prédio, a rir.

- Senhorita, Wong Viiang, calada! - Gritou de volta um guarda, autoritário e amendrontador.

Observei a garota, fazendo uma careta ao guarda, rindo como uma psicopata em seguida. São realmente loucas, pensei, abaixando a cabeça, secando os olhos com as mãos.

Empurraram meu corpo para um quarto, jogando uma caixa de roupas para dentro do local, ordenando que eu vestisse aquilo e descesse para o recrutamento. Vesti-me no uniforme; uma saia à altura do joelho, blusa social e blazer, brancos, uma gravata preta, e sapatilhas marrom. Corri as escadas, acompanhando outras garotas, até um pátio, adentrando um espaço demarcado pro uma linha branca no chão.

- Certo, garotas! - Exclamou um guarda. - A partir de hoje, ensinaremos a vocês como serem pessoas de verdade, e não animais, como são neste exato momento. - Informou, autoritário. - As regras são simples; primeira! Não serão permitidos coques ou Marias-Chiquinhas, o único corte aceitável são, para as com cabelos acima do ombro, solto, com a escolha de amarrá-los, seja em um rabo-de-cavalo ou em uma trança, para as com cabelos maior que isso, só é permitido tranças ou rabos-de-cavalo, se for o caso, será permitido também coques trançados, como quiserem. Segunda! A saia só é aceita até ou abaixo do joelho. Garotas pegas com elas menores do que isso, são condenadas a um castigo, e devo orientar; não é nada agradável, a menos que goste de sentir dor. Terceira! Peça permissão para falar com guardas ou o general, no caso, eu. Quarta! Terão, sim, as visitas mensais, e durarão em torno uma hora, será proibido os familiares ou amigos visitantes trazerem algo de fora, eles serão revistados, obviamente. Quinta!, e a mais importante, pois vi muitas daqui quebrarem. Não será, de forma alguma, permitido relações de guardas e aprendizes, como serão chamadas daqui para frente.

Fiz uma feição de nojo com todas aquelas regras. Não era justo algo daquele gênero. Não somos animais, mas sim, humanos, temos direitos, claramente.

- O horário para acordar será oito da manhã. Às segundas, teremos a ida ao jardim do local, onde saberão plantação, e depois do almoço, terão ida à academia, se quiserem. Às quintas, terão seções de filme, uma coisa importante para vocês. Desfrutarão de um entretenimento, pelo menos. Aos sábados e domingos, terão as atividades físicas, e logo depois, o que precisam saber sobre aqui e o mundo afora, e vocês saberão como aqui é um céu, perto do exterior.

- Puff, duvido muito. - Suspirei.

- O que, garota? - Indagou uma guarda, aproximando-se mais de mim. - Acha que isso aqui é uma brincadeira ou algo do tipo, criança? Você pode ser alvo de algum guarda ou aprendiz daqui. Aposto que, em algum momento, levará um castigo tão fatal, que virá chorando para algum desses e pedirá para ser dispensada do Distrito, e não pensei que será! Isso aqui, é para pirralhas como você aprenderem a ser gente de verdade, e não essas mimadas malucas e idiotas que são agora, além de psicóticas e nojentas. Vocês são um lixo! E aprenderão a não ser esse tipo de pessoa.

Ela então se afastou, voltando a sua posição, deixando um estejam avisadas no ar.

• • •

De bruços, sobre a mesa, desmanchava-me em lágrimas, tentando pensar em como o ser humano chegou a esse ponto de torturar os diferentes da espécie desta forma. Olhava para cada mesa, onde havia uma ou seis loucas a conversarem, esperando que ocorresse uma briga ali mesmo, como imaginado.

- Levou uma bronca~. - Ouvi uma voz cantarolar, rindo divertidamente com aquilo.

Reconheci aquela voz de tacada, assim enxuguei meus olhos e olhei em direção a garota, que era a de cabelos rosados que havera rido de mim anteriormente.

- Vai zoar da minha cara de novo?

- Zoar? - Indagou, com um tom indignado. - Querida, eu? Logo eu, uma doçura de pessoa? - Tentou uma face adorável, sem sucesso, ao meu ver. - Ah, que isso. Claro que não, no momento. - Ela riu. - Ficou brava por causa do general?

- Também. - Respondi, abaixando a cabeça. - Só não entendo a hipocrisia desse mundo. É só ter uma doença mental, que você foi enviado do inferno. Mas que merda! - Joguei a bandeja no chão, batendo na mesa em seguida.

Senti olhares sobre minhas costas, e logo abaixei a cabeça, até alguém se aproximar, parando ao meu lado. Primeiro, olhei os joelhos; a saia estava sobre eles. Depois, o tronco; a barriga estava exposta. Terceiro, o rosto; era bela, como quem ferra com sua autoestima.

- Quem acha que é para desperdiçar comida desta forma? - Perguntou ela, arqueando a sobrancelha.- Acha que não é boa? Que é a pior do mundo? - Indagou, como alguém furioso. Botou suas mãos sobre a mesa e aproximou seu rosto do meu. - Está certa.

E saiu, voltando a mesa. Olhei para ela confusa, mas mesmo assim, assustada, por estar infringindo uma regra; a saia sobre o joelho.

- Ela... Pode andar assim? - Indaguei, olhando para a rosada.

- Pode, desde que faça favores aos guardas e ao general.

- Como assim favores?

Ela fez um ok com as mãos, e inclinou-o, de lado, sobre seu peito. Entendi logo em seguida, sentindo meu rosto esquentar por vergonha. Bati a mão na mesa e me levantei, indignada e assustada.

- SENTA E NÃO DIZ NADA! - Exclamou ela, puxando meus pulsos para baixo. - É isso mesmo.

- Puta que...

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